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Sommaire
Les lauriers de N o u v e l-A n E cra n valaisan Die C h r o n i k v o n A dolf Fux : K leiner Walliser F a h rp lan Billet du Lém an T rio m p h e d u ski N o t r e to u ris m e en ambassade F ête des vieux C h r o n iq u e de l’e n tré e du Valais dans la C o n fé d éra tio n
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Promotions et distinctions, le Valais en a eu sa part, qui nous a tous réjouis. Elles ne p e u v e n t plus tro u v e r q u'un lointain écho dans la revue, qui fé licite chaleureusem ent ceux qui font ainsi honneur au canton. Parmi les hommages rendus, il en est un cepe nd an t qui a soulevé ici une o v atio n particulière, et sur lequel nous v o ud rion s insister. Il s'agit du
« C œ ur d 'O r » a ttribué à M . O d o a rd o Masini, vice-consul d 'Ita lie à Brigue, par une fo n d a tio n de son pays. Depuis 1934, le « C om itato per il Premio della N o tte di Natale » distin gu e ainsi chaque année la p e r sonne qui a fait p re u v e du plus g rand d é v o u e m e n t, des plus grandes qualités de cœur. Q ue la récom pense a ille cette fois-ci à M . M asini a p o u r nous une signification p ro fo n d e . Ce n'est certes pas un vaisseau de ducats qui est to m b é dans le g rand chapeau lég endaire, ni une im p orta nte cocarde sur le plastron b o m b é . Le geste qui nous enchante est de nature délicate et s y m bo liq ue , et son o p p o rtu n ité est e x tra o rd i naire. Il a surtout fourni l'occasion aux innom brables amis de M . Masini de lui manifester leur affection. Ce qui écho it au représentant d e l'Italie en Valais, c'est l'oscar du d é v o u e m e n t. O r il est précisém ent unique d e rencontrer au m on de p a re ille d is p o n ib ilité de cœur. M . Masini a le talent de la bon té. Il a la v o c atio n du mécénat. Plus on le fréquente et plus on s'aperçoit q ue ses démarches, m ême celles q ue notre fichue c o n ve ntio n sociale nous fait a ttribuer à la simple courtoisie, partent de la sensibilité; elles e n g ag en t l'hom m e, et c'est à cet hom m e sincère que nous exprim ons à notre four, par-delà les formules, notre vraie amitié.
Directeur de la Banque Cantonale
Après une période
de suspense, -le choix du gouvernem ent est
fait : M e A dolphe T ravelletti, ancien président d ’Ayent, député aux C h a m bres fédérales et déjà m embre du Conseil de la Banque, assu m era l’une des p r in cipales responsabili tés du canton, succé d a n t à M. O scar de C h asto n ay ; « Treize Etoiles» est heureuse de s’associer aux cha leureuses m anifesta tions qui o n t accueil li cette nouvelle.
D ie C h r o n ik v o n A d o l f F u x : K l e i n e r W a l l i s C f F a h f p l a l l
O b w o h l von einem K r a n z hoher Berge umgeben und von mächtigen Gletschern abgeriegelt, blieb das Wallis bereits in alten grauen Zeiten nicht u nentdeckt. W urden ligurische Volksstäm m e, K elten u n d G erm anen darin sesshaft, diente es karthagischen, gallischen u n d rö m i schen Legionen als D urchzugsland. D ie Wege über den St. B ernhard, den S im plon und die Grimsel sahen auch H a n d elsleu te und Pilger. Besonders zwischen Italien und F ran k reich herrschte ein reger V erkehr. D e r U n te r k u n f t dienten anfänglich H o sp iz e u n d später die ersten bescheidenen H erb erg en oder Susten, wie jene von Leuk, die bereits 1338 bestand u n d sechs Betten zählte.
« P o u r faire passer le canon » Hess N a p o le o n B ona p a r te die erste Alpenstrasse ü b er den S im plon bauen, eine H eerstrasse, die er selber nicht m ehr benutzen sollte. D agegen diente sie dem friedlichen V erk eh r wie die Strasse über den Grossen St. B ernhard, deren Bedeutung d u rch den Bau eines A utotunnels m ächtig gestiegen ist. Ein reibungsloser A u to -G ro ssv e rk e h r ist auch a u f der langen K antonsstrasse möglich, die a u f der ganzen Länge A bzw eigungen nach den N e b e n tä le rn u n d h in a u f zu den H a n g d ö r f e r n aufweist.
Schon 1898 w u rd e die dreitausend M eter hohe A lp e n m auer, welche die U rg ew alten zwischen Italien u n d der Schweiz aufgeschichtet haben, in Brig u n d Iselle ange b o h rt, um den längsten Eisenbahntunnel der W elt zu bauen und M aila n d m it P aris durch die Sim plonlinie zu verbinden. Als d a n n später durch den L ötschbergdurch- stich auch nach N o rd e n ein T o r in die B erner A lpen gebrochen w a r und die im O sten liegende F u r k a mit Schienensträngen überb rü ck t w urde, w a r das berg- und gletscherumschlungene Wallis der weiten W elt erschlossen.
Im G om s bilden die F u rk a b a h n u n d die Furkastrasse, welche sich in Gletsch gabelt und die H ö h e n der G rim sel u n d F u r k a überw indet, die S chlagadern des V er
kehrs, w ä h re n d die Bahn, welche Z e r m a tt m it St. M o ritz im E n g ad in verbindet, sich keine A bstecher erlauben d a rf, schlängelt die Strasse gemächlich den vielen D ö r fern entlang, w ov o n einige sowohl als Sommerfrische wie fü r den W in te rsp o rt geeignet sind. A uch das w ild rom antische Binntal, dessen R eichtum an seltenen P f l a n zen und m annigfachen K ristallen b e k a n n t ist, w u rd e dem A u to zugänglich gemacht.
Brig ist nicht n u r G renzstation fü r die Schweizeri schen Bundesbahnen, sondern auch E n d statio n d e rL ö tsch - b ergbahn u n d A usgangstation der Z e rm a tt- sowie der F u r k a b a h n ; zudem ist diese B ergstadt H ü te r in des Sim- plonpasses u n d gesam thaft gesehen eine W indrose des Verkehrs von schweizerischer und europäischer Bedeu tung. In Brig befindet sich aber auch das C h a v ezd en k - mal, welches bezeugt, dass diese B ergstadt n ich t n u r am Eingang des längsten E isenbahntunnels steht, sondern auch die heroische Geschichte der A lp e n a v ia tik hier ihren A n fa n g n im m t. D as W ahrzeichen von Brig bilden die T ü rm e des p rä c h tig renovierten Stockalperschlosses.
Auch im Saastal ersetzt längstens schon eine gross angelegte Autostrasse den ehemaligen S au m p fad . W o erst noch das M au ltier m ühsam seinen W eg suchte, springt je tz t der M o to r an u n d ü b e rw in d et spielend die drei T alstufen, um in überraschend k u rz e r Z eit das Gletscher d o r f Saas-Fee zu erreichen. Im M a tte rta l fü h rt die nun ebenfalls verb reiterte A utostrasse bis nach St. N iklaus, wo eine Strasse nach dem sonnigen H o c h la n d von G rä - chen abzw eigt, das als F re m d e n o rt grosse Bedeutung erlangt hat. D e r Bau der Strasse von St. N ik la u s bis nach Täsch ist gegenw ärtig im G ang. U n d auch fü r das letzte Teilstück bis nach Z e rm a tt liegt ein positiver Entscheid vor, so dass in absehbarer Z eit das M a tte r h o r n d o r f ausser m it d er bew ärten Eisenbahn auch m it dem A u to erreichbar sein w ird.
