SOCIOLOGIE D'AUJOURD'HUI
C O L L E C T I O N D I R I G É E P A R G E O R G E S B A L A N D I E R
C U L T U R E S
E T L O G I Q U E S M I L I T A I R E S
sous la direction de A N D R É T H I É B L E M O N T
P R E S S E S U N I V E R S I T A I R E S DE F R A N C E
ISBN 2 13 049713 6 ISSN 0768-0503
Dépôt légal — 1 édition : 1999, février
© Presses Universitaires de France, 1999 108, boulevard Saint-Germain, 75006 Paris
L e s a u t e u r s
C h r i s t i a n B e n o î t e s t d i p l ô m é d e l ' É c o l e s p é c i a l e m i l i t a i r e d e S a i n t - C y r ( p r o m o t i o n G é n é r a l G i l l e s , 1 9 6 9 - 1 9 7 1 ) . L i e u t e n a n t - c o l o n e l e n a c t i v i t é , i l d i r i g e a c t u e l l e m e n t l a d i v i s i o n « T r a d i - t i o n s » d u S e r v i c e h i s t o r i q u e d e l ' A r m é e d e t e r r e .
J e a n B o u l è g u e , d o c t e u r è s l e t t r e s e t d i p l ô m é d e l ' I n s t i t u t d ' é t u d e s p o l i t i q u e s d e P a r i s , e s t p r o f e s s e u r d ' h i s t o i r e d e l ' A f r i q u e à P a r i s I e t d i r i g e l e C e n t r e d e r e c h e r c h e s a f r i c a i n e s . I l e s t c o a u t e u r d ' u n o u v r a g e s u r L e s c i v i l i s a t i o n s d u m o n d e v e r s 1 4 9 2 ( H a c h e t t e , C a r r é - H i s t o i r e , 1 9 9 7 ) e t il a p u b l i é p a r a i l l e u r s p l u s i e u r s a r t i c l e s t r a i t a n t d e s r a p p o r t s d e l ' A r m é e à l a N a t i o n d a n s u n e p e r s p e c t i v e h i s t o r i q u e e t a n t h r o p o l o g i q u e .
A r m e l D i r o u e s t d i p l ô m é d e l ' É c o l e s p é c i a l e m i l i t a i r e d e S a i n t - C y r ( p r o m o t i o n G é n é r a l G u i l l a u m e , 1 9 9 0 - 1 9 9 3 ) . C a p i - t a i n e e n a c t i v i t é , i l e s t a c t u e l l e m e n t e n p o s t e a u 4 r é g i m e n t d e c h a s s e u r s à G a p .
M a r i e - A n n e P a v e a u , m a î t r e d e c o n f é r e n c e s à l ' U n i v e r s i t é d e P i c a r d i e , e s t a g r é g é e d e l e t t r e s m o d e r n e s e t d o c t e u r e n l i n - g u i s t i q u e . E l l e e s t l ' a u t e u r d ' u n e t h è s e s u r l e l a n g a g e d e s m i l i - t a i r e s e t a p u b l i é p l u s i e u r s a r t i c l e s s u r l e s u j e t , n o t a m m e n t d a n s l e s r e v u e s M o t s e t L e s C h a m p s d e M a r s .
G a b r i e l P é r i è s e s t c h e r c h e u r a u L a b o r a t o i r e d e l e x i c o m é t r i e e t d e t e x t e s p o l i t i q u e s d e l ' É c o l e n o r m a l e s u p é r i e u r e d e S a i n t -
C l o u d , d é p e n d a n t d u C N R S . S a t h è s e e n p r é p a r a t i o n p o r t e s u r l e d i s c o u r s d o c t r i n a l d e l ' A r m é e f r a n ç a i s e . I l a d é j à p u b l i é p l u s i e u r s a r t i c l e s t r a i t a n t d e l a d o c t r i n e f r a n ç a i s e d e l a g u e r r e r é v o l u t i o n n a i r e e t d e l ' a c t i o n p s y c h o l o g i q u e d a n s l e s r e v u e s M o t s e t L e s C h a m p s d e M a r s .
C l a u d e R i v i è r e e s t p r o f e s s e u r d ' a n t h r o p o l o g i e à l a S o r b o n n e - P a r i s V . I l a é t é d i r e c t e u r d u L a b o r a t o i r e d ' e t h n o l o g i e d e l ' U n i v e r s i t é R e n é - D e s c a r t e s . A u t e u r e n t r e a u t r e s o u v r a g e s d e L ' a n a l y s e d y n a m i q u e e n s o c i o l o g i e , L e s l i t u r g i e s p o l i t i q u e s e t L e s r i t e s p r o f a n e s p a r u s a u x P U F , i l v i e n t d e p u b l i e r I n t r o d u c - t i o n à l ' a n t h r o p o l o g i e ( H a c h e t t e ) e t S o c i o - a n t h r o p o l o g i e d e s r e l i g i o n s ( A r m a n d C o l i n ) .
