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13 étoiles : reflets du Valais = Wallis im Bild = Treize étoiles : reflets du Valais = Wallis im Bild

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Academic year: 2021

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(1)

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restaura

ZEFTAN

Z im m e r-Chwrj F L E T S D U V A L A I S année, N" 1 Ja n v ie r 1966 Fr.s. 1.60

(2)

C

I

B

A

«A C I B A , la re c h er ch e est u n e tra d iti o n p o u r les c o lo r a n ts et p o u r des p r é p a ­ ra tio n s aussi variées q u e les spécialités p h a rm a c e u ti q u e s , les a g en ts d 'a p p r ê t , les m atières pla stiq u es et la p h o t o ­ g ra p h ie . A u t a n t de secteurs o ù C IB A est d écidée à r é p o n d r e t o u j o u r s mie ux à l ’a tte n te d 'u n e clie ntè le fidèle rép a rtie su r le m o n d e e n tie r et q u i lui fait confiance d e p u is p lu s de tro i s-q u a rt s de siècle.»

(3)
(4)

R E S T A U R A N T T R E IZ E É T O IL E S

Jos. Imboden-Charvet

T éléphone 027 / 2 39 57

1950 Sion avenue de T ou rbillo n

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M enu sur com m ande Spécialités du Valais C arnotzet

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S iè g e ce ntral - Sion

87 a g e n c e s et r e p ré s e n la n f s da n s le c a n to n C h a n g e - C hè que s touristiques C o n f e c t i o n C h e m is e r ie - C h a p e l l e r i e La m a i s o n d e c o n f i a n c e é t a b l i e à S i o n d e p u i s p l u s d e c e n t a n s d o * p in o t noir racé corsé m oelleux

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l a v e l l i & C ' e Le fo u rn is s e u r d e l ' h ô t e l l e r i e s p é c ia lis é en vins d e to u te s p r o v e n a n c e s

(5)

Jeune,

sportive,

européenne...

mais toujours

valaisanne

V€RBI€R

LA TZOUMAZ

TORTIN

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De tout temps, avant de prendre

une im portante décision

en affaires, il a été opportun

de faire le point au méridien

de l’économ ie, de la finance

ou de la bourse.

CRÉDIT SUISSE

M A R T I G N Y SI ON B R I G U E

(7)

Le m agasin

&

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vous offre u n e

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Brig : V isp : Leuk : L c u k e rb a d : S aas-F ee : Z e r m a ll :

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P re s tig e du V alais

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Sept amis de l’apéritif Bitter*CAMPARI

* Bitter CAMPARI = le goût qui plaît

(11)

TREIZE ETOILES

1 6 e an n é e , N ° 1 J a n v i e r 1966 P a r a î t le 20 d e c h a q u e m o i s - O r g a n e o f f i c ie l d e l ' A s s o c i a t i o n h ô t e l i è r e d u Va l a is - F o n d a t e u r : E d m o n d G a y - R é d a c t e u r e n c h e f : B o j e n O l s o m m e r , Si o n , t é l . 027 / 2 54 54 - A d m i n i s t r a t i o n e t i m p r e s s i o n : I m p r i m e r i e P i ll e t, M a r t i g n y , té l . 026 / 2 20 52. S e r v ic e de s a n n o n c e s : P u b l i c i t a s S. A . , S i o n , té l . 027 / 2 44 22 - A b o n n e m e n t : Suisse 18.— ; é t r a n g e r 22.— ; le n u m é r o 1 f r . 60 - C o m p t e de c h è q u e s 19 - 4320, S i o n . Vos conférences Vos rendez-vous d'affaires

A la Table ronde,

CHEZ ARNOLD à Sierre

Nos collaborate urs

S. C orinna Bille Renê-P ierre Bille Em ile Biollay Fé lix C a rru zzo M aurice C h a p p a z M arcel C liv a z Jean Follonier A d o l f Fux D r Ig nace M ariétan Paul M artine t Pierrette M ic helo ud Edo u a rd M orand R oge r N o r d m a n n Georges Peillex Jean Q u in o d o z A lo y s T h e y ta z Pascal Thurre Maurice Zerm a tten G aby Z r y d Dessins de Gca Augsbourg Photos A r b ella y, Bille, D a n sk Billed C entral, D arbellay, N o u v e lliste du R h ône, R u p p e n , S te p h en , T hurre, Waber

Relais du M a n o ir

V i ll a / S ie rre J . Z i m m e r m a n n , g é r a n t C e n t r e d e d é g u s t a t i o n d e s v i n s d u V a l a i s R a c l e t t e - S p é c i a l i t é s

Sommaire

Les lauriers de N o u v e l-A n E cra n valaisan Die C h r o n i k v o n A dolf Fux : K leiner Walliser F a h rp lan Billet du Lém an T rio m p h e d u ski N o t r e to u ris m e en ambassade F ête des vieux C h r o n iq u e de l’e n tré e du Valais dans la C o n fé d éra tio n

V ieux objets, a rtisa n a t et a r t po p u laire Bridge M atches nuls P o tin s valaisans Les 1450 ans de Loèche E cran valaisan Le livre d u mois

N o tr e couverture : Ja n vier dans le L öts chental

D e m a n d e z p a r t o u t

le fendant Les Rlverettes la dôle de la Cure

d e u x fle u r o n s d u V a la is au x e n s e ig n e s d e saint P ie rre et d u G r a n d S c h in e r

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Fidélité, traditions, fo rce de l ’hô­ tellerie par ses héritages, par sa clientèle et pa r ses fournisseurs

V in s Im esch

Slerre 65 ans d e q u alité au service d e l'h ôlellerle V ille n e u v e Le fo u r n is s e u r s p é c ia lis é en v i a n ­ d e s s é l e c t io n n é e s , c h a r c u te r i e et c o n s e rv e s d e v i a n d e , p o u r l ' h ô ­ t e l l e r i e , les re s ta u ra n ts et les b o n s m a g a s in s d ' a l i m e n t a t io n . V. billet I S bille t f r . 3 . f fr. 3. , billet entier fr. 6 .-La r e v u e

TREÎZE ETOILES

est e n t i è r e m e n t c o n ç u e , c o m p o s é e et p h o t o g r a p h i é e , i m p r i m é e et r e li é e da n s les a te lie rs d e l ' I m p r i m e r i e à M a r t i g n y

l i / e t

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Lauriers

de Nouvel-An

M . O d o a r d o M a s i n i , d o n t le l a r g e c h a p e a u e t la l a v a l l i è r e s o n t l é g e n d a i r e s , h o n o r e r é g u l i è r e m e n t d e sa p r é s e n c e les m a n i f e s t a t i o n s de n o t r e c a n t o n . Le v o i c i p a r e x e m p l e a u C o m p t o i r d e M a r t i g n y .

Promotions et distinctions, le Valais en a eu sa part, qui nous a tous réjouis. Elles ne p e u v e n t plus tro u v e r q u'un lointain écho dans la revue, qui fé licite chaleureusem ent ceux qui font ainsi honneur au canton. Parmi les hommages rendus, il en est un cepe nd an t qui a soulevé ici une o v atio n particulière, et sur lequel nous v o ud rion s insister. Il s'agit du

« C œ ur d 'O r » a ttribué à M . O d o a rd o Masini, vice-consul d 'Ita lie à Brigue, par une fo n d a tio n de son pays. Depuis 1934, le « C om itato per il Premio della N o tte di Natale » distin gu e ainsi chaque année la p e r­ sonne qui a fait p re u v e du plus g rand d é v o u e m e n t, des plus grandes qualités de cœur. Q ue la récom pense a ille cette fois-ci à M . M asini a p o u r nous une signification p ro fo n d e . Ce n'est certes pas un vaisseau de ducats qui est to m b é dans le g rand chapeau lég endaire, ni une im p orta nte cocarde sur le plastron b o m b é . Le geste qui nous enchante est de nature délicate et s y m bo liq ue , et son o p p o rtu n ité est e x tra o rd i­ naire. Il a surtout fourni l'occasion aux innom brables amis de M . Masini de lui manifester leur affection. Ce qui écho it au représentant d e l'Italie en Valais, c'est l'oscar du d é v o u e m e n t. O r il est précisém ent unique d e rencontrer au m on de p a re ille d is p o n ib ilité de cœur. M . Masini a le talent de la bon té. Il a la v o c atio n du mécénat. Plus on le fréquente et plus on s'aperçoit q ue ses démarches, m ême celles q ue notre fichue c o n ve ntio n sociale nous fait a ttribuer à la simple courtoisie, partent de la sensibilité; elles e n g ag en t l'hom m e, et c'est à cet hom m e sincère que nous exprim ons à notre four, par-delà les formules, notre vraie amitié.

