Introdução: A dor no membro fantasma é um processo fisiológico que se relaciona ao membro inexistente. Pacientes amputados podem evoluir a um quadro clínico de desconforto crônico, gerando algias no membro acometido, reduzindo sua qualidade de vida. Entretanto, tratamentos por agulhamento sistêmico, como acupuntura, podem inibir esses desconfortos. Objetivo Geral: Analisar a intervenção da acupuntura em indivíduos com dor no membro fantasma. Materiais e Métodos: Trata-se de uma revisão de literatura, na qual foram utilizados 19 artigos publicados em língua portuguesa, entre os anos de 2006 a 2012, analisados no período de fevereiro a abril de 2013. Utilizou-se a base de dados: Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), e referenciadas pelos descritores: Amputados; Membro fantasma; Imagem corporal. Desenvolvimento: O córtex cerebral possui um mapa sensorial das diversas regiões do corpo, onde se representa uma imagem interna de cada estrutura. Os neurônios aferentes e eferentes da via central permanecem ativos após uma amputação, resultando na dor do membro fantasma. Essa é uma reativação perceptiva da área relacionada ao membro ausente, dada pela interação de vários efeitos neurais. Neste sentido, a acupuntura atua induzindo, a liberação de vários neurotransmissores, entre outros, a serotonina. Esta, por sua vez, inibi a ação de canais energéticos que alteram a homesotase orgânica. Conclusão: A atuação da acupuntura nos membros fantasmas tem efeitos analgésicos, resultantes da inibição da atividade cortical encefálica, reduzindo a sintomatologia induzida pela amputação.
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OLIVEIRA, B.O. P.1 ; PEREIRA,M.S.1; LIRA.H.D.S.1; SILVA, B.F.1, 4; VIANA, M. T. 3,4
Graduandos do Curso de Bacharelado em Educação Física– Faculdade ASCES ¹ Graduando do Curso de Bacharelado em Fisioterapia – Faculdade ASCES ² Doutor em Nutrição/ Orientador – Docente da Faculdade ASCES³ Grupo de Pesquisa Em Saúde Pública (GPESP)4
REPERCUSSÕES DOS EXERCÍCIOS FÍSICOS NO TRATAMENTO DA OBESIDADE
Introdução: A obesidade é o principal distúrbio nutricional nas sociedades desenvolvidas, sendo caracterizada com uma doença multifatorial. Entre os fatores etiológico estão uma alimentação hipercalórica associada ao sedentarismo. Objetivo Geral: Analisar a prática da atividade física no tratamento da obesidade. Materiais e métodos: Trata-se de uma revisão de literatura, na qual foram utilizados artigos publicados em língua portuguesa e inglesa, entre os anos de 2009 a 2013, analisados no período de Fevereiro a Abril de 2013. Utilizou-se as bases de dados: Bireme, Lilacs, Pubmed e Scielo, e referenciado os descritores: Atividade motora; Obesidade; Dieta. Desenvolvimento: A obesidade é uma condição crônica e seu tratamento é a longo prazo. Dessa forma, deve-se associar uma dieta hipocalórica com a prática de atividade física. Além do efeito benéfico na redução da massa adiposa, pelo processo da lipólise que ativa o aumento da adenilciclase e diminuição da fosfodiesterase através dos receptores beta (β) das células. O exercício físico também atua nos fatores de risco cardiovascular, auxiliando na redução da pressão arterial, no controle da diabetes Mellitus e no aumento do HDL colesterol. No entanto, para serem efetivos, os exercícios deves ser realizados com duração e frequência adequadas. Conclusão: Os exercícios físicos repercutem metabolicamente no tratamento da obesidade.
OLIVEIRA, J. H. A.¹; CARNEIRO, R. C. B.¹; DANTAS, A. V. R. M.¹; SILVA, V. O.¹,³; SILVA, J. J.¹; VIANA, M. T ²,³ Graduandos do Curso de Bacharelado em Fisioterapia – Faculdade ASCES ¹ Doutor em Nutrição/ Orientador – Docente da Faculdade ASCES² ([email protected]) grupo de pesquisa de saúde publica (gpefp)³
A CRIOTERAPIA NO GANHO DE EXTENSIBILIDADE DOS MÚSCULOS
ISQUIOSTIBIAIS
Introdução: O uso da crioterapia é uma técnica que reduz a velocidade de condução nervosa. O alongamento com o músculo resfriado permite maior duração da extensibilidade, devido à diminuição do espasmo muscular. Objetivo geral: Verificar a extensibilidade com o uso da crioterapia no alongamento dos músculos isquiostibiais. Materiais e Métodos: Trata-se de uma revisão de literatura, na qual foram utilizados 16 artigos publicados em língua portuguesa, entre os anos de 2007 a 2012,analisados no período de fevereiro a abril de 2013. Utilizou-se as bases de dados: Scielo, Pubmed e Medline, referenciadas as palavras-chave: Crioterapia; extensibilidade, exercício físico. Desenvolvimento: Após a analise dos estudos selecionados verificou-se que tanto o alongamento, quanto o mesmo precedido de aplicação de crioterapia são igualmente eficazes no ganho de extensibilidade imediato. Contudo quando se trata do efeito prolongado a crioterapia apresenta maior eficácia na manutenção desse ganho de extensibilidade. Conclusão: Verificou-se que a crioterapia se mostrou eficaz no efeito prolongado da extensibilidade dos músculos isquiotibiais.
