• Aucun résultat trouvé

Ajout d’ac´ etate de cuivre

Dans le document The DART-Europe E-theses Portal (Page 116-127)

2.2 Mesures sur la grande boucle (2000)

2.3.2 Ajout d’ac´ etate de cuivre

Com o intuito de promover a importância da proteção solar, realizei um flyer onde incluí as medidas de proteção solar, os sintomas de queimadura e o que fazer em caso de queimadura. Para além disso, incluí também os requisitos essenciais que um protetor solar deve cumprir, de forma a auxiliar a escolha do protetor solar mais adequado para cada indivíduo. Este flyer, representado no Anexo IX, foi distribuído aos utentes da FA, sendo também entregue aos turistas, dada a grande frequência deste grupo de utentes, tendo também realizado um flyer em inglês (Anexo X).

3.3. Elaboração do inquérito

De forma a avaliar a relevância dada à proteção solar por parte dos utentes da FA, elaborei um inquérito, representado no Anexo XI, onde questiono ainda o local de preferência para a aquisição dos protetores solares e se valorizam o aconselhamento farmacêutico nesta área. Este questionário foi preenchido pelos utentes da FA, tendo entregue o flyer seguidamente ao preenchimento do inquérito. 3.4. Resultados do inquérito

Este inquérito foi preenchido por 41 utentes da FA. Apresento, de seguida os comentários relativos às respostas a cada questão, estando os gráficos representados no Anexo XII.

Género:

Este questionário foi respondido maioritariamente por indivíduos do sexo feminino (n=25), correspondendo a 61% das respostas, sendo os restantes 39% do sexo masculino (n=16).

Faixa etária:

A maioria dos utentes que participaram neste inquérito encontram-se na faixa etária dos 18 aos 25 anos (n=24), correspondendo a 56% da amostragem, seguindo-se por 9 participantes com idade superior a 50 anos (22%) e, por fim, 8 indivíduos com idade compreendida entre os 25 e 50 anos (20%).

Questão 1 – Considera a proteção solar importante? Esta questão obteve 100% resultados afirmativos (n=41). Questão 2 – Usa protetor solar?

Esta questão obteve 100% resultados afirmativos (n=41). Questão 3 – Se sim, com que frequência?

Dos 41 utentes que responderam “Sim” à questão 2, 24 afirmaram utilizar protetor solar apenas na praia, correspondendo a 59% da amostragem, 10 participantes (24%) referiram utilizar apenas no verão, pelo que apenas 4 utentes (10%) declararam usar protetor durante o ano inteiro. Para além disso, 1 participante (2%) referiu utilizar creme com proteção solar o ano inteiro. Os restantes 5% (n=2) afirmaram recorrer ao protetor solar apenas quando está sol.

Questão 4 – Onde compra o seu protetor solar?

59% da amostragem (n=24) afirmaram comprar o seu protetor solar no supermercado, sendo que os restantes 17 (42%) compram na farmácia.

Questão 5 – Se compra o seu protetor solar na farmácia, qual o motivo?

Dos 17 utentes que referiram comprar o seu protetor na farmácia, justificaram fazê-lo por 3 principais razões. 58% destes participantes (n=10) referiram adquirir o protetor na farmácia devido ao aconselhamento farmacêutico; 24% (n=4) justificaram a resposta dada à questão 4 devido à preferência por marcas apenas comercializadas pela farmácia, sendo que 1 destes utentes acrescentou ainda o

uso de um produto específico para peles acneicas. Os restantes 18% (n=3) referiram a eleição da farmácia devido à maior oferta e melhor qualidade dos produtos.

Questão 6 – Se não compra o seu protetor solar na farmácia, qual o motivo?

Dos 24 participantes que afirmaram a aquisição do protetor solar no supermercado, 13 indicaram fazê-lo devido ao maior preço apresentado pelas farmácias, o que corresponde a 54% da amostragem. Os restantes 46% (n=11) referiram ser mais cómoda a compra do protetor no supermercado, sendo que destes 2 utentes disseram ainda não acharem justificável a deslocação à farmácia para a aquisição deste produto.

