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II. 3.2.2.3 Les mouvements de sourcils :

II.3.4. Analyse descriptive :

“(...) Durand pensa as estruturas do imaginário em termos de conteúdos dinâmicos, como meio fundamental para a compreensão das bases míticas do pensamento humano. Leva em conta a homologia do psíquico, do cósmico, do social e do biológico, organizados numa significação integrada e segundo uma lógica constelacional.” (CHAVES, 2000, p. 41)

O homem difere dos outros animais por não possuir uma relação apenas de estimulo↔resposta. Ele transforma a natureza, acumula conhecimentos, transforma-os e transmite-os. Sua relação com o mundo está pautada em simbolismos, tendo em vista que não lida diretamente com os objetos, mas sim com os significados atribuídos aos objetos pela

Excluído: Durant

Excluído: Durant

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cultura à qual ele pertence, “O homem vive num mundo de significados” e isto o torna um ser qualitativo. “O real não é o objeto, não é o fato, não é a lei. O real é o significado sentido, a interpretação, o contexto. (...) A realidade cultural é uma construção social”. (ASSUMPÇÃO, 2003)

O mundo do homem é um mundo simbólico. A razão, as definições conceituais, a ciência, a arte, a religião, os sentimentos mais íntimos, são “dimensões imaginárias” (DURAND, G., 2001) de convenções, numa relação interior↔exterior, subjetivo↔objetivo - pólos interno e externo, latente e patente -, segundo Edgar Morin (1973) e Paula Carvalho (1990 a).

Segundo Laplantine e Trindade (2003, p. 78) “o imaginário consiste na utilização, formação e expressão de símbolos”. Apesar de estar contido no campo de representações, “não é uma tradução reprodutora ou uma transposição das imagens” (ibidem, p. 77). Ele ultrapassa a representação intelectual, pois está embebido de emoções, de afetividade, inspiração e de poéticas.

Bachelard (apud DURAND, G., 2001, p. 30) afirma ser fundamental ter presente que

“(...) a imaginação é dinamismo organizador, e esse dinamismo organizador é fator da homogeneidade na representação. (...) a imaginação é potência dinâmica que ‘deforma’ as cópias pragmáticas fornecidas pela percepção, e esse dinamismo reformador das sensações torna-se o fundamento de toda a vida psíquica porque ‘as leis da representação são homogêneas’, a representação sendo metafórica a todos os seus níveis, e, uma vez que tudo é metafórico, ‘ao nível da representação todas as metáfora se equivalem’.”

Gilbert Durand, discípulo de Bachelard, entende o imaginário como o “conjunto das imagens e relações de imagens que constitui o capital pensado do homo sapiens” (2001, p. 18); diz que este imaginário “aparece-nos como o grande denominador fundamental onde se vêm encontrar todas as criações do pensamento humano” (idem) e, acrecenta, ainda, que “o imaginário é esta encruzilhada antropológica que permite esclarecer um aspecto de uma determinada ciência humana por um outro aspecto de uma outra” (idem). 19

Lahud Loureiro (1993, p. 20), diz que “o movimento organizador da imaginação encontra-se estruturado e se expressa em representações exteriores, de onde se pode deduzir a sua dinâmica e perceber a homogeneidade de suas expressões que se repetem em diferentes momentos.”

19

Conhecendo o imaginário torna-se possível a interação entre as dimensões, disciplinas, diferenciais: permite ou condiciona a interdimensionalidade condutora à interdisciplinariedade, como na gerontologia.

Excluído:

Bachelard (apud ROCHA PITTA, 1979, p. 18) diz que “o símbolo centraliza as forças que estão dispersas em todos os seres do mundo (...) e o simbolismo aberto nos prova que o homem tem necessidade de imaginar, que ele tem o direito de imaginar, que ele tem o direito de aumentar o real”. Lahud Loureiro (op. cit., p. 20) sintetiza que “o símbolo é sempre produto dos imperativos biopsíquicos pelas intimações do meio (...) e é este produto que G.