M a r i e - B e r t h e S e r v i e r , e t h n o l o g u e e t j o u r n a l i s t e d e f o r m a t i o n , e s t l ' a u t e u r d e n o m b r e u s e s é m i s s i o n s r a d i o p h o n i q u e s ( F r a n c e - C u l t u r e s u r t o u t ) , d ' é t u d e s e t h n o l o g i q u e s c o m m a n d i - t é e s ( R é g i o n e t P a r c l o r r a i n s , m i n i s t è r e d e l a C u l t u r e ) , a i n s i q u e d ' a r t i c l e s e t e s s a i s s u r l e s m u s i q u e s i n c l a s s a b l e s . L a G a r d e r é p u b l i c a i n e e s t l e s u j e t d e s a t h è s e , e n c o u r s s o u s l a d i r e c t i o n d u P C l a u d e R i v i è r e , a v e c l ' a p p u i d u « C e n t r e d ' é t u d e s d ' h i s t o i r e d e l a D é f e n s e » e t d u « S e r v i c e h i s t o r i q u e d e l a G e n - d a r m e r i e n a t i o n a l e » .
A n d r é T h i é b l e m o n t , c o l o n e l ( H ) , s a i n t - c y r i e n d e l a p r o m o t i o n M a r é c h a l B u g e a u d ( 1 9 5 8 - 1 9 6 0 ) , b r e v e t é d e l ' E n s e i g n e m e n t m i l i t a i r e s u p é r i e u r , d i p l ô m é d e l ' I n s t i t u t d ' é t u d e s p o l i t i q u e s d e P a r i s e t t i t u l a i r e d ' u n e m a î t r i s e d e s o c i o l o g i e , e s t a c t u e l l e - m e n t c o n s u l t a n t e n c o m m u n i c a t i o n . C e r t a i n s d e s e s t r a v a u x s u r l e s s y m b o l i q u e s e t l e s r i t u a l i t é s m i l i t a i r e s , s u r l ' o p i n i o n e t l a c o m m u n i c a t i o n d u s e c t e u r p u b l i c o n t é t é p u b l i é s d a n s d i f - f é r e n t e s r e v u e s .
Le f a i t culturel militaire : premiers repérages
A n d r é T h i é b l e m o n t
L'Armée française est trop souvent perçue sous le seul angle de ses structures disciplinaires. La perspective n'est pas fausse. Elle est incomplète. Cela tient à une connaissance assez rudimentaire des forces qui mobilisent ou démobilisent le corps militaire.
En ce domaine, les militaires eux-mêmes possèdent plutôt un savoir expérimental. Il s'est constitué dans les épreuves de la violence extrême. Elles ont été faites d'échecs et de réussi- tes. Les leçons en ont été sélectionnées et stockées dans l'Histoire, dans des règlements écrits, mais aussi dans des petites histoires ou dans des règles coutumières transmises par traditions orales. Elles ont tissé une trame de normes et de prescriptions réglementaires ou coutumières, induit des modèles de comportement, des logiques de pensée et d'action.
Le corps militaire français s'interposant au Liban ou en Bosnie aura un style d'action différent du corps américain ou anglais. Ce style ne doit pas grand-chose à la connaissance. Il doit beaucoup à l'héritage.
Le poids du passé informe en partie — et en partie seule- ment — le présent : il « ne lui laisse pas le champ libre ». Le corps militaire illustre le constat de Georges B a l a n d i e r Ces
1. G. Balandier, Le détour, Paris, Fayard, 1985, p. 170.
savoirs expérimentaux sont assimilables à ces « technologies traditionnelles » héritées d' « un passé fabuleux », qu'évoque Michel Serres. Elles passent de génération en génération
« dans l'oubli de leur fonction » : « Actions sans connaissance sans doute, technologies traditionnelles qui sont aux sciences humaines ce que les techniques proprement dites sont aux sciences exactes. »
Et en effet, qu'elles soient contenues dans des réglementa- tions écrites, dans des rites, des symboles ou des récits, ces techniques héritées procurent aux militaires les moyens d'agir sur le collectif, tant bien que mal, sans en avoir une claire conscience. Elles subissent les modifications du temps et celles de leur transmission. Elles sont bien souvent appli- quées et détournées dans l'oubli de leur fondement, de sorte qu'elles en viennent à remplir d'autres fonctions que celles pour lesquelles elles ont été conçues. Étudiant les expériences du combat antique et moderne, Ardant du Picq en tirait l'enseignement que tout l'art tactique reposait sur l'orga- nisation : celle-ci devait créer les conditions pour que les combattants surmontent leur peur et leur instinct de conser- vation en les solidarisant. En dernier ressort, c'était à ses yeux l'organisation tactique qui déterminait l' « action défi- nitive », quelle que soit la qualité de la manœuvre. A son époque, un tel fondement de l'organisation du corps militaire en vue de sa cohésion était tombé dans l ' o u b l i C'est encore le cas aujourd'hui.
