Haut PDF Viabilidade econômica de utilização do lodo de esgoto na agricultura.

Viabilidade econômica de utilização do lodo de esgoto na agricultura.

Viabilidade econômica de utilização do lodo de esgoto na agricultura.

u ma adaptação dessa dinâmica ao projeto poderia ser calculada pelo valor do benefício gerado ao produtor rural, portanto o valor agregado à Cesan diante dos riscos ambientais inerentes à atividade de Saneamento. Partindo-se de uma simplificação, foi calculado o benefício mínimo ao produtor rural, ao custo de R$ 66,00 a tonelada de biossólido com a implantação de todo o projeto. Sendo assim, há um benefício gerado ao produtor em torno de um 1/3 em relação aos custos atuais médios na utilização de adubos e fertilizantes. Esses valores foram calculados durante toda a vida útil do projeto e trazidos a valor presente pela taxa requerida do setor de saneamento. Chegou-se a um valor de R$ 28,95 milhões. Este valor representa uma estimativa mínima para o valor econômico agregado de mitigação ambiental. As práticas desse tipo de avaliação são ainda bem incipientes, mas tentam traduzir tendências futuras de incorporação de valor, que poderia ser agregado tanto na avaliação de imagem ou na marca da empresa, como, possivelmente, na integralização futura de ativos, diante da tendência de uma maior sofisticação dessas avaliações ou da inclusão de novas medidas e exigências regulatórias. Ressalta-se que a terceirização da destinação de lodos em aterros sanitários não isenta a Cesan das responsabilidades e punibilidades previstas na legislação, em caso de acidentes ou mau uso das práticas ambientais.
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Aspectos legais de utilização do lodo de esgoto na agricultura.

Aspectos legais de utilização do lodo de esgoto na agricultura.

resolução conama n o 375, de 29 de agosto de 2006 o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), para definir os critérios e procedimentos de uso agrícola de lodos de esgoto gerados em estações de tratamento de esgoto sanitário e seus produtos derivados, considerou que a produção de lodos de esgoto é uma característica intrínseca dos processos de tratamento de esgotos e tende a um crescimento no mínimo proporcional ao crescimento da população humana. A solução para sua disposição é medida que se impõe com urgência. Como o lodo de esgoto constitui fonte de matéria orgânica e de nutrientes para as plantas, sua aplicação no solo pode trazer benefícios à agricultura, tornando o seu uso uma alternativa que apresenta vantagens ambientais quando comparado a outras práticas de destinação final, porém correspondem a uma fonte
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Utilizaçao do lodo de estaçao de tratamento de esgoto para adubaçao da goiabeira - segundo ano de avaliaçao.

Utilizaçao do lodo de estaçao de tratamento de esgoto para adubaçao da goiabeira - segundo ano de avaliaçao.

O lodo de esgoto contém matéria orgânica, macro e micronutrientes que exercem papel importante na melhoria das propriedades físicas e químicas do solo (Tsutiya, 2000). O uso destes resíduos como insumo na agricultura tem sido alvo de vários estudos nos últimos anos: como fertilizante em cana de açúcar (Silva et al., 1998), em feijão (Lobo et al., 2010), em goiaba (Caetano et al., 2010) e em espécies florestais (Melo e Guimarães, 2002; Gonçalves et al., 2010), em pesquisas relacionadas a mobilidade no solo do lodo e de seus componentes (Paglia, 2004, Ferreira et al., 2010) e da metodologia de higienização para segurança da utilização do produto (Mader Netto et al., 2003). Em trabalho realizado por Caetano et al. (2010) a goiabeira ‘Paluma’ apresentou elevação da produtividade em resposta a aplicação de lodo de esgoto. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de doses de lodo de ETE sobre os componentes da produção e de qualidade de frutos da goiabeira ‘Paluma’ em segundo ano de aplicação do resíduo orgânico.
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Efeito da adubação com lodo de esgoto nas características químicas do solo, desenvolvimento vegetativo, produtividade e qualidade de frutos de abacaxizeiro cv. Vitória.