Régimentier
Qui n ’a u rait envie
de refaire du service militaire du m om ent que M. G abriel Cons tantin, nouveau co lonel, comm ande do ré n av a n t le régim ent valaisan, le Rgt. inf. m o n t. 6 ?
Enfin
un divisionnaire
S’il est une prom o tion d o n t to u t V alai- san est fier, c’est bien celle de M. G é rard L attio n , com m an d an t des écoles centrales II* et III", qui passe au grade de division naire. N o tr e ph o to m ontre ce gran d m i litaire lors de la ré ception organisée p a r le Conseil d ’E tat.
R h o n etal ab w ä rts gelangt m an von G am pel über G oppenstein, dieser Felsstation der L ötschbergbahn, ins Lötschental, dessen B ew ohner tr o tz dem grossen V er kehrsaufschw ung nach wie v o r a lte h rw ü rd ig en S a tz u n gen und Bräuchen treu bleiben. W eiter westlich ö ffn et sich ein and erer T aleinschnitt, der sich v o r den Gem m i- w änden z u r Schale rundet, aus deren G ru n d die H e il quellen des Leukerbades hervorsprudeln. Dieser a l t b ek an n te Badeort, w a r bisher von Susten- Leuk aus m it einem Bähnlein erreichbar, das nun d urch U m stellung a u f Strassenbetrieb ersetzt w erden soll, w o fü r f ü n f A u to busse n otw endig sind, um den P e rso n e n tra n sp o rt zu bewältigen.
Bevor w ir das O berw allis verlassen, sei noch lobend d a r a u f hingewiesen, dass n u n alle H a n g d ö r f e r durch eine Strasse o d er eine Seilbahn m it dem H a u p t t a l v er bunden sind. V on Visp aus führen Strassen nach Visper- term inën, Zeneggen, Bürchen, Ausserberg u n d Egger berg. Ü b er T u r tm a n n gelangt m an nach Ergisch und Ems. E benfalls die L euker Sonnenberge sind durch Strassen dem A u to v e rk e h r offen. Seilbahnen bestehen fü r Betten, R ied-M örel, R iederalp, Birgisch, M und, S taldenried-G spon, E m bd, U n te rb ä c h u n d Eischoll.
U n te rh a lb des P fy n w a ld e s weitet sich das R h o n etal z u r « N o b le -C o n tré e » . Von Siders zweigen die Strassen nach M o n ta n a -C ra n s und dem Eifischtal ab. M o n ta n a - C ran s entspricht allen A nfo rd eru n g en m oderner F re m denplätze. Ih re Bedeutung w ird du rch den Bau der R aw ylstrasse z u r V erbindung m it dem Berner O b erla n d noch wesentlich gewinnen.
Von Sitten, der K a n to n s h a u p ts ta d t m it alten K irchen u n d Schlössern, führen viele Strassen in die hübschen R eb- und A lp d ö rfe r u n d hinein nach Evolène u n d h in a u f zum Stausee der G rand-D ixence. Von Sitten bis M a rtin ach durchqueren Eisenbahn und A u to die f ru c h t barste Gegend des Wallis. W äh re n d die Ebene einen ein zigen zusam m enhängenden O b stg arten bildet, sind die T alfla n k e n bis weit h in a u f m it Reben bewachsen. M a r tinach ist A u sgangspunkt fü r den Grossen St. B ernhard,
dieses historisch bedeutsamen Überganges nach Italien, der sich nun durch den Bau eines sechs K ilo m eter langen A utotunnels wesentlich kürzen lässt und auch im W in ter b e n u tz b a r bleibt. A n der rechten Flan k e des Bagnes- Tales liegt Verbier, der jüngste grosszügig angelegte Ferienplatz der Schweiz, dessen A ufschw ung erstau n lich stark ist. Von M a rtin ach aus führen noch die Eisen bahnen noch Orsières und C h ä te la rd -C h a m o n ix , sowie die p rä c h tig ausgebaute Forclazstrasse ebenfalls nach C h am o n ix . N a c h der engen Klus von St. M aurice, dem einzigen natürlichen A usgang des R honetales, weitet sich die L andschaft, deren linke Seite noch zum Wallis gehört. A m E ingang ins Val d ’Illiez liegt der grosse in d u s trie o rt M onthey, von wo aus M orgins u n d C h am - p éry sowohl m it der Bahn als m it dem A u to erreichbar sind.
D e r a r t erschlossen ist das Wallis, dass die Eisen bahnen den Reisenden nicht n u r d urch eines der vier T unnels an der F u rk a, am Sim plon, am Lötschberg sowie jenes von St. M aurice ins L a n d hineintragen, sondern auch h in a u f in die H o c h tä le r und die W elt der Gletscher u n d G ipfel, wobei der G o rn e rg ra tb a h n die besondere E hre z u k o m m t als eines der sieben W e ltw u n d e r der T o u ristik zu gelten. F ü r den A u to fa h re r gibt es eine ab wechslungsreiche A usw ahl in Berg- u n d T a lfa h rte n u n d d a z u diese unvergleichlich schöne K antonsstrasse von St. G ingolph bis Brig.
D e r V ollkom m enheit halb er sei noch d a r a u f verw ie sen, dass im W allis 70 Seil- u n d Sesselbahnen betrieben w erden u n d 150 Skilifte, dass es d o rt 1500 K ilom eter m ark ie rte W anderw ege gibt u n d 750 H otels, Pensionen und H eim e m it gesam th aft 24 000 Betten. N ic h t inbe griffen in dieser B ettenzahl sind jene, die in P r iv a tc h a lets fü r den F rem den z u r V erfü g u n g stehen, sowie die L agerstätten fü r Vereine u n d Gesellschaften. U n d schliesslich seien noch die C a m p in g p lä tz e e rw äh n t, w o von jener von Brigerbad wohl das grösste Ausmass haben d rü fte und den Badegästen z u r V erfügung steht.
Paris fête Fay
A u Salon de l’a r t libre à Paris, le président, M. Georges M arco, a remis à M. F red Fay, p eintre établi à Sion, la m édaille de la Ville de Paris en recon naissance de son activité. Voilà une nouvelle qui fera plaisir au x amis et supporters de l’Académie des b eaux-arts du Valais que dirige l’artiste.
Hommage au sauveteur
D iplôm e et médaille Carnegie viennent témoigner du courage et de la présence d ’esprit d ’un im pri meur de la capitale, M. G uy Gessler, qui a tiré du Lém an un jeune homme qui s’y noyait. N ous en sommes émus et félicitons notre confrère.
Billet du Léman
L ’a u t r e jo u r , d an s le c o m p a r ti m e n t d u chem in de fer quicin g lait su r G enève, m o n vis-à-vis, le nez collé à la vitre, lâ ch a un s o u p ir :
— C ’est to u t ce qui reste de la g are de l’E x p o ! E n trois secondes, les tém oins arq u és d ’un lieu qui v it l’a f f lu x e t le re flu x de centaines de m illiers de visiteurs a v a i e n t d isp aru . Le c o n tra s te est plus a m e r su r la ro u te de B ellerive qui longe les vestiges des b â tim e n ts de V id y , enfuis ou mutilés. T o u t ce qu i v iv a i t si inten sém en t il y a q uinz e mois est a m o rp h e , incolore, muet.
