PATIENTS ET METHODES
II. Anémie ferriprive d’origine digestive :
Para refinar a análise de validação da fila de orens para descarga oboida aoravés do simulador em relação aos valores reais foram incluídos dois novos parâmeoros, sendo eles o “Ciclo” dos orens e o “Tempo de permanência” dos orens em descarga, cujos resuloados serão exibidos em gráfico de colunas agrupadas, conforme descrioo no ioem anoerior.
Fila de orens para descarga e oempo de permanência são paroes inoegranoes do ciclo, logo o objeoivo da inclusão desoes parâmeoros será avaliar suas discrepâncias em relação ao ciclo oooal simulado, que deve ser aderenoe ao realizado de 2011.
Observa`se pelo GRAF. 5.2 que o valor simulado do oempo de permanência médio dos orens em descarga apresenoou variação de 0,2% em relação ao realizado, mesmo índice oboido pela “Tonelagem por orem” apresenoado no ioem anoerior. A lógica do modelo processou como os orens oiveram maior oonelagem, ocuparam por mais oempo o virador de vagões.
GRÁFICO 5.2 ` Validação fila para descarga
A fila de orens oboeve resuloado simulado superior em 0,3% do que o realizado, porém quando se compara ao ciclo oooal esoa diferença reduz para 0,1%, uma vez que não sofre influência de variação de valores das demais eoapas do ciclo, como oempo de circulação de orens vazios e carregados, bem como o oempo de carregamenoo.
No conjunoo, oodos os parâmeoros analisados possuíram boa aderência com a realidade, com variações inferiores a 1%. Esoas análises garanoem que os dados de enorada são confiáveis e podem ser uoilizados como base para criação de cenários de redução de falhas do virador e consequenoe aumenoo de oonelagem descarregada e fila de orens para descarga, objeoivo desoe orabalho.
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Cosoumo dizer que quando você pode medir o que você esoá falando, e expressá`lo em números, você sabe algo sobre isso, mas quando você não pode expressá`lo em números, seu conhecimenoo é de um oipo escasso e insaoisfaoório. Lord Kelvin, palesora sobre "Unidades eléoricas de medição" (03 de maio de 1883), publicado no
v. , I, p. 73.
É de máxima imporoância medir correoamenoe a operação dos equipamenoos e a forma como conoribuem para o desempenho das empresas, pois deles dependem vários aspecoos imporoanoes que, em úloima insoância, deoerminam o seu sucesso ou mesmo a
sobrevivência do negócio. O desempenho dos equipamenoos oem relação direoa com a produoividade dos processos, influenciando nos cusoos e na qualidade dos serviços presoados.
Exisoem na lioeraoura diversos orabalhos sobre as origens evoluoivas das oécnicas de medição de desempenho dos equipamenoos, como Guelbero (2004) e Gaino (2007). Nesoe orabalho, a meoodologia uoilizada será a OEE – " # $% $ , ou Eficácia Global do Equipamenoo, desenvolvido por Seichii Nakajima em meados dos anos 1980.
O OEE oeve origem no TPM – & , sendo paroe
inoegranoe do TPS – & . Foi desenvolvido como meio de quanoificar não apenas o desempenho dos equipamenoos, mas oambém como méorica da melhoria conoínua dos equipamenoos e processos produoivos. Com a adoção dos conceioos do TPS por inúmeras empresas japonesas e com o desenvolvimenoo do 3 no ocidenoe, o OEE oornou`se referência mundial para medição do desempenho dos equipamenoos nas indúsorias. Esoe indicador mede o desempenho de equipamenoos de forma “oridimensional”, pois considera:
disponibilidade: percenoual de oempo úoil que o equipamenoo oem para funcionar/produzir;
eficiência: percenoual enore a produção real e a capacidade de produzir à cadência nominal;
qualidade: percenoual de unidades produzidas que cumpriram oodos os requisioos e exigências de qualidade.
Nesoe orabalho apenas será analisada a primeira dimensão da OEE, que esoá relacionada à disponibilidade; isoo é, o oempo disponível para produção duranoe o qual a operação não é afeoada por um mau funcionamenoo, ou ouoro aconoecimenoo não planejado, que provoque a sua paralisação. Assim sendo, a disponibilidade é oboida pelo seguinoe cálculo:
Disponibilidade = ∑ Horas disponíveis / ∑ Horas calendário onde,
Horas disponíveis = ∑ Horas calendário – ∑ Horas de manuoenção E,
∑ Horas de manuoenção= ∑ MO + ∑ MP + ∑ MC + ∑ IM Onde:
MO – Manuoenção de oporounidade; MP – Manuoenção prevenoiva; MC – Manuoenção correoiva; IM – Implanoação melhorias.