Durand chama de Trajeto antropológico”. Afirma, ainda, que:

“(...) o símbolo é a síntese da interação e não algo espontâneo que surge do nada; ele provém da trama entre os dois polos: interior e exterior. Há coerência e concordância entre o sentido e símbolo (interior e exterior) o que não quer dizer confusão porque essa coerência pode afirmar-se numa dialética; o símbolo está constantemente se alterando e se organizando.” (idem )

O ser humano, apesar de ser indivíduo é também um ser social. “O exterior age como estímulo motivador da imaginação (...) rompe as amarras do ‘aceito’ para modificá-lo, (...) podendo trazer o novo (...). O pensamento se reorganiza e altera as acomodações que se transformam em idéias novas, inovadas num processo neguentrópico20” (ibidem, p. 2-22)

Bachelard in G. Durand (apud LAHUD LOUREIRO, 1998, p. 10)registra que:

“(...) a imaginação na sua potência dinâmica altera as percepções: essa ação transformadora passa a ser a base de toda a vida psíquica. O movimento organizador da imaginação encontra-se estruturado e se expressa nas representações exteriores (...) Além de organizada, viva e pulsante, a imaginação no seu movimento constante, faz mutáveis suas estruturas, sofrendo influência exterior, mas tendo também seu próprio movimento.”

Gilbert Durand, seguindo o pensamento bachelardiano, fundamentado ainda em outros autores e com base na escola reflexológica russa, cria a Teoria do Imaginário, pois acredita que “existe uma estreita concomitância entre os gestos do corpo, os centros nervosos

e as representações simbólicas” (DURAND, G., apud DURAND, Y., 1988, p. 29), o que Piagetcomprovaatravés de diversas pesquisas.

A teoria do imaginário, de Gilbert Durand (2001, p. 42), considera tanto o aspecto psicológico – interior -, quanto o cultural – exterior -; preocupa-se com o enfrentamento do problema da temporalidade, ou seja, “a angústia do passar do tempo e do medo da morte”, e mostra a simbiose entre interior – latente – e exterior – patente -, como já foi dito, o “trajeto antropológico”.

Gilbert Durand denomina trajeto antropológico “a incessante troca que existe ao nível do imaginário entre as pulsões subjetivas e assimiladoras e as intimações objetivas que emanam do meio cósmico e social” (2001, p. 41).

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Negüentropia entendida como a negação da entropia. (PAULA CARVALHO, 1990, p. 28)

Excluído: Durand

Excluído: e Excluído: e Excluído: Segund

Gilbert Durand define as estruturas do imaginário, apoiando-se na reflexologia betchereviana, com a noção de “gestos dominantes”, observados em recém nascidos e posteriormente em Oufland, que estuda o complexo braquial (rãs). Desta forma, ele encontra, nas 3 (três) “dominantes reflexas”: de posição, de nutrição (Betcherev) e a copulativa (Oufland), a correspondência respectiva nas estruturas antropológicas do imaginário as quais denomina esquizomórfas ou heróicas, antifrásicas ou místicas e sintéticas ou disseminatória do imaginário.

A primeira dominante reflexa, segundo Betcherev, (apud DURAND, G., 2001, p. 48) é a “de posição”, que coordena os reflexos e ordena as posições do corpo, relaciona-se a verticalização do corpo, a postura, sendo conhecida como a dominante postural. A segunda dominante reflexa, ainda com Betcherev, é a “de nutrição”, que está relacionada à deglutição e à defecação, e é denominada dominante digestiva. A terceira dominante é a de movimento que corresponde aos esquemas rítmicos, dialético e progressista e é chamada de “dominante copulativa”.