Q u e de souvenirs ! J e pensais à ces prem ières semaines de m ai, lorsque les foules a t te n d u e s d ’o u tr e -S a rin e et d ’o u tr e - V ersoix t a r d a i e n t à r é p o n d r e à l’a p p e l n a tio n a l. T o u t éta it p r ê t p o u r t a n t , fin p r ê t — h o rm is cet engin vo u é a u x p r o fo n d e u rs lém aniques et qui a v a i t ses pannes, to u t com m e un sim ple engin te rre stre ou aérien. M ais p a rc e que c’é t a it chez nous que se p ro d u is a ie n t ces hu m e u rs passagères, le cas d e v e n a i t p e n d a b le a u x y eu x des c o n te m p te u rs de Bâle et d ’ail leurs. T o u t cela est déjà loin et presq u e oublié.
L ’ex périence a p o r t é et l ’on a pris conscience d an s to u t le p a y s de possibilités q ui res taien t so u v e n t inconnues. Ce fut, p o u r b e au co u p , la r é v é la tio n d ’une te chnique, d ’un savoir, d ’un em ploi. L a série des p etites b rochures éditées p a r les e x p o san ts bien inspirés, et qui o n t été rassemblées en q u a t r e classeurs, sera utile p o u r les personnes de tous âges e t c o n d itio n s qu i v o u d r o n t m ieux c o n n a ître les activités et les ressources du p ay s ; un e d o c u m e n ta tio n de base aisém ent accessible.
V ous ra p p e le z -v o u s ces journées c a n to n ales im posantes et joyeuses, avec les cortèges qui e n c h a n ta ie n t les foules a cco u rues à L a u sa n n e ? Le fo lk lo re t r io m p h a it d an s le style le plus v ra i, le plus noble, ig n o r a n t les d é m o n stra tio n s d ’estrades, fugitives et p ublicitaires. Ces heures colorées re v i v e n t à la lecture d ’u n o u v ra g e qui v ie n t de so r tir de presse et qui a belle allure. Le te x te ne p o rte pas de signature, m ais l ’icelle saute a u x y eu x et M ichel J a c c a r d ne nous en v o u d r a pas d e rév éler ce qui est si é v id e n t \
1 « Les m e r v e i l l e u x c o r t è g e s de l ' E x p o s i t i o n n a t i o n a l e ». E d . N R L , L a u s a n n e .
U n récen t n u m é ro de « Life » e x p r i m a i t le sentim ent d ’a m e rtu m e des N e w - Y o r k a i s qui é ta ie n t présents le jo u r de f e r m e tu re de l ’E x p o sitio n m o n d iale . U n e f f o r t considérable a v a i t été fait. M ais au lieu des se p ta n te m illions de visiteurs a tte n d u s, ils f u r e n t c in q u a n te et u n millions, et le c h ro n i q u e u r d ’un a u t r e p é rio d iq u e a m éricain a t tr i b u e la cause de ce d é ta c h e m e n t à u n sen tim en t de « déjà v u » (en français d an s le texte) qui lasse les esprits blasés.
Ce f u t un e ruée, quelques heures a v a n t la ferm eture. U n p a r t e r r e de 90 000 chry san th èm es f u t dév asté en d eu x heures p a r des dam es élégantes éprises d ’a r t flo ra l (well dressed flower lovers). C e v a n d a lism e é c œ u ra it des p assants d o n t la dig n ité n ’é ta it pas sim p lem en t d ’o r d r e v estim entaire. Des bannières f u r e n t em portées, des vases brisés, des cendriers subtilisés, de m êm e que des statues dressées a u x p o rte s de pavillons.
L ’estim e en laquelle nous te nons les A m éricains d u N o r d nous autorise à classer ce tém oignage s u r p re n a n t. Le déficit de la W o r l d ’s F a ir dépassera les prévisions les plus pessimis tes, m ais la M u n icip alité, qui a v a i t versé une c o n trib u tio n de 24 m illions de d ollars, a pris sa re v a n c h e avec le m o n t a n t des taxes prélevées d an s les établissem ents publics, les hôtels e t les m agasins : quelq u e chose com m e 750 m illions de dollars...
* * *
A L ausanne, la p u b lic a tio n du b ila n a u r a r o u v e r t des dossiers et re d o n n é des ailes toutes noires à la h a rg n e des stratèges d ’estam inets. J ’ose so u h a ite r que les qualités prêtées au x V au d o is mes frères, et d o n t ils s’a c c o m m o d e n t aisément, faites de p o n d é r a t io n et de b o n sens, s’e n fla m m e n t plus so u v e n t à l’a b o rd a g e de tém oignages de p ré s o m p tio n et de suffisance qui les v eu le n t c o n d a m n e r. E t q u ’ils in v ite n t les p ro p h è te s au p e t it pie d (« J e vous l’avais bien d it ! ») à re te n ir ce conseil d ’A rsinoé à C élim ène :
Ne vous enflez donc point d ’une si grande gloire Pour les petits brillants d’une faible victoire.
L ’essentiel, a u -d e là des critiques, n ’est-il pas que les g ran d es heures de V id y restent inoubliables ?
E to n n a n te blancheur où les personnages d e u x p a r d eu x sem blent dessinés à l’encre de Chine... C ette estam pe était visible déjà au d éb u t de dé cembre dans nos grandes sta tions. D estinée au perfectio n n em en t des skieurs, cette avant-prem ière réunissant les jeunes et les m oins jeunes sous la conduite d ’experts a été très courue.
Dès a v a n t les vacances p ro p re m e n t dites, com m encez à v o u s dégourdir, faites une répétition générale ! La v o gue du ski est universelle, mais osons dire que nos cham ps de neige sont uni ques. A d m ira b le m e n t desser vis, ils procurent cette d éten te et cette joie que le reporter a croquées sur de sy m p a th i ques visages.
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w M f a r ä a
v i ;?
H eureuse an im a tio n dans les gares et sur les cham ps de ski. A p rè s l ’exercice salutaire qui a un autre m érite encore, celui de concilier les races et de rapprocher les cœurs, on dévore. Le p o rteu r de soupière est accueilli com m e un en v o y é du Seigneur. N o s hôtels sont fontaines de Jouvence.
Notre tourisme en ambassade
Q u in ze délégués de notre of f i ce du tourism e et des principales stations, de l’O p a v et d ’autres institutions, se so n t rendus au D a n e m a rk et en Suède, où ils o n t pris de très réjouissants contacts. E xcellente in itia tiv e à laquelle
«• T reize Etoiles > v o u d ra it faire suite en consacrant dès le m ois prochain
quelques pages à l ’a m itié qui u n it le Valais n o ta m m e n t au D a n em a rk.
Red.
Das Wallis in K openhagen und Stockholm
Un commandant
en chef
Dans la corbeille du Nouvel-An, un autre cadeau de poids pour le Valais : M. Ernest Schmid, chef de la police cantonale, obtient le grade militaire de colonel et le commandement de la gendarme rie d’armée. Voici le colonel Schmid, surpris par Oswald Rup pen, dans une attitude démons trative aux côtés du prieur Siegen.
D er Walliser
Polizeikommandant
an der Spitze
der Heerespolizei
Seit Beginn dieses J a h r e s ste h t der K o m m a n d a n t d er W alliser K a n tonspolizei, E r n s t S chm id, d e r a u f
N e u j a h r z u m O b e r s t b e fö r d e rt w u rd e , a n der S p itz e d er A rm e e polizei. D e r neue C h e f d e r H e e re s polizei, ein geb ü rtig er A usserber- ger, w id m e te sich w ä h r e n d sechs J a h r e n d e r Ju g e n d e r z ie h u n g u n d - b ild u n g u n d v e rta u sc h te d a n n K re id e u n d W a n d t a f e l m it d er P o liz e iu n ifo rm . D a s J a h r 1959 sieht ihn schon als K o m m a n d a n t d e r K a n to n sp o liz e i, n a c h d e m er w ä h r e n d v ie r J a h r e n als P olizei- I n s tru k tio n s o f fiz ie r tä tig w ar.
