M. Jamel Amrani, Directeur des Ressources Humaines et de la Formation (47 ans) Après un DUT en Gestion des entreprises, une maîtrise et un DESS en psychologie du
3. Analyse du Bilan
Considerações finais
Aplicamos às considerações finais a poética lacaniana: passados o instante de olhar e o tempo para compreender, chega o momento de concluir. Este é, agora, nosso propósito, embora nos seja claro que no campo dos saberes sociais, nada pode ser tomado como definitivo ou conclusivo. Possibilidade é a palavra- chave para a apreensão das elaborações humanas que trazem a marca da confluência das instâncias psicológicas e sociais.
Nesta perspectiva é que colocamos o cuidar/cuidado do familiar idoso e doente em questão. Indagamo-nos sobre os sentidos ali elaborados e representados. Para apreendê-los, descrevemos, e para compreendê-los, analisamos os discursos à luz da Teoria das Representações Sociais. Por último, nos dispusemos a dar visibilidade aos cuidadores familiares e aos cuidados domiciliares prestados às pessoas idosas e acometidas pela demência.
Uma vez caracterizados os atores envolvidos nesta específica relação de cuidar/cuidado, destacamos que os cuidadores familiares são mulheres, filhas ou esposas dos idosos doentes. Tal informação nos permite concluir que, no referente às questões de gênero, o cuidar permanece naturalizado como pertencente ao universo feminino e, como tal comparece às representações partilhadas pelas cuidadoras.
Os idosos, em face da condição clínica em que se encontram, foram caracterizados a partir do trabalho da memória das cuidadoras. Através delas conhecemos um pouco da história de vida dos idosos: a sua origem familiar, o quanto estudaram, em que trabalharam, como casaram, como receberam os filhos, alguns de seus prazeres, desencantos e perdas, como adoeceram e como hoje vivem.
O entrelaçamento dessas informações e relatos nos permitem considerar que o fenômeno do cuidar/cuidado, embora tão antigo como o próprio homem, é sempre acontecimento novo, dotado da capacidade de produzir “estranhamento”. Nas relações de cuidar/cuidado investigadas o “velho” gesta o “novo”; o “novo”, por sua vez, traz a marca do estranho que, para ser incorporado, necessita ser familiarizado. Tal processo, em consonância com a Teoria das Representações Sociais, deu-se
Capítulo 5
Capítulo 5Capítulo 5
Capítulo 5
192por aproximações, traduções, familiarizações, aposição de sentidos, representações. Representações as quais, embora tragam a marca da singularidade, estão presentes não em um, nem em dois, mas em todos os discursos analisados. A singularidade embora se dilua no conjunto dos discursos, não desaparece na construção de um saber tornado, então, coletivo.
Através da análise do material discursivo, identificamos quatro grandes categorias do cuidar/cuidado: manifestações pragmáticas, manifestações afetivas, manifestações de cunho filosófico e manifestações da temporalidade associadas ao cuidar/cuidado do familiar idoso e doente. Tais categorias comportam-se como pólos representacionais, em torno dos quais gravitam temáticas afins, ora aproximando-se das circunstâncias específicas que as cuidadoras vivenciam, ora apontando generalidades de um cuidar/cuidado que não se especifica. São campos representacionais primários. Campos onde se engendram, nas relações interpessoais, a práxis, o afeto e a cognição. São pontes para o acesso à elaboração, reelaboração e transformação das representações sociais. Nas categorias discursivas inscrevem-se as representações, sua gênese, seus processos e suas funções, em franca associação com os vínculos sociais.
Na análise da categoria das manifestações pragmáticas se destacam os sentidos atribuídos ao “estranhamento” vivenciado pelas cuidadoras diante das mudanças, preponderantemente comportamentais, dos idosos. É na prática cotidiana dos cuidados para com os idosos que a ruptura produzida pela doença instala o “estranhamento”, e passa a demandar aproximações com o já-dito, visto e sabido social e culturalmente. Nessas ocasiões, os idosos demenciados, ou em processo de demenciação, são aproximados dos bebês. Os cuidados que necessitam são assemelhados aos praticados na maternagem.
