Chapitre 4 Méthode de sélection et de priorisation des projets
4.3 Analyse de la valeur des projets
Para a confecção dos mapas de nível de pressão sonora, foram utilizadas escalas, proposta por Bistafa (2006), de 0 a 140 dB, distribuídas da seguinte forma: muito silencioso (0 à 20 dB), silencioso (20 à 40 dB), tranqüilo (40 à 60 dB), moderado (60 à 80 dB), barulhento (80 à 100 dB), muito barulhento (100 à 120 dB), e estrondoso (130 à 140 dB).
Nas figuras 54 à 67, são ilustradas a distribuição espacial dos níveis de pressões sonoras, para os galpões SRPN e SRSN, na seção transversal e horizontal, para diversas idades das aves.
Quando as aves estavam 1 e 7 dias de vida, foram coletados valores de pressão sonora, em três posições de coleta, distantes de 65, 77,5 e 90 m, em relação às placas de resfriamento, para os galpões SRPN e SRSN, conforme pode ser visto pelas figuras 54, 55, 61 e 62, respectivamente. Essa fase de criação foi caracterizada pelo aquecimento das aves por uma fornalha a lenha que se situava no centro dos galpões. A região, conforme pode ser observado nestas figuras, era delimitada por cortinas, que se situava a 60 e 95 m em relação as placas de resfriamento, para aumentar a eficiência de aquecimento da fornalha, propiciando assim um ambiente confortável às aves nas primeiras semanas de vida, ou seja, com tbs em torno de 35°C, objetivando manter a
temperatura corporal entre 39 e 40°C (Silva, 2001). Nas figuras 49 à 54 e 57 à 60, as determinações dos níveis de pressões sonoras foram realizadas em seis seções transversais, distantes de 20,8, 41,6, 62,5, 83,3, 104,1 e 115 m, em relação a placa de resfriamento.
Na figura 54, pode-se observar na região próxima às seções 2 e 3 (figura 57d e 57e), no galpão SRPN, para altura de 0,3 e 1,7 m, que houve aumento de pressão sonora, provavelmente devido às aves não estarem distribuídas uniformemente, uma vez que estas se agruparam na região mais próxima ao centro do galpão, onde se situava a fornalha. Nas figuras 56 à 59, para este
mesmo galpão, não se visualiza grande variação do ruído ao longo do seu comprimento e nas alturas de 0,3 e 1,7 m, com média de 56,2 dBA. Na figura 66, observar-se que houve uma variação de pressão sonora próximo a extremidade onde estava situadas as placas de resfriamento, devido principalmente as infiltrações de ar por estas placas e pelas cortinas.
Como pode ser observado nas figuras 61 a 67, para o galpão SRSN também não houve grandes variações de ruído tanto para ao longo do galpão como para as alturas de 0,3 e 1,7 m. Na figura 63, observa-se que a variação de ruído, provavelmente ocorreu devido haver na região próximo da seção 3, uma porta de acesso ao quadro de acionamento do sistema de resfriamento do galpão. Observou-se, durante o experimento que por esta porta, havia regiões que permitiam a infiltração de ar com maior velocidade, proporcionada pela ação dos exaustores.
O ruído produzido pelas aves, no momento que os exaustores não estavam acionados, no galpão SRPN foi em média, de 63,1 ± 5,5 dBA e 62,6 ± 5,6 dBA para o galpão SRSN. De acordo com valores encontrados, conclui neste estudo, que as diferenças nos ruídos produzidos pelas aves, com relação ao ambiente dos trabalhadores avícolas que permanece diariamente em torno de 4 horas no interior destes galpões estudados, as condições encontradas estão de acordo com a legislação vigente no país (NR-15, 1990), não caracterizando esta situação como insalubre. Valor próximo a este é citado pela ACGIH (2001), em que afirma que a 80 dBA, o tempo de exposição corresponde a 24h. A legislação norte americana expõe que o limite superior permissível por 8 horas de trabalho no setor industrial está na faixa de 90 dBA e que a cada 5 dBA, há uma redução pela metade do tempo de exposição máxima (OSHA, 1994).
FIGURA 54. Distribuição espacial dos níveis de pressão sonora em três seções transversais (a) 65 m, (b) 77,5 m e (c) 90m da extremidade em que se situa as placas de resfriamento e em dois planos horizontais imaginários (d) 0,3 e (e) 1,7 m em relação ao piso, para o galpão SRPN, para frangos de corte com 1 dia, no período de aquecimento.
FIGURA 55. Distribuição espacial dos níveis de pressão sonora em três seções transversais (a) 65 m, (b) 77,5 m e (c) 90m da extremidade em que se situa as placas de resfriamento e em dois planos horizontais imaginários (d) 0,3 e (e) 1,7 m em relação ao piso, para o galpão SRPN, para frangos de corte com 7 dias, no período de aquecimento.