Dans le corps militaire, ces techniques et ces savoirs, constitués à la longue en configurations de modèles, articu- lant des représentations, des normes et des pratiques, se transmettent sur le long terme, s'adaptant, s'enrichissant ou se figeant plus ou moins. A chaque époque, ils encadrent et structurent en partie la pensée et l'action militaires. Expri- més dans des logiques, dans des concepts, dans des conduites individuelles ou collectives, ils constituent des matériaux de cultures, travaillés par les adversités et les opportunités de l'expérience du présent. Celui-ci, à son tour, investit le passé.
1. M. Serres, Statues, Paris, François Bourin, 1987, p. 20 à 22.
2. Ch. Ardant du Picq, Études sur le combat. Paris, Champ libre, 1978, p. 66 à 92.
De cette dialectique dépendront les réponses du corps mili- taire à ce qui lui est imposé. Parce qu'elle a quelques chances d'être confrontée à la violence désintégratrice, la vitalité du corps militaire est peut-être plus dépendante de sa culture que celle d'autres corps sociaux.
Là où la culture est puissante et où elle déborde la trame de plus en plus serrée des règles édictées par l'institution, le corps est d'élite. On en fait le constat comme dans le cas de la Légion étrangère, quels que soient par ailleurs les juge- ments idéologiques qui sont portés sur l'usage que le pouvoir politique ou militaire en fait. Mais on ne s'interroge guère sur ce qui produit cette culture d'élite et sur ce qu'elle pro- duit. Comme le note encore Michel Serres : « (...) nous ne comprenons pas la finalité des cultures ou les technologies sociales parce que nous ne savons pas ce que veut dire nous. »
Le fait culturel militaire en France est ignoré. Il trame pourtant la vie du corps militaire et en partie celle du pay- sage national, territorial, social et culturel. Des pouvoirs l'instrumentent. Mais il n'est pas objet de connaissance. On ne sait rien ou presque rien des rapports du militaire à l'espace et au temps, à la violence, au politique et au sacré, pas plus que l'on s'interroge sur les sens contingents de ses expressions ou de ses productions physiques, gestuelles, lan- gagières, matérielles, mythiques, symboliques ou rituelles, que sous-tendent ses modes d'existence et ses rapports au monde.
Les parades militaires ne sont que des rideaux fastueux qui masquent l'effervescence de coulisses et d'une scène où se noue et se joue le drame militaire. Comme partout et peut- être plus qu'ailleurs des « bras d'honneur » y croisent des garde-à-vous. L'autorité et l'obéissance qu'édictent les règle- ments ne vont pas de soi. Des coutumes et des modèles cultu- rels les imposent, les légitiment ou les contredisent. Des expé- riences, des conditions de vie et des passés différents tissent des solidarités concurrentes destinées à concourir. Sur cette scène apparemment monolithique, des traits culturels, des structures, des formes et des contenus propres à chaque armée, à chaque arme, à chaque sous-ensemble d'ensemble, tracent des lignes de différenciations plus ou moins profon-
des, plus ou moins ressenties, qui produisent tensions et peu- vent être quelquefois prétextes à dissensions.
S'interroger sur ces faits et phénomènes culturels en tant que procédés d'action sur le vivant, questionner leurs origines et leurs transformations, c'est appréhender les mouvements d'une société militaire diversifiée subissant ou provoquant le changement social, mais aussi les modèles et les logiques de pensée et d'action qui les produisent, c'est rapporter leurs émergences et leurs modes d'utilisation à ce que vivent des hommes dans les communautés militaires, c'est surtout ten- ter de comprendre le dedans d'un univers qui reste étrange à beaucoup de nos contemporains.
Cet ouvrage ambitionne d'initier une telle approche cultu- relle des armées. Les auteurs viennent d'horizons différents.
Leurs terrains d'analyse sont dispersés. Chacun explore celui qui lui tient à cœur, avec son regard et avec ses méthodes : militaires en activité ou non, tentant de prendre la distance de l'observation et de l'analyse pour mieux comprendre leur métier et leur univers, ethnologues, sociologues, historiens et linguistes, familiers ou non des territoires militaires et comme captés par la course aux trésors d'inconnus qui leur est ainsi offerte. Cela donne des contributions éclatées, apparemment peu convergentes, mais qui démontrent l'ampleur du champ de connaissances à explorer.
