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Vigor e produtividade de cultivares de café nas montanhas do ES.

Vigor e produtividade de cultivares de café nas montanhas do ES.

VIGOR E PRODUTIVIDADE DE CULTIVARES DE CAFÉ NAS MONTANHAS DO ES C.A. Krohling –Engº Agrº Autônomo - cesar.kro@hotmail.com , J. B. Matiello, S.R. Almeida – Engº.Agrº. MAPA/PROCAFÉ – eC. C. K. Krohling, Administrador Na implantação de áreas novas ou renovação de lavouras de café é necessário uma avaliação criteriosa das características vegetativas e produtivas dos diversos materiais genéticos registrados; observar resistência ou tolerância às doenças e a seca e ainda as condições edafoclimáticas locais. Trabalhos de pesquisa têm demonstrado que no sistema de plantio adensado ocorre aumento da produtividade, redução dos custos de produção e maior retorno de curto prazo dos investimentos na implantação da lavoura; o que é importante para os produtores de economia de base familiar, como ocorre na Região de Montanhas do estado do Espírito Santo.
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Produtividade de três safras de espécies e cultivares de café na região de montanhas do ES.

Produtividade de três safras de espécies e cultivares de café na região de montanhas do ES.

O objetivo deste estudo foi avaliar o comportamento de novas cultivares/seleções de cultivares e espécies de café na produtividade, infecção de ferrugem e vigor vegetativo na Região de Montanhas dos ES de acordo com as 03 diferentes épocas de maturação dos frutos. O ensaio está sendo conduzido no Município de Marechal Floriano, na localidade de Santa Maria de Marechal, no “Sítio Caiçá”, em um Latossolo Vermelho Amarelo a 670 metros de altitude. A lavoura foi implantada em uma área de renovação no espaçamento de 2,5 x 1,0 metros em abril/2011. O delineamento experimental é de blocos ao acaso, com 16 tratamentos (genótipos/seleções - Tabela 1), sendo 4 repetições, com 10 plantas por parcela, sendo avaliadas 6 plantas centrais. Os tratos culturais adotados para foram 3 adubações (out., dez., e mar.) de acordo com análise de solo; uma capina manual (janeiro); duas capinas químicas com o princípio ativo glyfosate em novembro e abril e duas aplicações foliares com micronutrientes (B, Cu, Mn e Zn) em setembro e dezembro. A colheita foi realizada de forma manual usando peneira. Amostras médias de 2,0 litros de café colhido foram retiradas e pesadas, secadas em terreiro, descascadas e feitas o rendimento (gramas de café beneficiado/peso total da amostra seca) para determinação da produtividade (sacas de 60 Kg/ha). As avaliações de vigor foram realizadas através de notas de 0 a 10 pelo aspecto visual no campo. O percentual de infecção de ferrugem foi avaliado no terço médio e em 10 ramos produtivo/pl, em 6 plantas por parcela, avaliando fls. do 3º ou 4º par .. Para a análise estatística da produtividade, produtividade média, da percentagem de ferrugem e do vigor vegetativo foi aplicado a ANOVA e o teste de Scott-Knott ao nível de 5% de significância utilizando o programa Sisvar.
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Custo de produção de café arábica nas montanhas.

Custo de produção de café arábica nas montanhas.

CUSTO DE PRODUÇÃO DO CAFÉ - MONTANHAS DO ES Descrição Produtividade 15 a 20 Sacas/há 21 a 30 Sacas/há 31 a 40 Sacas/há Unidade Custo (R$) % Custo (R$) % Custo (R$) % Insumos R$/Sc 1581,58 26,80 2507,45 30,50 3330,25 33,00

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Características sensoriais de cultivares de café na Região de Montanhas do Estado do Espírito Santo, Brasil.

Características sensoriais de cultivares de café na Região de Montanhas do Estado do Espírito Santo, Brasil.

Nas colheitas de 2017 e 2018 foram coletadas amostras para realização da avaliação sensorial da bebida do café; Frutos cerejas (20L/parcela), localizados nos três terços das oito plantas centrais das parcelas foram colhidos em peneira de forma manual e seletiva;

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Estudo de cultivares de café arábica em regiões frias e úmidas.

Estudo de cultivares de café arábica em regiões frias e úmidas.