Efeito da adubação com lodo de esgoto nas características químicas do solo, desenvolvimento vegetativo, produtividade e qualidade de frutos de abacaxizeiro cv. Vitória.

1 INTRODUÇÃO O volume de resíduos orgânicos urbanos gerados anualmente tem aumentado de forma significativa e o seu reaproveitamento vem sendo estudado buscando-se formas não impactantes de aproveitamento. Entre os principais resíduos urbanos está o lodo das estações de tratamento de esgotos (ETE), um biossólido que vem sendo aplicado aos solos agriculturáveis em diversos países como fonte de macro e micronutrientes, principalmente nitrogênio e fósforo e ainda de matéria orgânica com efeitos benéficos para o crescimento e desenvolvimento de variadas culturas (EPA,1995; BERTON et al., 1997; MARCIANO,1999). O uso deste insumo de baixo custo é ainda restrito no Brasil e para que se amplie é preciso que a partir de experimentos se estabeleçam critérios de segurança que evitem danos ao meio ambiente e a saúde dos indivíduos (EPA,1995; FERNANDES et al.,1996; ANDREOLI et al.,1997). A necessidade de preservação, racionalização e preservação dos recursos naturais, tornam a utilização do lodo de estação de tratamento de esgoto (ETE) na agricultura preferida em relação ao descarte em aterros sanitários e a incineração (ANTOLIN et al., 2010).
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Manual de uso agrícola e disposição do lodo de esgoto para o estado do Espírito Santo.

Manual de uso agrícola e disposição do lodo de esgoto para o estado do Espírito Santo.

A destinação final do lodo precisa ser analisada tanto sob o ponto de vista agrícola e, por se tratar de um resíduo rico em matéria orgânica e nutrientes, como pelos aspectos sanitário, legal, ambiental e econômico. A disposição em áreas agricultáveis é ainda considerada problemática em função da escassez de informações com relação à capacidade de suporte do solo. Desse modo, a aplicação do lodo de ETE em áreas cultivadas com fruteiras tropicais, café, silvicultura, dentre outras, deve ser avaliada de forma criteriosa sendo fundamental o conhecimento do impacto causado no meio ambiente pela sua utilização, bem como o desenvolvimento de tecnologias que permitam a inserção do lodo de forma adequada nos sistemas agrícolas. Como um dos principais problemas na agricultura é a baixa disponibilidade de matéria orgânica para o plantio e condução das lavouras comerciais, o uso do lodo de ETE poderá minimizar este problema, além de possibilitar, de maneira inovadora, a gestão dos resíduos sólidos gerados no tratamento de esgotos domiciliares.
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Avaliação do desenvolvimento inicial da bananeira (Musa spp.) sobre o efeito de diferentes doses de lodo de esgoto tratado.

Avaliação do desenvolvimento inicial da bananeira (Musa spp.) sobre o efeito de diferentes doses de lodo de esgoto tratado.

A utilização do lodo de esgoto como fonte de matéria orgânica e nutrientes é uma prática recomendada na agricultura, em países como Estados Unidos, França, Espanha etc . No Brasil, a aplicação do lodo de estação de tratamento de Esgoto (ETE) em áreas agricultáveis tem sido utilizado com sucesso, com destaque para cultura do milho, no estado do Paraná (SANEPAR, 2007).

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Áreas potenciais do Estado do Espírito Santo para aplicação do lodo de esgoto na agricultura.

Áreas potenciais do Estado do Espírito Santo para aplicação do lodo de esgoto na agricultura.

da produção, há uma dominância do café, seguido da pecuária, da fruticultura e da silvicultura. o Espírito Santo está inserido em uma das mais importantes zonas cafeeiras do mundo. É o único estado brasileiro com produção significativa das duas espécies: Arábica e Conilon. o agronegócio café, além da importância econômica, tem uma grande contribuição social, sendo a sustentabilidade um tema estratégico na agenda do agronegócio café capixaba. Presente em todos os municípios, com exceção de Vitória, a cafeicultura responde por 43% do PIB agrícola capixaba. Gera em torno de 400 mil empregos ao ano, em toda sua cadeia produtiva, envolvendo 131 mil famílias. o Estado é o segundo maior produtor de café do Brasil, respondendo, em 2009, por 25,8% da oferta nacional.
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Uso agrícola do lodo de Estação de tratamento de esgoto como fonte de matéria orgânica no mamoeiro.

