Chapitre V.- Du Gouvernement du Grand-Duché
Chapitre 9.- Des établissements publics de l’Etat et des organes
No levantamento florístico foram registradas: Chamaecrista
salvatoris Irwin & Barneby, (BRITTO et al., 1993; QUEIROZ,
2001; QUEIROZ; ARAÚJO, 2003; QUEIROZ, 2007), Mimosa
carvalhoi Barneby e Moldenhawera nutans L. P. Queiroz et
al. (BRITTO et al., 1993; QUEIROZ, 2001; QUEIROZ; ARAÚJO, 2003; QUEIROZ, 2007), espécies microendêmicas, ocorren- do apenas no norte da região metropolitana de Salvador (Figura 1). Além dessas, mais 15 espécies são provavelmen- te exclusivas das restingas do litoral norte até Sergipe:
Allagoptera brevicalyx Moraes (Figura 2); Bactris soeiroana
Noblick ex A. J. Hend (Figura 2); Byrsonima microphylla A. Juss; Calycolpus legrandi Mattos; Eriope blanchetti (Benth.) Harley; Erythroxylum leal-costae Plowman (Figura 3);
Euphorbia gymnoclada Boiss; Hohenbergia littoralis L. B.
Sm.; Kielmeyera argentea Choysy (Figura 3); Kielmeyera re-
ticulata Saddi; Marcetia ericoides (Spreng.) O. Berg ex Cogn.; Ouratea rotundifolia (Gardner) Engl; Poecilanthe itapuana
G. P. Lewis (Figura 3) e Stilpnopappus scaposus DC. Existem outras, no entanto, endêmicas da Bahia, mas não exclusivas da restinga, como Krameria bahiana B. B. Simpson.
Algumas espécies são consideradas raras como:
Annona salzamnnii A. DC, Brodriguesia santosii Cowan, Philodendron leal-costae Mayo & G. M. Barroso, Psidium amplexcaule Pers., Psydium bahianum Landrum & Funch, Scaevola plumieri (L.) Vahl e Tabebuia impetiginosa (Mart.
ex DC.) Standl. Enquanto outras espécies têm faixa restrita de distribuição: Attalea funifera Mart (Figura 2), Byrsonima
bahiana W. R. Anderson, Calycolpus legrandii Mattos (Figura
1), Duguetia moricandiana Mart., Encyclia dichroma (lindl.) Schltr., Euphorbia gymnoclada Boiss, Kielmeyera reticula-
ta Saddi, Macrolobium latifolium Vog., Marcetia ericoides
(Spreng.) O. Berg ex Cogn., Ouratea rotundifolia (Gardner) Engl., Protium bahianum Daly, Stilpnopappus scaposus DC., Syagrus schizophylla (Mart.) Glass., Vernonia ed-
mundoi G. M. Barroso e Waltheria cinerescens A. St.-Hil.
Ressalta-se a ocorrência de diversas espécies disjuntas como o Actinocephalus ramosus (Wilkstr.) Sano, Bonnetia
stricta (Nees) Nees & Mart., Epistephium lucidum Cogn., Marcetia ericoides (Spreng.) Berg. Ex Cogn., Phyllanthus klotzschianus Müll Arg. e Waltheria cinerescens, A. St.-
Hil. que ocorrem na Chapada Diamantina e Restinga e
pares vicariantes como Allagoptera
arenaria (Gomes) Kuntze e A. brevi- calyx Moraes que estão separadas
pela Bahia de Todos os Santos (supo- mos que a baia constitua uma barreira geográfica). Segundo Anderson (1982),
Byrsonima bahiana W. R. Anderson está
relacionada com espécies ocorrentes em dunas do Rio Negro (AM), citando como distribuição disjunta com a res- tinga da Bahia; Psidium amplexicaule Pers, ocorre na restinga brasileira e no Caribe (informações pessoais L. R. Landrum) e Brodriguesia santosii R. S. Cowan pertence a um gênero endêmico formando pequenas populações em áreas disjuntas das restingas da Bahia (informações pessoais dos autores).
ESPÉCIES AMEAÇADAS DE EXTINÇÃO
Algumas espécies pertencem a listas de espécies ameaçadas (IUCN Red List e Fundação Biodiversitas): Eriope blan-
chetii (Benth.) Harley, Erythroxylum leal- -costae Plowman (Figura 1), Heteropterys alternifolia W. R. Anderson, Hohenbergia littoralis L. B. Sm, Melocactus violaceus
Pfeiff subsp. margaritaceus N. P. Taylor (Figura 1), Jacquinia armillaris Mez. e
Pouteria grandiflora (A. DC.) Baehni.