Esse foi um dos mais interessantes movimentos de aproximação temporal, com fins práticos, que as cuidadoras vincularam entre os extremos da existência humana em seus discursos sobre o cuidar/cuidado. Sua função, inferimos, parece ser contemplar, justificando a dependência que se instala à medida que a doença evolui. Os idosos são infantilizados e as cuidadoras passam a se comportar e a cuidar como mães. Tal inversão de papéis, embora socialmente esperada, não é vivenciada com tranqüilidade.
Uma outra possibilidade de incorporação do “estranho” consiste na naturalização da doença dos idosos enquanto “coisa de velho”. Verificamos que tal
Capítulo 5
Capítulo 5Capítulo 5
Capítulo 5
193construção mental não é individual, pois traz a marca das elaborações sociais que recaem sobre uma específica faixa etária. No contexto investigado, a doença dos idosos passa a não existir como entidade nosológica, pois é considerada parte integrante e natural do processo do envelhecimento. Nessa ocasião, o bom nível de escolaridade da maioria das cuidadoras e as informações que possuem ou a que têm acesso, pouco as auxilia na modificação de crenças, atitudes e comportamentos diante da pessoa idosa e doente. Estereótipos e preconceitos acerca da idade avançada comparecem às representações do cuidar/cuidado do familiar idoso e doente.
Através das práticas e dos afazeres fomos introduzidas no âmbito dos afetos vivenciados pelas cuidadoras em suas relações com o cuidar/cuidado. A racionalidade, tão presente nos relatos dos cuidados, é vazada pelas demonstrações da afetividade. Confirma-se, através dessas vivências, que a subjetividade também é um poderoso guia para as ações das cuidadoras.
Salientamos que para tratar das vivências afetivas não encontramos padrões simétricos de respostas nos discursos analisados. Os afetos e as vivências daí decorrentes evidenciaram o amálgama de traços individuais e coletivos presentes na elaboração social das emoções. Ou seja, fatores internos e externos, particulares e coletivos, associam-se às regras culturais e consubstanciam a presença do simbólico nas representações sociais do cuidar/cuidado do familiar idoso e doente. Através dessa dinâmica, o poder explicativo das representações se faz presente e manifesta-se como ação e como linguagem.
No campo intersubjetivo dos afetos encontramos três pólos de significação do cuidar/cuidado: os afetos e vivências negativas, os afetos e vivências positivas e os afetos e vivências indefinidas. Quantitativamente, preponderam nos discursos indícios de vivências socialmente valoradas como negativas.
Quando colocamos os afetos negativos (estresse, sofrimento, tristeza, medo, sensações de perda e vazio, solidão, agressividade, raiva, revolta, culpa) numa perspectiva analítica, não empreendemos um julgamento sobre estes. As considerações que foram entretidas não são dotadas, mesmo que metaforicamente, da força de um veredicto. Ao anunciá-las como presentes nas representações do cuidar/cuidado, não absolvemos, condenamos ou vitimizamos as pessoas que cuidam de familiares idosos e doentes. Eles, os afetos, sejam negativos ou positivos,
Capítulo 5
Capítulo 5Capítulo 5
Capítulo 5
194estão presentes nos discursos de pessoas comuns, se fazem representar e são parte indissociável de toda e qualquer experiência humana.
No entanto, inferimos, os afetos e as vivências negativas, como expressos pelas cuidadoras, não são processos pacíficos. Embate, luta, conflito, pressões endógenas ou exógenas, oriundas da sociedade, da cultura, da economia, da história, constatamos, são poderosos mediadores não só do agir, mas do pensar e do sentir. Tais vivencias apontam, ainda e também, o grau de implicação de um sujeito em uma determinada situação.