A partir dos estudos e constatação das 3 (três) dominantes reflexas – descritas acima - Gilbert Durand afirmou e aprofundou, em seus estudos a concepção de um imaginário bipartido em regimes, contendo a tripartição das estruturas dinâmicas complexas e constelares, organizadas no processo de formação e transformação das imagens, dos símbolos e dos mitos, que permite realizar uma leitura em profundidade de um grupo de indivíduos, levando a identificação de estruturas antroplógicas do imaginário.

É no processo de organização do imaginário que se localizam os arquétipos. Para Jung (apud DURAND, Y., 1988, p. 33) os arquétipos, de caráter universal, são imagens inatas do instinto e não da inteligência”, o que nos leva a entender que no inconsciente, os arquétipos não são isolados uns dos outros, enquanto as imagens do instinto “são psicologicamente um alvo espiritual, para o qual tende a natureza do homem”. (JUNG, apud DURAND, Y., 1988, p. 35).

Gilbert Durand apresenta, em seus estudos e escritos, a distinção entre arquétipo e esquema(“Schème”)21. Define “Schème”como

“uma generalização dinâmica e efetiva da imagem, constitui a factividade e a não-substantividade geral do imaginário; aparenta-se ao que Piaget chama de “símbolo funcional” e Bachelard de “símbolo motor”. Faz a junção (...) entre os

21

Na tradução do francês para o português, alguns autores fazem a tradução da palavra “schème” como esquema. Contudo, segundo Danielle Rocha Pitta, não existe uma tradução precisa para esta palavra. “Schème” significa “(...) o esboço funcional da imaginação” (CHAVES, 2000, p. 41).

gestos inconscientes da sensório-motricidade, entre as dominantes reflexas e as representações. São estes Schèmes que formam o esqueleto dinâmico, o esboço funcional da imaginação(apud CHAVES, 2000, p. 41)

Seria o que Lahud Loureiro (1998, p. 16), chama de matriz. “Esta matriz organiza os

indivíduos em grupos, pois ‘pensam’ e vêem o mundo de uma forma homogênea”.

“(...) é no contato com as imagens do meio que os ‘schème’ se

“substantificam” em arquétipo (...) Ligando-se por sua vez a imagens muito diferenciadas pelas culturas, os arquétipos se atualizam em símbolos.” (DURAND, Y., 1988, p. 35)

Arquétipo, no entendimento de Yves Durand,é um“um conceito intermediário entre o ‘Schème’ e o símbolo. Do ‘Schème’ ele conserva o substrato gestual; do símbolo anuncia a duplicação representativa de uma intencionalidade cultural” (ibidem, p. 35-36).

Para Gilbert Durand (2003, p. 62), na extensão dos ‘Schème’, arquétipos e símbolos podemos analisar o mito. Esse autor considera que o mito é concebido como “sistema

dinâmico de símbolos, de arquétipos e de esquemas que sob a impulsão de um esquema - ou de um grupo de esquemas - tende a se compor em narrativa”. (apud DURAND, Y., 1988, p. 39). E a organização dinâmica do mito, muitas vezes, está ligada à organização estática a que chamamos de “constelação de imagens”. (DURAND, G., op.cit, p. 63).

Para ele a isomorfia entre os esquemas, os arquétipos e os símbolos presentes no âmago de sistemas míticos ou constelações estáticas permite-nos confirmar a existência de certos protocolos normativos das representações imaginárias, claramente definidos e com relativa estabilidade, que se agrupam em torno dos “schèmes” originais a que denomina estruturas, as quais, por sua vez, agrupadas quanto a sua proximidade, define o que G. Durand chama de regime de imagens. (idem).

O regime das imagens é bipartido por Gilbert Durand em: Regime Diurno e Regime Noturno.