Ce champ est trop vaste, trop inconnu, son horizon est trop confondu avec les autres dimensions de la vie militaire pour être circonscrit et défini. Il faut le jalonner de repères pratiques et théoriques en jouant des contributions de cet ouvrage ou des rares travaux existants. Le repérage partira de trois points de vue d'où peut s'apercevoir et s'explorer le fait culturel militaire.
Les deux premiers points de vue sont extérieurs. L'un considère l'apparat militaire, le second s'attache aux œuvres matérielles et immatérielles accessibles au public, notamment aux produits verbalisés de la pensée militaire. Le troisième point de vue est intérieur : il donne accès à l'intimité de ces communautés de militaires, qui échappe au regard de la hiérarchie.
L'APPARAT MILITAIRE
Il y a d'abord ce qui s'aperçoit du militaire dans l'espace public : uniformes, couleurs, sonorités, marquages de l'espace, formes architecturales, signes et insignes, parades et cérémo- nies, etc., sans oublier tout ce qui s'expose dans les musées, dans les paroles autorisées ou dans les images médiatisées.
Le public voit et entend ce que l'autorité veut bien donner à voir et à entendre : une émergence quelque peu hiératique de l'iceberg militaire, prestigieuse, imposante et sans aspéri- tés. Aux périphéries de l'institution, là où elles côtoient du civil et du politique, ces expressions militaires fascinent le regard et masquent le dedans.
Mais pour peu qu'on en détaille les formes et les contenus, qu'on en recherche les origines, les sens, les intentions et les fonctions, on observe que ces expressions publiques autori- sées ne sont que des produits d'histoires, qui renvoient à des conditions d'existence du corps militaire travaillées par des volontés quelquefois contradictoires.
L'unité et la différence, l'ordre et le désordre
Le physique des militaires, le chatoiement et la diversité de leurs uniformes, les objets-signes que le corps militaire affiche et diffuse, ses rites cérémoniaux et ses fêtes publiques composent une sorte de signalétique des différenciations sociales et culturelles constitutives d'une armée. L'apparat militaire balise des stratifications sociales — et pas seulement hiérarchiques -, des répartitions de pouvoir, des conditions de vie et des aires culturelles différentes, les unes discrètes, les autres impériales et rayonnantes, comme celles de la Légion étrangère, des Troupes de marine ou de l'Arme blindée- cavalerie dans le cas de l'Armée de terre.
Ces paraîtres, dont j'analyse certaines formes dans cet ouvrage, révèlent ce que tout pouvoir autoritaire a quelques difficultés à admettre et à verbaliser, à savoir que l'hété-
rogénéité et l'uniformité s'engendrent mutuellement. Rien de plus hétérogène et de plus personnalisé que les uniformes.
Comme le note Marie-Anne Paveau dans sa thèse consacrée au langage des militaires, « aucune information n'est laissée au hasard et tout est fait pour que les identités, appartenan- ces, statuts et spécialités de chacun soient suffisamment exhibés pour ne provoquer aucune confusion et éviter tout anonymat »'.
Ces formes de l'apparat sont bien souvent le résultat d'une lutte à la corde incessante entre des volontés d'imposer une forme unique et des exigences de différenciations. A considé- rer sur la longue durée les évolutions de certains de leurs cons- tituants — uniformes et leurs attributs, objets symboliques, fêtes coutumières devenues spectacles publics —, on observe qu'elles ne sont que les produits achevés d'un cycle de pro- duction symbolique, qui part de créations incontrôlées de signes et de rites, lesquels, se diffusant et se transformant par le jeu de traditions, acquièrent une telle puissance d'évo- cation qu'ils sont captés, transformés et contrôlés par un pou- voir institutionnel. Les opérations de ce cycle — créations, transformations, institutionnalisations — répondent à deux nécessités vitales et opposées : celle de la différenciation entre des collectivités ou des groupes concurrents comme condition de la mobilisation de leurs membres et celle de la réunion de ces collectivités ou de ces groupes comme condition de leur action concourante.
Le corps militaire ne peut survivre et surtout affronter le risque de mort que s'il a préalablement cimenté ses différen- ces sans jamais totalement les neutraliser. Mais comme tout autre pouvoir, l'autorité militaire ne supportera la différence que si elle la contrôle, quitte à l'effacer. L'imposition de ce contrôle sur le corps militaire ne va pas sans détournements et tentatives d'échappées, qui donnent lieu à des créations dissidentes, quitte à ce que celles-ci soient elles-mêmes cap- tées, transformées et contrôlées par l'institution. Dans un paradoxe saisissant et inconscient le règlement militaire
1. M.-A. Paveau, Le langage des militaires, éléments pour une ethnolinguistique de l'Armée de terre française, Thèse de doctorat de linguistique, Paris IV, décem- bre 1994, p. 569.