O estudo está sendo conduzido no Município de Marechal Floriano, na localidade de Santa Maria de Marechal, no “Sítio Santa Maria”, a 703 metros de altitude em solo LVA. A lavoura foi plantada em 2002 com espaçamento de 2,5 x 0,70 m, ou seja, com uma população de 5.714 plantas por hectare e foi recepada em 2014. O delineamento experimental é de blocos ao acaso, com 31 tratamentos (cultivares/linhagens), sendo 5 repetições, com 7 plantas por parcela, totalizando 35 plantas por tratamento.. As cultivares/linhagens em avaliação estão relacionadas na Tabela 1. Os tratos culturais adotados para a safra 2017 foram 03 adubações (Nov., Fev. e Abr.) de acordo com análise de solo; 01 capina manual (janeiro); 02 capinas químicas com o princípio ativo glyfosate em novembro e abril; 02 roçadas mecânicas, controle de bicho mineiro com o ativo thiamethoxam na dose de 1,2 Kg/ha aplicado no solo via “drench” e três aplicações foliares com micronutrientes (B, Cu, Mn e Zn) em setembro e dezembro. Não foi realizado controle de ferrugem específico, somente a aplicação do micronutriente Cobre (Cu) via foliar. A colheita foi realizada de forma manual usando peneira. Para a avaliação da produtividade, amostras médias de 2,0 Kg de café colhido foram retiradas e pesadas, secadas em terreiro, descascadas e feitas o rendimento (gramas de café beneficiado/peso total da amostra seca) para determinação da produtividade (sacas de 60 Kg/ha). As avaliações de vigor foram realizadas através de notas de 0 a 10 pelo aspecto visual no campo. Para a análise estatística da produtividade e do vigor vegetativo foi realizada a ANOVA e o teste de Scott-Knott ao nível de 5% de significância com o auxílio do programa SISVAR (Ferreira, 2011).
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Características sensoriais de cultivares de café na Região de Montanhas do Estado do Espírito Santo, Brasil.

Características sensoriais de cultivares de café na Região de Montanhas do Estado do Espírito Santo, Brasil.

KEY WORDS: sensory quality, drink, edaphoclimatic conditions, genotypes. INTRODUÇÃO O cultivo de café nas regiões de Montanhas representa o segundo maior sistema de cultivo com área aproximada de 610 mil ha (Matiello, et al., 2016) e a qualidade sensorial da bebida do café é variável de acordo com o local de produção e o material genético. Essa característica é resultado de vários fatores, tais como topografia, solo, clima e a própria planta (Aggelopoulou, et al., 2010) e a altitude tem grande influência sobre a qualidade da bebida do café (OIC, 1991). Cultivares tradicionais como Catuaís e Mundo Novo constituem a grande maioria do parque cafeeiro do Brasil e têm características de alto vigor e qualidade de bebida. Porém, novas cultivares com tolerância/resistência à ferrugem ainda precisam ser testadas nas diversas regiões para avaliação das características agronômicas e da qualidade da bebida para a sustentabilidade da atividade cafeeira, principalmente para pequenos agricultores.
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Controle de doenças e produtividade em cafeeiros com uso de formulações fungicidas aplicadas via canhão atomizador, na região de montanhas do ES.

Controle de doenças e produtividade em cafeeiros com uso de formulações fungicidas aplicadas via canhão atomizador, na região de montanhas do ES.

A principal medida de controle da doença consiste na aplicação de fungicidas, principalmente os triazois, em épocas definidas (Zambolim et al., 1999). A utilização de mais de um ativo no mesmo ano agrícola, combinado especialmente como as estrobilurinas tem apresentado melhor eficiência de controle (Matiello et al., 2010). Porém, o controle químico precisa ser constantemente aperfeiçoado buscando mais eficiência e economia. Assim, a proposta deste estudo foi avaliar 3 diferentes fungicidas: Opera®, Abacus® HC e a nova mistura BAS 702 00F (mistura tripla- estrobilurina+ triazol+carboxamida) quando aplicados preventivamente nas folhas via canhão atomizador na produtividade, no controle da ferrugem e da cercosporiose, no vigor vegetativo do cafeeiro e comparar com Opera® e Abacus® HC, fungicidas já recomendados para a cultura do café.
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Resultados de tipos de poda em café arábica nas montanhas do ES.

Resultados de tipos de poda em café arábica nas montanhas do ES.

Resultados e conclusões Os resultados obtidos para a produtividade (Sc/Ha) de 2016 e da média de duas safras (2015 e 2016); % de infecção da ferrugem e do vigor vegetativo para a safra de 2016 mostraram diferenças significativas, apresentados na Tabela 1 pelo teste de Tukey ao nível de 5% de significância.

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Produtividade de plantas de café conilon de diferentes níveis de vigor vegetativo e severidade da ferrugem.