ESPÉCIES INDICADORAS DE ALTERAÇÕES AMBIENTAIS
A vegetação é uma forte ferramenta para avaliar o estado de conservação de uma área. As espécies vegetais encon- tradas, juntamente com a estrutura da vegetação, são condições indicadoras de áreas preservadas ou em processo de antropização. Quando este processo ocorre é comum a presença de espé- cies ruderais e exóticas invasoras, que
muitas vezes causam o deslocando de espécies nativas e a disseminação de doenças.
Nas pesquisas de campo realizadas pelos autores foram encontradas as seguintes espécies ruderais Cnidoscolus
urens (L.) Arthur (cansanção), Crotalaria retusa L (cascave-
leira) e Solanum paniculatum L (jurubeba). Foram também registradas espécies exóticas: Elaeis guineensis Jacq. (den- dezeiro), espécie invasora subespontânea disseminada por
Fonte: Elaboração dos autores.
aves e mamíferos, colonizando prin- cipalmente as proximidades de áreas úmidas; Mangifera indica L. (mangueira) foi encontrada na restinga arbórea de Sauípe, Arembepe e outras áreas bas- tante antropizadas; Acacia mangium Willd (acácia), espécie madereira de propagação subespontânea; Panicum Figura 1. Espécies ocorrentes nas restingas do litoral norte da Bahia. Endêmicas: (A) Fabaceae, Moldenhawera
nutans L.P.Queiroz et al.; (B) Fabaceae, Chamaecrista salvatoris Irwin & Barneby. Rara: (C) Myrtaceae, Calycolpus legrandii Mattos. Ameaçada de extinção: (D) Cactaceae, Melocactus violaceus subsp. margaritaceus N.P.Taylor
(A) Syagrus schizophylla (Mart.) Glassman; Attalea funifera Mart.: (B) inflorescência. E (C) frutos; (D) Bactris soeiroana Noblick ex A.J.Hend.; (E) Allagoptera brevicalyx Moraes
Figura 3. Espécies restritas as restingas do litoral norte. (A) Poecilanthe itapuana G.P.Lewis, flores polinizadas por abelha; (B) Fruto imaturo de P. itapuana; (C) Fruto de Erythroxylum leal-costae Plowman. (D) Inflorescência de
Kielmeyera argentea Choysy
Figura 4 – Potencial econômico e ecológico das espécies ocorrentes nas restingas do litoral norte da Bahia
Fonte: Elaboração dos autores. Fonte: Elaboração dos autores.
maximum Rochst. ex A. Rich. e Ricinus comunis L. (mamo-
na), invasora de diversas culturas; Terminalia catappa L (amendoeira), resistente às condições salinas e espécies invasoras como Argemone mexicana L., Calotropis pro-
cera (Aiton) W. T. Aiton (algodão-de-seda), Leucaena leu- cocephala (Lam.) De Wit (leucena), Jatropha spp (pinhão).
RELAÇÃO FLORA-FLORA E FLORA-FAUNA
Vale ressaltar que a vegetação de restinga possui algumas plantas de grande importância para a fauna local servindo como alimento, abrigo e recursos florais para polinizadores. Diversas espécies de Myrtaceae tem frutos atrativos para aves e mamíferos, que são dispersores de semen- tes de muitas espécies; o cajueiro (Anacardium occiden-
tale L.) fornece alimento para diversos animais, inclusive
mamíferos terrestres de grande porte; outros exemplos:
Adira nitida Mart. ex Benth., para morcegos; Cecropia spp,
para pássaros; Chrysobalanus icaco L., para mamíferos;
Coccoloba spp, para mamíferos e aves; Hancornia specio- sa Gomes, para aves e mamíferos; Pilosocereus pentae- drophorus (Cels) Byles & Rowley e Protium heptaphyllum
(Aubl.) Marchand, para aves; Manilkara spp, Psidium spp,
Tapirira guianensis Aubl. e Vitex cymosa Bertero ex Spreng.
para aves e mamíferos. A vegetação é também importante no fornecimento de abrigo, como as moitas, e no forneci- mento de néctar no processo de polinização.