édicte cette dialectique de l'unité et de la différence. Il énonce que la « division (militaire) est une Grande unité » ou que la
« compagnie est composée de sections ». Mais nul ne l'a jamais entendu ainsi.
Christian Benoît illustre ici ces phénomènes en s'atta- chant plus particulièrement à l'aventure séculaire de ce que les militaires nomment « la symbolique militaire », un terme administratif qui recouvre les formes instituées d'expressions symboliques : uniformes et leurs attributs, insignes, emblè- mes. Ses éclairages historiques révèlent combien les évolu- tions de la symbolique militaire sont à chaque période le fait de « circonstances historiques et de causes fortuites », mais aussi d'usages qui débordent les règlements et qui à la longue entraînent le plus souvent leur modification. « C'est la pra- tique qui détermine l'évolution que le règlement entérine. » Ces éclairages racontent l'impossibilité d'imposer une forme unique au corps militaire, tant ses membres éprouvent le besoin de faire reconnaître leurs différences.
On le conçoit aisément : l'institution militaire redoute le désordre, sans doute plus que toute autre institution. Dans leur froide rationalité, ses responsables croient pouvoir l'éliminer, quitte à le nier. Mais il a d'infinis détours. Il peut exploser dans une contestation ouverte, comme dans le cas de la crise militaire du début des années 1970. Le plus sou- vent, il déborde et s'infiltre, notamment par les détours que lui offrent certaines traditions encore bien vivantes, comme celles des saint-cyriens sur lesquelles je reviendrai. Comme l'illustrent quelques articles de cet ouvrage, le corps mili- taire, au-delà de ses apparences, est donc vitalement con- fronté à ce problème de l'ordre et du désordre que pose Geor- ges Balandier. A défaut de l'éliminer, il faut composer avec et « le convertir en facteur d'ordre ». Alors on fait de l'ordre avec du désordre, « de même que le sacrifice fait de la vie avec la mort, de la loi avec de la violence domestiquée par l'opération symbolique » En synthèse, c'est le sens initial de maintes créations symboliques et rituelles du corps militaire.
1. G. Balandier, Le désordre, Paris, Fayard, 1988 p. 117.
La production symbolique traditionnelle
Il est vrai que les paraîtres publics et hiératiques du corps militaire donnent trop souvent l'illusion que ce corps social est hors du temps et que sa structure hiérarchique et discipli- naire est sa seule force motrice. L'absence de perspectives his- toriques crée cette illusion : la plupart des signes publics livrés aux regards extérieurs ne sont que des produits,
« finis » et « labellisés » par l'institution, d'un travail symbo- lique que les militaires opèrent sur le réel et qui ne peut se percevoir que sur la longue durée.
On ne sait pas grand-chose de ce travail symbolique. Les lacunes des historiens en ce domaine ne sont pas propres à la chose militaire. Éric Hobsbawm le constate lorsqu'il s'inter- roge sur les processus réels qui ont conduit à la création de complexes rituels et symboliques — notamment nationaux — dans nos propres sociétés
Christian Benoît, Armel Dirou et moi-même tentons ici cette exploration du temps lorsque les données nous le per- mettent. Quelques rétroviseurs historiques font ainsi aperce- voir que bien des éléments de l'apparat militaire actuel sont issus de créations symboliques « sauvages » et incontrôlées, qui, répondant à une demande sociale interne, se sont diffu- sées et ont subi ce cycle de transformation évoqué plus haut.
Les créations initiales émergent du vivant. Les signes identificateurs du corps militaire ont souvent été créés à par- tir d'objets ayant participé intensément ou durablement à une expérience collective. Sur l'uniforme, sur les fanions, au seuil de l'espace cantonné, la plupart des signes graphiques évoquent des objets de guerre, des outils, des objets anima- liers ou végétaux, des paysages, des figures hiéraldiques qui, à une époque donnée, ont été nécessaires au combat du corps militaire, l'ont accompagné ou en ont constitué le décor ani- mal, végétal, culturel : canon, cuirasse, roue dentelée, fer à cheval ou de mule, piolet, chameau, bouquetin, pagode, croissant, croix, etc. Ces objets éprouvés sont devenus fami-
1. E. Hobsbawm, Inventer des traditions, Usages de la tradition, Enquête n" 2, Paris, Édit. Parenthèses, 1996, p. 177.
liers : ils ont été en quelque sorte socialisés. A l'expérience, leur concept et leur image ont acquis un pouvoir analogique.
Ils en viennent à faire signe. Isolés ou associés à d'autres signes, ils désigneront une autre existence que la leur.