O regime diurno, onde está contida a dominante reflexa postural, é caraterizado, por G. Durand, pela antítese polêmica das estruturas heróicas ou esquizomóficas, cuja simbólica se expressa pela distinção e oposição entre os símbolos. G. Durand registra, neste regime, a teriomorfia - o simbolismo animal -, a nictomorfia – o simbolismo das trevas – e a catamorfia – representando o simbolismo da queda -. Considera, ainda, os símbolos ascensionais no regime diurno das imagens – que leva para a luz e para o alto -, os simbolismos espetaculares – dizendo respeito à luz, ao luminoso -, e os simbolismos diairéticos – símbolos referentes à separação cortante entre o bem e o mal. “O regime diurno expressa a dialética entre o

simbolismo da fuga diante do tempo, e a vitória sobre o destino e a morte: a contraposição positiva ao negativo (vida x morte)” (LAHUD LOUREIRO, 1998, p. 13-14).

O regime noturno abarca, em si, duas formações ou agrupamentos constelados de imagens: uma caracterizada pela simbólica da intimidade, do aprofundamento e da penumbra nas estruturas mística ou antifrásicas, que evita a polêmica e procura a quietude e o prazer, e outra que concilia intenções de luta e de aconchego, caracterizada pela simbólica progressiva ou cíclica, das estruturas sintéticas ou disseminatórias. Lembrando as dominantes reflexas acima referidas, encontramos assim, o regime noturno relacionado às dominantes de nutrição e copulativas ou de movimento.

Em “As Estruturas Antropológicas do Imaginário” – obra de Gilbert Durand, este cunhou o que chamou de Quadro Isotópico das Imagens (2001, p. 441) - colocado adiante. O autor relaciona a dominante postural (1ª dominante reflexa) à estrutura heróica, que aciona o ideário e o imaginário da purificação, da luta, do combate, da guerra, da análise, representado pelas armas. A dominante reflexa de nutrição aparece no “quadro” relacionada à estrutura mística e aciona o ideário e o imaginário do repouso, da intimidade, da união; apela para a questão da profundidade; a água ou a terra cavernosa e faz alusão aos devaneios da beberagem e do alimento, à queda e ao esconderijo. A terceira dominante reflexa, a copulativa, relaciona-se à estrutura sintética. Aciona o ideário e o imaginário do ciclo vital no progresso ou declínio, que se refere aos gestos rítmos, cíclicos e induz a respostas sintéticas.

Quadro Isotópico das Imagens – Gilbert Durand REGIMES OU

POLARIDADES DIURNO NOTURNO

Estruturas

Esquizomórficas (ou heróicas) 1ª - idealização e “recuo” autístico. 2ª - diairetismo (Spaltung). 3ª - geometrismo, simetria, gigantismo. 4ª - antítese polêmica. Sintética (ou dramáticas) 1ª - coincidência “oppositorum” e sistematização. 2ª - dialética dos antagonistas,

dramatização. 3ª - historização.

4ª - progressismo parcial (ciclo) ou total. Mística (ou antifrásicas) 1ª - redobramento e preservação. 2ª - viscosidade, adesividade antifrásica. 3ª - realismo sensorial. 4ª - miniaturização (Gulliver). Princípios de explicação e de justificação ou lógicos Representação objetivamente heterogeneizante (antítese) e subjetivamente homogeneizante (autismo). Os Princípios de EXCLUSÃO, de CONTRADIÇÃO, de IDENTIDADE funcionam plenamente.

Representação diacrônica que liga as contradições pelo fator tempo. O Princípio de CAUSALIDADE, sob todas as suas formas (espec. FINAL e EFICIENTE), funciona plenamente.

Representação objetivamente homogeneizante (preservação) e subjetivamente heterogeneizante (esforço antifrásico). Os Princípios de ANALOGIA, de SIMILITUDE funcionam plenamente.

Reflexos dominantes

Dominante POSTURAL com os seus derivados manuais e o adjuvante das sensações à distância (vista, audiofonação).

Dominante COPULATIVA com os seus derivados motores rítmicos e os seus adjuvantes sensoriais (quinésicos, músico-rítmicos, etc.).