FIGURA 56. Distribuição espacial dos níveis de pressão sonora em seis seções transversais (a) 20,8, (b) 41,6, (c) 62,5, (d) 83,3, (e) 104,1 e (f) 115 m da extremidade em que se situa as placas de resfriamento e em dois planos horizontais imaginários (g) 0,3 e (h) 1,7 m de altura do chão, para o galpão SRPN, para frangos de corte com 15 dias.
FIGURA 57. Distribuição espacial dos níveis de pressão sonora em seis seções transversais (a) 20,8, (b) 41,6, (c) 62,5, (d) 83,3, (e) 104,1 e (f) 115 m da extremidade em que se situa as placas de resfriamento e em dois planos horizontais imaginários (g) 0,3 e (h) 1,7 m de altura do chão, para o galpão SRPN, para frangos de corte com 22 dias.
FIGURA 58. Distribuição espacial dos níveis de pressão sonora em seis seções transversais (a) 20,8, (b) 41,6, (c) 62,5, (d) 83,3, (e) 104,1 e (f) 115 m da extremidade em que se situa as placas de resfriamento e em dois planos horizontais imaginários (g) 0,3 e (h) 1,7 m de altura do chão, para o galpão SRPN, para frangos de corte com 28 dias.
FIGURA 59. Distribuição espacial dos níveis de pressão sonora em seis seções transversais (a) 20,8, (b) 41,6, (c) 62,5, (d) 83,3, (e) 104,1 e (f) 115 m da extremidade em que se situa as placas de resfriamento e em dois planos horizontais imaginários (g) 0,3 e (h) 1,7 m de altura do chão, para o galpão SRPN, para frangos de corte com 35 dias.
FIGURA 60. Distribuição espacial dos níveis de pressão sonora em seis seções transversais (a) 20,8, (b) 41,6, (c) 62,5, (d) 83,3, (e) 104,1 e (f) 115 m da extremidade em que se situa as placas de resfriamento e em dois planos horizontais imaginários (g) 0,3 e (h) 1,7 m de altura do chão, para o galpão SRPN, para frangos de corte com 41 dias.
FIGURA 61. Distribuição espacial dos níveis de pressão sonora em três seções transversais (a) 65 m, (b) 77,5 m e (c) 90m da extremidade em que se situa as placas de resfriamento e em dois planos horizontais imaginários (d) 0,3 e (e) 1,7 m em relação ao piso, para o galpão SRSN, para frangos de corte com 1 dia, no período de aquecimento.
FIGURA 62. Distribuição espacial dos níveis de pressão sonora em três seções transversais (a) 65 m, (b) 77,5 m e (c) 90 m da extremidade em que se situa as placas de resfriamento e em dois planos horizontais imaginários (d) 0,3 e (e) 1,7 m em relação ao piso, para o galpão SRSN, para frangos de corte com 7 dias, no período de aquecimento.
FIGURA 63. Distribuição espacial dos níveis de pressão sonora em seis seções transversais (a) 20,8, (b) 41,6, (c) 62,5, (d) 83,3, (e) 104,1 e (f) 115 m da extremidade em que se situa as placas de resfriamento e em dois planos horizontais imaginários (g) 0,3 e (h) 1,7 m de altura do chão, para o tratamento SRSN, para frangos de corte com 15 dias.
FIGURA 64. Distribuição espacial dos níveis de pressão sonora em seis seções transversais (a) 20,8, (b) 41,6, (c) 62,5, (d) 83,3, (e) 104,1 e (f) 115 m da extremidade em que se situa as placas de resfriamento e em dois planos horizontais imaginários (g) 0,3 e (h) 1,7 m de altura do chão, para o tratamento SRSN, para frangos de corte com 22 dias.
FIGURA 65. Distribuição espacial dos níveis de pressão sonora em seis seções transversais (a) 20,8, (b) 41,6, (c) 62,5, (d) 83,3, (e) 104,1 e (f) 115 m da extremidade em que se situa as placas de resfriamento e em dois planos horizontais imaginários (g) 0,3 e (h) 1,7 m de altura do chão, para o tratamento SRSN, para frangos de corte com 27 dias.
FIGURA 66. Distribuição espacial dos níveis de pressão sonora em seis seções transversais (a) 20,8, (b) 41,6, (c) 62,5, (d) 83,3, (e) 104,1 e (f) 115 m da extremidade em que se situa as placas de resfriamento e em dois planos horizontais imaginários (g) 0,3 e (h) 1,7 m de altura do chão, para o tratamento SRSN, para frangos de corte com 34 dias.
FIGURA 67. Distribuição espacial dos níveis de pressão sonora em seis seções transversais (a) 20,8, (b) 41,6, (c) 62,5, (d) 83,3, (e) 104,1 e (f) 115 m da extremidade em que se situa as placas de resfriamento e em dois planos horizontais imaginários (g) 0,3 e (h) 1,7 m de altura do chão, para o tratamento SRSN, para frangos de corte com 42 dias.