C'est à partir de ces signes concrets d'une expérience collec- tive que des créateurs anonymes concevront ces insignes de division, de régiment, de compagnie si répandus dans l'Armée française. Pour remplir cet espace restreint de l'insigne dit d' « unité » destiné à identifier leur communauté de vie, ils procèdent comme le « bricoleur » de Claude Lévi-Strauss Jouant d' « un ensemble déjà constitué » et limité de signes, ils construisent une figure symbolique représentative de l'expérience passée et présente de leur communauté, qui la différenciera des autres communautés militaires. Christian Benoît remonte à l' « invention » de ces insignes régimentaires qui date du premier conflit mondial. L'invention fut longue à être reconnue officiellement. Mais depuis, pas d' « unité » sans insigne d' « unité ». Du fait des dissolutions et créations de formations intervenues, il existe ainsi une profusion d'in- signes. Aucun n'est identique. A la limite, deux « unités » héritant d'un stock de signes identiques se différencieront par l'agencement de leurs signes. On a là une nouvelle illustration de cette logique militaire de la différence : elle produit des
« séries théoriquement illimitées de contenus différents » en réponse à une incessante « exigence d'écarts différentiels »
En revanche, les créations de rituels célébrateurs jouent plutôt d'une temporalité extérieure ou propre au corps mili- taire. Elles utilisent le temps religieux (fêtes de la Sainte- Barbe, de la Saint-Michel, de la Saint-Georges pour les artil- leurs, les parachutistes ou les cavaliers), le temps vécu dans le corps militaire, ses cycles de renouvellement et plus particuliè- rement des événements ayant impressionné ses membres : une bataille victorieuse (Austerlitz), un sacrifice transformé en principe de vie (le combat de Camerone pour la Légion étran- gère ou de Sidi Brahim pour les chasseurs à pied), mais aussi un désordre qui sera ritualisé, comme dans le cas du Triomphe de Saint-Cyr ou du Carrousel de Saumur, ces fêtes aujourd'hui
1. Cl. Lévi-Strauss, La pensée sauvage, Paris, Plon, 1962, p. 26 et s.
2. Ibid., p. 101.
prestigieuses qui sont, à l'origine, des rites carnavalesques autorisant momentanément une transgression de l'ordre.
L'événement sera célébré, rappelé sous des formes sacrées ou profanes et pourra donner lieu, le cas échéant, à un complexe de signes et de symboles plus ou moins structurés autour du rite ainsi construit. Les données historiques sont encore trop rares pour que puissent être appréhendés systéma- tiquement les processus et les conditions historiques, sociales et culturelles d'émergence et de développement de ces rites.
Le cas saint-cyrien, qui fit l'objet de nombreuses chroni- ques au siècle dernier, permet néanmoins de dégager quelques observations. Armel Dirou et moi-même traitons notamment du complexe rituel et symbolique que les promotions de saint- cyriens ont progressivement construit autour de la bataille mythique d'Austerlitz. La conjonction du sacre de l'empereur en 1804 et de la victoire d'Austerlitz en 1805 se produisant à la même date, le 2 décembre, puis l'utilisation politique de cette date par le prince Louis Napoléon et par la I I I République y ont concouru. L'épreuve sanglante de la Grande Guerre, rou- gissant légendairement le casoar saint-cyrien, achèvera de structurer autour du mythe d'Austerlitz des rites et des symbo- les sacrés et profanes créés à des époques et pour des intentions différentes : simulacre désordonné de bataille au matin du 2 décembre, rite calendaire, rite d'agrégation avec la « Béné- diction » puis la « Remise des casoars » aux jeunes recrues qui se fixera le 2 décembre à partir de 1920, etc. La fusion de ce rite avec celui de la célébration de la bataille mythique opérera une association entre deux aurores : celle d'Austerlitz et celle d'une carrière d'officier avec ses promesses de gloire. Une image ver- balisée — « l'aurore resplendissante du Pékin de Bahut » (PDB) — ou graphique — un soleil levant rayonnant — en figurera le symbole. Mais un demi-siècle plus tard dans un contexte de
« modernisation » de l'École, l'autorité militaire bousculera cette cohérence rituelle et symbolique. Les élèves percevront cette décision comme une atteinte au sacré saint-cyrien. Celle- ci les amènera à organiser une dissidence momentanée qui sera ritualisée les années suivantes. Et, par la suite, on observe une
1. Le PDB — assimilable à la quille — est le jour de la sortie de l'École, ouvrant sur la carrière d'officier.
sorte de diffraction des rites et rituels associés à Austerlitz et à son aurore prometteuse.
La Galette, ce paraître sonore, qui annonce Saint-Cyr sur les Champs-Élysées et que jouent toutes les fanfares municipales, est le produit d'une histoire turbulente et d'une conversion du désordre en ordre. Ce symbole musical trouve ses origines dans un signe vestimentaire — une épaulette sans frange surnommée galette — qui différencia à partir de 1820 les saint-cyriens mal classés : les officiers galettes et les fines galettes pour ceux qui étaient tout à fait en fin de classement. Les conditions du temps favoriseront la réussite dans la carrière de ces élèves mutins et frondeurs. La galette, insigne officiel du dernier, deviendra le signe puis le symbole d'un destin glorieux, inversant par là les normes de l'institution. A la suite de la suppression de cet attri- b u t au milieu du XIX siècle, un chant de deuil composé sur l'air des Puritains de Bellini en sacralisera le « glorieux souvenir ».