Dominante DIGESTIVA com os seus adjuvantes cenestésicos,

térmicos e os seus derivados táteis, olfativos, gustativos

DISTINGUIR LIGAR CONFUNDIR

Esquemas “verbais” Separar ≠ Misturar Subir ≠ Cair Amadurecer Progredir

Voltar Recensear

Descer, Possuir, Penetrar

Arquétipos “Atributos” Puro ≠ Manchado

Claro ≠ Escuro Alto ≠ Baixo Para a frente, Futuro Para trás, Passado

Profundo, Calmo, Quente, Íntimo, Escondido

Situação das “categorias” do jogo de

Tarô

O GLÁDIO (O Cetro) O PAU O DENÁRIO A TAÇA

Arquétipos “Substantivos” A Luz ≠ As Trevas. O Ar ≠ O Miasma. A Arma Heróica ≠ A Atadura O Batismo ≠ A Mancha O Cume ≠ O Abismo O Céu ≠ O Inferno O Chefe ≠ O Inferior O Herói ≠ O Monstro O Anjo ≠ O Animal A Asa ≠ O Réptil O Fogo- Chama. O Filho. A Árvore. O Geme. A Roda. A Cruz. A lua. O Andrógino. O Deus Plural. O Micro- cosmo. A Criança, o Polegar. O Animal gigogne. A Cor. A Noite. A Mãe. O Recipiente. A Morada. O Centro. A Flor. A Mulher. O Alimento. A Substância. O Calendário, A Aritmologia, a Tríade, a Tétrade, a Astrobiologia

Dos Símbolos aos Sistemas O Sol, O Azul celeste, O olho do Pai, As Runas, O Mantra, As Armas, A Vedação, A Circuncisão, A Tonsura, etc. A Escada de mão, A Escada, O Bétilo, O Campanário, O Zigurate, A Águia, A Calhandra, A Pomba, Júpiter, etc. A Iniciação, O “Duas-vezes nascido”, A Orgia, O Messias, A Pedra Filosofal, A Música, etc. O Sacrifício, O Dragão, A Espiral, O Caracol, O Urso, O Cordeiro. A Lebre, A Roda de fiar, O Isqueiro, A Baratte, etc. O Ventre, Engolidores e Engolidos, Kobolds, Dáctilos, Osíris, As Tintas, As Pedras Preciosas, Melusina, O Véu, O Manto, A Taça, O Caldeirão, etc. O Túmulo, O Berço, A Crisálida, A Ilha, A Caverna, O Mandala, A Barca, O Saco, O Ovo, O Leite, O Mel, O Vinho, O Ouro, etc. Fonte: DURAND, G., 2001, p. 441.

Compondo internamente os regimes de imagens encontramos a dinâmica das estruturas antropológicas, expressando, principalmente, a maneira como o ser humano enfrenta a angústia provocada pelo passar do tempo e o medo da morte. Conforme P. Auger,

citado por G. Durand (apud LAHUD LOUREIRO, 1998, p. 15) “a imaginação consola o

homem da fugacidade do tempo”.

Para Lahud Loureiro (ibidem, p. 14-15)

“(...) o homem, numa ambivalência louca, procura o remédio para vencer o tempo, a angústia da certeza da sua finitude, da sua morte, ao mesmo tempo em que se acredita imortal. O tempo é medido pela imaginação o que se expressa em mitos,

(...)”

Assim considerando que, nesse movimento constante, as estruturas do imaginário se alteram, são mutáveis, esta pesquisa investigando o imaginário de um grupo de alunos-idosos da UnUnAATTII//UUCCBB e de seus dirigentes, identifica a sua maneira e a sua capacidade de se organizar e se re-organizar, como registrado no objetivo explicitado no capítulo 4. Trata-se, portanto, de indicativos para uma “organicionalidade antropolítica”22. Oferece pistas/vetores para a possível re-organização, se requerida, da UUnnAATTII//UUCCBB, considerando nesta ação a dimensão simbólica.

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