As cuidadoras, ao expressarem o que sentem e vivenciam como afetos negativos, simultaneamente nos falaram daqueles outros afetos que acreditam deveriam sentir por e quando cuidam de seus familiares idosos e doentes. Verificamos, então, que nos discursos é promovido um intercâmbio entre os afetos valorados como negativos e positivos (vivências amorosas, de atenção, de prazer, de segurança, de proteção). Ao nível das representações, essa dinâmica revela o quanto podem ser ambíguos e tensos os afetos vivenciados pelas cuidadoras de familiares idosos e doentes. A tensão ou ambigüidade é indicativa do investimento afetivo na produção de sentidos, que por sua vez e excelência, são trabalhos das representações.
As práticas do cuidar/cuidado, mescladas com os afetos, inferimos, induzem à reflexão. A reflexão, secundariamente, conduz à análise. Quando refletem e analisam seu cotidiano, as cuidadoras extraem conclusões sobre o cuidar/cuidado que fundamentam o desejo de dar sentido ao que é, algumas vezes, experenciado como sem-sentido. Proliferam nos discursos reflexões que, então, denominamos de cunho filosófico. Nesse sentido, Moscovici (1978) aponta que nos processos de elaboração das representações somos, todos, “sábios amadores”; ou seja, para encontrar respostas e atribuir sentidos diante do novo ou do estranho, questionamos.
Na categoria nomeada de manifestações de cunho filosófico, as cuidadoras refletem, questionam-se, indagam-se sobre o sentido moral e existencial do cuidar/cuidado. Pensar sobre o dever, o bem, a paciência, as preocupações e a consciência integra o cotidiano das cuidadoras e foi apontado como norma de respeito a si próprias e aos outros. O ethos do cuidar está presente nas representações que investigamos. Evidenciou-se, mais uma vez, o peso destas idéias e pensamentos, enquanto orientadores das ações do cuidar/cuidado.
Capítulo 5
Capítulo 5Capítulo 5
Capítulo 5
195O contexto em que estão inseridas as cuidadoras é propiciador da instauração de reflexões sobre a existência, quando então são polarizadas em torno da morte/morrer e da vida/viver. Sobre essas temáticas encontramos, nos discursos, indícios de representações hegemônicas sobre a morte e a vida que, confrontadas com as atuais circunstâncias vivenciadas pelas cuidadoras, inferimos, tendem a se emancipar.
A morte e o morrer, eternos estranhos à experiência humana, são, via cognição, naturalizados. A lógica empregada nesse processo não é complexa: a longa vida dos idosos como que já aponta seu fim. Não fossem os afetos que as cuidadoras nutrem pelos idosos, a questão aí se resolveria. Mas há afetos, e também desafetos, e então nada é simples. Pelo viés dos afetos, a racionalidade pode ser banida, a naturalização da perda, antecipada, e a morte, necessariamente, simbolizada.
Em meio aos discursos sobre a morte e o morrer, as temáticas da vida e do viver são re(a)presentadas. São engendrados e atribuídos sentidos para a vida e para o viver, nos quais morte e vida se interpenetram, dialogam e produzem, inferimos, novas representações sobre velhos acontecimentos.
Entre a diversidade de perspectivas nas quais a vida e a morte podem ser pensadas e representadas, a temporalidade foi resgatada nos discursos sobre o cuidar/cuidado do familiar idoso e doente. Observamos, então, a emergência de mais dois pólos representacionais: o tempo passado e o tempo futuro. O passado foi evocado através de lembranças do cuidar/cuidado e lembranças de cuidadores das cuidadoras, de histórias de vida e recordações sobre a pessoa do idoso quando saudável. Na instância temporal futura, projetaram-se as cuidadoras e, através destas, os idosos doentes. O tempo futuro foi, também, vivenciado como incógnita, pois dele o que é sabido e representado configura-se como um não-saber. Esclarecemos que no âmbito deste estudo o tempo presente correspondeu ao tempo dos discursos. Entendemos que se classificássemos e categorizássemos o presente em separado das outras categorias discursivas identificadas, estaríamos a destituir o espaço/tempo de onde nos falaram as cuidadoras.
