[NOM DE CATÉGORIE
V. COMMENTAIRES ET DISCUSSION 1. Méthodologie :
4. Anatomie-pathologique : 1 Type de prélèvement :
Na Proposta do Programa – SOLIDARIEDADE –, a primeira ação inserção social apresentada foi de formação de recursos humanos qualificados para a administração pública ou a sociedade, realizada por meio de apoio institucional direto como é caso do DINTER- UDESC e apoio ao Mestrado Profissional em Gestão e Tecnologia Industrial do SENAI – CIMATEC – BA, ou ainda por meio de palestras, pareceres e outros apoios informais a outros Programas em fase de estruturação. A segunda ação apresentada foi de contribuição para a melhoria da educação básica e superior, para o ensino técnico-profissional e para o desenvolvimento de propostas inovadoras de ensino. Foi realizada por meio dos professores permanentes e colaboradores do NPGA que proferiram cursos, auxiliaram na co-orientação de alunos, participaram das discussões sobre os destinos do Programa emergente e promissor que é o Programa de Mestrado Profissional em Gestão e Tecnologia Industrial do SENAI – CIMATEC – BA. A terceira ação apresentada foi de contribuição para a formação de profissionais que possam introduzir mudanças na forma como vem sendo exercida a profissão, realizada pela estruturação de parceria com o Programa de Mestrado Profissional do IBMEC – SP, no âmbito do Programa de Administração da CAPES.
O resultado da primeira ação é que o MPA-UFBA é frequentemente demandado para auxiliar Programas em fase de consolidação, dentro de uma estratégia mais ampla formulada ao nível do NPGA-UFBA. Já a segunda ação resulta em cursos fornecidos, como: Estratégia de Manufatura e Gestão da Cadeia de Suprimentos, Inovação, tecnologia e globalização, Estudo de viabilidade Técnica, Econômica e Comercial de Oportunidades para Inovação. E a terceira e última ação citada resulta no estabelecimento de laços de colaboração e
complementaridade em 2009. Nas três ações apresentadas, os agentes dos processos são o gestor público, representado pela coordenação do Programa e por seus docentes, com a participação do grupo, representado pelos alunos do Programa.
Quanto aos modelos de coprodução, essas ações configuram-se como coprodução funcional, por tratar-se de estratégias utilizadas pelo aparato público do Estado, aqui representado pela Universidade Pública, e o Programa de Pós-Graduação, para produzir os serviços públicos de maneira eficiente e eficaz, com a participação do grupo, os alunos Programa.
Na Proposta do Programa – NUCLEAÇÃO –, foi apresentada como ação de inserção social a participação em convênios ou Programa de cooperação com instituições/organizações voltados para a inovação na pesquisa, para o avanço da pós-graduação ou para o desenvolvimento econômico, tecnológico ou social, promovida pelos egressos do MPA que têm ocupado posições de destaque na esfera profissional e acadêmica como executivos de empresas de renome (Ford, Braskem, Petrobras, Xerox, Air Products, dentre outras). Para muitos, o MPA descortinou a atividade acadêmica, e outros têm ingressado em cursos de doutorado da UFBA ou em outras universidades públicas e privadas, como o Centro Universitário Jorge Amado (UNIJORGE), em cursos de Pós-graduação do SENAI- CIMATEC. Professor Sandro (Coordenador do Programa e ex-aluno) foi aprovado em primeiro lugar em concurso para Professor Doutor na FEA-USP e para Professor Adjunto na Escola de Administração da UFBA.
O resultado dessa ação é o atestado do papel preponderante do curso na formação de quadros e na nucleação de novos grupos; os agentes desse processo são o gestor público, aqui representado pelo Programa de pós-graduação e pelo grupo, aqui representado pelos alunos do Programa.
Quanto aos modelos de coprodução, essa ação configura-se como coprodução funcional, por tratar-se de uma estratégia utilizada pelo aparato público do Estado, para produzir os serviços públicos de maneira eficiente e eficaz. A participação do cidadão nesse processo de coprodução ocorre por um ajuste do cidadão (aluno) com o Estado (Programa/Universidade).
Na Proposta do Programa – VISIBILIDADE –, são apresentadas como ações de inserção social a divulgação e transparência das atividades e da atuação do curso-Programa –
parcerias institucionais, produção técnica, financiamentos recebidos, difusão do conhecimento relevante e de boas práticas profissionais realizadas por meio da atuação do MPA que é reconhecida nacionalmente por diversas instâncias, por exemplo, o Fórum de Coordenadores de Mestrado Profissional, que reúne instituições públicas e privadas. O MPA também tem sorvido os benefícios de iniciativas de grupos e redes de pesquisas articulados por seus professores permanentes e colaboradores, destacam-se iniciativas engendradas no âmbito do LAMUNDO, por meio do qual um sem número de parcerias vem sendo tecidas junto a organismos como: Embassade de France au Brèsil, Universidad de Guadalajara, Instituto de Relações Internacionais – PUC-RIO, Universidad Complutense de Madrid, dentre outras; destaque também para a atuação do Professor Sandro por meio da articulação de uma rede de pesquisa focada nas estruturas de Governança de Serviços de Utilidade Pública junto a instituições como IBMEC-SP, FGV-SP, FEA-USP.
O resultado dessas ações é que a experiência do MPA é utilizada como referência para grupos mais recentes que estruturam seus Programas. A visibilidade do curso também tem contribuído para atrair alunos de outras regiões do país, como a turma de 2008 que conta como ingressante um Auditor do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins; resulta também em incremento da visibilidade do Programa e aumento da visibilidade do curso. Nas ações apresentadas, o agente do processo é o gestor público, nesse caso representado pela coordenação e por docentes do Programa de Pós-Graduação da Universidade Pública, com a participação do grupo, representado pelos alunos.
Quanto aos modelos de coprodução, essas ações configuram-se como coprodução funcional, por tratar-se de estratégias utilizadas pelo aparato público do Estado, para produzir os serviços públicos de maneira eficiente e eficaz. A participação do cidadão nesse processo de coprodução ocorre por um ajuste do cidadão (aluno) com o Estado (Programa/Universidade).