Als A rm e e o ffiz ie r ist es v o r allem den O b e rw a llise r T r u p p e n b e k a n n t. 1947 v e r t r a u t e m a n ihm als O b e r le u t n a n t die 11/89 an, 1949 a v a n c ie rte er zu m H a u p t m a n n u n d ü b e rn a h m n ach einem k u rz e n Z w ischenspiel beim Bat. 208 im J a h r e 1957 als M a j o r das K o m m a n d o des Geb. Füs. Bat. 88. A m 1. J a n u a r des v erg an g en en J a h r e s k o n n te er seinem M a jo rs streifen einen zw e ite n hin z u fü g en u n d sah sich zum hö h eren O f f i z i e r s a d ju n k t des K o m m a n d a n te n des G eb. In f. R gt. 18 e rn a n n t. N u n m e h r k a n n er sich ein d rittes breites G o ld b a n d um seine O f f i ziersm ü tze w in d e n u n d steht gleichzeitig einer w ich tig en S p e z ia lt r u p p e vor.
W a r u m D ä n e m a r k u n d S chw eden ?
Im V erlaufe der letzten drei Jahre, h a t der W alliser V erkeh rsv erb an d jeweils u n ter dem P a tr o n a t d er Schweizerischen V er kehrszentrale in Zürich, in den Städten Rom, M ailand, F ra n k fu rt, Stu ttg art, M ü n chen, Brüssel, A m sterdam , D en H a a g und
L ondon grossangelegte W erbeaktionen
durchgeführt. Diesen V eranstaltungen, die grössenteils in engster Z usam m enarbeit mit der O p a v (Propagandastelle fü r Erzeug nisse der W alliser L an d w irtsch aft) organi siert w urden, w aren stets voller E rfo lg be- schieden, der seinen N iederschlag in einer erheblichen Z unahm e der Logiernächte und auch im v erm ehrten W ein ex p o rt nach ein zelnen dieser L än d ern fand.
Persönliche K o n ta k te anlässlich des letzt-
jährigen intern atio n alen Skäl-Kongresses
in Stockholm , sowie der äusserst beschei dene Anteil des W allis an skandinavischen Logiernächten (1964 setzte die Schweiz
372 000 skandinavische Ü bernachtungen
um, w o v o n n u r 13 000 a u f das Wallis ent fielen), veranlassten den W alliser V erkehrs d irek to r D r. F. Erne, eine Grossaktion in D ä n e m a rk und Schweden vorzuschlagen, Idee, die sofort allgemeine Zustim m ung fand.
Z u s a m m e n se tz u n g d er Walliser D elegation
Die 15 köpfige Delegation bestand aus den V ertretern des W. V. V., der O p a v , den
Kurdirektoren von Zermatt, Saas-Fee, Montana-Vermala, Verbier, Sitten, Marti- nach, dem Publizitätschef der BLS, dem Präsidenten der « Association of Interna tional Schools » Montana-Crans und, last, but not least, aus Frl. Anne-Marie Wicky, der bekannten Solistin der « Chanson du Rhône », die bei allen offiziellen Anlässen in Walliser Tracht packende Heimatlieder vortrug.
W o fa n d e n die Anlässe s t a t t ?
I S.
In den beiden M illionenstädten K o p en hagen und Stockholm . D a n k des t a t k r ä f ti gen Einsatzes und d er äusserst w ertvollen M itarbeit d er Schweizerischen Botschaften, der SV Z- und Swissair-A genturen sowie der W einim porteure, ko n n ten einige 100 Personen aus touristischen u n d la n d w ir t schaftlichen Kreisen der genannten L än d er zu den Walliser Anlässen vereinigt werden. In Stockholm fa n d der E m p fa n g in den
historischen R äum en d er Residenz des
Schweizerischen Botschafters S. E. D r.
G ygax sta tt mit anschliessender R aclette- P a r ty im L andhaus des Botschaftsrates H e r r n P a u l Erni.
In K openhagen dienten das H o te l R oyal
und das H o te l Palace Zjur D u rc h fü h ru n g
der verschiedenen V eranstaltungen, die S. E. B otschafter D r. B ernath ebenfalls durch seine A nw esenheit beehrte und der h iera u f zu einer C o c k ta il-P a rty in seine Residenz lud.
M . D r F r i t z E r n c , d i r e c t e u r d e l ' U n i o n v a l a i s a n n e d u t o u r i s m e ( U V T ) , r e m e t le p r e m i e r p r i x d u c o n c o u r s à M m e H o s t , r e p r é s e n t a n t e d ' u n e i m p o r t a n t e a g e n c e d e v o y a g e s d a n o is e .
M . Z i m m e r m a n n , d i r e c t e u r d u siège d e P O N S T à C o p e n h a g u e , r e m e t t a n t à u n e i n v i t é e u n m es sa ge d u Va la is Le c h e f d e P O p a v , D r ► A l e x a n d r e C a c h i n , p r é s id e a u x d é g u s t a t i o n s de c r u s v a la i s an s W ie w u r d e n die Anlässe d u r c h g e f ü h r t ?
In grossen Zügen ro llte das P rogram m jeweils wie folgt ab : Vorstellung der D elegation durch den Leiter der SVZ-Agen- t u r ( H e r r Ch. D ierauer, bzw . H e r r H . Z im m erm ann) ; W illkommens- und G lück wunschadresse des Schweizerischen Bot schafters ; L ied erv o rtrag von der Solistin A nne-M arie W icky ; E in fü h ru n g in das touristische Wallis durch V erkehrsdirektor D r. Erne ; V o rfü h ru n g des Farbtonfilm s « Wallis, L an d der Gegensätze » ; Walliser Spezialitäten, d argereicht v o n hübschen T rachtenm ädchen ; W eindegustation (Fen dant, Johannisberg, Dole, M alvoisie u n d Ermitage) kom m entiert von O p a v -D ire k to r D r. A. Cachin.
U n m itte lb a r v o r der Dankesadresse durch den W. V. V .-Präsidenten A ntoine Barras, erfolgte jeweils die Verlosung der von den teilnehm enden V erbänden und K u ro rten gestifteten Preise.
Ergebnisse dieser W e rb e a k tio n
H ie r muss m an unterscheiden zwischen direkten und m ittelbaren Ergebnissen. Zu den ersten zählen w ir den ausserordentli chen N iederschlag, den diese Anlässe in
der schwedischen u n d v o r allem in der dänischen Tagespresse fand. N ic h t weniger
als 6 grosse Tageszeitungen w idm eten
ihnen ausführliche, bebilderte Berichte, in denen das Wallis als Touristen- u n d W ein land « p a r excellence » geschildert und gepriesen wird.
Das dänische R ad io brachte eine 20 Min. Sendung zum gleichen Them a und schloss dieselbe mit einem herrlichen L iedervortrag von Frl. Wicky.)
Z udem w a r die, W alliser Delegation beim dänischen Fernsehen zu Gast, das w äh ren d deren A u fe n th alt in K openhagen zweim al für die K inderstunde einen 30 Min. langen Film über das Leben der D orfb ew o h n er von Blatten (Lötschental) ausstrahlte. D ie ser Film, der angeblich au f reges Interesse stiess, w ird nächstens über das schwedische und norwegische Fernsehen gesendet.