Questão 7 – Sabe que a maior parte dos protetores solares têm um prazo de validade de 12 meses depois de abertos?

Das 41 pessoas questionadas, apenas 5 (12%) não estavam informadas acerca da validade dos protetores solares, tendo os restantes 36 indivíduos (88%) respondido “Sim” a esta questão.

Questão 8 – Tem em atenção o prazo de validade dos protetores solares?

A maioria dos participantes (n=23) respeita o PV dos protetores solares, correspondendo a 56% da amostragem, sendo que os restantes 18 utentes (44%) afirmaram utilizar o protetor solar até este acabar, independentemente do seu prazo. Para além disto, dos 36 indivíduos que responderam “Sim” à questão 7, apenas 21 (58%) responderam também “Sim” a esta questão, concluindo-se que 15 participantes (42%), apesar de terem em mente o PV dos protetores solares, não o respeitam.

Questão 9 – Acha que se usar protetor solar não vai bronzear?

Apenas 1 pessoa (2%) respondeu “Sim” a esta questão, sendo que a maioria (n=40) está ciente que o protetor solar não interfere no processo de bronzeamento, correspondendo a 98% da amostragem.

Questão 10 – Está informado(a) acerca dos perigos da exposição solar exagerada e inadequada?

Esta questão obteve 100% resultados afirmativos (n=41).

Questão 11 – Sabe que existem protetores solares faciais específicos para cada tipo de pele? Esta questão obteve resultados bastante positivos, uma vez que 71% dos participantes (n=29) responderam estar a par da existência de protetores solares específicos para o tipo de pele, sendo que apenas 12 pessoas (29%) respondeu “Não” a esta questão. Comparando os utentes que tinham este conhecimento com os que frequentam a farmácia para a compra dos protetores solares, conclui-se que 15 participantes que corresponderam positivamente a esta questão compram o protetor solar na farmácia, correspondendo a 52% dos indivíduos que afirmaram comprar o protetor na farmácia. Para além disso, dos 10 indivíduos que escolheram o aconselhamento farmacêutico como justificação para adquirir o protetor solar na farmácia, 7 (70%) responderam “Sim” a esta questão, podendo verificar-se uma relação entre o conhecimento da existência de produtos específicos para cada tipo de pele e a compra destes produtos na farmácia, provavelmente devido a uma maior cedência de informação durante o ato da dispensa e/ou devido a um aconselhamento farmacêutico personalizado.

Questão 12 – Usa um protetor solar de rosto adequado ao seu tipo de pele?

Em relação à utilização de um protetor solar específico para o tipo de pele, 11 participantes (27%) afirmaram fazê-lo. Contrariamente, 20% da amostragem (n=8) responderam negativamente a esta

questão. Para além disso, 29% (n=12) não sabem se o protetor solar por eles utilizado é específico para o seu tipo de pele e os restantes 10 participantes (24%) afirmaram não utilizar protetor solar facial. Dos 29 indivíduos que responderam positivamente à questão 11, apenas 34% (n=10) afirmaram utilizar um protetor indicado para o seu tipo de pele, pelo que a maioria dos participantes (66%) não parece achar relevante a utilização de um protetor compatível com as caraterísticas da pele.

Questão 13 – Está ciente que a exposição desprotegida à radiação solar é um dos fatores de risco para o desenvolvimento de cancro da pele e acelera o envelhecimento cutâneo?

Esta questão obteve 100% resultados afirmativos (n=41).

Questão 14 – Respeita as horas aconselhadas pelos especialistas para a exposição solar? Relativamente ao cumprimento do horário aconselhado para a exposição solar, 51% dos participantes (n=21) não respeita estas indicações, sendo que apenas 49% (n=20) não se expõe à radiação solar no horário de maior intensidade.