Uso agrícola do lodo de Estação de tratamento de esgoto como fonte de matéria orgânica no mamoeiro.

Fig. 2. Peso seco da raiz, em grama, em função dos diferentes tratamentos com adição de matéria orgânica . Conclusões 1. A pesquisa com a utilização do lodo de ETEs na agricultura, particularmente, na cultura do mamoeiro, é uma abordagem inédita, principalmente por se tratar de uma cultura comercial de grande expressão no Estado do Espírito Santo, e que está sendo cultivada em solos de tabuleiros que são , na sua maioria arenosos, com baixos teores de matéria orgânica e pobres em nutrientes, destacando-se, desse modo, a importância da incorporação de matéria orgânica nesse sistema de cultivo.
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Utilização do lodo de estação de tratamento de esgoto para adubação de seringueira (Hevea brasiliensis).

Utilização do lodo de estação de tratamento de esgoto para adubação de seringueira (Hevea brasiliensis).

¹Bolsista PIBIC/FAPES/INCAPER, E-mail: daniellucas.p@outlook.com; ²Orientador e Pesquisador do Incaper – Vitória/ES. RESUMO O uso de lodo de esgoto como adubo na agricultura tem um grande potencial. Com objetivo avaliar a aplicação de doses de lodo de esgoto doméstico higienizado sobre a nutrição mineral e adubação orgânica em seringueiras, foi conduzido um experimento no município de Serra/ES. O experimento foi montado no delineamento casualizado com nove tratamentos e três repetições. Os tratamentos foram constituídos da aplicação de seis doses de lodo de esgoto (35, 70, 105, 140, 175 e 210 g de N/planta), um de esterco de boi (70 g de N/planta), um de adubo químico/uréia (70 g de N/planta) e um controle, em uma área de 1 hectare. Avaliou-se o crescimento e desenvolvimento das árvores de seringueira tomadas pela altura da planta e o diâmetro à altura do peito. Verificou-se que o lodo de esgoto é uma forte alternativa viável para a adubação da cultura da seringueira.
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Aspectos químicos e físicos da disposição do lodo de esgoto.

Aspectos químicos e físicos da disposição do lodo de esgoto.

| 32 | introdução A geração de resíduos orgânicos tem aumentado anualmente em nível mundial, podendo-se destacar os resíduos urbanos oriundos das Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), denominado de lodo de esgoto. o termo lodo é utilizado para referenciar os subprodutos sólidos do tratamento de esgotos. Esse resíduo sólido é proveniente de processos biológicos do tratamento, em que parte da matéria orgânica é absorvida e convertida, fazendo parte da biomassa microbiana. Como essa massa é composta principalmente de sólidos biológicos, é também denominada de biossólido. Para uso dessa terminologia, é necessário que suas características químicas e biológicas sejam compatíveis com uma utilização produtiva, como, por exemplo, a agricultura, e não uma utilização improdutiva como a destinação em aterros sanitários ou incineração. o lodo de ETE é uma fonte alternativa de nutrientes para a fertilização das culturas, uma vez que os fertilizantes químicos são fontes finitas, não se enquadram nas premissas da produção orgânica de alimentos e são componentes significativos na composição dos custos de produção. Com base nesses princípios, os estudos sobre sua aplicação no solo como fonte de nutrientes, principalmente nitrogênio e fósforo, e como fonte de matéria orgânica tem mostrado efeitos benéficos ao crescimento e desenvolvimento das culturas.
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Aproveitamento do lodo de esgoto na agricultura.

Aproveitamento do lodo de esgoto na agricultura.

