• Aucun résultat trouvé

ü Le codage par bit stuffing est désactivé à partir de cet instant

Este concelho tem evoluído ao longo dos tempos, sendo de salientar no seu desenvolvimento, em 1856, a chegada do comboio, no âmbito da abertura do primeiro troço de linha férrea do país - de Lisboa ao Carregado. Já próximo do final do século XIX, a industrialização cresceu nesta faixa do caminho-de-ferro, com, por exemplo, a indústria de produtos químicos, conhecida por "Fábrica da Póvoa", duas fábricas têxteis em Alhandra, ou ainda a fábrica de cimentos, fundada que, após sucessivas transformações, daria origem à actual fábrica da Cimpor. Em Vila Franca de Xira, no virar de século instalou-se a moagem industrial e ainda uma fábrica de cintas. A Alverca chegou, em 1918, o Parque de Material Aeronáutico que originaria as actuais Oficinas Gerais de Material Aeronáutico (OGMA) e que, pela dimensão da sua implantação, haveria de condicionar o ordenamento futuro da vila.

Contemporâneo da industrialização a que se assistiu no concelho de Vila Franca de Xira, em geral, e na freguesia de Alverca, em particular, foi um forte movimento cultural e associativo que se desenrolou na segunda metade do século XIX e que se viria a repercutir até à actualidade. Em 1874 era criada em Alverca a Sociedade Filarmónica de Recreio Alverquense.

Populações com diversíssimas origens povoam hoje o actual concelho de Vila Franca de Xira. Os migrantes da era industrial vieram um pouco de todo o país, com especial incidência para as proveniências do alto Ribatejo, Alentejo, Beiras e, com menos expressividade, Trás-os-Montes. A estes novos operários viriam juntar-se nos anos mais recentes trabalhadores de serviços e jovens oriundos da capital, arrastados na expansão desta até à periferia. Numa segunda vaga é de acrescentar os emigrantes oriundos das ex-colónias portuguesas que abandonam os respectivos países, no rescaldo da guerra nos anos 80 e 90 do século XX, em busca de melhores condições de vida. Na viragem de século, destacam-se os emigrantes de outros países, com grande evidência para os países de leste, que após o desmembramento da União Soviética e o término da "guerra fria” se deslocaram para o sul da Europa.

A cidade de Alverca

Alverca do Ribatejo é uma cidade com 22,503 km² de área e 29 086 habitantes (último censo de 2001). Alverca, demograficamente a mais populosa do concelho de Vila Franca de Xira, é uma cidade em desenvolvimento constante, designada "cidade verde" devido ao elevado número de espaços verdes e ruas arborizadas, cheia de novos atractivos.

É um grande ponto de passagem a nível ferroviário e automóvel. Os grandes atractivos da cidade são o Museu do Ar e a Igreja dos Pastorinhos, que encerra o segundo maior carrilhão da Europa e o terceiro do mundo. Existe ainda outro património histórico a ter em consideração como: o Castelo, o Pelourinho, o Marco da Légua, o Monumento ao 25 de Abril e

Também foi em Alverca que funcionou o primeiro aeroporto internacional português, denominado Campo Internacional de Aterragem, que serviu Lisboa até à inauguração do Aeroporto da Portela em 1940.

A proximidade relativa de Lisboa e o facto de ser encruzilhada de várias vias de comunicação (EN 10, Auto-Estrada do Norte, CREL, linha de caminho de ferro Lisboa - Azambuja e Norte) confere-lhe um papel polarizador de inúmeras actividades económicas, de onde tem resultado um imenso crescimento, traduzido também num acentuar de pressão demográfica que se reflecte, necessariamente, nas suas escolas.

(Informação adaptada do site da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira: www.cm-vfxira.pt e da Junta de Freguesia de Alverca: www.jf-alverca.pt)

Anexo 5 – Sintra

A vila de Sintra e o Concelho

Sintra talvez seja das vilas portuguesas a que melhor vive enquadrada e integrada na Natureza. Serra e vila são indissociáveis, a Sinta de hoje acompanha a serra na base das encostas, nos vales, nos arvoredos, adaptando-se a uma paisagem única pela sua vegetação variada e densa, pelos seus montes e penhas de espectacular beleza.

Sintra tem quase tudo para oferecer – dos vestígios pré-históricos ao castelo dos mouros, da imponente casa senhorial setecentista ao palácio real de concepção romântica, dos jardins aos luxuriantes parques naturais, dos panoramas soberbos e a perder de vista ao nevoeiro cerrado, da arquitectura conscientemente preservada (Sintra é Património da Humanidade desde 1995) à degradação e à ruína irreversíveis, dos passeios em charrette aos engarrafamentos de trânsito nos fins-de-semana de Verão, a sua gastronomia, os seus festivais de música e bailado, a sua feira de S. Pedro…

Hoje, Sintra é vila e sede de concelho, na sua área há grandes núcleos populacionais, a leste (como Algueirão-Mem Martins, Mercês, Rio de Mouro, Agualva-Cacém, Queluz), uma vasta zona rural a norte e a oeste e um parque industrial considerável, nomeadamente no campo das indústrias gráfica, extractiva e de produtos químicos.

De antiga estância de veraneio, a vila e arredores tem vindo a transformar-se, a pouco e pouco, em dormitório, um dos muitos que a macrocefalia da capital criou à sua volta e na sua dependência. Com ligação a Lisboa por uma via rápida e por caminho-de-ferro de intensa circulação, é esse o destino matinal diário da crescente população do concelho. Mas Sintra continua ainda a ser um local privilegiado, procurado pelo turismo devido às suas excepcionais características paisagísticas, históricas e às inúmeras iniciativas culturais que no seu seio de dinamizam: festivais de música, bailado e cinema, exposições e museologia, teatro, feiras. O Centro de Turismo, o Pelouro Cultural da Câmara Municipal, a Biblioteca e outros organismos públicos e privados têm-se vindo a revelar bastante activos, contribuindo para fazer de Sintra um importante centro de animação cultural.

Anexos 6

Documents relatifs