Wichtige K o n ta k te und Beziehungen w u r den mit bedeutenden Reisebüros, W einim porteuren usw. in H in b lick a u f zukünftige Zusam m enarbeit angebahnt, bzw. geknüpft. Das Problem des B edarfsluftverkehrs — C h a rte r Flüge nach G en f m it ev. Fortset zung zum Flugplatz Sitten — w urde u. a. zum Studium entgegengenommen. M it ei nem W o rt : Die In itia lz ü n d u n g w urde gege ben. An den interessierten Kreisen liegt es nun, diese gezielte A u fb au arb eit fo rtz u setzen.
P ie r r e tte M ich elo u d en Belgique
N ous apprenons avec plaisir que notre collaboratrice a parlé to u t récemment du Valais à un cercle d ’Anderlecht, grand faubourg de Bruxelles. Il nous parvient des échos très flatteurs de cette conféren ce, qui a rem porté un v if succès et qui a été suivie d ’une réception au cours de la quelle t a n t le bourgmestre d ’A nderlecht que M. Georges Dopagne, président de la Société des gens de lettres de Belgique, et notre com patriote C h.-A. P o rre t, qui p ré side une association des conférenciers dans ce pays, on t fa it l ’éloge de la poétesse valaisanne et exalté l’amitié belgo-suisse.
Merci Pierrette ! Treize Etoiles.
Le Skäl-CIub Valais à M u n ic h
P o u r sa sortie d ’autom ne, notre Skâl- C lub a choisi M unich, où se tenait [’’E x p o sition m ondiale des transports et commu nications, et où les visiteurs on t été reçus p a r le Skal-C lub de la région et aussi p ar Swissair. Voici un instantané pris p a r M. W erner A n to n y au m oment où quelques membres en groupe débarquent à Genève en compagnie de l’acteur Michel Simon (ci-dessous).
M . A n t o i n e B a r r a s , p r é s i d e n t d e l ’U V T (à g a u c h e ) . C h a l e u r e u s e r é c e p t i o n en S u è d e , c o m m e en t é m o i g n e le s o u r i r e d e M . B e n g t Pi c i je t , r é d a c t e u r e n c h e f d e la r e v u e • J o r d e n R u n t * . A l ' a r r i è r e - p l a n , M . C h a r l e s D i e r a u e r , d i r e c t e u r d e l ’O N S T à S t o c k h o l m .
Souper des Rois
à l’Abbaye
U n e h eu re u s e in itia tiv e p a r t i e t a n t de M me e t M . M e y t a in , p r é s id e n t de S a in t-M a u ric e , q u e de l’A b b a y e , r é u n i t dans c e t te célèbre e n c e in te les gens âgés de la rég io n p o u r u n s o u p e r de fête, q u i le u r est o f f e r t. C o m m e o n le r e m a r q u e ci- dessus, a u x côtés de M . le co nseiller d ’E t a t G ross e t d u p r é s id e n t M e y ta in , M s r H a l l e r p résid e en p e r so n n e à c e tte scène é m o u v a n t e . C e q u i est u n beau m o m e n t p o u r les aïeuls d e v ie n t déjà t r a d i t i o n à S a in t-M a u ric e , e t c ’est u n e x e m p le à suivre.Fête des vieux
La m erveille de N o ë l nous accom pagne toute la vie. O n se so u vien t du sapin illum iné, de la table fam iliale qui a p p a raît si joyeuse (alors que nous avons perd u le dim anche), du m ystère religieux sur lequel, cro ya n t ou incroyant, nous ne p o u vo n s plus p o rter aucun jugem ent. I l s’impose. Q u i aurait le cœ u r de le nier ?
O n fa it ensuite l’expérience avec une p o inte de douleur d ’une grâce perdue.
Les v ie u x retournent en trébuchant non vers l’âge d ’or imaginaire mais vers toutes les faiblesses de l ’enfance.
E t entre d eu x larmes ou d eu x bougies, peut-être peu ve n t-ils regoûter, un ins tant, le fragile bonheur de N o ël. „
OM...
Chronique de l’entrée du Valais dans la Confédération
par Maurice Chappaz
(suite)
U ne lettre dans la poche (suite)
E t un a u tre m ouvem ent se dessine en même temps que l’on rappelle les barons de Brigue et Loèche : le d é p a rt p o u r Z urich (où siège la D iète fédérale et où se tro u v e n t les ministres plénipotentiaires russe, anglais et autrichien), des envoyés nouveaux : Léopold de Sépi- bus, Joseph-L ibérat de C ourten, Pierre-M arie D u Fay de L av allaz ; ancien g rand bailli, châtelain de Sion, châtelain de M onthey.
Ces messieurs, qui ne le souhaitent guère, d ’ordre du gouvernem ent, doiv en t donc dem ander de devenir Suisses.
Les Bas-Valaisans soucieux de le devenir effective ment, afin d ’éviter le tête à tête avec le H a u t , ont déjà envoyé p o u r leur seule p a r t Jacques de Q u a rté ry , bourgm estre de Saint-M aurice, et l’ex-sous-préfet D u - four, de M onthey.
T o u t cela se passe en mai et en juin.
La route du S im p lo n d o it être une route suisse
Les puissances étrangères qui o n t vaincu N ap o lé o n ne veulent pas que le V alais se réorganise à sa guise, se déchire et glisse sous l ’influence d ’un tiers. Toujours à cause de la route du Simplon, ro u te militaire, d o n t l’im p ortan ce s’affirm e. Eugène de C o u rten écrira à son frère Pancrace, après une rencontre de diplom ates anglais à Z urich, en octobre 1814 : « J ’ai été édifié sur ce qui concernait le projet de destruction de la route du Sim plon. C ’est Sa Majesté sarde qui fait cette dem ande. » A cause de cette route mieux garantie p a r la n e u tra lité helvétique, to u t le m onde nous veut suisse. Sauf nous ou une p a rtie d ’entre nous.
La C o n stitu tio n valaisanne aussi d o it être suisse
D e v en ir suisse cela nous engage aussi à rédiger une C o n stitu tio n cantonale corlforme aux principes du P acte fédéral, c’est-à-dire sans inégalités politiques. E t voilà la difficulté. Les puissances alliées qui ont besoin de la Suisse insistent p o u r q u ’une dém ocratie relative, qui ne règne pas chez elles, s’installe p a r to u t en Suisse. Elles craignent les troubles. Elles sont médiatrices. Elles m ain tien n en t p a r intérêt l’œ u v re de B onaparte. Tandis que Berne, p a r exemple, dans l’espoir de reconquérir le c an to n de V au d excite constam m ent les H au t-V alaisan s.
C a r si les Bas-Valaisans se réjouissent, les H a u t - Valaisans tire n t la langue. Ils étaient suzerains et ils craignent d ’être majorisés. O n passe l’été à rédiger des projets de C onstitution. L ’évêque s’en mêle, fav o risan t
les amis d ’outre-Raspille. C a r il guette, lui, ses anciens privilèges. Le pays est pauvre. O n remet en vigueur « le pap ier tim bré », le p ap ie r des avocats.
L ’idée du rachat
C ’est un p e tit im pôt. C ela suffit à irriter les H a u t - Valaisans qui rem âchent une vieille idée, celle-ci : le Bas-Valais au moins doit leur p a y e r son indépendance. Q u e les Bas-Valaisans « se rachètent » ! — « Mais cette indépendance nous fu t accordée sans condition, ré to r quent ces derniers, nous vous la paierons q u a n d les Vaudois p a iero n t la leur aux Bernois ! »
Les H a u t-V a la isa n s o n t eu le génie de la liberté p o u r ce qui les concerne. Ils l’o n t pratiq u ée même avec pas sion. Q u a n d ils o n t conquis le Bas-Valais qui était savoyard, mais de d ro it peut-être bien à l’Eglise de Sion, ils a u raien t proposé au Bas-Valais d ’en trer en p a r t de leur liberté contre paiem ent des frais de guerre. Q ue c ru ren t les gens du Bas : que la conquête n ’était pas durable, que le joux serait doux ? Ils a u raien t refusé.