Questão 15 – Com que frequência apanha queimaduras solares (“escaldões”) por ano? Relativamente à frequência de desenvolvimento de queimadura solar, 10 participantes (24%) responderam nunca ter apanhado um escaldão, 54% (n=22) afirmaram raramente desenvolver uma queimadura solar, 17% (n=7) indicaram sofrer este efeito adverso da radiação algumas vezes, pelo que apenas 2 participantes (5%) referiram ser frequente. Considerando 9 (22%) os participantes que referiram apanhar escaldões frequentemente ou algumas vezes, apesar da utilização de protetor solar ser uma medida adotada pela totalidade, 78% destes (n=7) afirmaram não respeitar as horas recomendadas para exposição solar e 33% (n=3) indicaram não respeitar o PV o protetor solar, pelo que estas medidas poderão ter influência na frequência de eritema desenvolvido após exposição solar. 3.5. Conclusão

Paralelamente à destruição da camada de ozono, a incidência de cancros cutâneos tem vindo a aumentar a uma escala universal, o que indica que é necessário que se continue a promover a adoção de cuidados de proteção solar. Para além disso, devido à maior suscetibilidade aos efeitos negativos da radiação UV sentida pelas crianças e adolescentes, é recomendado que a implementação destas medidas se inicie em idades mais novas, pelo que é fundamental que pais, professores e profissionais de saúde colaborem para uma maior eficácia na aprendizagem desta temática.78 É no sentido de educar, sensibilizar e aconselhar a comunidade, que o Farmacêutico pode fazer a diferença. Só assim se vai conseguir contrariar o desconhecimento, ainda sentido por parte da sociedade, relativamente à proteção solar. Foi por estas razões que decidi desenvolver este projeto. Simultaneamente à realização dos inquéritos, distribuí o flyer referido em 3.2., sendo que a intervenção a cada utente foi feita de forma a esclarecer as dúvidas evidenciadas pelas respostas aos questionários.

CONCLUSÃO F

INAL

Findo este período de 3 meses na Farmácia Aliança, compreendo agora a real importância do Estágio Curricular para a consolidação dos conhecimentos teóricos adquiridos durante os 5 anos de estudos. Esta experiência é fundamental para a formação e desenvolvimento do futuro farmacêutico, não só a nível pessoal, como também profissional. O contacto com os vários profissionais da equipa técnica da Farmácia Aliança, os conhecimentos e experiências por eles partilhados foram essenciais para que eu pudesse compreender realmente o que é ser farmacêutico. Ser farmacêutico é muito mais

do que a dispensa de medicamentos e esta experiência permitiu-me visualizar a dedicação e paixão com que os profissionais de saúde que me rodeavam encaram e exercem a profissão. É a preocupação em querer saber mais, em querer estar à frente da novidade, para que possam dar o melhor aconselhamento ao utente. É o espírito de camaradagem, ajuda e a comunicação entre os vários membros integrantes na equipa técnica que os permite evoluir enquanto profissionais de saúde. E foi tudo isto que fez crescer em mim um certo sentimento de responsabilidade pela profissão, motivando- me a continuar a crescer, esperando no futuro conseguir evoluir tanto quanto eles.

BIBLIOGRAFIA

[1] Farmácia Aliança: Farmácia Aliança. Acessível em: http://www.farmacia-alianca.com. [acedido em 15 de agosto de 2019].

[2] Decreto-Lei nº 53/2007, de 8 de março. Regula o horário de funcionamento das farmácias de oficina. Diário da República, Série I: 1492-1493. Acessível em: www.dre.pt

[3] Ordem dos Farmacêuticos: Boas Práticas Farmacêuticas para a farmácia comunitária (BPF). Acessível em: https://www.ordemfarmaceuticos.pt. [acedido em 15 de agosto de 2019].

[4] Decreto-Lei nº 307/2007, de 31 de agosto. Regime jurídico das farmácias de oficina. Diário da

República, Série I: 6083-6091. Acessível em: www.dre.pt

[5] INFARMED: Projeto Via Verde do Medicamento. Acessível em: https://www.infarmed.pt. [acedido em 16 de agosto de 2019].