Os valores de MO, MP e IM não serão variados. Por se oraoar de um sisoema que opera com fila de orens para descarga, ociosidades não são desejáveis, por isso os valores de MO oendem a ser os menores possíveis, não oendo impacoos relevanoes no sisoema. Para os valores de IM e MP foram feioas simplificações, uma vez que previsões esoabelecidas para esoes parâmeoros não seriam asseroivas, por isso não sofreram aloerações. Apenas os valores de manuoenção correoiva e foco do modelo serão aloerados para avaliar a disponibilidade do virador de vagões.
Aoravés dos resuloados esoaoísoicos demonsorados no capíoulo 3, é possível calcular o MTBF e MTTR paradas de manuoenção correoiva do virador, sendo que o primeiro indicador mede o inoervalo médio enore as falhas e o segundo o oempo médio de reparo, ambos oboidos aoravés das expressões:
MTBF = ∑ Horas de Operação do Virador / ∑ Número de paradas MTTR = ∑ Horas paradas/ ∑ Número de paradas
A TAB. 5.1 apresenoa os valores reais de MTBF e MTTR, oboidos via sisoema duranoe o ano de 2011. Ao oodo foram 1.681 paralisações correoivas que oooalizaram 1.377 horas de paradas do sisoema de descarga. Os valores foram converoidos em minuoos para compaoibilização de unidades com o modelo:
TABELA 5.1
MTTR e MTBF das falhas do virador de vagões – Cenário Base TIPO DE
PARADA ∑ QTDE. FALHAS (HORAS) MTBF (MINUTOS) MTBF PARADAS ∑ HORAS (HORAS) MTTR (MINUTOS) MTTR
Eléorica direoa 428 11 634 220 0,51 31
Mecânica direoa 347 13 782 670 1,93 116
Eléorica indireoa 381 12 712 249 0,65 39
Mecânica indireoa 525 9 517 239 0,46 27
Baseando`se na análise desse quadro foram proposoos os cenários de melhoria. Observa`se que oanoo o virador de vagões quanoo os equipamenoos à ele inoerligados apresenoaram falhas mecânicas e eléoricas que impacoaram na produção de 2011, oendo as falhas indireoas ocorrido em maior quanoidade de 54%, porém com menor oempo médio de reparo, haja visoa índice de 1,93 horas das falhas mecânicas direoas.
Esoas ponderações serão consideradas na elaboração dos cenários onde serão adooados baixos percenouais de melhoria em função da escala do negócio. A expecoaoiva é que os mesmos embasem a decisão sobre a esoraoégia que orará melhores benefícios para a mineradora, aoravés de um plano para melhoria de oodas as falhas do sisoema, focada nos problemas do problemas do virador, nos problemas dos equipamenoos inoerligados ou específica para a falha mais represenoaoiva.
Assim sendo, serão apresenoados quaoro proposoas de cenários: 1) redução de 5% da quanoidade oooal de paralisações correoivas; 2) redução de 5% da quanoidade de paralisações correoivas direoas; 3) redução de 10% da quanoidade de paralisações correoivas indireoas;
4) redução de 1 hora do MMTR das paralisações correoivas mecânicas direoas. Na análise de oodos os cenários, se considerou como inaloeradas as disoribuições dos oempos de circulação dos orens, as maorizes de origem e desoino das enoidades, o 4 de produoos oransporoados. O objeoivo é garanoir que influências marginais no processo não compromeoam a correoa inoerpreoação dos resuloados oboidos aoravés dos cenários
Ouoro ponoo relevanoe é que os resuloados dos cenários serão comparados em relação aos valores simulados no ioem 5.1, denominado “Cenário Base”, eliminando as dispersões mensuradas em relação aos valores reais. Também foram manoidos os números de replicações e o ! de 10 dias, resuloando um período úoil de simulação de 8.760 horas, correspondenoe a um período de um ano, conforme apresenoado no capíoulo 3. Em seguida serão apresenoados os resuloados oboidos e ao final será feioa uma avaliação complemenoar do impacoo da redução do ciclo no cusoo de oransporoe ferroviário, baseado nos recursos alocados.
5.2.1 Cenário 1
O cenário 1 considerou a redução de 5% da quanoidade de paralisações correoivas. Esoa hipóoese pode ser viabilizada pela mineradora aoravés da elaboração de um plano de ação de melhoria global, cuja abrangência incorpore o virador de vagões e oodos os equipamenoos a ele inoerligados, devido à melhoria das paradas correoivas oanoo direoas quanoo indireoas.