Reste la dette. Les paysans de Lötschen, sujets aussi des Sept-D izains, économisèrent p e n d a n t des siècles et fin iren t p a r p a y e r Pavant-veille d ’être libérés eux aussi g ratuitem ent parce que les Français approchaient.
O n n ’est pas près de s’entendre. Quelques excités d em an d aien t un million au Bas-Valais...
Les ministres des puissances alliées, le 15 septembre, o ffre n t leurs bons offices.
M igration des grands corbeaux
Le lendemain, le 16, Léopold de Sépibus, son gendre A lphonse K untschen et Eugène de C o u rten se lèvent tôt, chaussent leurs souliers à clous et foncent vers la G em m i p o u r aller à Z urich soutenir la cause haut-valaisanne.
Ils passent le col le 17. Le tem ps est ensoleillé. Le di m anche 18 ils sont à Berne. Ils d o rm e n t jusqu’à midi au « Faucon » et a rriv e n t p a r diligence à Z u rich le lundi soir.
A p p r e n a n t le d é p a r t des précédents, les Bas-Valai- sans M ichel D u f o u r et P h ilip p e M o ra n d frè te n t des voitures p o u r Vevey et filent à leur to u r p o u r Zurich.
Ils seront rejoints le 7 et 10 octobre p a r Louis P ittie r et C h arles-E m m anuel de R iv az, deux infatigables, le jacobin et le modéré.
Il s’agit de p ré p a re r une C o n stitu tio n qui doit, com m e le fo n t re m arq u er les ministres, o btenir l’agré m ent au m oins de la p a rtie la plus raisonnable du peuple. Trois messieurs de Sion, L ibérât de C o u rten , A ugus tin de R ied m atten , Louis de K a lb e rm a tte n , accourent d a re -d a re à Z urich p o u r défendre les droits de la b o u r geoisie de la capitale. Sion, et Sierre de son côté, exigent de disposer du p o u v o ir essentiel dans leur dizain.
Inquiets, les ru ra u x dépêchent à leur to u r leur délé gation, Jean -Jo sep h D u c de C o n th e y (ancien banneret, ancien châtelain, ancien sénateur, qui fu t « la boussole » des p aysans de la Lizerne au p o n t de Sierre) et Sierro d ’H érém ence qui p laid era le m aintien du dizain d ’H é ré - mence.
A Z urich, on a un v rai p etit p arlem en t valaisan réuni à tire -d ’aile.
« Il p leu t ici des députés valaisans », s’écrie Eugène de C o u rten . « Je ne désespère pas v o ir a rriv e r M M . Bo ni vini et de C h a sto n a y avec une mission p o u r la tro p noble C o n trée et puis, sans doute, P e rru c h o u d (de C h a- lais) et T abin (d ’Anniviers) p o u r faire contrepartie. »
Z U R I C H L ’A G R É A B L E
C olloques entre frères. C o u rten et P ittier
A Z urich le tem ps passe en conférences, en repas- tra v a il de trois heures de l’après-m idi à sept heures ou n e u f heures du soir avec l’un ou l’a u tre des ministres d ’A utriche, d ’A ngleterre et de Russie. Les ministres in v ite n t les députés au concert. Ils o n t avec eux des colloques privés. Ils les raisonnent, ils s’inform ent.
Lors des repas, le B as-Valaisan P ittie r est toujours exclu p arce que Eugène de C o u rte n ne v eu t se tro u v er ni à table ni en séance avec lui.
« Je ne me co m p ro m e ttra i jam ais avec un individu qui, en 1802, s’éta it perm is de venir avec le général T u rre a u s’em parer de la maison de m on oncle A ntoine- A d rien à Sierre et d ’envoyer dans la m ienne q u a ra n te grenadiers français p o u r nous in tim id er et nous engager p a r ce m oyen à signer la réunion. J ’ai déclaré form elle m en t q u ’aucune considération hum aine ne me p o rte ra it à cet acte de com plaisance auquel m a délicatesse rép u gne. »
M ais ce diable de P ittier, à Z urich, v a à la messe. Il se tro u v e un dim anche au prem ier banc avec D u fo u r et M o ran d . Les H a u t-V a la isa n s occupent le second banc. A la fin de la messe, ils laissent les Bas-Valaisans
sortir et p re n d re du cham p. M ais ces derniers leur fo n t le coup de les a tte n d re sous le porche. E t P ittie r s’ap proche, il tend la m ain à M. de Sépibus et l’embrasse en public.
« Ce tra it fit une telle impression sur moi, écrit Eugène, que sans savoir com m ent je to u rn a i sur mes talons et je q u itta i toute la compagnie. » Louis de K a lb e rm a tte n le ra ttra p e , ils fo n t une p ro m en ad e en semble et, deux heures seulement après, il rejoint de Sépibus dans sa chambre.
Eugène de C o u rte n a des scènes aussi avec D u fo u r et il en perd , dit-il, l’a p p é tit p e n d a n t deux jours.
Ça sent l’exil
E t p o u r ta n t les députés o n t de quoi a v o ir faim. D ’abord, ils se tro u v e n t mal logés : dans des « greniers » et to u t coûte si cher que le soir ils ne p re n n e n t q u ’une soupe et un verre de vin. Ils pensent à leurs enfants, à leurs filles qui sont éduquées dans des couvents, à leurs fils qui doiv en t a p p re n d re l’allem and, à leurs épouses, à leurs vignes surtout. C et auto m n e 1814, les raisins sont verts et durs ; pas le q u a rt qui commence à tourner.
V oilà encore un frag m en t de lettre d ’Eugène de C ou rten , le plus sensible des députés, à son frère P a n crace.
« Embrasse tous nos enfants. R ecom m ande, je te prie, aux miens d ’être bien sages, à Louis une gran d e patience dans la direction de son ménage, à C a th erin e beaucoup de courage p o u r en soutenir le fardeau. Il est bien péni ble de penser que je dois différer les vendanges ou te d onner l’em barras de les faire m ettre en train , si cela presse. Si jam ais je rejoins m a cabane, je prom ets à M. T a ffin e r et à tous les Valaisans q u ’ils p o u rro n t faire
usage de leur H olz-Schlägel p o u r m ’assommer sur m on fumier, p lu tô t que de me faire faire un seul pas d ip lo m atique p o u r mon pays...
» (Adieu Pancrace). Adieu m on bon ami. »
Les disputes à Z urich sont si vives entre Suisses de tous les cantons q u ’Eugène de C o u rten s’exclame encore :
« Mes com patriotes sont fous ! »
Il en a tellem ent assez du clim at de Zurich, clim at de bise froide et de réparties m o rd an tes entre Valaisans, de projets, de contreprojets, de suppliques aux ministres, d ’impasses successives que sa plum e hurle sur le pap ier q u a n d il se confie : « Q u e ne donnerais-je pas p o u r être une fois hors de cette bagarre, où j ’avale des couleuvres en si g ra n d n om bre que je puis les p re n d re avec les doigts. »
Q uel était donc le sujet de la bag arre ?
U n e C o n stitu tio n « raisonnable » puisqu’il fa lla it en passer p a r là p o u r devenir suisse.
M ais cette C o n stitu tio n était aussi verte, aussi mal mûre, aussi dure, aussi acide que les raisins de 1814.
LA G R A N D E D I S P U T E
!
Liberté, égalité, fraternité, avec des nuances
L a prem ière a ffa ire était les dizains. Messieurs, combien de dizains ?