[6] Decreto-Lei nº 152/2012, de 12 de julho. Regime da formação do preço dos medicamentos sujeitos a receita médica e dos medicamentos não sujeitos a receita médica comparticipados. Diário

da República, Série I: 3649-3653. Acessível em: www.dre.pt

[7] Decreto-Lei nº 176/2006, de 30 de agosto. Regime jurídico dos medicamentos de uso humano.

Diário da República, Série I: 6297-6383. Acessível em: www.dre.pt

[8] INFARMED: Normas relativas à prescrição de medicamentos e produtos de saúde. Acessível em: http://www.infarmed.pt. [acedido em 19 de agosto de 2019].

[9] Serviço Nacional de Saúde: Prescrição Eletrónica Desmaterializada. Acessível em: https://www.sns.gov.pt. [acedido em 19 de agosto de 2019].

[10] INFARMED: Normas relativas à dispensa de medicamentos e produtos de saúde. Acessível em: http://www.infarmed.pt. [acedido em 19 de agosto de 2019].

[11] INFARMED: Psicotrópicos e Estupefacientes. Acessível em: http://www.infarmed.pt. [acedido em 22 de agosto de 2019].

[12] Decreto-Lei nº 11/2012, de 8 de março. Estabelece as novas regras de prescrição e dispensa de medicamentos. Diário da República, Série I: 978-979. Acessível em: www.dre.pt

[13] Decreto-Lei nº 115/2017, de 7 de setembro. Altera o Sistema Nacional de Avaliação de Tecnologias de Saúde. Diário da República, Série I: 5316-5332. Acessível em: www.dre.pt

[14] Serviço Nacional de Saúde: Medicamentos. Acessível em: https://www.sns.gov.pt. [acedido em 22 de agosto de 2019].

[15] INFARMED: Regimes excecionais de comparticipação. Acessível em: http://www.infarmed.pt. [acedido em 22 de agosto de 2019].

[16] Administração Central do Sistema de Saúde: Manual de Relacionamento das Farmácias com o Centro de Conferência de Faturas do SNS. Acessível em: https://ccmsns.min-saude.pt. [acedido em 22 de agosto de 2019].

[17] JABA RECORDATI: Medicamentos Não Sujeitos a Receita Médica. Acessível em: https://www.jaba-recordati.pt. [acedido em 26 de agosto de 2019].

[18] Farmácias Portuguesas: Automedicação e bom senso. Acessível em: https://www.farmaciasportuguesas.pt. [acedido em 26 de agosto de 2019].

[19] INFARMED: Lista de DCI identificadas pelo Infarmed como MNSRM-EF e respetivos protocolos de dispensa. Acessível em: http://www.infarmed.pt. [acedido em 26 de agosto de 2019].

[20] INFARMED: Medicamentos manipulados. Acessível em: http://www.infarmed.pt. [acedido em 27 de agosto de 2019].

[21] Portaria nº 594/2004, de 2 de junho. Aprova as boas práticas a observar na preparação de medicamentos manipulados em farmácia de oficina e hospitalar. Diário da República, Série I-B: 3441- 3445. Acessível em: www.dre.pt

[22] Portaria nº 769/2004, de 1 de julho. Estabelece o regime do preço de venda ao público dos medicamentos manipulados. Diário da República, Série I-B: 4016-4017. Acessível em: www.dre.pt [23] Despacho nº 18694/2010, de 16 de dezembro. Estabelece as condições de comparticipação de medicamentos manipulados. Diário da República, Série II: 61028-61029. Acessível em: www.dre.pt [24] INFARMED: Autorização de Introdução no Mercado. Medicamentos Homeopáticos. Acessível em: http://www.infarmed.pt. [acedido em 28 de agosto de 2019].

[25] INFARMED: Medicamentos Homeopáticos. Acessível em: http://www.infarmed.pt. [acedido em 28 de agosto de 2019].

[26] Farmácia Aliança: Laboratório de Homeopatia. Acessível em: http://www.farmacia-alianca.com. [acedido em 28 de agosto de 2019].