Por último, e por fim, concluímos que as representações do cuidar/cuidado são traduções atualizadas da Fábula do Cuidado Essencial. No contexto do presente estudo as mulheres cuidam e representam-se ao representar o cuidar e os cuidados.
Capítulo 5
Capítulo 5Capítulo 5
Capítulo 5
196Traduzem uma dinâmica marcada pela dúvida e ambigüidade, mas notadamente expressa como desejo de compreensão.
No centro de nossas conclusões estão alocadas as múltiplas representações do cuidar/cuidado - práticas, afetos, memórias, questionamentos e reflexões - indicando-nos a premente necessidade de outras investigações.
Os resultados e as conclusões apontam que trilhamos um dos caminhos para compreensão social do cuidar/cuidado. Como resultado acadêmico de tal percurso, o presente texto; como conclusão pessoal, uma única certeza nos invade: outros caminhos são possíveis. Possibilidade permanece sendo a palavra chave para que se apreenda, analise e compreenda as experiências humanas.
REFERÊNCIAS
ABBAGNANO, N. Dicionário de filosofia. 2. ed. São Paulo: Mestre Ju, 1982.
ABRIC, J-C. O estudo experimental das representações sociais. In: JODELET, D. (Org.). As
representações sociais. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2001. p.115-171.
ABRIC, J-C. A abordagem estrutural das representações sociais. In: MOREIRA, A. S. P. de, OLIVEIRA, D. C. (Orgs.). Estudos interdisciplinares de representação social. Goiana: AB, 1998. p 27-38.
ADAM, P. e HERZLICH, C. Sociologia da doença e da medicina. Bauru: EDUSC, 2001.
ALVES, R. F. O olhar de agricultores do Cariri Paraibano sobre a loucura. 2001. Dissertação (Mestrado Interdisciplinar em Saúde Coletiva) - Universidade Estadual da Paraíba, Campina Grande, 2001.
ALMEIDA, O. P. Queixas de problemas com a memória e o diagnóstico de demência. Arquivos de
neuro-psiquiatria. São Paulo, v. 56, nº 03-A, set. p. 412-18. 1998.
ALMEIDA, A. J. A proposta do “pensar diferente’ em Foucault. In: Escritos - Michel Foucault. São Paulo: Dept°. Sociologia, FFCLH, USP. 1994. v.1. p .97-106.
ALZHEIMER’S DISEASE SOCIETY. Como cuidar de pessoas prejudicadas mentalmente: guia para familiares e outros cuidadores. (Trad.) Elvira C. Abreu, Mello Wagner e Maria Célia Guerra Medina. São Paulo: Companhia Editora Nacional. s/d.
AMÂNCIO, L. Gênero e representações sociais em Portugal: perspectivas actuais e desenvolvimento futuro. In: MOREIRA, A.S.P. (Org.) Representações sociais: teoria e prática. João Pessoa: Ed. Universitária/Autor Associado, 2001. p.173-201.
ARAÚJO, I. L. Foucault e a crítica do sujeito. Curitiba: Ed. UFPR, 2000.
ARAÚJO, J. N. G. de. Algumas considerações a respeito do tempo vivido. Cadernos de Psicologia. Belo Horizonte: Departamento de Psicologia da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Minas Gerais - FAFICH/UFMG, v. 1, nº 1, out. p. 5-25. 1985.
ARIÈS, P. e DUBY, G. (Org.). História da vida privada: da primeira guerra a nossos dias. São Paulo: Companhia das Letras. v.5. 1991. p.13-159.
ARIÈS, P. História social da criança e da família. 2. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1981.
ARRUDA, A. O ambiente natural e seus habitantes no imaginário brasileiro. In: ARRUDA, A. (Org.).
Representando a alteridade. Petrópolis: Vozes, 1998. p.17-46.
AUGÉ, M. O sentido dos outros: atualidades da antropologia. Petrópolis: Vozes, 1999. BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa/São Paulo: Edições 70/Martins Fontes, 1977.