A avaliação do lodo de ETE como fertilizante orgânico na produtividade de culturas anuais e perenes tem sido realizada por vários pesquisadores em diferentes partes do mundo (ANDREOLI et al., 1994; FORSTER, et al. 1977). Nas condições brasileiras, vários trabalhos vêm sendo efetuados em áreas agrícolas com resultados promissores (SANEPAR, 1996), embora ainda não existam pesquisas conclusivas. Assim, a utilização de resíduos orgânicos e lodo de ETE na agricultura como fertilizante para as culturas reveste-se numa alternativa interessante de reciclagem deste resíduo tendo em vista sua composição química. Contudo, a preocupação com o uso agrícola desse material é, entre outras, a disseminação de elementos indesejáveis, ou mesmo micronutrientes em doses excessivas que podem limitar sua utilização na agricultura. Estes elementos indesejáveis, uma vez presentes no solo em forma solúvel, são absorvidos por plantas envolvidas na cadeia trófica, podendo causar sérios problemas de toxicidade as próprias plantas, à saúde de animais e do homem (AMARAL, 1994). Tão logo, deve-se conhecer, previamente, em que proporção se dá essas transferências e o que poderão representar para a saúde do animal e humana e, se for o caso, o que fazer para evitar uma eventual acumulação excessiva desses elementos.
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Utilização do lodo de esgoto de estação de tratamento de esgoto para adubação da goiabeira.

Utilização do lodo de esgoto de estação de tratamento de esgoto para adubação da goiabeira.

O lodo de ETE é uma alternativa à adubação química para a fertilização das culturas cujo custo apresenta forte oscilação no mercado, são fontes finitas e não se enquadram nas premissas da agricultura orgânica. A geração deste resíduo apresenta crescimento acentuado em todo o mundo e sua destinação pode se constituir em um problema. A utilização destes resíduos como insumo na agricultura é considerada uma alternativa técnica, econômica e ambientalmente adequada para reciclagem destes materiais.
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Influência da aplicação de lodo de estação de tratamento de esgoto tratado com cal virgem nas características químicas do solo.

Influência da aplicação de lodo de estação de tratamento de esgoto tratado com cal virgem nas características químicas do solo.

Para este estudo utilizou-se como fonte de nitrogênio o lodo de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE). Previamente à aplicação do lodo em campo, foi coletada uma amostra composta e representativa da área experimental. Os teores de P, K, Ca, Mg, S, Na , Zn, Fe, Mn, Cu, B, Cd, Cr, Pb e Ni no experimento foram avaliados conforme os métodos descritos em Embrapa (1999). O N total foi quantificado a partir da digestão sulfúrica, sendo o N, submetido a processo de destilação a vapor e quantificado por titulometria com HCL 0,01 mol L -1 . A caracterização química
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Análise econômica do desempenho produtivo de clones do conilon "Vitória‟ na região sul do estado do Espírito Santo : 2006-2011.

Análise econômica do desempenho produtivo de clones do conilon "Vitória‟ na região sul do estado do Espírito Santo : 2006-2011.

ANÁLISE ECONÔMICA DO DESEMPENHO PRODUTIVO DE CLONES DO CONILON „VITÓRIA‟ NA REGIÃO SUL DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO: 2006-2011. C.L. Martins, Eng. Agr., Incaper/ELDR Castelo (clmartins@yahoo.com.br); M.J. Fornazier, Eng. Agr., Incaper/CRDR-CS; L.H. De Muner, Eng. Agr., Incaper; R. Sartori, Técn. Agr., PMCastelo; M.B. Mussi, Produtor rural

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Atributos químicos do solo adubado com lodo de esgoto estabilizado por diferentes processos e cultivado com girassol.

Atributos químicos do solo adubado com lodo de esgoto estabilizado por diferentes processos e cultivado com girassol.

esgoto tratado de diferentes formas, constataram que solos que receberam lodo de esgoto caleado apresentam maior CTC(t). Contrário ao observado para a CTC(t), não foram verificadas diferenças estatísticas entre os tratamentos nas profundidades avaliadas com relação à CTC(T). Considerando que a CTC(T) reflete a capacidade do solo em reter cátions a pH 7 e que, no tratamento com lodo de esgoto caleado, o solo já se encontrava nessa faixa de pH, praticamente não houve aumento dessa variável, quando comparada à CTC(t), enquanto, nos demais tratamentos, cujo pH médio era de 6,3, a elevação do pH a 7, para a determinação da CTC(T), promoveu liberação das cargas negativas do solo ocupadas pelo H + e Al 3+ , o que expôs uma
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Disposição do lodo de ETE no solo e seu efeito na produção agrícola.