(14)

Directeur de la Banque Cantonale

Après une période

de suspense, -le choix du gouvernem ent est

fait : M e A dolphe T ravelletti, ancien président d ’Ayent, député aux C h a m ­ bres fédérales et déjà m embre du Conseil de la Banque, assu­ m era l’une des p r in ­ cipales responsabili­ tés du canton, succé­ d a n t à M. O scar de C h asto n ay ; « Treize Etoiles» est heureuse de s’associer aux cha­ leureuses m anifesta­ tions qui o n t accueil­ li cette nouvelle.

D ie C h r o n ik v o n A d o l f F u x : K l e i n e r W a l l i s C f F a h f p l a l l

O b w o h l von einem K r a n z hoher Berge umgeben und von mächtigen Gletschern abgeriegelt, blieb das Wallis bereits in alten grauen Zeiten nicht u nentdeckt. W urden ligurische Volksstäm m e, K elten u n d G erm anen darin sesshaft, diente es karthagischen, gallischen u n d rö m i­ schen Legionen als D urchzugsland. D ie Wege über den St. B ernhard, den S im plon und die Grimsel sahen auch H a n d elsleu te und Pilger. Besonders zwischen Italien und F ran k reich herrschte ein reger V erkehr. D e r U n te r ­ k u n f t dienten anfänglich H o sp iz e u n d später die ersten bescheidenen H erb erg en oder Susten, wie jene von Leuk, die bereits 1338 bestand u n d sechs Betten zählte.

« P o u r faire passer le canon » Hess N a p o le o n B ona­ p a r te die erste Alpenstrasse ü b er den S im plon bauen, eine H eerstrasse, die er selber nicht m ehr benutzen sollte. D agegen diente sie dem friedlichen V erk eh r wie die Strasse über den Grossen St. B ernhard, deren Bedeutung d u rch den Bau eines A utotunnels m ächtig gestiegen ist. Ein reibungsloser A u to -G ro ssv e rk e h r ist auch a u f der langen K antonsstrasse möglich, die a u f der ganzen Länge A bzw eigungen nach den N e b e n tä le rn u n d h in a u f zu den H a n g d ö r f e r n aufweist.

Schon 1898 w u rd e die dreitausend M eter hohe A lp e n ­ m auer, welche die U rg ew alten zwischen Italien u n d der Schweiz aufgeschichtet haben, in Brig u n d Iselle ange­ b o h rt, um den längsten Eisenbahntunnel der W elt zu bauen und M aila n d m it P aris durch die Sim plonlinie zu verbinden. Als d a n n später durch den L ötschbergdurch- stich auch nach N o rd e n ein T o r in die B erner A lpen gebrochen w a r und die im O sten liegende F u r k a mit Schienensträngen überb rü ck t w urde, w a r das berg- und gletscherumschlungene Wallis der weiten W elt erschlossen.

Im G om s bilden die F u rk a b a h n u n d die Furkastrasse, welche sich in Gletsch gabelt und die H ö h e n der G rim ­ sel u n d F u r k a überw indet, die S chlagadern des V er­

kehrs, w ä h re n d die Bahn, welche Z e r m a tt m it St. M o ritz im E n g ad in verbindet, sich keine A bstecher erlauben d a rf, schlängelt die Strasse gemächlich den vielen D ö r ­ fern entlang, w ov o n einige sowohl als Sommerfrische wie fü r den W in te rsp o rt geeignet sind. A uch das w ild ­ rom antische Binntal, dessen R eichtum an seltenen P f l a n ­ zen und m annigfachen K ristallen b e k a n n t ist, w u rd e dem A u to zugänglich gemacht.

Brig ist nicht n u r G renzstation fü r die Schweizeri­ schen Bundesbahnen, sondern auch E n d statio n d e rL ö tsch - b ergbahn u n d A usgangstation der Z e rm a tt- sowie der F u r k a b a h n ; zudem ist diese B ergstadt H ü te r in des Sim- plonpasses u n d gesam thaft gesehen eine W indrose des Verkehrs von schweizerischer und europäischer Bedeu­ tung. In Brig befindet sich aber auch das C h a v ezd en k - mal, welches bezeugt, dass diese B ergstadt n ich t n u r am Eingang des längsten E isenbahntunnels steht, sondern auch die heroische Geschichte der A lp e n a v ia tik hier ihren A n fa n g n im m t. D as W ahrzeichen von Brig bilden die T ü rm e des p rä c h tig renovierten Stockalperschlosses.

Auch im Saastal ersetzt längstens schon eine gross angelegte Autostrasse den ehemaligen S au m p fad . W o erst noch das M au ltier m ühsam seinen W eg suchte, springt je tz t der M o to r an u n d ü b e rw in d et spielend die drei T alstufen, um in überraschend k u rz e r Z eit das Gletscher­ d o r f Saas-Fee zu erreichen. Im M a tte rta l fü h rt die nun ebenfalls verb reiterte A utostrasse bis nach St. N iklaus, wo eine Strasse nach dem sonnigen H o c h la n d von G rä - chen abzw eigt, das als F re m d e n o rt grosse Bedeutung erlangt hat. D e r Bau der Strasse von St. N ik la u s bis nach Täsch ist gegenw ärtig im G ang. U n d auch fü r das letzte Teilstück bis nach Z e rm a tt liegt ein positiver Entscheid vor, so dass in absehbarer Z eit das M a tte r ­ h o r n d o r f ausser m it d er bew ärten Eisenbahn auch m it dem A u to erreichbar sein w ird.

Régimentier

Qui n ’a u rait envie

de refaire du service militaire du m om ent que M. G abriel Cons­ tantin, nouveau co­ lonel, comm ande do ­ ré n av a n t le régim ent valaisan, le Rgt. inf. m o n t. 6 ?

(15)

Enfin

un divisionnaire

S’il est une prom o­ tion d o n t to u t V alai- san est fier, c’est bien celle de M. G é rard L attio n , com m an d an t des écoles centrales II* et III", qui passe au grade de division­ naire. N o tr e ph o to m ontre ce gran d m i­ litaire lors de la ré­ ception organisée p a r le Conseil d ’E tat.

R h o n etal ab w ä rts gelangt m an von G am pel über G oppenstein, dieser Felsstation der L ötschbergbahn, ins Lötschental, dessen B ew ohner tr o tz dem grossen V er­ kehrsaufschw ung nach wie v o r a lte h rw ü rd ig en S a tz u n ­ gen und Bräuchen treu bleiben. W eiter westlich ö ffn et sich ein and erer T aleinschnitt, der sich v o r den Gem m i- w änden z u r Schale rundet, aus deren G ru n d die H e il­ quellen des Leukerbades hervorsprudeln. Dieser a l t ­ b ek an n te Badeort, w a r bisher von Susten- Leuk aus m it einem Bähnlein erreichbar, das nun d urch U m stellung a u f Strassenbetrieb ersetzt w erden soll, w o fü r f ü n f A u to ­ busse n otw endig sind, um den P e rso n e n tra n sp o rt zu bewältigen.

Bevor w ir das O berw allis verlassen, sei noch lobend d a r a u f hingewiesen, dass n u n alle H a n g d ö r f e r durch eine Strasse o d er eine Seilbahn m it dem H a u p t t a l v er­ bunden sind. V on Visp aus führen Strassen nach Visper- term inën, Zeneggen, Bürchen, Ausserberg u n d Egger­ berg. Ü b er T u r tm a n n gelangt m an nach Ergisch und Ems. E benfalls die L euker Sonnenberge sind durch Strassen dem A u to v e rk e h r offen. Seilbahnen bestehen fü r Betten, R ied-M örel, R iederalp, Birgisch, M und, S taldenried-G spon, E m bd, U n te rb ä c h u n d Eischoll.

U n te rh a lb des P fy n w a ld e s weitet sich das R h o n etal z u r « N o b le -C o n tré e » . Von Siders zweigen die Strassen nach M o n ta n a -C ra n s und dem Eifischtal ab. M o n ta n a - C ran s entspricht allen A nfo rd eru n g en m oderner F re m ­ denplätze. Ih re Bedeutung w ird du rch den Bau der R aw ylstrasse z u r V erbindung m it dem Berner O b erla n d noch wesentlich gewinnen.