[27] Direção-Geral dos Serviços Pecuários: Medicamentos Veterinários. Acessível em: http://www.dgv.min-agricultura.pt. [acedido em 29 de agosto de 2019].

[28] INFARMED: Medicamentos à base de plantas. Acessível em: http://www.infarmed.pt. [acedido em 29 de agosto de 2019].

[29] INFARMED: Boletim de Farmacovigilância. Suplementos Alimentares. Acessível em: http://www.infarmed.pt. [acedido em 29 de agosto de 2019].

[30] Associação Nacional da Indústria de Alimentação Infantil e Nutrição Especial: Alimentos dietéticos para fins medicinais específicos. Acessível em: http://www.anid.pt. [acedido em 31 de agosto de 2019].

[31] INFARMED: Cosméticos. Acessível em: http://www.infarmed.pt. [acedido em 31 de agosto de 2019].

[32] Decreto-Lei nº 296/98, de 25 de setembro. Regime jurídico dos produtos cosméticos e de higiene corporal. Diário da República, Série I-A: 4960-4965. Acessível em: www.dre.pt

[33] INFARMED: Dispositivos médicos. Acessível em: http://www.infarmed.pt. [acedido em 31 de agosto de 2019].

[34] Liga Portuguesa Contra o Cancro: Aspetos Psicológicos. Acessível em: https://www.ligacontracancro.pt. [acedido em 3 de setembro de 2019].

[35] Hejmadi M (2010). Introduction to Cancer Biology. 2nd edition. Bookboon Publishing.

[36] International Agency for Research on Cancer: Portugal. Acessível em: https://gco.iarc.fr. [acedido em 3 de setembro de 2019].

[37] Cancer Research UK: Worldwide cancer statistics. Acessível em: https://www.cancerresearchuk.org. [acedido em 3 de setembro de 2019].

[38] Wu, S, Zhu, W, Thompson, P, & Hannun, YA (2018). Evaluating intrinsic and non-intrinsic cancer risk factors. Nature communications, 9: 1-12.

[39] National Cancer Institute: Risk Factors for Cancer. Acessível em: https://www.cancer.gov. [acedido em 5 de setembro de 2019].

[40] Liga Portuguesa Contra o Cancro: Métodos de Tratamento. Acessível em: https://www.ligacontracancro.pt. [acedido em 7 de setembro de 2019].

[41] Balis, FM (1998). The goal of cancer treatment. The Oncologist; 3: 210-288.

[42] Palumbo, MO, Kavan, P, Miller, W, Panasci, L, Assouline, S, Johnson, N, et al (2013). Systemic cancer therapy: achievements and challenges that lie ahead. Frontiers in pharmacology, 4: 57. [43] Kumar, S (2012). Second malignant neoplasms following radiotherapy. International journal of

environmental research and public health, 9: 4744-4759.

[44] Blecha, FP, Guedes, MTDS. (2006). Tratamento de radiodermatite no cliente oncológico: subsídios para intervenções de enfermagem. Revista brasileira de cancerologia, 52: 151-63.

[45] Bray, FN, Simmons, BJ, Wolfson, AH, Nouri, K (2016). Acute and chronic cutaneous reactions to ionizing radiation therapy. Dermatology and therapy, 6: 185-206.

[46] St. Jame’s Institute of Oncology: Managing Radiotherapy Induced Skin Reactions. Acessível em: https://www.sor.org. [acedido em 12 de setembro de 2019].

[47] Associação de Enfermagem Oncológica Portuguesa: Radiodermite. Acessível em: https://www.aeop.pt. [acedido em 12 de setembro de 2019].

[48] World Health Organization: WHO Guidelines for the pharmacological and radiotherapeutic management of cancer pain in adults and adolescents. Acessível em: https://www.who.int. [acedido em 13 de setembro de 2019].

[49] Politano, AD, Campbell, KT, Rosenberger, LH, Sawyer, RG (2013). Use of silver in the prevention and treatment of infections: silver review. Surgical infections, 14: 8-20.

