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Amplificateur à montage émetteur commun

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2. LES AMPLIFICATEURS DE PUISSANCE

2.5 A MPLIFICATEUR DE C LASSE A

2.5.1 Amplificateur à montage émetteur commun

A distribuição dos indivíduos em classes de altura revelou, para o grupo 3 (FA), que 525 ind.ha-1 concentram-se na altura entre 2 a 8 m, enquanto, nessa mesma classe este valor correspondeu a 418 ind.ha-1 e 308 ind.ha-1, respectivamente, nos grupos 1 (FS) e 2 (FA/FS). No grupo 3 foram verificados apenas 3 indivíduos (5 ind.ha-1) com altura superior a 16 m, com destaque para uma árvore da espécie Sebastiania commersoniana e dois indivíduos da espécie Salix

humboldtiana. Nos demais grupos, o maior número proporcional de árvores por

hectare foi amostrado com altura superior a 16 m, sendo 87,5 ind.ha-1 no grupo 1 e 36 ind.ha-1 no grupo 2 (FIGURA 12).

Figura 12 - Distribuição de frequência em classes de altura dos indivíduos arbóreos amostrados nos três grupos na Depressão Central. Estância Boa Vista, Pantano Grande, RS.

A distribuição de frequência dos indivíduos por classes de altura entre os trechos evidenciou diferenças significativas (2

0,05;18 = 483,93; p < 0,0001),

proporcionadas principalmente pelas maiores densidades observadas de árvores com altura entre 4 a 6 m, no grupo 3, e com altura entre 14 a 18 m, no grupo 1. Também foram verificadas densidades inferiores à esperada de árvores na primeira classe de altura e de indivíduos com altura superior a 10 m, no grupo 3 (FA).

3.4 DISTRIBUIÇÃO DAS ESPÉCIES NO GRADIENTE

Para caracterização das comunidades no gradiente foram consideradas as espécies indicadoras apresentadas no capítulo I (p ≤ 0,009) e as cinco primeiras espécies de importância no âmbito fitossociológico de cada grupo. Segundo Blum (2006), esses dois parâmetros são menos subjetivos para a caracterização de comunidades em gradiente. O porquê disso é que o primeiro método enfoca em

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espécies exclusivas, ou melhor, espécies frequentes e com certa densidade na amostra que representam significância estatística, mesmo que algumas dessas ocorram em outras tipologias, normalmente transicionais. Por outro lado, a fitossociologia destaca as espécies que apresentam valores elevados de densidade, dominância e/ou frequência, que em conjunto destaca as espécies com maior importância na estrutura de determinada comunidade. Na Tabela 7 estão as espécies selecionadas, conforme os critérios apresentados. Essas estão ordenadas de forma decrescente por sua significância e importância. O grupo 2 não apresentou espécie indicadora.

Tabela 7 - As principais espécies indicadoras e de alto percentual de importância (PI) por grupos de similaridade florística. Estância Boa Vista, Pantano Grande, RS.

Grupo 1 (FS) Grupo 2 (FA/FS) Grupo 3 (FS)

Indicadora PI PI Indicadora PI A.concolor S. bonplandii C. americana F.montevidensis C. obtusa A.concolor L. divaricata C. americana M. pungens S. bonplandii C. marginatum L. divaricata S. brasiliensis C. sylvestris L. brasiliensis E. uniflora G. uruguensis Eugenia speciosa S. commersoniana S. brasiliensis L. divaricata Eugenia uniflora E.uruguayensis

Para ilustrar a distribuição das espécies selecionadas, foram construídos diagramas de distribuição de suas populações com representação dos PI nos pontos amostrais ordenados de forma a representar o gradiente altitudinal (FIGURA 14). Nessa figura, o diagrama A representou as espécies com maior vinculação com a formação submontana, o diagrama B destacou as espécies de ampla distribuição, e o gráfico C, representou as espécies com maior vínculo com a formação aluvial.

Actinostemon concolor é a principal espécie na caracterização do grupo 1,

delimitando-o por meio dos maiores picos de PI entre as cotas de 67 m a 94 m.

Sorocea bonplandii e Faramea montevidensis apresentam os seus picos de PI nos

pontos amostrais do grupo 1 e menor contribuição no grupo 2, bem como

Actinostemon concolor, na cota de 40 m do ponto amostral 23, a qual delimita a

porção inferior da formação submontana na microbacia. As populações de Cordia

americana e Chomelia obtusa, apesar de predominarem na formação submontana,

também ocorreram em pontos avançados na planície. Assim, essas espécies são insatisfatórias para delimitação da formação submontana (FIGURA 13 A).