» — Les sept anciens plus trois p o u r le Bas, rép o n d en t les H a u t-V alaisan s. E t sachez que l ’évêque juge cela d ’une « justice évidente ».
— L ’évêque songe à ses intérêts, répliquent les Bas- Valaisans. Voici n o tre rép a rtitio n : cinq dans le H a u t , q u a tre dans le C en tre et six dans le Bas ; quinze dizains en tout.
E t com m ent v o te r à la D iète cantonale ?
— P a r dizain, disent les premiers, et l’évêque a u ra une voix comme un dizain.
— N o n , p a r tête, disent les seconds et la représen ta tio n à la D iète d o it être basée sur le chiffre de p o p u lation des dizains.
Le G ouvernem ent, com m ent le form erez-vous ? — N o u s ne voulons pas de Conseil d ’E ta t et, entre parenthèses, pas de T rib u n al cantonal, insistent les H a u t-V alaisan s. L a D iète se réunira deux fois p a r an. ît N o u s nom m erons un gran d bailli p o u r deux ans avec des adjoints et quelques pouvoirs. Ils a d m in istrero n t e t les communes a u ro n t un d ro it de référendum , en to u t cas en m atière d ’im pôt.
— N o n , rep ren n en t les Bas-Valaisans. Il y a u ra un trib u n a l suprême fixe. E t nous voulons un Conseil d ’E ta t, c’est-à-dire un exécutif stable, fort, avec des moyens. Le référendum ne nous p la ît guère. La question se posera de tro u v e r l’argent po u r l’E ta t et nous voyons bien que si l’on nous dem ande de v o te r p a r dizain, il nous fa u d ra , p a r contre, p a y e r p a r tête. P o u r p a y e r
^ nous ne serons jamais assez nom breux.
— H élas ! nos paysans n ’a d m e tte n t pas v o tre système fiscal.
— O h ! les nôtres, vous les avez habitués de payer, ré to rq u en t les députés du Bas.
— Vous p ourriez q u a n d même vous « racheter », grognent ceux-là.
— N o u s avons reçu, de vous d ’ailleurs, no tre diplôm e d ’in dépendance le 22 février 98, gratuitem ent. N e reve nez plus sur ce chapitre.
— P a rd o n , il y a v a it une condition, celle de vivre en am itié avec les communes du H a u t-V a la is. Vous y avez m anqué en 98 et 99, car vous avez pris les armes contre nous. La gratuité de l’indépendance se trouve donc annulée.
— Voyons, c’est vous qui vous êtes rebellés sans bon sens contre les autorités existantes, celles de la R é p u blique helvétique de cette époque. N o u s avons été m obi lisés contre notre gré contre vous, mais l ’o rd re était juste et légal. N o u s avons obtenu cep en d an t de ne pas p a rtic ip e r au co m b at de la Morge. E t après Finges, nous avons établi un comité de bienfaisance p o u r vous venir en aide. N o u s avons subi aussi les exactions et vexations de vos adversaires.
— L ’indépendance vient de nous, nous avons un d ro it d ’aînesse. Ce d ro it d ’aînesse doit se concrétiser.
— Si nous sommes les cadets, observons q u ’en 1802 c’est nous, les Bas-Valaisans, qui p a r no tre héroïque obstination avons sauvé le Valais entier. Les ministres reconnaissent nos droits.
— Les ministres reconnaissent vos droits à Z urich, mais à Vienne, au Congrès, personne ne s’entendra. Les cantons souverains d e v ro n t réoccuper tous les pays ci-devant sujets.
— O ù allons-nous en ce cas ? Vous refusez toute C o n stitu tio n égalitaire et efficace.
— Sur le vote p a r dizain, sur le Conseil d ’E tat, et sur le référendum , nous ne céderons q u ’à la force des armes !
L ’enfer et le purgatoire
C o m m e n t rap p ro c h e r les points de vue ?
Lors d ’une séance, M. C an n in g , l’Anglais, se to u r n a n t du côté du b aron K riidener, le Russe, lui d it : « C onvenez q u ’une des places les plus pénibles de l’enfer serait celle d ’un m inistre m éd iateu r dans une cause comme celle-ci ! »
Le pacifique Eugène de C o u rten fit aussitôt cette mise au p o in t : « Je vous prie de croire, V o tre Excel lence, que p o u r ce qui me concerne je suis en p u rg a toire. » — « Mais Z urich est si belle », re p a rtit le ministre.
ASSEM BLÉES T E M P Ê T E
Le retour au p a ys avec le pro n u n cia tu m au cou
« R en tro n s vite, a v a it écrit Eugène de C ou rten , nous ne mangeons pas l’argent de notre p a u v re pays. N o u s le volons. »
— Eh bien ! rentrez ! d ire n t les ministres. N o u s nous sommes prononcés.
E t on ap pela ça un « p ro n u n c ia tu m ».
T reize dizains équilibreraient le Valais. N o s treize étoiles d a te n t de cette sentence. C o n th e y sera créé, H é re n s m aintenu.
Le vote se ferait p a r dizain. L ’évêque a u ra it une voix.
U n Conseil d ’E ta t p e rm a n e n t est proposé fo rte m en t ; à défau t, un système de bailli et deux vice-baillis avec pouvoirs réels représentant les trois parties du pays.
Le référendum p o u rra it être toléré p o u r les lois fis cales exclusivement.
L a balance a v a it penché en fa v e u r du Bas-Valais. Les députés du H a u t ren trèren t au pays silencieux. Si on les interrogeait, ils ré p o n d aien t q u ’ils av a ie n t « des ch a grins politiques » et ils p arlè re n t d ’un échec to tal p our to u t le monde.
Les députés d o n n e n t de la v o ix
Le gendre du b aron Stockalper, François Z en -R u ffi- nen, g ra n d châtelain de Loèche, conv o q u a sans droits suffisants, une D iète à Tourtem agne. O n ne sourcilla pas tro p . Le V alais v iv a it dans l’illégalité ou dans le provisoire. C e tte D iète décida d ’organiser à Sion une assemblée con stitu an te de to u t le Valais avec deux députés p a r commune. Ça, on l’appellera le C onventus.
Le 16 novem bre, le C on v en tu s s’o u v rit à Sion. Les menaces fusèrent vite. Le p ro n u n c ia tu m fu t remis en question. O n b a tta it des njains, on criait, on trép ig n ait des pieds.
« P as t a n t de bruit, messieurs ! » d it le plus doux des députés, C laiv az, g ra n d châtelain de M artig n y , en
s’adressant à ses collègues du H a u t. /
y
Les députés de Sion et Sierre, hésitants, ad o p te n t de plus en plus les vues bas-valaisannes. Quelques furieux H a u t-V a la isa n s p a rle n t alors de p u n ir Sion en y b o u ta n t le feu. Louis de K a lb e rm a tte n en est scandalisé.
Les débats deviennent toujours plus âcres.
« M onsieur le président, faites donc cesser ces cla meurs, sinon on sera fondé à penser et à dire que vous les autorisez dans l’espoir d ’en tirer av an tag e », proteste Michel D u f o u r en reg a rd a n t Léopold de Sépibus.
Le gran d bailli, piqué de cette observation, q u itte son siège et se dém et de la présidence.
Il se fait au m om ent même une vague, un souffle tu m u ltu e u x p a rm i les députés du H a u t-V a la is d o n t le prem ier rang s’écrase sur les députés bas-valaisans. Le chapeau de Jacques de Q u a r té r y est foulé aux pieds.