Von Sitten, der K a n to n s h a u p ts ta d t m it alten K irchen u n d Schlössern, führen viele Strassen in die hübschen R eb- und A lp d ö rfe r u n d hinein nach Evolène u n d h in ­ a u f zum Stausee der G rand-D ixence. Von Sitten bis M a rtin ach durchqueren Eisenbahn und A u to die f ru c h t­ barste Gegend des Wallis. W äh re n d die Ebene einen ein­ zigen zusam m enhängenden O b stg arten bildet, sind die T alfla n k e n bis weit h in a u f m it Reben bewachsen. M a r ­ tinach ist A u sgangspunkt fü r den Grossen St. B ernhard,

dieses historisch bedeutsamen Überganges nach Italien, der sich nun durch den Bau eines sechs K ilo m eter langen A utotunnels wesentlich kürzen lässt und auch im W in ter b e n u tz b a r bleibt. A n der rechten Flan k e des Bagnes- Tales liegt Verbier, der jüngste grosszügig angelegte Ferienplatz der Schweiz, dessen A ufschw ung erstau n ­ lich stark ist. Von M a rtin ach aus führen noch die Eisen­ bahnen noch Orsières und C h ä te la rd -C h a m o n ix , sowie die p rä c h tig ausgebaute Forclazstrasse ebenfalls nach C h am o n ix . N a c h der engen Klus von St. M aurice, dem einzigen natürlichen A usgang des R honetales, weitet sich die L andschaft, deren linke Seite noch zum Wallis gehört. A m E ingang ins Val d ’Illiez liegt der grosse in d u s trie o rt M onthey, von wo aus M orgins u n d C h am - p éry sowohl m it der Bahn als m it dem A u to erreichbar sind.

D e r a r t erschlossen ist das Wallis, dass die Eisen­ bahnen den Reisenden nicht n u r d urch eines der vier T unnels an der F u rk a, am Sim plon, am Lötschberg sowie jenes von St. M aurice ins L a n d hineintragen, sondern auch h in a u f in die H o c h tä le r und die W elt der Gletscher u n d G ipfel, wobei der G o rn e rg ra tb a h n die besondere E hre z u k o m m t als eines der sieben W e ltw u n d e r der T o u ristik zu gelten. F ü r den A u to fa h re r gibt es eine ab­ wechslungsreiche A usw ahl in Berg- u n d T a lfa h rte n u n d d a z u diese unvergleichlich schöne K antonsstrasse von St. G ingolph bis Brig.

D e r V ollkom m enheit halb er sei noch d a r a u f verw ie­ sen, dass im W allis 70 Seil- u n d Sesselbahnen betrieben w erden u n d 150 Skilifte, dass es d o rt 1500 K ilom eter m ark ie rte W anderw ege gibt u n d 750 H otels, Pensionen und H eim e m it gesam th aft 24 000 Betten. N ic h t inbe­ griffen in dieser B ettenzahl sind jene, die in P r iv a tc h a ­ lets fü r den F rem den z u r V erfü g u n g stehen, sowie die L agerstätten fü r Vereine u n d Gesellschaften. U n d schliesslich seien noch die C a m p in g p lä tz e e rw äh n t, w o­ von jener von Brigerbad wohl das grösste Ausmass haben d rü fte und den Badegästen z u r V erfügung steht.

(16)

Paris fête Fay

A u Salon de l’a r t libre à Paris, le président, M. Georges M arco, a remis à M. F red Fay, p eintre établi à Sion, la m édaille de la Ville de Paris en recon­ naissance de son activité. Voilà une nouvelle qui fera plaisir au x amis et supporters de l’Académie des b eaux-arts du Valais que dirige l’artiste.

Hommage au sauveteur

D iplôm e et médaille Carnegie viennent témoigner du courage et de la présence d ’esprit d ’un im pri­ meur de la capitale, M. G uy Gessler, qui a tiré du Lém an un jeune homme qui s’y noyait. N ous en sommes émus et félicitons notre confrère.

Billet du Léman

L ’a u t r e jo u r , d an s le c o m p a r ti m e n t d u chem in de fer qui

cin g lait su r G enève, m o n vis-à-vis, le nez collé à la vitre, lâ ch a un s o u p ir :

— C ’est to u t ce qui reste de la g are de l’E x p o ! E n trois secondes, les tém oins arq u és d ’un lieu qui v it l’a f f lu x e t le re flu x de centaines de m illiers de visiteurs a v a i e n t d isp aru . Le c o n tra s te est plus a m e r su r la ro u te de B ellerive qui longe les vestiges des b â tim e n ts de V id y , enfuis ou mutilés. T o u t ce qu i v iv a i t si inten sém en t il y a q uinz e mois est a m o rp h e , incolore, muet.

Q u e de souvenirs ! J e pensais à ces prem ières semaines de m ai, lorsque les foules a t te n d u e s d ’o u tr e -S a rin e et d ’o u tr e - V ersoix t a r d a i e n t à r é p o n d r e à l’a p p e l n a tio n a l. T o u t éta it p r ê t p o u r t a n t , fin p r ê t — h o rm is cet engin vo u é a u x p r o ­ fo n d e u rs lém aniques et qui a v a i t ses pannes, to u t com m e un sim ple engin te rre stre ou aérien. M ais p a rc e que c’é t a it chez nous que se p ro d u is a ie n t ces hu m e u rs passagères, le cas d e v e ­ n a i t p e n d a b le a u x y eu x des c o n te m p te u rs de Bâle et d ’ail­ leurs. T o u t cela est déjà loin et presq u e oublié.

L ’ex périence a p o r t é et l ’on a pris conscience d an s to u t le p a y s de possibilités q ui res taien t so u v e n t inconnues. Ce fut, p o u r b e au co u p , la r é v é la tio n d ’une te chnique, d ’un savoir, d ’un em ploi. L a série des p etites b rochures éditées p a r les e x p o san ts bien inspirés, et qui o n t été rassemblées en q u a t r e classeurs, sera utile p o u r les personnes de tous âges e t c o n d itio n s qu i v o u d r o n t m ieux c o n n a ître les activités et les ressources du p ay s ; un e d o c u m e n ta tio n de base aisém ent accessible.

V ous ra p p e le z -v o u s ces journées c a n to n ales im posantes et joyeuses, avec les cortèges qui e n c h a n ta ie n t les foules a cco u ­ rues à L a u sa n n e ? Le fo lk lo re t r io m p h a it d an s le style le plus v ra i, le plus noble, ig n o r a n t les d é m o n stra tio n s d ’estrades, fugitives et p ublicitaires. Ces heures colorées re v i v e n t à la lecture d ’u n o u v ra g e qui v ie n t de so r tir de presse et qui a belle allure. Le te x te ne p o rte pas de signature, m ais l ’icelle saute a u x y eu x et M ichel J a c c a r d ne nous en v o u d r a pas d e rév éler ce qui est si é v id e n t \

1 « Les m e r v e i l l e u x c o r t è g e s de l ' E x p o s i t i o n n a t i o n a l e ». E d . N R L , L a u s a n n e .

U n récen t n u m é ro de « Life » e x p r i m a i t le sentim ent d ’a m e rtu m e des N e w - Y o r k a i s qui é ta ie n t présents le jo u r de f e r m e tu re de l ’E x p o sitio n m o n d iale . U n e f f o r t considérable a v a i t été fait. M ais au lieu des se p ta n te m illions de visiteurs a tte n d u s, ils f u r e n t c in q u a n te et u n millions, et le c h ro n i­ q u e u r d ’un a u t r e p é rio d iq u e a m éricain a t tr i b u e la cause de ce d é ta c h e m e n t à u n sen tim en t de « déjà v u » (en français d an s le texte) qui lasse les esprits blasés.

Ce f u t un e ruée, quelques heures a v a n t la ferm eture. U n p a r t e r r e de 90 000 chry san th èm es f u t dév asté en d eu x heures p a r des dam es élégantes éprises d ’a r t flo ra l (well dressed flower lovers). C e v a n d a lism e é c œ u ra it des p assants d o n t la dig n ité n ’é ta it pas sim p lem en t d ’o r d r e v estim entaire. Des bannières f u r e n t em portées, des vases brisés, des cendriers subtilisés, de m êm e que des statues dressées a u x p o rte s de pavillons.

L ’estim e en laquelle nous te nons les A m éricains d u N o r d nous autorise à classer ce tém oignage s u r p re n a n t. Le déficit de la W o r l d ’s F a ir dépassera les prévisions les plus pessimis­ tes, m ais la M u n icip alité, qui a v a i t versé une c o n trib u tio n de 24 m illions de d ollars, a pris sa re v a n c h e avec le m o n t a n t des taxes prélevées d an s les établissem ents publics, les hôtels e t les m agasins : quelq u e chose com m e 750 m illions de dollars...