BACHELARD, G. A poética do espaço. In: Os pensadores: Bachelard. (Introdução) São Paulo: Abril Cultural, 1978. p.222-255.
BEAUVOIR, S. de. O segundo sexo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 2º v. 1980. p.165-247.
BERQUÓ, E. Considerações sobre o envelhecimento da população no Brasil. In: NERI, A. L. e DEBERT, G. G. (Org.) Velhice e sociedade. Campinas: Papirus. 1999.
198
BERTOLUCCI, P. H. F. Instrumentos clínicos para avaliação do paciente demenciado. In: ALMEIDA, O. P.; NITRINI, R. et al. Demência . São Paulo: Fundação Byk. 1995, p.83-93.BIANCARELLI, A. Brasil vai adotar plano para idosos. Folha de São Paulo. São Paulo, 26 set.1999. Cad. Esp., p.3. BOLTANSKI, L. As classes sociais e o corpo. 2. ed. Rio de Janeiro: Graal, 1984.
BOFF, L. Saber cuidar: ética do humano - compaixão pela terra. Petrópolis: Vozes, 1999. BORTZ, W. M. Viver mais cem anos. Rio de Janeiro: Record, 1995.
BOSI, E. Memória e sociedade: lembranças de velhos. 3. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.
BOTTINO, C. M. C. et al. Aplicações de protocolo para o diagnóstico de demência. Revista ABP-
APAL. São Paulo, v.17, nº 4, out/dez,.p.143-9. 1997.
BRASILEIRO, M. do C. E. Interdisciplinaridade: uma construção temporal. In: FERNANDES, A.; GUIMARÃES, F. R.; BRASILEIRO, M. do C. E. (Ogs.) O fio que une as pedras: a pesquisa interdisciplinar na pós-graduação. São Paulo: Biruta. 2002. p. 97-110.
________. Etude du temps avec chez les personnes agre de deuse micro-cultures brasiliennes. 1993. 248 f. Tese (Doutorado em Psicologia) - Université Paul-Valery, Montpellier III, França, 1993. BRITO, S. M. O. A (in)complexidade dos processos de formação das representações sociais: a ancoragem e a objetivação. Trabalho apresentado na disciplina Abordagens teórico-metodológicas das representações sociais, do Programa de Pós-graduação em Educação. Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Julho, 2000. Não publicado.
BRITO, S. M. de O.; AYRES, K. V.; SILVA, C. V. do N. O saber leigo de stress: cansaço e nervosismo. In: GUIMARÃES, A. F.; MEDEIROS, J. L. A. de.; BRASILEIRO, M. do C. E. (Org.). Olhar
multifacetado na saúde. Campina Grande: EDUEP. 1999. p. 115-144.
BRITO-MARQUES, P. R. et al. Avaliação neurológica adequada as demências. Arquivos de neuro-
psiquiatria. São Paulo. v. 53, nº 53, mar. p.147-152. 1995.
BROMBERG, M. H. P. F. Cuidados paliativos para o paciente com câncer: uma proposta integrativa para equipe, pacientes e famílias.In: (Org.). CARVALHO, M. M. M. J. de. Psiconcologia no Brasil: resgatando o viver. São Paulo: Summus. p.186-231. 1988.
CALDAS, C. P.(a) Memória, trabalho e velhice: um estudo das memórias de velhos trabalhadores. In: (Org.). VERAS, R. P. Terceira idade: desafios para o terceiro milênio. Rio de Janeiro: Relume- Dumará/UnaTI/UERJ. 1997. p.121-142.
________.(b) Cuidador: sua instância de experiência (Introdução). In: CALDAS, C.P. (Org.) A saúde
do idoso: a arte de cuidar. Rio de Janeiro: UERJ, 1998. p.12.
CARVALHO, M. do R. de F. O outro lado do aprender. Recife: Massangana/EDUFRN, 2001. CHAUI, M. Convite a Filosofia. 8. ed. São Paulo: Ática, 1997.