Produtividade de plantas de café conilon de diferentes níveis de vigor vegetativo e severidade da ferrugem.

ferrugem, visto que o controle genético constitui o método mais econômico e eficiente no manejo dessa doença. Este trabalho objetivou estudar a relação entre a severidade da ferrugem, o vigor vegetativo e a capacidade produtiva de plantas de café conilon. O experimento foi realizado na Fazenda Experimental de Bananal do Norte (INCAPER), localizada em Cachoeiro de Itapemirim, no sul do Estado do Espírito Santo. Foram avaliadas as produtividades de 20 combinações entre 4 níveis de vigor vegetativo e 5 níveis de severidade da ferrugem. O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados com 4 repetições e 5 plantas por parcela experimental. Verificou-se a formação de cinco grupos de médias homogêneas para as combinações e ajustou-se as médias a um modelo de superfície de resposta. As combinações entre os níveis de vigor vegetativo e severidade da ferrugem influenciaram a produtividade do cafeeiro conilon nas condições avaliadas. O fator vigor vegetativo foi mais limitante que o fator severidade da ferrugem na determinação da produtividade de plantas de café conilon.
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Competição nacional de cultivares/progênies de café na Região de Montanas do ES.

Competição nacional de cultivares/progênies de café na Região de Montanas do ES.

Para a maturação precoce os 03 materiais testados apresentam até essa safra média de 21,8 Sc/ha, sendo o mais produtivo o Maracatiá. De maturação média estamos avaliando 23 genótipos e que tem produtividades que variam entre 26,5 (Catucaí V. tolerante à Xylella) até 40,9 Sc/ha (Catucaí A. 24/137 – Sel Jaguaraí), sendo que vários desses materiais já vem sendo plantados em escala comercial nas regiões cafeeiras em razão da sua boa produtividades e adaptação, tolerância/resistência à ferrugem e bom vigor vegetativo. Para maturação tardia temos 10 genótipos que tiveram produtividades médias de 07 safras que variaram entre 27,6 (M- 54, ou seja, Seleção Mauricinho) até 45,7 Sc/ha (Catucaí V. 19/08- seleção José Stockl). Os destaques neste grupo são o Catucaí V. 19/08 e o Sabiá Cv. 398, que tem bom vigor e resistente à ferrugem. De maturação muito tardia todos os 04 materiais testados tem apresentado boas produtividades médias e são todos Acauã e/ou seleções. Se destacam também pela resistência à ferrugem e alto vigor vegetativo.
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Desempenho de progênies de café arábica na Região de Montanhas do Estado do Espírito Santo.

Desempenho de progênies de café arábica na Região de Montanhas do Estado do Espírito Santo.

Coffea arabica com características de elevada produção e qualidade, homogeneidade de maturação, precocidade, resistência á ferrugem e outras doenças de importância, melhor arquitetura de planta; e selecionar cultivares de melhor performance para o sistema adensado, entre outras. O cafeeiro “arábica” por apresentar comportamento predominantemente autógama, não manifesta efeito desfavorável das autofecundações sucessivas sobre o vigor e a produtividade das planta. Por esta razão, os materiais comerciais de C. arabica, são geralmente linhagens ou progênies autofecundadas em gerações mais avançadas, uniformes quanto a expressão dos caracteres agronômicos (THOMAZIELLO, et al., 2000). Este trabalho objetiva avaliar e selecionar progênies avançadas de café arabica com alta produtividade e características agronômicas desejáveis, adaptados a região Serrana do Espírito Santo.
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Controle de doenças do cafeeiro via canhão atomizador com o uso de formulações fungicidas combinando Epoxiconazole, Pyraclostrobina e Carboxamida nas Montanhas do ES.

Controle de doenças do cafeeiro via canhão atomizador com o uso de formulações fungicidas combinando Epoxiconazole, Pyraclostrobina e Carboxamida nas Montanhas do ES.

5. CONCLUSÕES 1- Podemos concluir que os três fungicidas aplicados via canhão atomizador em duas épocas apresentaram boa produtividade e boa cobertura de proteção para a ferrugem e cercosporiose do cafeeiro e apresentam bom vigor vegetativo no campo prometendo boa safra para o ano seguinte.

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Avaliação do vigor vegetativo de variedades de café após a recepa baixa.

Avaliação do vigor vegetativo de variedades de café após a recepa baixa.