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SILVA, E, S, S¹; MOURA, L, E, S.¹;OLIVEIRA, A, J, S¹; SILVA, B.F¹ ;VIANA, M.T.² Bacharelando em Fisioterapia – Faculdade ASCES,Caruaru-PE¹; Doutor em Nutrição/ Orientador – Faculdade ASCES,Caruaru-PE²; [email protected]²
GINÁSTICA LABORAL NA SAÚDE DO TRABALHADOR
Introdução: A Ginástica Laboral (GL) quando sistemática, pode atenuar as repercussões causadas pelas doenças ocupacionais, minimizando as algias e melhorando a qualidade de vida dos trabalhadores. Objetivo Geral: Analisar os efeitos da ginástica laboral na saúde do trabalhador. Materiais e Métodos: Trata- se de uma revisão de literatura, na qual foram utilizados artigos publicados em língua portuguesa e inglesa, entre os anos de 2007 a 2012, analisados no período de fevereiro a abril de 2013. Utilizou-se as bases de dados: Lilacs, Pubmed e Scielo, e referenciado os descritores: Transtornos Traumáticos Cumulativos; Modalidades de Fisioterapia; Saúde do trabalhador. Desenvolvimento: As doenças ocupacionais estão relacionadas a transtornos traumáticos cumulativos, entre outros, desvios posturais e a falta de adaptação ergonômica das mobílias. Esses fatores proporcionam desgaste osteomioarticulares e prejudicam o estilo de vida do trabalhador, incapacitando-o para suas atividades laborais. Nesse sentido, a cinesioterapia laboral atua minimizando os encurtamentos musculares, aumentando a amplitude de movimento das articulações e distribuição do fluxo sanguíneo, além de previnir lesões ocupacionais. Esses aspectos tendem, a atenuar as repercussões causadas pelas atividades funcionais, melhorando a qualidade de vida do trabalhador. Conclusão: A ginástica laboral otimiza a funcionalidade do corpo e proporciona o bem estar físico e mental do trabalhador.
ANA KAROLINE DA SILVA PESSOA¹, DAIANY MARCELA LIRA DE LIMA¹, ELAINE CRISTINA SILVA DE ALBUQUERQUE¹, PAULA MONALISA DA SILVA¹, SÂMARA SUÉLLEN SILVA DE CARVALHO¹, FRANCISCO DE ASSIS DA SILVA SANTOS². Discente do curso de Fisioterapia da Faculdade Asces¹
Orientador, Professor da Faculdade Asces²
FISIOTERAPIA NA ATENÇÃO BÁSICA
Introdução: Assim como os demais profissionais da área da saúde, o fisioterapeuta tem a competência de atuar no desenvolvimento de programas voltados para a promoção de saúde e prevenção de riscos, ações que fazem parte da atenção básica. Objetivo Geral: A meta deste trabalho é demonstrar como ocorre a atuação do fisioterapeuta na atenção primária, propondo um aprofundamento sobre sua prática profissional neste cenário de atuação. Materiais e Métodos: Foram pesquisados artigos científicos e obras da literatura sobre saúde básica para conhecer os pontos de vista dos autores sobre qual deve ser o papel do fisioterapeuta em relação à atenção básica. Desenvolvimento: A partir da análise das informações coletadas, foram feitas comparações entre as opiniões dos autores no que diz respeito às atividades desenvolvidas pelos fisioterapeutas no contexto da atenção primária., foram feitas comparações entre as opiniões dos autores no que diz respeito às atividades desenvolvidas pelos fisioterapeutas no contexto da atenção primária. Conclusão: Os autores mantêm opiniões complementares sobre a atuação do fisioterapeuta e concordam que os profissionais de fisioterapia devem ter uma abordagem na saúde primária que vise atingir a população na sua coletividade.
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SOUSA, A. A. F¹; LIMA, L. R¹; SILVA, M. S. T¹; SOUZA, C. E. A² Acadêmicas do curso de Fisioterapia da Faculdade ASCES¹ Docente da Faculdade ASCES² Email: [email protected]