La diffusion de ce chant et sa puissance d'évocation seront tel- les qu'à la fin du siècle, le sens et la fonction de ce chant seront transformés : la Galette deviendra le symbole sonore officiel et unificateur de l'institution saint-cyrienne.
On voit ici l'intérêt du rétroviseur historique. Il éclaire dans le passé des activités symboliques qui ont fondé en partie l'apparat actuel, cet apparat ayant justement pour fonction latente de masquer l'effervescence de ces activités. Il permet d'observer comment l'expérience de vie d'une collecti- vité militaire, combinée à des contextes historiques, politi- ques ou sociaux, sécrète des créations incontrôlées mais tou- jours circonstanciées. Avec le temps, certaines d'entre elles attirent et sédimentent des significations d'âges différents, jusqu'à constituer des rites et des symboles puissants, ren- voyant à ce qui constitue les conditions d'existence et de per- formance de la collectivité qui s'en réclame. C'est, semble-t-il, à partir d'un certain seuil de puissance symbolique et rituelle que ces créations deviennent des enjeux de pouvoir pour l'autorité militaire institutionnelle. Celle-ci les cautionne si elles confortent sa légitimité et les valeurs dominantes qu'elle impose. Elle tente de s'y opposer ou de les marginaliser si
1. On songe ici aux rites de « libération » des appelés du contingent et à la sym- bolique de la quille, qui malheureusement n'ont fait à ce jour l'objet d'aucune observation.
elles font dissidences, quitte à les capter, à en transformer le sens et à les réutiliser à d'autres fins que celles pour lesquelles elles ont été créées, si leur puissance et leur diffusion mena- cent ses positions dominantes.
La production symbolique post-traditionnelle
Mais l'actualité comme l'histoire récente de l'institution militaire révèlent une autre nature de production symbo- lique que l'on pourrait qualifier de « post-traditionnelle ». Il s'agit d'utiliser ou de réutiliser à d'autres fins les produits
« finis », symboliques et rituels, issus de créations tradition- nelles. La production symbolique traditionnelle fait plutôt une offre qui répond ou non à la demande d'un marché de signes interne au corps militaire. La production « post- traditionnelle », quant à elle, fait plutôt une offre de signes sur un marché externe de la demande de signes ou répond aux pressions de ce marché.
Dans la période contemporaine, on peut ainsi observer comment le corps militaire, réagissant au processus de distan- ciation entre l'Armée et la Nation engagé au milieu du siècle, réemploie ses insignes et ses symboles comme objets de rela- tions publiques. Ils sont montés, gravés, imprimés, tissés, tamponnés sur divers supports, diffusés ou commercialisés dans le public sous formes de coupelles, de cendriers, de pin's, d'autocollants, de tee-shirts, etc.
Il en est de même pour l'utilisation que l'institution fait aujourd'hui de ses fêtes coutumières. Les rites sacrés et profa- nes du Triomphe de Saint-Cyr ou du Carrousel de Saumur qui antan s'entremêlaient, ont été progressivement séparés, arti- culés et instrumentés pour répondre aux besoins d'un paraître public spectaculaire : leurs mises en scène contrôlées répondent aujourd'hui beaucoup plus à des considérations et à des besoins de légitimité externes qu'à des considérations et à des besoins de cohésion internes.
Certains éléments du paraître militaire, qui sont le pro- duit des épreuves ou des turbulences du corps militaire, sont ainsi retravaillés selon les critères techniques de la communi- cation pour projeter une « image de marque » de l'ins-
titution militaire et de ses corps : ils donnent à voir une représentation aseptisée et sans histoire du militaire qui se prétend une expression de ses conditions d'existence. En cela, l'Armée, pleinement dans son temps, est elle aussi atteinte de cette « pathologie des théories de la communica- tion » que Lucien Sfez tente de décoder, « où il n'y aurait plus rien à communiquer à autrui » que la « simple répéti- tion, artificielle, d'un soi qui est déréalisé au point de se confondre avec son double »
D'autre formes plus anciennes de réemploi de produits rituels et symboliques « finis » appartiennent au registre des
« liturgies politiques » Aujourd'hui, l'Armée y célèbre plu- tôt qu'elle n'y est célébrée. Là aussi le rite et le symbole chan- gent de destination. Qu'il s'agisse des grandes commémora- tions nationales ou du piquet d'honneur que réclamera un pouvoir local pour un dépôt de gerbe, leur aménagement et leur manipulation répondront le plus souvent aux exigences de la célébration politique, à laquelle sera soumise la gestion du rite et du symbole militaire.