Disposição do lodo de ETE no solo e seu efeito na produção agrícola.

açaí Foi conduzido um experimento, com aplicação de diferentes doses de lodo de esgoto higienizado para avaliação do desenvolvimento vegetativo do açaizeiro, no período de 2009 a 2011. As avaliações foram realizadas ao longo de três anos consecutivos. Foram usadas quantidades crescentes, variando entre 0 e 12 kg de lodo de ETE por planta, sendo 50% na cova de plantio e 50% em cobertura, aos quatro meses após o plantio. o comportamento do açaizeiro, nas condições climáticas locais, foi semelhante ao da Palmeira Real, com um crescimento inicial lento, apresentando resultados similares ao experimento com a Palmeira Real, entretanto a quantidade de lodo de esgoto higienizado que promoveu a melhor resposta quanto a altura de plantas e diâmetro de tronco aos 28 meses após o transplantio em nível de campo foi o tratamento com aplicação da quantidade total de 6 kg de lodo de esgoto por planta, o que equivale a aplicação de 15 g de N/planta.
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Avaliação do lodo de esgoto, vermicomposto e palha-de-café, na composição de substratos para a formação de mudas de cafeeiro (Coffea arabica L.) em sacolas de polietileno.

Avaliação do lodo de esgoto, vermicomposto e palha-de-café, na composição de substratos para a formação de mudas de cafeeiro (Coffea arabica L.) em sacolas de polietileno.

¹ UFES, Depto. de Fitotecnia, CEP 29500-000 Alegre-ES, Tel: (27) 3552-1389 Ramal: 253, <celsoncr@npd.ufes. br>; ² Eng.- Agrônomo, Tel: (27) 3349 – 8798; ³ INCAPER, Tel: (27) 3371 – 0388, <aucosta@escelsa.com.br>; 4 UFES, Depto. de Hidráulica e Saneamento, CEP 29060 – 900, Tel: (27) 3335 – 2857, <franci@npd.ufes.br> RESUMO: Foi avaliado o efeito de lodo de esgoto, vermicomposto, palha de café e esterco bovino para produção de mudas de cafeeiro (Coffea arabica, L.), cultivar Catuaí Vermelho IAC 44, em sacolas de polietileno. Os substratos testados foram constituídos por uma parte do material orgânico (lodo, palha de café e vermicomposto) para uma parte de solo (terra de barranco + areia, na proporção de 3:1); como controle, usou-se uma mistura de 70% de terra peneirada, 30% de esterco de curral, 3 kg de superfosfato simples e 0,5 kg de cloreto de potássio para cada m 3 . Utilizaram-se blocos ao acaso com cinco repetições. As avaliações ocorreram aos 30, 60 e 90 dias, determinando-se a altura das plantas, o número de folhas totais por planta, o peso da matéria fresca e o peso seco da parte aérea e do sistema radicular e o teor de nutrientes na parte aérea. Foi utilizada análise de variância e teste de Duncan a 5%. Maior altura de plantas e número de folhas por planta foram obtidos com os substratos contendo vermicomposto e palha- de-café, seguido por aqueles com lodo de esgoto e esterco bovino. A matéria seca total foi maior com vermicomposto, seguido de palha-de-café, lodo de esgoto e esterco bovino. O N na matéria seca da parte aérea não diferiu entre os substratos, o P foi superior com vermicomposto e o K com esterco de curral. Concluiu-se pela possibilidade de utilização de vermicomposto, palha-de-café e lodo-de-esgoto em substituição ao esterco bovino na produção de mudas de cafeeiro.
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Avaliaçao de custos de produção e viabilidade econômica do café no Estado do Espírito Santo considerando a colheita manual e semimecanizada.

Avaliaçao de custos de produção e viabilidade econômica do café no Estado do Espírito Santo considerando a colheita manual e semimecanizada.