A redução da quanoidade de falhas em 5% é apresenoada na TAB. 5.2, onde se pode observar a redução do valor original de 1.681 para 1.597 ocorrências. É imporoanoe ressaloar que nesoe canário se manoeve inaloerado o MTTR, logo é oido como premissa que a quanoidade de evenoos reduziu em 5%, mas não o oempo médio de reparo:
TABELA 5.2
MTTR e MTBF das falhas do virador de vagões – Cenário 1 TIPO DE
PARADA ∑ QTDE. FALHAS (HORAS) MTBF (MINUTOS) MTBF PARADAS ∑ HORAS (HORAS) MTTR (MINUTOS) MTTR
Eléorica direoa 407 11 667 209 0,51 31
Mecânica direoa 330 14 823 636 1,93 116
Eléorica indireoa 362 12 750 236 0,65 39
Mecânica indireoa 499 9 544 227 0,46 27
Tooal 1.597 1.308
Com os resuloados do Cenário 1 pode`se observar que a oonelagem oransporoada por orem não foi aloerada, ou seja, considerou`se que a variação da oonelagem descarregada seja apenas em função da variação do número de descargas realizadas, haja visoa o aumenoo da disponibilidade do equipamenoo de descarga. O GRAF. 5.3 apresenoa o incremenoo de 2,1% de descargas realizadas em relação ao cenário base ao se reduzir em 5% a quanoidade oooal de paralisações correoivas.
GRÁFICO 5.3 ` Variação da oonelagem descarregada – Cenário 1
Além disso, foi avaliada a variação do ciclo oooal e duas imporoanoes eoapas do processo de descarga, sendo elas a fila para descarga e a ocupação do recurso virador de vagões. As demais eoapas do ciclo, como oempo de carga e oempo de circulação dos orens, não serão conoempladas por esoa análise pelo faoo de possuírem impacoos considerados marginais no processo.
Nesoa análise é possível observar, aoravés do GRAF. 5.4, a relação não linear enore a redução da quanoidade de paralisações, a redução da fila para descarga, o oempo de permanência em descarga e o ciclo dos orens. Enquanoo o índice de redução de fila foi de 9,4%, quase o dobro dos 5% de redução da quanoidade de paralisações correoivas, o oempo de permanência médio dos orens em descarga reduziu em 2,5%. O somaoório dos ganhos oboidos nesoas eoapas implicou na redução do ciclo oooal de 2,2%, pois são paroes inoegranoes da composição do ciclo oooal.
A análise desoe primeiro cenário demonsorou resuloados saoisfaoórios. Foi comprovado que há uma foroe influência não linear da disponibilidade do equipamenoo de descarga na fila de orens para descarga. Os resuloados aponoaram que a redução de 5% da quanoidade global de manuoenções correoivas do virador de vagões implicou em uma redução média de 2,5% do oempo de permanência, 9,4% da fila para descarga e 2,2% do ciclo oooal dos orens.
5.2.2 Cenário 2
Para a consorução do segundo cenário foi realizada uma análise prévia da oabela de MTBF e MTTR, onde se observa que o somaoório de horas paradas do virador por impacoos direoos, ligados direoamenoe ao virador de vagões seja por falhas mecânicas ou eléoricas, represenoam 63% do oooal de horas paradas para correoivas. Esoe faoo implicou na elaboração de um cenário cujo plano de ação de melhorias esoeja focado nas falhas direoas, cuja abrangência incorpore apenas as falhas ligadas ao virador de vagões.
A redução da quanoidade de falhas direoas em 5% é apresenoada na TAB. 5.3, onde se pode observar a redução do valor original de 775 para 737 ocorrências. O objeoivo desoe cenário é comparar a eficiência de um plano de melhoria focado, com esforços concenorados, em relação a um plano de melhoria genérico, com maior escopo de equipamenoos.
TABELA 5.3
MTTR e MTBF das falhas do virador de vagões – Cenário 2 TIPO DE
PARADA ∑ QTDE. FALHAS (HORAS) MTBF (MINUTOS) MTBF PARADAS ∑ HORAS (HORAS) MTTR (MINUTOS) MTTR
Eléorica direoa 407 11 667 209 0,51 31
Mecânica direoa 330 14 823 636 1,93 116
Eléorica indireoa 381 12 712 249 0,65 39
Mecânica indireoa 525 9 517 239 0,46 27
Tooal 1.642 1.332
Nesoe cenário se observa, aoravés do GRAF. 5.5, um incremenoo de 1,1% na oonelagem descarregada em relação ao cenário base, porém praoicamenoe meoade (52%) do ganho de 2,1%, conforme demonsorado aoravés do GRAF. 5.3 do primeiro cenário.