________. Sobre o medo. In. CARDOSO, S. et al. (Org.) Os sentidos da paixão. São Paulo: Companhia das Letras, 1987. p. 35-75.
CHIAZZOTI, A. A pesquisa em ciências humanas e socias . São Paulo: Cortez, 1998.
COMISSÃO DO REAL INSTITUTO DE ANTROPOLOGIA DA GRÃ-BRETANHA E DA IRLANDA.
Guia prático de antropologia. 2. ed. São Paulo: Cultrix, 1973.
199
________. O amor é falta ou plenitude? In: Café philo. Rio de Janeiro: Zahar, 1999. p. 42-7. ________. Pequeno tratado das grandes virtudes. São Paulo: Martins Fontes, 1995. CONCHE, M. A análise do amor e outros temas. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
CUNHA, A.G. da. Dicionário etimológico Nova Fronteira da língua portuguesa. 2. ed. Rio de Janeiro:Nova Fronteira,1982.
DaMATTA, R. Sobre o simbolismo da comida no Brasil. O correio da Unesco: o sal da terra, alimentação e culturas. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas. ano 15, nº 7, jul. p.22-3. 1987. DANOSO, A. S. Clínica de las demências. In:Jornadas bienales de medicina interna, 6, 1996, s.l., 1996. p.244-47.
DEBERT, G. G. A reinvenção da velhice: socialização e processos de reprivatização do envelhecimento. São Paulo: USP/Fapespe, 1999.
DELUMEAU, J. História do medo no ocidente: 1300-1800, uma cidade sitiada. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
DORIN, E. (Org.) Dicionários técnicos Melhoramentos de psicologia abrangendo terminologia
de ciências correlatas. São Paulo: Melhoramentos. v. VI. 1978.
d’ORMESSON, J. Quase nada sobre quase tudo. Rio de Janeiro: Record, 1997. DORON, R.; PAROT, R. Dicionário de psicologia. São Paulo: Ática, 1998.
DREYFUS, H. L.; RABINOW, P. Michel Foucault, uma tragetória filosófica: para além do estruturalismo e da hermenêutica. Rio de Janeiro: Forense, 1995.
DURKHEIM, É. [1858-1917] As formas elementares da vida religiosa: o sistema totêmico na Austrália. São Paulo: Martins Fontes. Coleção Tópicos, 1996.
ELIAS, N. O individualismo no processo social. In: (Org.). SEHRÖTER, M. A sociedade dos
indivíduos. Rio de Janeiro: Zahar, 1994. p. 102-125.
FARR, R. M. As raízes da psicologia social moderna (1872-1954). Petrópolis: Vozes, 1998.
FERREIRA, M. L. M. Memória e velhice: do lugar da lembrança. In: (Org.) BARROS, M. M. L. de.
Velhice ou terceira idade? Estudos antropológicos sobre identidade, memória e política. Rio de
Janeiro:Ed. Fundação Getúlio Vargas, 1998, p. 207-222.
FERREIRA, A. B. de H. Novo dicionário da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986.
FIGUEIREDO, N. M. A.; MACHADO, W. C.; PORTO, I. S.; FERREIRA, M. A. A dama de branco transcendendo para vida/morte através do toque. In: (Orgs.) MEYER, D., E.; WALDOW, V. R.; LOPES, M. J. M. Marcas da diversidade: saberes e fazeres da enfermagem contemporânea. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998, p.137-169.
FILHO, E. A. de S. Análise de representações sociais. In: (Org.) SPINK, M. J. O conhecimento no
cotidiano: as representações sociais na perspectiva da psicologia social. São Paulo: Brasiliense,
1993, p.109-145.
FLAMENT, C. Estrutura e dinâmica das representações sociais. In: (Org.). JODELET, D. As
representações sociais. Rio de Janeiro: Ed. URJ, 2001. p.173-184.
FONSECA, T.M.G. De mulher a enfermeira: conjugando trabalho e gênero. In:(Org.). LOPES, M. J. M.; MEYER, D. E.; WALDOW, V. R. Gênero & saúde. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. p. 63-75.