* * *

A L ausanne, la p u b lic a tio n du b ila n a u r a r o u v e r t des dossiers et re d o n n é des ailes toutes noires à la h a rg n e des stratèges d ’estam inets. J ’ose so u h a ite r que les qualités prêtées au x V au d o is mes frères, et d o n t ils s’a c c o m m o d e n t aisément, faites de p o n d é r a t io n et de b o n sens, s’e n fla m m e n t plus so u v e n t à l’a b o rd a g e de tém oignages de p ré s o m p tio n et de suffisance qui les v eu le n t c o n d a m n e r. E t q u ’ils in v ite n t les p ro p h è te s au p e t it pie d (« J e vous l’avais bien d it ! ») à re te n ir ce conseil d ’A rsinoé à C élim ène :

Ne vous enflez donc point d ’une si grande gloire Pour les petits brillants d’une faible victoire.

L ’essentiel, a u -d e là des critiques, n ’est-il pas que les g ran d es heures de V id y restent inoubliables ?

(17)

E to n n a n te blancheur où les personnages d e u x p a r d eu x sem blent dessinés à l’encre de Chine... C ette estam pe était visible déjà au d éb u t de dé­ cembre dans nos grandes sta­ tions. D estinée au perfectio n ­ n em en t des skieurs, cette avant-prem ière réunissant les jeunes et les m oins jeunes sous la conduite d ’experts a été très courue.

Dès a v a n t les vacances p ro ­ p re m e n t dites, com m encez à v o u s dégourdir, faites une répétition générale ! La v o ­ gue du ski est universelle, mais osons dire que nos cham ps de neige sont uni­ ques. A d m ira b le m e n t desser­ vis, ils procurent cette d éten ­ te et cette joie que le reporter a croquées sur de sy m p a th i­ ques visages.

(18)

1WMÌfr/'* W

w M f a r ä a

v i ;?

(19)

H eureuse an im a tio n dans les gares et sur les cham ps de ski. A p rè s l ’exercice salutaire qui a un autre m érite encore, celui de concilier les races et de rapprocher les cœurs, on dévore. Le p o rteu r de soupière est accueilli com m e un en v o y é du Seigneur. N o s hôtels sont fontaines de Jouvence.

(20)
(21)

Notre tourisme en ambassade

Q u in ze délégués de notre of f i ce du tourism e et des principales stations, de l’O p a v et d ’autres institutions, se so n t rendus au D a n e m a rk et en Suède, où ils o n t pris de très réjouissants contacts. E xcellente in itia tiv e à laquelle

«• T reize Etoiles > v o u d ra it faire suite en consacrant dès le m ois prochain

quelques pages à l ’a m itié qui u n it le Valais n o ta m m e n t au D a n em a rk.

Red.

Das Wallis in K openhagen und Stockholm

Un commandant

en chef

Dans la corbeille du Nouvel-An, un autre cadeau de poids pour le Valais : M. Ernest Schmid, chef de la police cantonale, obtient le grade militaire de colonel et le commandement de la gendarme­ rie d’armée. Voici le colonel Schmid, surpris par Oswald Rup­ pen, dans une attitude démons­ trative aux côtés du prieur Siegen.

D er Walliser

Polizeikommandant

an der Spitze

der Heerespolizei

Seit Beginn dieses J a h r e s ste h t der K o m m a n d a n t d er W alliser K a n ­ tonspolizei, E r n s t S chm id, d e r a u f

N e u j a h r z u m O b e r s t b e fö r d e rt w u rd e , a n der S p itz e d er A rm e e ­ polizei. D e r neue C h e f d e r H e e re s­ polizei, ein geb ü rtig er A usserber- ger, w id m e te sich w ä h r e n d sechs J a h r e n d e r Ju g e n d e r z ie h u n g u n d - b ild u n g u n d v e rta u sc h te d a n n K re id e u n d W a n d t a f e l m it d er P o liz e iu n ifo rm . D a s J a h r 1959 sieht ihn schon als K o m m a n d a n t d e r K a n to n sp o liz e i, n a c h d e m er w ä h r e n d v ie r J a h r e n als P olizei- I n s tru k tio n s o f fiz ie r tä tig w ar.

Als A rm e e o ffiz ie r ist es v o r allem den O b e rw a llise r T r u p p e n b e k a n n t. 1947 v e r t r a u t e m a n ihm als O b e r le u t n a n t die 11/89 an, 1949 a v a n c ie rte er zu m H a u p t ­ m a n n u n d ü b e rn a h m n ach einem k u rz e n Z w ischenspiel beim Bat. 208 im J a h r e 1957 als M a j o r das K o m m a n d o des Geb. Füs. Bat. 88. A m 1. J a n u a r des v erg an g en en J a h r e s k o n n te er seinem M a jo rs­ streifen einen zw e ite n hin z u fü g en u n d sah sich zum hö h eren O f f i ­ z i e r s a d ju n k t des K o m m a n d a n te n des G eb. In f. R gt. 18 e rn a n n t. N u n m e h r k a n n er sich ein d rittes breites G o ld b a n d um seine O f f i ­ ziersm ü tze w in d e n u n d steht gleichzeitig einer w ich tig en S p e ­ z ia lt r u p p e vor.

W a r u m D ä n e m a r k u n d S chw eden ?

Im V erlaufe der letzten drei Jahre, h a t der W alliser V erkeh rsv erb an d jeweils u n ­ ter dem P a tr o n a t d er Schweizerischen V er­ kehrszentrale in Zürich, in den Städten Rom, M ailand, F ra n k fu rt, Stu ttg art, M ü n ­ chen, Brüssel, A m sterdam , D en H a a g und

L ondon grossangelegte W erbeaktionen

durchgeführt. Diesen V eranstaltungen, die grössenteils in engster Z usam m enarbeit mit der O p a v (Propagandastelle fü r Erzeug­ nisse der W alliser L an d w irtsch aft) organi­ siert w urden, w aren stets voller E rfo lg be- schieden, der seinen N iederschlag in einer erheblichen Z unahm e der Logiernächte und auch im v erm ehrten W ein ex p o rt nach ein­ zelnen dieser L än d ern fand.

Persönliche K o n ta k te anlässlich des letzt-

jährigen intern atio n alen Skäl-Kongresses

in Stockholm , sowie der äusserst beschei­ dene Anteil des W allis an skandinavischen Logiernächten (1964 setzte die Schweiz

372 000 skandinavische Ü bernachtungen

um, w o v o n n u r 13 000 a u f das Wallis ent­ fielen), veranlassten den W alliser V erkehrs­ d irek to r D r. F. Erne, eine Grossaktion in D ä n e m a rk und Schweden vorzuschlagen, Idee, die sofort allgemeine Zustim m ung fand.

Z u s a m m e n se tz u n g d er Walliser D elegation

Die 15 köpfige Delegation bestand aus den V ertretern des W. V. V., der O p a v , den

Kurdirektoren von Zermatt, Saas-Fee, Montana-Vermala, Verbier, Sitten, Marti- nach, dem Publizitätschef der BLS, dem Präsidenten der « Association of Interna­ tional Schools » Montana-Crans und, last, but not least, aus Frl. Anne-Marie Wicky, der bekannten Solistin der « Chanson du Rhône », die bei allen offiziellen Anlässen in Walliser Tracht packende Heimatlieder vortrug.

W o fa n d e n die Anlässe s t a t t ?

I S.

In den beiden M illionenstädten K o p en ­ hagen und Stockholm . D a n k des t a t k r ä f ti ­ gen Einsatzes und d er äusserst w ertvollen M itarbeit d er Schweizerischen Botschaften, der SV Z- und Swissair-A genturen sowie der W einim porteure, ko n n ten einige 100 Personen aus touristischen u n d la n d w ir t­ schaftlichen Kreisen der genannten L än d er zu den Walliser Anlässen vereinigt werden. In Stockholm fa n d der E m p fa n g in den

historischen R äum en d er Residenz des

Schweizerischen Botschafters S. E. D r.

G ygax sta tt mit anschliessender R aclette- P a r ty im L andhaus des Botschaftsrates H e r r n P a u l Erni.

In K openhagen dienten das H o te l R oyal

und das H o te l Palace Zjur D u rc h fü h ru n g

der verschiedenen V eranstaltungen, die S. E. B otschafter D r. B ernath ebenfalls durch seine A nw esenheit beehrte und der h iera u f zu einer C o c k ta il-P a rty in seine Residenz lud.