ESPÉCIES DE INTERESSE ECONÔMICO (ORNAMENTAL, PAISAGÍSTICO, COMESTÍVEL, MADEIREIRO E MEDICINAL)
Várias espécies possuem potencial alimentar (40), 88 possuem potencial medicinal, 16 são consideradas ma- deireiras, 30 melíferas e cinco utilizadas no artesanato, além de centenas com potencial ornamental (Figura 4). Algumas espécies, como a sucupira (Bowdichia virgilioides Kunth), o angelim (Andira nitida Mart. ex Benth), a guabi- roba (Campomanesia dichotoma (O.Berg) Mattos), o jita- í-peba (Brodriguesia santosii Cowan ) e a massaranduba (Manilkara subsericea (Mart.) Dubard), apresentam potencial madeireiro. Diversas espécies podem ser utilizadas como alimento, mas são muito pouco conhecidas da população em geral, a exemplo do araticum (Annona salzmannii
A.DC. ), guajiru (Chrysobalanus ica-
co L.), mangaba (Hancornia speciosa
Gomes), massaranduba (Manilkara
subsericea (Mart.) Dubard, massaran-
duba-de-praia (Manilkara salzmannii (A.DC.) Lam), murici (Byrsonima spp) e umiri (Humiria balsamifera (Aubl.) A. St. Hil). Ocorrem aí muitas espécies com potencial paisagístico/ornamental para a orla marítima devido às suas espécies já estarem adaptadas a es- ses ambientes.
Para um trabalho realizado em uma área de apenas 46 ha em Sauípe, foram registradas 109 espécies com esse potencial (QUEIROZ, 2007). Dentre várias, no local estudado podem ser destacadas: Acosmium bijugum (Vogel) Yakovlev, Actinocephalus ramosus (Wikstr.) Sano (Figura 2), Alibertia edu-
lis (Rich.) A. Rich., Andira nitida Mart.
ex Benth., Annona glabra L., Annona
salzmannii A. DC., Anthurium affi- ne Schott., Anthurium longipes N. E.
Brown, Bowdichia virgilioides Kunth,
Byrsonima spp, Campomanesia dicho- tona (O. Berg.) Mattos, Chamaecrista salvatoris (Irwin & Barneby) Irwin
& Barneby, Chrysobalanus icaco L.,
Coccoloba laevis Casar., Connarus blanchetii Planch., Curatella america- na L., Encyclia dichroma (Lindl.) Schltr., Epidendrum cinnabarinum Salzm., Erythroxylon leal-costae Plowman, Guapira pernambucensis (Casar.)
Lundell, Hancornia speciosa Gomes,
Hohenbergia littoralis L. B. Sm., Humiria balsamifera (Aubl.) J. St.-Hil., Hybanthus calceolaria (L.) Oken, Mandevilla sca- bra K. Schum., Manilkara salzmanii
(A. DC.) Lam., Manilkara subsericea (Mart.) Dubard, Pavonia cancellata (L. f.) Cav., Protium heptaphyllum (Aubl.) Marchand, Psidium amplexicaule Pers,
Pterolepis edmundoi Brade & Markgraf., Stigmaphyllon paralias A. Juss., Ternstroemia brasilien- sis Camb., Vanilla bahiana Hoehne, Vellozia dasypus Seub. e Vitex cymosa Bertero ex Spreng.
Conclusão
Foram registradas três espécies microendêmicas e sete incluidas na lista de espécies ameaçadas de extinção, possuindo grande riquesa quando comparando ao número total de espécies registradas para restingas em todo o Brasil (1.598 espécies). Muitas destas espécies são utilizadas pelas comu- nidades locais, constituindo uma importante fonte de renda para estas comunidades. Do ponto de vista ecológico, as espécies vegetais constituem a base das cadeias alimentares de diversas es- pécies da fauna, residentes ou migratórias, fornecendo alimento e abrigo, o que já seriam motivos suficientes para a sua conservação.
Infelizmente, estes ecossistemas vêm sendo ameaçados pela especulação imobiliária, princi- palmente porque ocorre em áreas de grande beleza cênica e alto valor econômico. Soma-se a esse problema, a retirada da areia para construção civil, utilização de veículos automotivos para pas- seios, e expansão de áreas de cultivo (coco, pinus e eucalipto), pecuária de subsistência, retirada de plantas ornamentais e madeira para lenha. Falta uma política pública voltada para proteção deste ecossistema, com a criação de unidades de conservação de uso restrito.
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