[50] Seité, S, Bensadoun, RJ, Mazer, JM (2017). Prevention and treatment of acute and chronic radiodermatitis. Breast Cancer: Targets and Therapy, 9: 551.

[51] Leventhal, J, Young, MR (2017). Radiation dermatitis: recognition, prevention, and management. Oncology, 31: 885-899.

[52] South East Scotland Cancer Network: Radiation dermatitis. Acessível em: https://www.scan.scot.nhs.uk. [acedido em 14 de setembro de 2019].

[53] Rossi, AM, Nehal, KS, Lee, EH (2014). Radiation-induced breast telangiectasias treated with the pulsed dye laser. The Journal of clinical and aesthetic dermatology, 7: 34.

[54] Burris, HA, Hurtig, J (2010). Radiation recall with anticancer agents. The oncologist, 15: 1227- 1237.

[55] Robijns, J, Laubach, HJ (2018). Acute and chronic radiodermatitis: clinical signs, pathophysiology, risk factors and management options. Journal of the Egyptian Women's Dermatologic Society, 15: 2-9. [56] Chen, F, Yang, SF, Chen, CH, Lieu, AS, Cheng, ST, Huang, MY, et al (2018). Secondary basal cell carcinoma of scalp after radiotherapy: A case report. Medicine, 97:12170.

[57] Dracham, CB, Shankar, A, Madan, R (2018). Radiation induced secondary malignancies: a review article. Radiation oncology journal, 36: 85.

[58] Hatamura, Y, Abe, S, Fuchigami, M, et al (2015). The 2011 Fukushima Nuclear Power Plant Accident: How and Why It Happened. New York: Woodhead Publishing Series in Energy; 73: 110-112.

[59] Meibodi, NT, Maleki, M, Javidi, Z, Nahidi, Y (2008). Clinicopathological evaluation of radiation induced basal cell carcinoma. Indian journal of dermatology, 53: 137.

[60] Lichter, MD, Karagas, MR, Mott, LA, Spencer, SK, Stukel, TA, Greenberg, ER (2000). Therapeutic ionizing radiation and the incidence of basal cell carcinoma and squamous cell carcinoma. Archives of dermatology, 136: 1007-1011.

[61] Li, C, Athar, M (2016). Ionizing radiation exposure and basal cell carcinoma pathogenesis. Radiation research, 185: 217-228.

[62] Watt, TC, Inskip, PD, Stratton, K, Smith, SA, Kry, SF, Sigurdson, AJ, et al (2012). Radiation- related risk of basal cell carcinoma: a report from the Childhood Cancer Survivor Study. Journal of the

National Cancer Institute, 104: 1240-1250.

[63] Taylor, A, Powell, MEB (2004). Intensity-modulated radiotherapy—what is it?. Cancer Imaging, 4: 68.

[64] Modenese, A, Korpinen, L, Gobba, F (2018). Solar radiation exposure and outdoor work: an underestimated occupational risk. International journal of environmental research and public

health, 15: 2063.

[65] Brenner, M, Hearing, VJ (2008). The protective role of melanin against UV damage in human skin. Photochemistry and photobiology, 84: 539-549.

[66] Young, AR, Claveau, J, & Rossi, AB (2017). Ultraviolet radiation and the skin: Photobiology and sunscreen photoprotection. Journal of the American Academy of Dermatology, 76: 100-109.

[67] D'Orazio, J, Jarrett, S, Amaro-Ortiz, A, Scott, T (2013). UV radiation and the skin. International

journal of molecular sciences, 14: 12222-12248.

[68] CK-12 Foundation: Epidermis. Acessível em: https://www.ck12.org. [acedido em 18 de setembro de 2019]

[69] Morête, A, Rodrigues, JC, PINTO, JF (2002). Fotoproteção. Revista Portuguesa de

Imunoalergologia, 9: 331-336.

[70] Zhang, R, Naughton, DP (2010). Vitamin D in health and disease: current perspectives. Nutrition

journal, 9: 65.

[71] Ferreira, ACFR (2013). Vitamina D (Master's thesis).