M . D r F r i t z E r n c , d i r e c t e u r d e l ' U n i o n v a l a i s a n n e d u t o u r i s m e ( U V T ) , r e m e t le p r e ­ m i e r p r i x d u c o n c o u r s à M m e H o s t , r e p r é s e n t a n t e d ' u n e i m p o r t a n t e a g e n c e d e v o y a g e s d a n o is e .

(22)

M . Z i m m e r m a n n , d i r e c ­ t e u r d u siège d e P O N S T à C o p e n h a g u e , r e m e t t a n t à u n e i n v i t é e u n m es sa ge d u Va la is Le c h e f d e P O p a v , D r ► A l e x a n d r e C a c h i n , p r é ­ s id e a u x d é g u s t a t i o n s de c r u s v a la i s an s W ie w u r d e n die Anlässe d u r c h g e f ü h r t ?

In grossen Zügen ro llte das P rogram m jeweils wie folgt ab : Vorstellung der D elegation durch den Leiter der SVZ-Agen- t u r ( H e r r Ch. D ierauer, bzw . H e r r H . Z im m erm ann) ; W illkommens- und G lück­ wunschadresse des Schweizerischen Bot­ schafters ; L ied erv o rtrag von der Solistin A nne-M arie W icky ; E in fü h ru n g in das touristische Wallis durch V erkehrsdirektor D r. Erne ; V o rfü h ru n g des Farbtonfilm s « Wallis, L an d der Gegensätze » ; Walliser Spezialitäten, d argereicht v o n hübschen T rachtenm ädchen ; W eindegustation (Fen­ dant, Johannisberg, Dole, M alvoisie u n d Ermitage) kom m entiert von O p a v -D ire k to r D r. A. Cachin.

U n m itte lb a r v o r der Dankesadresse durch den W. V. V .-Präsidenten A ntoine Barras, erfolgte jeweils die Verlosung der von den teilnehm enden V erbänden und K u ro rten gestifteten Preise.

Ergebnisse dieser W e rb e a k tio n

H ie r muss m an unterscheiden zwischen direkten und m ittelbaren Ergebnissen. Zu den ersten zählen w ir den ausserordentli­ chen N iederschlag, den diese Anlässe in

der schwedischen u n d v o r allem in der dänischen Tagespresse fand. N ic h t weniger

als 6 grosse Tageszeitungen w idm eten

ihnen ausführliche, bebilderte Berichte, in denen das Wallis als Touristen- u n d W ein­ land « p a r excellence » geschildert und gepriesen wird.

Das dänische R ad io brachte eine 20 Min. Sendung zum gleichen Them a und schloss dieselbe mit einem herrlichen L iedervortrag von Frl. Wicky.)

Z udem w a r die, W alliser Delegation beim dänischen Fernsehen zu Gast, das w äh ren d deren A u fe n th alt in K openhagen zweim al für die K inderstunde einen 30 Min. langen Film über das Leben der D orfb ew o h n er von Blatten (Lötschental) ausstrahlte. D ie­ ser Film, der angeblich au f reges Interesse stiess, w ird nächstens über das schwedische und norwegische Fernsehen gesendet.

Wichtige K o n ta k te und Beziehungen w u r ­ den mit bedeutenden Reisebüros, W einim ­ porteuren usw. in H in b lick a u f zukünftige Zusam m enarbeit angebahnt, bzw. geknüpft. Das Problem des B edarfsluftverkehrs — C h a rte r Flüge nach G en f m it ev. Fortset­ zung zum Flugplatz Sitten — w urde u. a. zum Studium entgegengenommen. M it ei­ nem W o rt : Die In itia lz ü n d u n g w urde gege­ ben. An den interessierten Kreisen liegt es nun, diese gezielte A u fb au arb eit fo rtz u ­ setzen.

P ie r r e tte M ich elo u d en Belgique

N ous apprenons avec plaisir que notre collaboratrice a parlé to u t récemment du Valais à un cercle d ’Anderlecht, grand faubourg de Bruxelles. Il nous parvient des échos très flatteurs de cette conféren­ ce, qui a rem porté un v if succès et qui a été suivie d ’une réception au cours de la­ quelle t a n t le bourgmestre d ’A nderlecht que M. Georges Dopagne, président de la Société des gens de lettres de Belgique, et notre com patriote C h.-A. P o rre t, qui p ré­ side une association des conférenciers dans ce pays, on t fa it l ’éloge de la poétesse valaisanne et exalté l’amitié belgo-suisse.

Merci Pierrette ! Treize Etoiles.

Le Skäl-CIub Valais à M u n ic h

P o u r sa sortie d ’autom ne, notre Skâl- C lub a choisi M unich, où se tenait [’’E x p o ­ sition m ondiale des transports et commu­ nications, et où les visiteurs on t été reçus p a r le Skal-C lub de la région et aussi p ar Swissair. Voici un instantané pris p a r M. W erner A n to n y au m oment où quelques membres en groupe débarquent à Genève en compagnie de l’acteur Michel Simon (ci-dessous).

M . A n t o i n e B a r r a s , p r é s i d e n t d e l ’U V T (à g a u c h e ) . C h a l e u r e u s e r é c e p t i o n en S u è d e , c o m m e en t é m o i g n e le s o u r i r e d e M . B e n g t Pi c i je t , r é d a c t e u r e n c h e f d e la r e v u e • J o r d e n R u n t * . A l ' a r r i è r e - p l a n , M . C h a r l e s D i e r a u e r , d i r e c t e u r d e l ’O N S T à S t o c k h o l m .

(23)
(24)

Souper des Rois

à l’Abbaye

U n e h eu re u s e in itia tiv e p a r t i e t a n t de M me e t M . M e y t a in , p r é s id e n t de S a in t-M a u ric e , q u e de l’A b b a y e , r é u n i t dans c e t te célèbre e n c e in te les gens âgés de la rég io n p o u r u n s o u p e r de fête, q u i le u r est o f f e r t. C o m ­ m e o n le r e m a r q u e ci- dessus, a u x côtés de M . le co nseiller d ’E t a t G ross e t d u p r é s id e n t M e y ta in , M s r H a l l e r p résid e en p e r ­ so n n e à c e tte scène é m o u ­ v a n t e . C e q u i est u n beau m o m e n t p o u r les aïeuls d e v ie n t déjà t r a d i t i o n à S a in t-M a u ric e , e t c ’est u n e x e m p le à suivre.

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Fête des vieux

La m erveille de N o ë l nous accom pagne toute la vie. O n se so u vien t du sapin illum iné, de la table fam iliale qui a p p a ­ raît si joyeuse (alors que nous avons perd u le dim anche), du m ystère religieux sur lequel, cro ya n t ou incroyant, nous ne p o u vo n s plus p o rter aucun jugem ent. I l s’impose. Q u i aurait le cœ u r de le nier ?

O n fa it ensuite l’expérience avec une p o inte de douleur d ’une grâce perdue.

Les v ie u x retournent en trébuchant non vers l’âge d ’or imaginaire mais vers toutes les faiblesses de l ’enfance.

E t entre d eu x larmes ou d eu x bougies, peut-être peu ve n t-ils regoûter, un ins­ tant, le fragile bonheur de N o ël.

(26)

OM...

(27)

Chronique de l’entrée du Valais dans la Confédération

par Maurice Chappaz

(suite)

U ne lettre dans la poche (suite)

E t un a u tre m ouvem ent se dessine en même temps que l’on rappelle les barons de Brigue et Loèche : le d é p a rt p o u r Z urich (où siège la D iète fédérale et où se tro u v e n t les ministres plénipotentiaires russe, anglais et autrichien), des envoyés nouveaux : Léopold de Sépi- bus, Joseph-L ibérat de C ourten, Pierre-M arie D u Fay de L av allaz ; ancien g rand bailli, châtelain de Sion, châtelain de M onthey.

Ces messieurs, qui ne le souhaitent guère, d ’ordre du gouvernem ent, doiv en t donc dem ander de devenir Suisses.

Les Bas-Valaisans soucieux de le devenir effective­ ment, afin d ’éviter le tête à tête avec le H a u t , ont déjà envoyé p o u r leur seule p a r t Jacques de Q u a rté ry , bourgm estre de Saint-M aurice, et l’ex-sous-préfet D u - four, de M onthey.

T o u t cela se passe en mai et en juin.