Este estudo objetivou avaliar o vigor vegetativo após uma recepa baixa, em variedades/seleções de café arábica, com resistência à ferrugem, nas condições da Região de Montanhas do ES. O trabalho está sendo conduzido no município de Marechal Floriano, na localidade de Santa Maria de Marechal, no “Sítio Santa Maria”, localizado nas coordenadas geodésicas S 20º 26’ 33,8’’ e W 40º 46’ 47,1’’, com 703 metros de altitude. A avaliação do vigor das plantas foi efetuada sobre um experimento de variedades resistentes à ferrugem, com delineamento experimental de blocos ao acaso, com 31 tratamentos (variedades/linhagens), com 4 repetições e 7 plantas por parcela, totalizando 28 plantas por tratamento. O plantio do café desse experimento foi feito em abril de 2002, no espaçamento éde 2,5 x 0,70 m. O solo é um Latossolo Vermelho Amarelo – LVA.
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Germinação e vigor de sementes de café submetidas ao estresse com alumínio.

Germinação e vigor de sementes de café submetidas ao estresse com alumínio.

diferença significativa entre as concentrações estudadas para a cv. Catuaí Amarelo IAC 86, evidenciando que o alumínio prejudica a germinação da cv. Apoatã. Essa diferença entre as duas cultivares em relação aos níveis de alumínio sugere a existência de algum mecanismo de tolerância nas sementes da cultivar Catuaí Amarelo IAC 86. Diversos mecanismos bioquímicos têm sido propostos para explicar a tolerância ao alumínio em plantas. No caso da tolerância interna, à raiz, de acordo com ABICHEQUER et al. (2003), são citadas: a ação de polipeptídeos do citoplasma como moléculas quelantes; a existência de enzimas, cuja atividade não é prejudicada pelo alumínio e a eliminação do alumínio do ambiente celular por compartimentalização no vacúolo. E, de acordo com LARCHER (2000), os compostos de alumínio são facilmente solubilizados em condições ácidas atuando sobre o metabolismo de minerais e sobre o vigor das plantas.
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Custo operacional de podas em café arábica na região das montanhas e do Caparaó do Espírito Santo.

Custo operacional de podas em café arábica na região das montanhas e do Caparaó do Espírito Santo.

A produtividade baixa do cafeeiro associada a alto custo da mão-de-obra compromete a sustentabilidade da cafeicultura de Montanhas. Nas últimas décadas, foi incentivado tecnicamente o adensamento das lavouras de café arábica nas Regiões de Montanhas do estado do Espírito Santo, visando principalmente o aumento da produtividade. Entretanto, houve também a necessidade de interferência, com a operação da poda, mais cedo nas lavouras, para diminuir o fechamento e a altura dessas para execução dos tratos culturais, principalmente a colheita que é a operação mais onerosa. A poda no cafeeiro só deve ser aplicada após a observação da sua real necessidade por um técnico especialista. Sabe-se que após vários ciclos de produção a lavoura não podada tende ao decréscimo da produtividade, porém, também deve-se ter o cuidado com qual tipo de poda adotar em cada caso, já que vários estudos mostram que a poda excessiva ou inadequada, também leva à perda da produtividade da lavoura.
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Controle de doenças do cafeeiro com fungicidas via canhão atomizador nas montanhas do ES.

Controle de doenças do cafeeiro com fungicidas via canhão atomizador nas montanhas do ES.

Tabela 3. Resultados do ataque da Cercosporiose do cafeeiro em função da distância do carreador após aplicação de fungicidas via canhão atomizador em duas diferentes épocas em café arábica, variedade Catuaí V. IAC-44, em Marechal Floriano- ES. Tratamentos Doses Épocas Vigor % Cercosporiose–Distância(metros)

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Poda programada de ciclo promovem aumento na produtividade em cafeeiros arábica nas Regiões de Montanhas.

Poda programada de ciclo promovem aumento na produtividade em cafeeiros arábica nas Regiões de Montanhas.

PODA PROGRAMADA DE CICLO PROMOVEM AUMENTO NA PRODUTIVIDADE EM CAFEEIROS ARABICA NAS REGIÕES DE MONTANHAS A. C. VERDIN (Doutorando em Produção Vegetal UENF - Pesquisador do Incaper); S. J. FREITAS (Professor PhD do Programa de pós-graduação em produção vegetal - UENF); A. F. A. FONSECA & M. A. G. FERRÃO (Pesquisador da Embrapa/Incaper - www@incaper.es.gov.br); C. H. P. VENTURIM & G. H. PEREIRA (Eng o . Agr o . - Heringer/CEPEC); M. A. TOMAZ (P hD Professor CCAE/UFES); M. F. SOUZA (Doutorando em Produção Vegetal CCAE/UFES Extensionista Incaper; P. S. VOLPI (Pesquisador, Incaper, Marilândia-ES); S. C. P. POSSE (D. Sc. Pesquisadora do Incaper ); D. B. VIÇOSI (Técnico - Bolsista do CBP&D-Café/INCAPER)
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Pragas e doenças em cultivares de café arábica : Região do Caparaó, Montanhas do Espírito Santo.