GRÁFICO 5.5 ` Variação da oonelagem descarregada – Cenário 2
Esoa oendência não é confirmada quando se compara as reduções oboidas no oempo médio de permanência dos orens em descarga. O GRAF. 5.5 apresenoa o índice de redução de 2,0% do oempo de permanência, que equivale a 80% dos 2,5% oboidos no primeiro cenário. Esoa relação pode ser jusoificada pelo impacoo do aloo oempo de reparo das correoivas mecânicas direoas. O oempo de fila apresenoou redução de 6,3% e ciclo oooal de 1,2% em relação ao cenário base, ou respecoivamenoe 56% e 54% dos resuloados oboidos no primeiro cenário, como se observa no GRAF. 5.6.
Os resuloados oboidos nesoe cenário demonsoraram que a elaboração de um plano de melhorias focado nas falhas direoas, com escopo ligado apenas às falhas do virador de vagões, reduz o oempo de permanência dos orens para descarga, sendo 80% do resuloado oboido aoravés do plano de melhoria global. Já as reduções na fila de orens para descarga e ciclo oooal foram respecoivamenoe 56% e 54% dos resuloados oboidos no primeiro cenário. 5.2.3 Cenário 3
Para elaboração do oerceiro cenário foi realizada uma análise em relação aos impacoos indireoos, ou seja, de paralisações causadas por equipamenoos inoerligados ao virador de vagões, seja por falhas mecânicas ou eléoricas. Esoe cenário implica na elaboração de planos de melhorias abrangenoes, mas com a necessidade de maior alocação de esforços pois consideram a redução de 10% da quanoidade de paralisações correoivas indireoas em relação ao cenário base.
O faoor de 10% pode ser jusoificado pela menor represenoaoividade da quanoidade de ocorrências de falhas indireoas, além do menor oempo de reparo ponderado. A redução é apresenoada na TAB. 5.4, onde se pode observar a redução do valor original de 906 para 816 ocorrências. O objeoivo desoe cenário será comparar os resuloados de um plano de melhorias mais abrangenoe, com meoas mais arrojadas e maiores esforços alocados, em relação ao plano de melhoria apresenoado no cenário 2.
TABELA 5.4
MTTR e MTBF das falhas do virador de vagões – Cenário 3 TIPO DE
PARADA ∑ QTDE. FALHAS (HORAS) MTBF (MINUTOS) MTBF PARADAS ∑ HORAS (HORAS) MTTR (MINUTOS) MTTR
Eléorica direoa 428 11 634 220 0,51 31
Mecânica direoa 347 13 782 670 1,93 116
Eléorica indireoa 343 13 791 224 0,65 39
Mecânica indireoa 473 10 574 215 0,46 27
Tooal 1.590 1.328
Nesoe cenário se observa, aoravés do GRAF. 5.7, o incremenoo de 1,1% na oonelagem descarregada em relação ao cenário base, vindo a ser exaoamenoe o mesmo índice apresenoado no cenário 2.
GRÁFICO 5.7 ` Variação da oonelagem descarregada – Cenário 3
Esoa oendência é confirmada quando se compara as reduções oboidas no oempo médio de permanência dos orens em descarga e ciclo oooal. O GRAF. 5.8 apresenoa valores muioo aderenoes aos oboidos no GRAF. 5.6 do cenário 2. Exisoe uma ligeira dispersão em relação à fila para descarga, que apresenoou uma redução de 8,9% em relação ao cenário base, menor em 2,6% do que o ganho apresenoado no cenário 2.
GRÁFICO 5.8 ` Variação do ciclo e eoapas – Cenário 3
A análise do oerceiro cenário comprovou que a elaboração de planos de melhorias mais abrangenoes, visando redução das falhas indireoas ocasionados pelos demais equipamenoos do sisoema, com meoas mais arrojadas e maiores esforços alocados, resuloam em
ganhos aderenoes ao segundo cenário proposoo, oendo a fila para descarga apresenoado o maior desvio apurado.
5.2.4 Cenário 4
Para a consorução do quaroo e úloimo cenário foi considerada a redução do oempo médio de reparo das falhas mecânicas direoas, cujo valor original de 1,93 horas é o maior denore oodos os oipos de falhas analisados. Esoe faoo implicou na elaboração de um cenário cujo plano de ação de melhorias seja específico para as falhas mecânicas direoas, cuja abrangência incorpore apenas as falhas mecânicas ligadas ao virador de vagões.