La route du S im p lo n d o it être une route suisse

Les puissances étrangères qui o n t vaincu N ap o lé o n ne veulent pas que le V alais se réorganise à sa guise, se déchire et glisse sous l ’influence d ’un tiers. Toujours à cause de la route du Simplon, ro u te militaire, d o n t l’im ­ p ortan ce s’affirm e. Eugène de C o u rten écrira à son frère Pancrace, après une rencontre de diplom ates anglais à Z urich, en octobre 1814 : « J ’ai été édifié sur ce qui concernait le projet de destruction de la route du Sim­ plon. C ’est Sa Majesté sarde qui fait cette dem ande. » A cause de cette route mieux garantie p a r la n e u tra ­ lité helvétique, to u t le m onde nous veut suisse. Sauf nous ou une p a rtie d ’entre nous.

La C o n stitu tio n valaisanne aussi d o it être suisse

D e v en ir suisse cela nous engage aussi à rédiger une C o n stitu tio n cantonale corlforme aux principes du P acte fédéral, c’est-à-dire sans inégalités politiques. E t voilà la difficulté. Les puissances alliées qui ont besoin de la Suisse insistent p o u r q u ’une dém ocratie relative, qui ne règne pas chez elles, s’installe p a r to u t en Suisse. Elles craignent les troubles. Elles sont médiatrices. Elles m ain tien n en t p a r intérêt l’œ u v re de B onaparte. Tandis que Berne, p a r exemple, dans l’espoir de reconquérir le c an to n de V au d excite constam m ent les H au t-V alaisan s.

C a r si les Bas-Valaisans se réjouissent, les H a u t - Valaisans tire n t la langue. Ils étaient suzerains et ils craignent d ’être majorisés. O n passe l’été à rédiger des projets de C onstitution. L ’évêque s’en mêle, fav o risan t

les amis d ’outre-Raspille. C a r il guette, lui, ses anciens privilèges. Le pays est pauvre. O n remet en vigueur « le pap ier tim bré », le p ap ie r des avocats.

L ’idée du rachat

C ’est un p e tit im pôt. C ela suffit à irriter les H a u t - Valaisans qui rem âchent une vieille idée, celle-ci : le Bas-Valais au moins doit leur p a y e r son indépendance. Q u e les Bas-Valaisans « se rachètent » ! — « Mais cette indépendance nous fu t accordée sans condition, ré to r­ quent ces derniers, nous vous la paierons q u a n d les Vaudois p a iero n t la leur aux Bernois ! »

Les H a u t-V a la isa n s o n t eu le génie de la liberté p o u r ce qui les concerne. Ils l’o n t pratiq u ée même avec pas­ sion. Q u a n d ils o n t conquis le Bas-Valais qui était savoyard, mais de d ro it peut-être bien à l’Eglise de Sion, ils a u raien t proposé au Bas-Valais d ’en trer en p a r t de leur liberté contre paiem ent des frais de guerre. Q ue c ru ren t les gens du Bas : que la conquête n ’était pas durable, que le joux serait doux ? Ils a u raien t refusé.

Reste la dette. Les paysans de Lötschen, sujets aussi des Sept-D izains, économisèrent p e n d a n t des siècles et fin iren t p a r p a y e r Pavant-veille d ’être libérés eux aussi g ratuitem ent parce que les Français approchaient.

O n n ’est pas près de s’entendre. Quelques excités d em an d aien t un million au Bas-Valais...

Les ministres des puissances alliées, le 15 septembre, o ffre n t leurs bons offices.

M igration des grands corbeaux

Le lendemain, le 16, Léopold de Sépibus, son gendre A lphonse K untschen et Eugène de C o u rten se lèvent tôt, chaussent leurs souliers à clous et foncent vers la G em m i p o u r aller à Z urich soutenir la cause haut-valaisanne.

(28)

Ils passent le col le 17. Le tem ps est ensoleillé. Le di­ m anche 18 ils sont à Berne. Ils d o rm e n t jusqu’à midi au « Faucon » et a rriv e n t p a r diligence à Z u rich le lundi soir.

A p p r e n a n t le d é p a r t des précédents, les Bas-Valai- sans M ichel D u f o u r et P h ilip p e M o ra n d frè te n t des voitures p o u r Vevey et filent à leur to u r p o u r Zurich.

Ils seront rejoints le 7 et 10 octobre p a r Louis P ittie r et C h arles-E m m anuel de R iv az, deux infatigables, le jacobin et le modéré.

Il s’agit de p ré p a re r une C o n stitu tio n qui doit, com m e le fo n t re m arq u er les ministres, o btenir l’agré­ m ent au m oins de la p a rtie la plus raisonnable du peuple. Trois messieurs de Sion, L ibérât de C o u rten , A ugus­ tin de R ied m atten , Louis de K a lb e rm a tte n , accourent d a re -d a re à Z urich p o u r défendre les droits de la b o u r­ geoisie de la capitale. Sion, et Sierre de son côté, exigent de disposer du p o u v o ir essentiel dans leur dizain.

Inquiets, les ru ra u x dépêchent à leur to u r leur délé­ gation, Jean -Jo sep h D u c de C o n th e y (ancien banneret, ancien châtelain, ancien sénateur, qui fu t « la boussole » des p aysans de la Lizerne au p o n t de Sierre) et Sierro d ’H érém ence qui p laid era le m aintien du dizain d ’H é ré - mence.

A Z urich, on a un v rai p etit p arlem en t valaisan réuni à tire -d ’aile.

« Il p leu t ici des députés valaisans », s’écrie Eugène de C o u rten . « Je ne désespère pas v o ir a rriv e r M M . Bo­ ni vini et de C h a sto n a y avec une mission p o u r la tro p noble C o n trée et puis, sans doute, P e rru c h o u d (de C h a- lais) et T abin (d ’Anniviers) p o u r faire contrepartie. »

Z U R I C H L ’A G R É A B L E

C olloques entre frères. C o u rten et P ittier

A Z urich le tem ps passe en conférences, en repas- tra v a il de trois heures de l’après-m idi à sept heures ou n e u f heures du soir avec l’un ou l’a u tre des ministres d ’A utriche, d ’A ngleterre et de Russie. Les ministres in v ite n t les députés au concert. Ils o n t avec eux des colloques privés. Ils les raisonnent, ils s’inform ent.

Lors des repas, le B as-Valaisan P ittie r est toujours exclu p arce que Eugène de C o u rte n ne v eu t se tro u v er ni à table ni en séance avec lui.

« Je ne me co m p ro m e ttra i jam ais avec un individu qui, en 1802, s’éta it perm is de venir avec le général T u rre a u s’em parer de la maison de m on oncle A ntoine- A d rien à Sierre et d ’envoyer dans la m ienne q u a ra n te grenadiers français p o u r nous in tim id er et nous engager p a r ce m oyen à signer la réunion. J ’ai déclaré form elle­ m en t q u ’aucune considération hum aine ne me p o rte ra it à cet acte de com plaisance auquel m a délicatesse rép u ­ gne. »

M ais ce diable de P ittier, à Z urich, v a à la messe. Il se tro u v e un dim anche au prem ier banc avec D u fo u r et M o ran d . Les H a u t-V a la isa n s occupent le second banc. A la fin de la messe, ils laissent les Bas-Valaisans

sortir et p re n d re du cham p. M ais ces derniers leur fo n t le coup de les a tte n d re sous le porche. E t P ittie r s’ap­ proche, il tend la m ain à M. de Sépibus et l’embrasse en public.

« Ce tra it fit une telle impression sur moi, écrit Eugène, que sans savoir com m ent je to u rn a i sur mes talons et je q u itta i toute la compagnie. » Louis de K a lb e rm a tte n le ra ttra p e , ils fo n t une p ro m en ad e en­ semble et, deux heures seulement après, il rejoint de Sépibus dans sa chambre.

Eugène de C o u rte n a des scènes aussi avec D u fo u r et il en perd , dit-il, l’a p p é tit p e n d a n t deux jours.

Ça sent l’exil

E t p o u r ta n t les députés o n t de quoi a v o ir faim. D ’abord, ils se tro u v e n t mal logés : dans des « greniers » et to u t coûte si cher que le soir ils ne p re n n e n t q u ’une soupe et un verre de vin. Ils pensent à leurs enfants, à leurs filles qui sont éduquées dans des couvents, à leurs fils qui doiv en t a p p re n d re l’allem and, à leurs épouses, à leurs vignes surtout. C et auto m n e 1814, les raisins sont verts et durs ; pas le q u a rt qui commence à tourner.

V oilà encore un frag m en t de lettre d ’Eugène de C ou rten , le plus sensible des députés, à son frère P a n ­ crace.