« N o s personnes sont violées, nous ne sommes plus en sûreté », clam ent à leur to u r les députés bas-valaisans qui q u itte n t la salle précipitam m ent.
Les jours suivants se passent en excuses et en mises en garde.
Le C o n v en tu s se séparera le 3 décembre après avoir de guerre lasse élaboré une C o n stitu tio n inspirée plus ou moins du p ro n u n c ia tu m de Zurich. Sur ce point, un accord très m o m entané a été réalisé.
Sur un autre, il y a u ra contestation. Le gouverne m en t présidé p a r T a ffin e r a donné sa démission. Le président du C on v en tu s Léopold de Sépibus fait p r o céder en séance de relevée à l’élection fu rtiv e d ’un nouveau gouvernem ent.
Les juristes du Bas protestent
Mais les Bas-Valaisans veulent que l’on atten d e que la C o n stitu tio n soit sanctionnée p a r les Conseils de dizain, soumise au x ministres et ap p ro u v ée p a r la D iète helvétique. D ’autre p a rt, rem arquent-ils, une D iète régulière p eu t seule élire le gouvernem ent.
L éopold de Sépibus est élu g ra n d bailli ; Charles- E m m anuel de R ivaz, vice-bailli, et L ibérât de C ourten, trésorier d ’E tat.
C harles-E m m anuel de R iv a z refuse.
Q u ’à cela ne tienne, de Sépibus le rem place p a r son cousin Isaac. '
Vieux objets
artisanat
et art populaire
I l semble p a rf o is q u ’il est des entreprises qu e seuls l’a m o u r e t la passion so n t capables d ’in v e n te r et de m e n er à chef. A vec, bien sûr, u n t o t a l désintéressem ent, m ais est-ce que cela ne v a p a s de soi ? H o b b y , lubie, d a d a , m a ro tte , c’est ainsi q u ’en term es fam iliers m ais p a s fo r c é m e n t pé jo ra tifs o n q u alifie e n tre b ra v e s gens qui n ’y v o n t p a s re g a r d e r de si p rès la possession d ’un h o m m e p a r un e idée ty r a n n iq u e , exclusive et m a foi e x a lta n te à co n d u ire ju s q u ’en ses plus loin tain es conséquences, q ui fa it d ’a m a te u rs élairés des spécia listes plus sav a n ts que les professionnels. P o u r qui lui c o n sacre les loisir d ’un e vie entière, un e telle o c c u p a tio n d e v ie n t u n second m é tie r qui so u v e n t ne le cède en rien au p rem ier. D e telles hom m es, bien q u ’a u to d id a c te s, p a r leur a c h a rn e m e n t, le u r patience, le u r d é v o u e m e n t et e sp rit de m é th o d e im p o se n t le respect et a p p o r t e n t une précieuse c o n t rib u tio n à certain s dom a ines de la connaissance.
I l en est u n d o n t l’œ u v r e est à tous égards ex ceptionnelle et qu i v a u t bien, de p a r sa p ers o n n alité, q u ’on le p résen te en quelques mots. G enevois d ’une fam ille o rig in aire de H a u t e - Savoie, V a la isa n p a r alliance, ce p r o p r ié t a ir e d ’en trep rise qui a f o r t bien m ené ses affaires s’est v o u é depuis q u a ra n te -c in q a ns à la p ro s p e c tio n sy stém a tiq u e de vastes régions dans le b u t de les m ieu x c o n n a ître et s u r to u t d ’acc u m u le r un e im mense collection d ’objets tém oins des m œ u rs et de l ’a n tiq u e civ ilisatio n de leurs p o p u la tio n s . Son in té rê t p o u r la terre, le te r r o i r et ses hom m es l ’a e n tra în é vers des activités diverses m ais co m plém entaires. E th n o lo g u e, archéologue et spéléologue, il a effectué le relevé d ’in n o m b rab les grottes (d o n t celle de S a in t - L é o n a r d et son lac so u te rra in ) et f u t à l ’o rigine de la f o n d a t io n de la Société suisse de spéléologie. Il f u t aussi un in tré p id e m o n t a g n a r d , m ais c ’est s u r to u t la ré u n io n d ’une é n o rm e d o c u m e n ta tio n e th n o g ra p h iq u e qu i l’a p rin c ip a le m e n t retenu. Sa dém arche, d an s ce do m a in e, su iv a it une ligne précise : les vallées le long du R h ô n e, de la F u r k a à la M é d i terranée.
C e fu r e n t, a u p re m ie r chef, nos vallées valaisannes, mais com m e il le d it si bien, on ne p e u t é tu d ie r le v e r s a n t d ’une m o n ta g n e sans être te n té d ’alle r v o ir de l ’a u tre côté. Il y a d o n c inclus la vallée d ’Aoste, les deux Savoie, le D a u p h in é et la P ro v en ce. E t puis, les fro n tières ethniques d an s nos p a y s n ’é t a n t guère délimitées, e n tra în é p a r sa chasse a u trésor, il a fini p a r d é b o rd e r su r le P a y s - d ’E n h a u t, le C h a b la is v a u - u dois, et des régions bien plus lointaines pu isq u e sa collection
c o n tie n t fi n a le m e n t des pièces d o n t l’origine se situe aussi bien d an s les p laines de l’A n a to lie q u ’au M a ro c ou en E sp a gne. M ais ce n ’est là q u ’un co m p lé m e n t qui p e r m e t au d em eu r a n t d ’intéressantes c o n fro n ta tio n s. Sa collection, q u a n t à l’essentiel, concerne bien les vallées de nos p a y s alpins, et sym bolise d ’une façon m a g istrale ce tria n g le V alais-A oste- Savoie que les nouvelles relatio n s routières o n t r e n d u d ’a c t u a lité depuis quelq u e temps.
O n le c o m p re n d , cette collection nous intéresse à plus d ’un chef, et nous au ro n s l’occasion d ’y revenir. P o u r l’heure, nous nous a rrê te ro n s a u x tr a its qu i c o n c e rn e n t le V alais et qui, d a n s cet ensemble, sont inscrits d an s quelq u e deux mille objets. C eu x -ci ne so n t pas tous d ’un in té rê t a rtis tiq u e cap - 5 ti v a n t. M . Georges A m o u d ru z , e t h n o g ra p h e , s’est désintéressé
d e cet asp ect de la question p o u r des raisons bien c o m p ré h e n sibles. C e q u ’il a v o u lu , c’est reco n s titu e r le style de vie de
ce q u ’il ap p e lle les vallées rh o d an ien n es, ré u n ir des d o cum ents d ’étude, e t a p ré fé ré a u x belles pièces — si f o r t recherchées p a r les a n tiq u a ire s — les ensembles expressifs de la vie des p o p u la tio n s .
C h a q u e fois q u ’il l’a p u , to u jo u rs d an s la m êm e o p tiq u e , il a te n té de g ro u p e r les objets p a r séries de six, a fin d ’en bien a tte s te r l’usage c o u ra n t, la pièce exceptionnelle, insolite, unique, ne p o u v a n t être in téressante q u ’à un p o in t de vue é tra n g e r à sa dém arche. C e la ne d im in u e en rien l’in té rê t de sa collection, c a r bien des objets usuels tels q u ’ils f u r e n t créés à l’é p o q u e s’a p p a r e n t e n t, a u j o u r d ’hui, d ’une poésie savoureuse et m êm e de cet insolite d o n t nous som mes si frian d s, et c ’est ainsi que des objets conçus p a r des êtres simples et sans a m b itio n re v ê t e n t à nos y e u x un in té rê t a rtis tiq u e extrêm e, au m êm e ti tr e à certains égards que ce q u ’on ap p e lle l ’a r t sauvage.