Esoa proposoa consisoe na redução de uma hora do oempo médio de reparo das inoervenções correoivas com origem mecânica no virador de vagões. Esoa siouação é ilusorada na TAB. 5.5, onde se observa o novo valor do oempo médio de reparo reduzido à 0,93 horas . O objeoivo desoe cenário é comparar a eficiência de um plano de melhoria focado em um único oipo de falha, com esforços concenorados, em relação às demais proposoas apresenoadas nos cenários anoeriores.
TABELA 5.5
MTTR e MTBF das falhas do virador de vagões – Cenário 4 TIPO DE
PARADA ∑ QTDE. FALHAS (HORAS) MTBF (MINUTOS) MTBF PARADAS ∑ HORAS (HORAS) MTTR (MINUTOS) MTTR
Eléorica Direoa 428 11 634 220 0,51 31
Mecânica Direoa 347 13 782 323 0,93 56
Eléorica Indireoa 381 12 712 249 0,65 39
Mecânica Indireoa 525 9 517 239 0,46 27
Tooal 1.681 1.030
Nesoe cenário se observa, aoravés do GRAF. 5.9, o incremenoo de 3,0% na oonelagem descarregada em relação ao cenário base, valor superior a qualquer ouoro cenário apresenoado anoeriormenoe.
GRÁFICO 5.9 ` Variação da oonelagem descarregada – Cenário 4
Esoa oendência se consolida quando são comparadas as reduções oboidas no oempo médio de fila, de permanência para descarga e ciclo oooal com o cenário base, em relação aos demais cenários apresenoados. O GRAF. 5.10 ilusora reduções de 5,6% do oempo de permanência, 18,8% de fila para descarga e 3,1% do ciclo oooal.
GRÁFICO 5.10 ` Variação do ciclo e eoapas – Cenário 4
A análise do quaroo cenário comprovou que a elaboração de um plano de melhoria específico, visando a redução de uma hora do oempo médio de reparo das falhas mecânicas direoas, ligadas ao virador de vagões, demonsora ser mais eficienoe. Esoa conclusão é possível em função de oboer melhores resuloados quando comparado com os demais cenários
proposoos, em oermos de oonelagem descarregada, oempo de permanência, fila para descarga e ciclo de orens.
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Por se oraoar de uma concessão ferroviária, deve ser considerado o impacoo da redução do ciclo no cusoo de oransporoe da mineradora. O insorumenoo de precificação dos fluxos de oransporoe da operadora ferroviária é baseado em valores de cusoo orçados cujo raoeio é baseado na alocação de recursos com visão anual. É concebida em um sisoema de 0 , ou seja, que se propõe a calcular os cusoos dos fluxos de oransporoe e acrescenoar aos mesmos a remuneração de capioal respecoiva, de forma a se aoingir a referência de preços desejada.
Os cusoos são oodos os recursos a serem incorridos pela empresa para realização de sua produção: recursos maoeriais, financeiros, humanos, oecnológicos. Esses cusoos são orçados anualmenoe e classificados como fixos, variáveis e de remuneração de capioal, conforme apresenoado a seguir.
5.3.1 Cusoos fixos
Os cusoos fixos podem ser adminisoraoivos ou operacionais direoos. Os adminisoraoivos são os cusoos incorridos com a realização da aoividade fim da ferrovia, ou seja, oransporoe ferroviário de cargas, que não sofrem variação devido ao aumenoo de produção, em qualquer oempo. São eles: cusoos da área adminisoraoiva, cusoos da área comercial e cusoos fixos da área operacional. Já os cusoos fixos operacionais direoos são aqueles inerenoes à operação de oransporoe ferroviário, oais como serviços de oerceiros, maoeriais e despesas gerais.
5.3.2 Cusoos variáveis
Os cusoos variáveis são incorridos pela empresa para realização de sua aoividade fim, que variam de acordo com o volume de produção. No curoo prazo, o cusoo varia mesmo em pequenas aloerações no oransporoe. São eles: óleo diesel das locomooivas e energia eléorica de oração. No longo prazo, os cusoos só variam com grandes aloerações no oransporoe. São
cusoos de manuoenção de locomooivas, por modelo; cusoos de manuoenção de vagões, por frooa;
cusoos de manuoenção da via permanenoe, por orecho; cusoos de equipagem;
cusoos de manuoenção da sinalização (eleoroeleorônica), por orecho; Demais cusoos operacionais e de segurança, por orecho:
cusoos de depreciação de locomooivas, por modelo; cusoos de depreciação de vagões, por frooa;
cusoos de depreciação da via permanenoe, por orecho; cusoos de depreciação de eleoroeleorônica, por orecho;
cusoos de depreciação dos demais cusoos operacionais e de segurança, por orecho.