« Embrasse tous nos enfants. R ecom m ande, je te prie, aux miens d ’être bien sages, à Louis une gran d e patience dans la direction de son ménage, à C a th erin e beaucoup de courage p o u r en soutenir le fardeau. Il est bien péni­ ble de penser que je dois différer les vendanges ou te d onner l’em barras de les faire m ettre en train , si cela presse. Si jam ais je rejoins m a cabane, je prom ets à M. T a ffin e r et à tous les Valaisans q u ’ils p o u rro n t faire

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usage de leur H olz-Schlägel p o u r m ’assommer sur m on fumier, p lu tô t que de me faire faire un seul pas d ip lo ­ m atique p o u r mon pays...

» (Adieu Pancrace). Adieu m on bon ami. »

Les disputes à Z urich sont si vives entre Suisses de tous les cantons q u ’Eugène de C o u rten s’exclame encore :

« Mes com patriotes sont fous ! »

Il en a tellem ent assez du clim at de Zurich, clim at de bise froide et de réparties m o rd an tes entre Valaisans, de projets, de contreprojets, de suppliques aux ministres, d ’impasses successives que sa plum e hurle sur le pap ier q u a n d il se confie : « Q u e ne donnerais-je pas p o u r être une fois hors de cette bagarre, où j ’avale des couleuvres en si g ra n d n om bre que je puis les p re n d re avec les doigts. »

Q uel était donc le sujet de la bag arre ?

U n e C o n stitu tio n « raisonnable » puisqu’il fa lla it en passer p a r là p o u r devenir suisse.

M ais cette C o n stitu tio n était aussi verte, aussi mal mûre, aussi dure, aussi acide que les raisins de 1814.

LA G R A N D E D I S P U T E

!

Liberté, égalité, fraternité, avec des nuances

L a prem ière a ffa ire était les dizains. Messieurs, combien de dizains ?

» — Les sept anciens plus trois p o u r le Bas, rép o n d en t les H a u t-V alaisan s. E t sachez que l ’évêque juge cela d ’une « justice évidente ».

— L ’évêque songe à ses intérêts, répliquent les Bas- Valaisans. Voici n o tre rép a rtitio n : cinq dans le H a u t , q u a tre dans le C en tre et six dans le Bas ; quinze dizains en tout.

E t com m ent v o te r à la D iète cantonale ?

— P a r dizain, disent les premiers, et l’évêque a u ra une voix comme un dizain.

— N o n , p a r tête, disent les seconds et la représen­ ta tio n à la D iète d o it être basée sur le chiffre de p o p u ­ lation des dizains.

Le G ouvernem ent, com m ent le form erez-vous ? — N o u s ne voulons pas de Conseil d ’E ta t et, entre parenthèses, pas de T rib u n al cantonal, insistent les H a u t-V alaisan s. L a D iète se réunira deux fois p a r an. ît N o u s nom m erons un gran d bailli p o u r deux ans avec des adjoints et quelques pouvoirs. Ils a d m in istrero n t e t les communes a u ro n t un d ro it de référendum , en to u t cas en m atière d ’im pôt.

— N o n , rep ren n en t les Bas-Valaisans. Il y a u ra un trib u n a l suprême fixe. E t nous voulons un Conseil d ’E ta t, c’est-à-dire un exécutif stable, fort, avec des moyens. Le référendum ne nous p la ît guère. La question se posera de tro u v e r l’argent po u r l’E ta t et nous voyons bien que si l’on nous dem ande de v o te r p a r dizain, il nous fa u d ra , p a r contre, p a y e r p a r tête. P o u r p a y e r

^ nous ne serons jamais assez nom breux.

— H élas ! nos paysans n ’a d m e tte n t pas v o tre système fiscal.

— O h ! les nôtres, vous les avez habitués de payer, ré to rq u en t les députés du Bas.

— Vous p ourriez q u a n d même vous « racheter », grognent ceux-là.

— N o u s avons reçu, de vous d ’ailleurs, no tre diplôm e d ’in dépendance le 22 février 98, gratuitem ent. N e reve­ nez plus sur ce chapitre.

— P a rd o n , il y a v a it une condition, celle de vivre en am itié avec les communes du H a u t-V a la is. Vous y avez m anqué en 98 et 99, car vous avez pris les armes contre nous. La gratuité de l’indépendance se trouve donc annulée.

— Voyons, c’est vous qui vous êtes rebellés sans bon sens contre les autorités existantes, celles de la R é p u ­ blique helvétique de cette époque. N o u s avons été m obi­ lisés contre notre gré contre vous, mais l ’o rd re était juste et légal. N o u s avons obtenu cep en d an t de ne pas p a rtic ip e r au co m b at de la Morge. E t après Finges, nous avons établi un comité de bienfaisance p o u r vous venir en aide. N o u s avons subi aussi les exactions et vexations de vos adversaires.

— L ’indépendance vient de nous, nous avons un d ro it d ’aînesse. Ce d ro it d ’aînesse doit se concrétiser.

— Si nous sommes les cadets, observons q u ’en 1802 c’est nous, les Bas-Valaisans, qui p a r no tre héroïque obstination avons sauvé le Valais entier. Les ministres reconnaissent nos droits.

— Les ministres reconnaissent vos droits à Z urich, mais à Vienne, au Congrès, personne ne s’entendra. Les cantons souverains d e v ro n t réoccuper tous les pays ci-devant sujets.

— O ù allons-nous en ce cas ? Vous refusez toute C o n stitu tio n égalitaire et efficace.

— Sur le vote p a r dizain, sur le Conseil d ’E tat, et sur le référendum , nous ne céderons q u ’à la force des armes !

L ’enfer et le purgatoire

C o m m e n t rap p ro c h e r les points de vue ?

Lors d ’une séance, M. C an n in g , l’Anglais, se to u r ­ n a n t du côté du b aron K riidener, le Russe, lui d it : « C onvenez q u ’une des places les plus pénibles de l’enfer serait celle d ’un m inistre m éd iateu r dans une cause comme celle-ci ! »

Le pacifique Eugène de C o u rten fit aussitôt cette mise au p o in t : « Je vous prie de croire, V o tre Excel­ lence, que p o u r ce qui me concerne je suis en p u rg a ­ toire. » — « Mais Z urich est si belle », re p a rtit le ministre.

ASSEM BLÉES T E M P Ê T E

Le retour au p a ys avec le pro n u n cia tu m au cou

« R en tro n s vite, a v a it écrit Eugène de C ou rten , nous ne mangeons pas l’argent de notre p a u v re pays. N o u s le volons. »

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— Eh bien ! rentrez ! d ire n t les ministres. N o u s nous sommes prononcés.

E t on ap pela ça un « p ro n u n c ia tu m ».

T reize dizains équilibreraient le Valais. N o s treize étoiles d a te n t de cette sentence. C o n th e y sera créé, H é re n s m aintenu.

Le vote se ferait p a r dizain. L ’évêque a u ra it une voix.

U n Conseil d ’E ta t p e rm a n e n t est proposé fo rte ­ m en t ; à défau t, un système de bailli et deux vice-baillis avec pouvoirs réels représentant les trois parties du pays.

Le référendum p o u rra it être toléré p o u r les lois fis­ cales exclusivement.

L a balance a v a it penché en fa v e u r du Bas-Valais. Les députés du H a u t ren trèren t au pays silencieux. Si on les interrogeait, ils ré p o n d aien t q u ’ils av a ie n t « des ch a­ grins politiques » et ils p arlè re n t d ’un échec to tal p our to u t le monde.

Les députés d o n n e n t de la v o ix

Le gendre du b aron Stockalper, François Z en -R u ffi- nen, g ra n d châtelain de Loèche, conv o q u a sans droits suffisants, une D iète à Tourtem agne. O n ne sourcilla pas tro p . Le V alais v iv a it dans l’illégalité ou dans le provisoire. C e tte D iète décida d ’organiser à Sion une assemblée con stitu an te de to u t le Valais avec deux députés p a r commune. Ça, on l’appellera le C onventus.

Le 16 novem bre, le C on v en tu s s’o u v rit à Sion. Les menaces fusèrent vite. Le p ro n u n c ia tu m fu t remis en question. O n b a tta it des njains, on criait, on trép ig n ait des pieds.

« P as t a n t de bruit, messieurs ! » d it le plus doux des députés, C laiv az, g ra n d châtelain de M artig n y , en

s’adressant à ses collègues du H a u t. /

y

Les députés de Sion et Sierre, hésitants, ad o p te n t de plus en plus les vues bas-valaisannes. Quelques furieux H a u t-V a la isa n s p a rle n t alors de p u n ir Sion en y b o u ta n t le feu. Louis de K a lb e rm a tte n en est scandalisé.