[72] Kechichian, E, Ezzedine, K (2018). Vitamin D and the skin: an update for dermatologists. American journal of clinical dermatology, 19: 223-235.

[73] Hoel, DG, Berwick, M, de Gruijl, FR, Holick, MF (2016). The risks and benefits of sun exposure 2016. Dermato-endocrinology, 8: 1248325.

[74] Pereira, LA, Luz, FB, Carneiro, CMMDO., Xavier, ALR., Kanaan, S, Miot, HA (2019). Evaluation of vitamin D plasma levels after mild exposure to the sun with photoprotection. Anais brasileiros de

dermatologia, 94: 56-61.

[75] Balk, SJ (2011). Ultraviolet radiation: a hazard to children and adolescents. Pediatrics, 127: 791- 817.

[76] Battie, C, Jitsukawa, S, Bernerd, F, Del Bino, S, Marionnet, C, Verschoore, M (2014). New insights in photoaging, UVA induced damage and skin types. Experimental Dermatology, 23: 7-12. [77] Ikehata, H, Ono, T (2011). The mechanisms of UV mutagenesis. Journal of radiation

research, 52: 115-125.

[78] Balk, SJ (2011). Ultraviolet radiation: a hazard to children and adolescents. Pediatrics, 127: 791- 817.

[79] Sánchez-Pérez, JF, Vicente-Agullo, D, Barberá, M, Castro-Rodríguez, E, Cánovas, M (2019). Relationship between ultraviolet index (UVI) and first-, second-and third-degree sunburn using the Probit methodology. Scientific reports, 9: 733.

[80] American Academy of Dermatology: How to treat sunburn. Acessível em: https://www.aad.org. [acedido em 19 de setembro de 2019].

[81] Polefka, TG, Meyer, TA, Agin, PP, Bianchini, RJ (2012). Effects of solar radiation on the skin. Journal of cosmetic dermatology, 11: 134-143.

[82] Nishisgori, C (2015). Current concept of photocarcinogenesis. Photochemical & Photobiological

Sciences, 14: 1713-1721.

[83] Bolognia, JL, Jorizzo JL, Schaffer, JV (2015). Luz Ultravioleta. Callen, JP, Cerroni, L, Heymann, WR, Hruza, GJ, Mancini, AJ, Patterson, JW, Rocken, M, Schwarz, T. Dermatologia. 3ª Edição. Elsevier, Rio de Janeiro, Brasil, 1458-1460.

[84] Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo: Melanoma. Acessível em: http://www.apcancrocutaneo.pt. [acedido em 19 de setembro de 2019].

[85] CUF: Carcinoma. Acessível em: https://www.saudecuf.pt. [acedido em 19 de setembro de 2019]. [86] Lucas, RM, Yazar, S, Young, AR, Norval, M, de Gruijl, FR, Takizawa, Y, et al (2019). Human health in relation to exposure to solar ultraviolet radiation under changing stratospheric ozone and climate. Photochemical & Photobiological Sciences, 18: 641-680.

[87] Gasparro, FP (2000). Sunscreens, skin photobiology, and skin cancer: the need for UVA protection and evaluation of efficacy. Environmental Health Perspectives, 108: 71-78.

[88] INFARMED: Relatório Protetores Solares. Acessível em: https://www.infarmed.pt. [acedido em 19 de setembro de 2019].

[89] DERM101: Choosing a Sunscreen. Acessível em: https://www.derm101.com. [acedido em 19 de setembro de 2019].

[90] Telofski, LS, Morello, AP, Mack Correa, MC, Stamatas, GN (2012). The infant skin barrier: can we preserve, protect, and enhance the barrier?. Dermatology research and practice, 2012: 1-18.

[91] American Cancer Society: Choose the Right Sunscreen. Acessível em: https://www.cancer.org. [acedido em 19 de setembro de 2019].

[92] BIODERMA: Como escolher o seu protetor solar. Acessível em: https://www.bioderma.pt. [acedido em 19 de setembro de 2019].

Dans le document The DART-Europe E-theses Portal (Page 116-127)