Importância das políticas públicas para os pequenos produtores No contexto das discussões em torno dos custos de produção torna-se importante a avaliação destes custos considerando políticas públicas como, por exemplo, assistência técnica gratuita prestada por instituições públicas, política de garantia de preço mínimo e o crédito rural subsidiado. Muitos pequenos produtores utilizam o crédito subsidiado do Programa Nacional de Agricultura Familiar – Pronaf. No entanto, o produtor tem a redução apenas do custo financeiro no caso de uso de crédito subsidiado. Por serem taxas relativamente menores, o produtor acaba por não contabilizar corretamente tais custos. Muitos pequenos produtores também acabam por desconsiderar outros custos como depreciação e custo da terra. É importante ressaltar que os itens que compõem a lista de custos são praticamente os mesmos, independente do nível de produtividade e tamanho da propriedade. O que muda são as quantidades de cada insumo de acordo com as recomendações técnicas para cada propriedade e nível de produtividade.
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Produtividade do café arábica (Coffea arabica) submetido diferentes doses de lodo de estação de tratamento de esgoto tratado com cal virgem.

Produtividade do café arábica (Coffea arabica) submetido diferentes doses de lodo de estação de tratamento de esgoto tratado com cal virgem.

¹INCAPER,aureliano@incaper.es.gov.br ² FUNDAGRES/INCAPER,³CESAN. INTRODUÇÃO A reciclagem e o uso de resíduos urbanos na agricultura, apresenta-se como uma alternativa e que pode ser adotada, quando respaldada por critérios técnicos adequados conforme a resolução CONAMA 375 ((MMA, 2006). Entre os principais resíduos urbanos com potencial de uso na agricultura, destaca-se o lodo de Estações de Tratamento de Esgotos (ETE), denominado de biossólido (GUEDES,2000). Sua aplicação no solo é uma tendência mundial e vem sendo utilizada em muitos países como fonte alternativa de nutrientes e de matéria orgânica, com efeitos benéficos ao crescimento e desenvolvimento das plantas. O lodo de ETE contém macronutrientes e micronutrientes, além da matéria orgânica, considerada essencial nos solos cultivados. Quando adicionada ao solo, em cobertura reduz consideravelmente as perdas por erosão e exerce efeitos promotores ao crescimento das plantas.
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UTILIZAÇÃO DE IMAGENS DE SATÉLITE NA CARACTERIZAÇÃO DE TIPOS PAISAGÍSTICOS NA FRENTE PIONEIRA DO MUNICÍPIO DE URUARÁ, AMAZÔNIA ORIENTAL, PARÁ

UTILIZAÇÃO DE IMAGENS DE SATÉLITE NA CARACTERIZAÇÃO DE TIPOS PAISAGÍSTICOS NA FRENTE PIONEIRA DO MUNICÍPIO DE URUARÁ, AMAZÔNIA ORIENTAL, PARÁ

Anais XI SBSR, Belo Horizonte, Brasil, 05 - 10 abril 2003, INPE, p. 2921 - 2928. Fig 6.5 – Modelo teórico a) do tipo Empresário Criador e correspondente b) na imagem. A definição dos tipos possibilitou a criação de cenários prospectivos (Figura 6.6) e a compartimentação das imagens em cartas de unidades de paisagísticas (Figura 6.7). Através dos cenários é possível projetar diversas situações de desenvolvimento da região, fornecendo ao tomador de decisão uma série de possibilidades da distribuição do espaço como resultante de determinada ação política. As cartas de unidades paisagísticas possibilitam visualizar a evolução da ocupação de superfície, a trajetória e posicionamento de cada unidade paisagística. A análise da Figura 6.8, resultante da quantificação das cartas de unidades paisagísticas, mostra uma redução das unidades de Sobrevivência + Subsistência, que representa uma diminuição do processo migratório à região. Observamos ainda a redução das unidades de início de acumulação, relacionada com o evolução dos colonos já estabelecidos. A redução da unidade Plantador deve-se ao fato da instabilidade da política agrícola para a região, provocando uma alteração no processo produtivo com o aumento das paisagens Diversificada e Criador que representam a introdução e expansão da atividade pecuária.
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