Les débats deviennent toujours plus âcres.

« M onsieur le président, faites donc cesser ces cla­ meurs, sinon on sera fondé à penser et à dire que vous les autorisez dans l’espoir d ’en tirer av an tag e », proteste Michel D u f o u r en reg a rd a n t Léopold de Sépibus.

Le gran d bailli, piqué de cette observation, q u itte son siège et se dém et de la présidence.

Il se fait au m om ent même une vague, un souffle tu m u ltu e u x p a rm i les députés du H a u t-V a la is d o n t le prem ier rang s’écrase sur les députés bas-valaisans. Le chapeau de Jacques de Q u a r té r y est foulé aux pieds.

« N o s personnes sont violées, nous ne sommes plus en sûreté », clam ent à leur to u r les députés bas-valaisans qui q u itte n t la salle précipitam m ent.

Les jours suivants se passent en excuses et en mises en garde.

Le C o n v en tu s se séparera le 3 décembre après avoir de guerre lasse élaboré une C o n stitu tio n inspirée plus ou moins du p ro n u n c ia tu m de Zurich. Sur ce point, un accord très m o m entané a été réalisé.

Sur un autre, il y a u ra contestation. Le gouverne­ m en t présidé p a r T a ffin e r a donné sa démission. Le président du C on v en tu s Léopold de Sépibus fait p r o ­ céder en séance de relevée à l’élection fu rtiv e d ’un nouveau gouvernem ent.

Les juristes du Bas protestent

Mais les Bas-Valaisans veulent que l’on atten d e que la C o n stitu tio n soit sanctionnée p a r les Conseils de dizain, soumise au x ministres et ap p ro u v ée p a r la D iète helvétique. D ’autre p a rt, rem arquent-ils, une D iète régulière p eu t seule élire le gouvernem ent.

L éopold de Sépibus est élu g ra n d bailli ; Charles- E m m anuel de R ivaz, vice-bailli, et L ibérât de C ourten, trésorier d ’E tat.

C harles-E m m anuel de R iv a z refuse.

Q u ’à cela ne tienne, de Sépibus le rem place p a r son cousin Isaac. '

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Vieux objets

artisanat

et art populaire

I l semble p a rf o is q u ’il est des entreprises qu e seuls l’a m o u r e t la passion so n t capables d ’in v e n te r et de m e n er à chef. A vec, bien sûr, u n t o t a l désintéressem ent, m ais est-ce que cela ne v a p a s de soi ? H o b b y , lubie, d a d a , m a ro tte , c’est ainsi q u ’en term es fam iliers m ais p a s fo r c é m e n t pé jo ra tifs o n q u alifie e n tre b ra v e s gens qui n ’y v o n t p a s re g a r d e r de si p rès la possession d ’un h o m m e p a r un e idée ty r a n n iq u e , exclusive et m a foi e x a lta n te à co n d u ire ju s q u ’en ses plus loin tain es conséquences, q ui fa it d ’a m a te u rs élairés des spécia­ listes plus sav a n ts que les professionnels. P o u r qui lui c o n ­ sacre les loisir d ’un e vie entière, un e telle o c c u p a tio n d e v ie n t u n second m é tie r qui so u v e n t ne le cède en rien au p rem ier. D e telles hom m es, bien q u ’a u to d id a c te s, p a r leur a c h a rn e ­ m e n t, le u r patience, le u r d é v o u e m e n t et e sp rit de m é th o d e im p o se n t le respect et a p p o r t e n t une précieuse c o n t rib u tio n à certain s dom a ines de la connaissance.

I l en est u n d o n t l’œ u v r e est à tous égards ex ceptionnelle et qu i v a u t bien, de p a r sa p ers o n n alité, q u ’on le p résen te en quelques mots. G enevois d ’une fam ille o rig in aire de H a u t e - Savoie, V a la isa n p a r alliance, ce p r o p r ié t a ir e d ’en trep rise qui a f o r t bien m ené ses affaires s’est v o u é depuis q u a ra n te -c in q a ns à la p ro s p e c tio n sy stém a tiq u e de vastes régions dans le b u t de les m ieu x c o n n a ître et s u r to u t d ’acc u m u le r un e im ­ mense collection d ’objets tém oins des m œ u rs et de l ’a n tiq u e civ ilisatio n de leurs p o p u la tio n s . Son in té rê t p o u r la terre, le te r r o i r et ses hom m es l ’a e n tra în é vers des activités diverses m ais co m plém entaires. E th n o lo g u e, archéologue et spéléologue, il a effectué le relevé d ’in n o m b rab les grottes (d o n t celle de S a in t - L é o n a r d et son lac so u te rra in ) et f u t à l ’o rigine de la f o n d a t io n de la Société suisse de spéléologie. Il f u t aussi un in tré p id e m o n t a g n a r d , m ais c ’est s u r to u t la ré u n io n d ’une é n o rm e d o c u m e n ta tio n e th n o g ra p h iq u e qu i l’a p rin c ip a le m e n t retenu. Sa dém arche, d an s ce do m a in e, su iv a it une ligne précise : les vallées le long du R h ô n e, de la F u r k a à la M é d i­ terranée.

C e fu r e n t, a u p re m ie r chef, nos vallées valaisannes, mais com m e il le d it si bien, on ne p e u t é tu d ie r le v e r s a n t d ’une m o n ta g n e sans être te n té d ’alle r v o ir de l ’a u tre côté. Il y a d o n c inclus la vallée d ’Aoste, les deux Savoie, le D a u p h in é et la P ro v en ce. E t puis, les fro n tières ethniques d an s nos p a y s n ’é t a n t guère délimitées, e n tra în é p a r sa chasse a u trésor, il a fini p a r d é b o rd e r su r le P a y s - d ’E n h a u t, le C h a b la is v a u - u dois, et des régions bien plus lointaines pu isq u e sa collection

c o n tie n t fi n a le m e n t des pièces d o n t l’origine se situe aussi bien d an s les p laines de l’A n a to lie q u ’au M a ro c ou en E sp a ­ gne. M ais ce n ’est là q u ’un co m p lé m e n t qui p e r m e t au d em eu ­ r a n t d ’intéressantes c o n fro n ta tio n s. Sa collection, q u a n t à l’essentiel, concerne bien les vallées de nos p a y s alpins, et sym bolise d ’une façon m a g istrale ce tria n g le V alais-A oste- Savoie que les nouvelles relatio n s routières o n t r e n d u d ’a c t u a ­ lité depuis quelq u e temps.

O n le c o m p re n d , cette collection nous intéresse à plus d ’un chef, et nous au ro n s l’occasion d ’y revenir. P o u r l’heure, nous nous a rrê te ro n s a u x tr a its qu i c o n c e rn e n t le V alais et qui, d a n s cet ensemble, sont inscrits d an s quelq u e deux mille objets. C eu x -ci ne so n t pas tous d ’un in té rê t a rtis tiq u e cap - 5 ti v a n t. M . Georges A m o u d ru z , e t h n o g ra p h e , s’est désintéressé

d e cet asp ect de la question p o u r des raisons bien c o m p ré h e n ­ sibles. C e q u ’il a v o u lu , c’est reco n s titu e r le style de vie de

ce q u ’il ap p e lle les vallées rh o d an ien n es, ré u n ir des d o cum ents d ’étude, e t a p ré fé ré a u x belles pièces — si f o r t recherchées p a r les a n tiq u a ire s — les ensembles expressifs de la vie des p o p u la tio n s .

C h a q u e fois q u ’il l’a p u , to u jo u rs d an s la m êm e o p tiq u e , il a te n té de g ro u p e r les objets p a r séries de six, a fin d ’en bien a tte s te r l’usage c o u ra n t, la pièce exceptionnelle, insolite, unique, ne p o u v a n t être in téressante q u ’à un p o in t de vue é tra n g e r à sa dém arche. C e la ne d im in u e en rien l’in té rê t de sa collection, c a r bien des objets usuels tels q u ’ils f u r e n t créés à l’é p o q u e s’a p p a r e n t e n t, a u j o u r d ’hui, d ’une poésie savoureuse et m êm e de cet insolite d o n t nous som mes si frian d s, et c ’est ainsi que des objets conçus p a r des êtres simples et sans a m b itio n re v ê t e n t à nos y e u x un in té rê t a rtis ­ tiq u e extrêm e, au m êm e ti tr e à certains égards que ce q u ’on ap p e lle l ’a r t sauvage.

Références

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