As espécies Luehea divaricata, Chrysophyllum marginatum, Myrcianthes

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o gradiente. Por outro lado, a espécie Lithrea brasiliensis, pioneira, foi excluída somente nos pontos amostrais do grupo 1 (FIGURA 13 B). As espécies

Chrysophyllum marginatum e Lithrea brasiliensis foram as mais importantes na

caracterização do grupo 2, FA/FS, tendo os seus maiores PI entre os valores aproximados de cotas de 45 a 65 m.

Sebastiania commersoniana e Sebastiania brasiliensis são as espécies

principais na caracterização do grupo 3, formação aluvial, em razão dos seus altos valores de PI. Esses valores vão diminuindo em importância na ascensão à formação submontana. Apesar disso, apresenta aumento de importância em alguns pontos na área representada pelo grupo 2, FA/FS. Nos pontos onde Sebastiania

commersoniana e Sebastiania brasiliensis apresentaram valores de PI superiores a

20%, houve uma redução significativa da contribuição das espécies de ampla distribuição. As espécies Eugenia uniflora e Eugenia uruguayensis, embora indicadoras da formação aluvial, também apresentaram distribuição em alguns pontos do grupo 2. A espécie Eugenia speciosa, também indicadora, foi restrita a formação aluvial (FIGURA 13 C).

A partir das observações da distribuição das espécies, pode-se delimitar a separação entre a formação submontana e aluvial entre as cotas de 40 a 60 metros, por meio de comparação entre as populações de Actinostemon concolor e

Sebastiania commersoniana, em razão do encontro da redução de PI dessas

espécies no gradiente. Esse padrão de distribuição dessas espécies em gradiente está contemplado entre os padrões propostos por Robert Whittaker (WHITTAKER, 19751 apud BROWN e LOMOLINO, 2006), onde as amplitudes das curvas de ocorrência de muitas espécies estão reunidas sobre dispersas ao longo do gradiente, no interior das curvas de distribuição de poucas espécies dominantes. Assim, a distribuição das espécies apresenta-se ordenada em grandes escalas e confusa em escalas locais.

A Floresta Estacional Decidual Submontana está limitada entre as cotas altimétricas de 30 e 400 m, conforme o IBGE (1986). Essa delimitação em maior escala está em acordo com a delimitação detalhada realizada na microbacia. É bom realçar que a altitude em si não diferencia as formações em razão da ausência de

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diferença climática, sendo os solos e os relevos, os principais delimitantes das formações.

Figura 13 - Distribuição das principais espécies no gradiente com representação da variação topográfica, tamanho de fragmento, distância de borda e grupos/subgrupos florísticos nos pontos amostrais.

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Para melhor compreender a distribuição e a representação das principais espécies no gradiente e nos grupos e subgrupos florísticos, foram desenvolvidos gráficos de ordenação e regressão linear, destacando-as separadamente. O primeiro gráfico ilustra simbolicamente por meio de pontos e círculos a variação de densidade da espécie no ponto amostral, ou seja, quanto maior o círculo maior densidade da espécie e vice-versa. No segundo gráfico são produzidas duas linhas, uma reta e outra de convergência, resultantes da regressão linear por meio dos pontos amostrais em correlação ao eixo 1, o qual apresentou correspondência com o gradiente altitudinal.

Para principais espécies que apresentaram coeficientes de correlação positivos (r ou tau) ≥ 0,350 com o eixo 1, a ocorrência foi concentrada na área de encosta (FIGURA 14).

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Observando a curva de cada espécie, pode-se melhor observar a distribuição dessas no gradiente. Os altos valores de correlação, positivo ou negativo, não querem informar que a espécie é restrita a determinada posição da paisagem, podendo em menor densidade ocorrer nas demais posições ou grupos florísticos. A exceção visível é Actinostemon concolor, que se apresentou concentrada no grupo 1, conforme Figura 14.

Os valores de correlação intermediários entre ± 0,350 são espécies representativas nas cotas intermediárias do gradiente, em geral, representativas do grupo 2, FA/FS. As espécies mais abundantes desse grupo são de ampla distribuição no gradiente, ocorrendo na planície e encosta (FIGURA 15).

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Os valores de correlação negativos ≤ 0,350 representam as espécies com maior abundância na planície, conforme Figura 16. Os gráficos de ordenação das espécies Sebastiania commersoniana e Sebastiania brasiliensis com os maiores círculos destacam os ambientes mais hidromórficos, ou seja, o subgrupo 3.2. As espécies Eugenia uniflora e Eugenia speciosa estão setorizando a formação aluvial em áreas bem drenadas, que são representadas pelo subgrupo 3.1.

Figura 16 - Distribuição no gradiente das principais espécies de ambiente aluvial.

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