Pragas e doenças em cultivares de café arábica : Região do Caparaó, Montanhas do Espírito Santo.

Ações desenvolvidas pelos programas ‘Café das Montanhas do Espírito Santo’ e 'Renovar Arábica' têm propiciado significativo aumento na produtividade do café arábica no Estado do Espírito Santo desde a safra 2010/2011atingindo cerca de 18sc beneficiadas por hectare. Os padrões de qualidade também têm melhorado, gerando maior volume de cafés superiores. O programa ‘Renovar Arábica’ inclui ações para renovação e revitalização das lavouras. Dentre estas se encontram a introdução de novas cultivares de café, recomendação de melhores e adequados níveis de adubação e o correto manejo fitossanitário com a finalidade de evitar perdas na produtividade e maximizar a produção de café, também são observados como itens chaves para o sucesso desse programa. O objetivo desse trabalho foi monitorar a incidência de pragas e doenças em cultivares de café introduzidas na região como suporte fitossanitário ao referido programa, visando estabelecer a necessidade de intervenção para controle de bicho mineiro, ferrugem, cercóspora e phoma. O trabalho foi conduzido em lavoura comercial com cinco cultivares de café arábica: Rubi, IAC-62, IAC-86, Paraíso e Tupi, implantadas no espaçamento de 2,80 x 0,80 m, em declividade aproximada de 40%, altitude de 820 m, propriedade de Lenilson Vargas de Oliveira, comunidade de Cafarnaum, município de Ibatiba, ES. Talhões com cerca de 500 plantas de cada cultivar foram utilizados. 'Rubi', 'IAC-62', 'IAC-86' e 'Paraíso' foram plantadas em 03 de abril e 'Tupi” em 25 de novembro de 2009. Não foi utilizado controle químico para pragas e doenças durante a condução do experimento. A avaliação foi realizada através da coletada de 100 folhas por talhão, correspondentes ao 3º e 4º pares de folhas, acondicionadas em sacos de papel e levadas aos Laboratórios de Entomologia e Fitopatologia do Centro Regional de Desenvolvimento Rural Centro Serrano (CRDR-CS), do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), onde se procedeu às avaliações das folhas atacadas e de folhas com ‘minas vivas’ de bicho mineiro, bem como a incidência de ferrugem, mancha de cercóspora e de phoma.
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Avaliação de cultivares de café arábica na Região de Montanhas do ES.

Avaliação de cultivares de café arábica na Região de Montanhas do ES.

Tabela 1. Produtividade (sc/ha), % de infecção da ferrugem e vigor vegetativo na safra de 2012 e média de 09 safras (2005-2012) de 31 Cultivares/linhagens de café arábica com 3 diferentes épocas de maturação em Santa Maria de Marechal Floriano – Região de Montanhas do ES.

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Comportamento de especies e cultivares de cafe nas montanhas do ES.

Comportamento de especies e cultivares de cafe nas montanhas do ES.

O objetivo deste estudo foi avaliar o comportamento inicial de novas cultivares/progênies e espécies de café na produtividade e vigor vegetativo na Região de Montanhas dos ES de acordo com as 5 diferentes épocas de maturação dos frutos. O estudo está sendo conduzido no Município de Marechal Floriano, na localidade de Santa Maria de Marechal, no “Sítio Caiçá”, em um LVA, a 670 metros de altitude. A lavoura foi implantada, emabril/2011,em área de renovação, no espaçamento de 2,5 x 1,0 m,. O delineamento experimental é de blocos ao acaso, com 16 tratamentos (cultivares/progênies - tabela 1), sendo 4 repetições, com 10 plantas por parcela, sendo avaliadas 6 plantas centrais. Os tratos culturais adotados para foram 3 adubações (out., dez., e mar.) de acordo com análise de solo; 1 capina manual (janeiro); 2 capinas químicas com o princípio ativo glyfosate em novembro e abril e três aplicações foliares com micronutrientes (B, Cu, Mn e Zn) em setembro e dezembro. A colheita foi realizada de forma manual usando peneira. Amostras médias de 2,0 litros de café colhido foram retiradas e pesadas, secadas em terreiro, descascadas e feitas o rendimento (gramas de café beneficiado/peso total da amostra seca) para determinação da produtividade (sacas de 60 Kg/ha). As avaliações de vigor foram realizadas através de notas de 0 a 10 pelo aspecto visual no campo. Para a análise estatística da produtividade, produtividade média e do vigor vegetativo foi aplicado a ANOVA e o teste de Scott-Knott ao nível de 5% de significância utilizando o programa SISVAR.
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