On touche par cette dernière notation à l'utilisation poli- tique de l'apparat militaire et au rôle symbolique — et peut- être religieux — de l'Armée dans la célébration de l'idée natio- nale. « A l'égard de celle-ci, objet d'un culte, l'Armée est ins- tallée dans le rôle d'un clergé », note Jean Boulègue, analy- sant dans cet ouvrage l'évolution des rapports de l'ordre militaire à la société française. En t a n t que célébrante du rite républicain ou nationale, l'institution militaire offre au poli- tique ou au public son décorum de rites et de symboles, dont la fonction initiale était de célébrer et de mobiliser le corps militaire.
Bien plus, la symbolique militaire peut « faire langage politique », selon l'expression de Marie-Berthe Servier trai- t a n t ici de l'usage politique qui est fait de la symbolique de
1. L. Sfez, Critique de la communication, Paris, Seuil, p. 93, dans sa tentative d'analyse et de compréhension de « cet état de la communication » qu'il nomme le
« tautisme » : contraction d'un « tautologisme » — je suis en disant que je suis — et d'un « autisme », c'est-à-dire d'une surdité à l'autre.
2. Certaines manifestations en sont évoquées par Claude Rivière, avec notam- ment une intéressante rétrospective des 14 juillet dans Les liturgies politiques, Paris, PUF, 1988, p. 54-61 et 103-104.
la Garde républicaine. Le cas de la Garde est un bel exemple de réemploi de la symbolique militaire. Il n'est pas d'image solennelle du politique où n'apparaissent les silhouettes hiératiques et chamarrées de gardes républicains. Marie- Berthe Servier perce la banalité de ces images à force d'être familières : elle en révèle les intentions et les fonctions politiques et met au jour la singularité des rapports qui exis- tent entre la Garde, les pouvoirs républicains et l'entité nationale.
Il n'est pas anecdotique que la Garde soit à cheval ou à pied, en culotte rouge ou blanche, qu'elle porte épées ou fusils, qu'elle soit commandée ou non par un officier supé- rieur portant ou non une aigrette blanche, etc. : il y aura là autant de signes empruntés à une tradition militaire par la tradition républicaine, pour identifier le pouvoir républicain et signifier symboliquement ses relations internationales ou interinstitutionnelles ainsi que ses relations à la Nation. En même temps qu'elle assure une protection très opérationnelle des institutions républicaines, la Garde tient un langage poli- tique dont le vocabulaire et la grammaire sont constitués de rites d'honneur et des signes que ces rites organisent : un lan- gage réglementé dont nul pouvoir ne pourra s'affranchir, mais néanmoins flexible. Un pouvoir républicain jouera de ses tonalités pour renforcer ses propres marques de pouvoir ou pour signifier à l'étranger en visite l'estime dans laquelle il est tenu. La Garde use ainsi des produits les plus achevés de sa tradition pour « déférer au politique » des distinctions qu'il a lui-même codifiées.
Ces réemplois de signes, de symboles et de rites dans une logique de communication politique ou de relations publiques sont le plus souvent conçus, codifiés et administrés par des appareils bureaucratiques : instances protocolaires, services de relations publiques, officiers chargés des « traditions » ou de la communication dans les unités, etc. C'est à ce titre que l'on peut parler de procédures « post-traditionnelles ». Mais il faut noter que des régiments, des compagnies, des promotions de Saint-Cyr utilisent aussi de tels procédés pour séduire des publics, en venant même à commercialiser leurs héritages de signes, d'insignes ou d'objets identificateurs.
LES PRODUITS DE L'ACTIVITÉ MILITAIRE
En second lieu, toujours d'un point de vue extérieur, peuvent s'appréhender des œuvres matérielles, documentai- res, littéraires, etc., et plus généralement tous les produits nécessaires à l'activité du militaire et à l'expression de sa pensée.
Espaces militaires construits et produits techniques
Les implantations, les formes et les dispositions de l'architecture et de l'urbanisme militaires racontent l'histoire des rapports de l'Armée avec les paysages des villes et des campagnes, affichent différentes conceptions de la vie mili- taire et de l'organisation de ses espaces, leurs variations selon les époques et les types d'unité. Il y a quelques années, consi- dérant l'architecture du casernement militaire, Hubert Jean Pierre Thomas, l'initiateur en France de la sociologie mili- taire, comparait les dispositifs des casernements d'un régi- ment parachutiste et d'un régiment d'artillerie : il montrait comment ces dispositifs radicalement contrastés traduisaient deux modes d'existence collective, deux types de rapport au combat foncièrement différents
L'imaginaire, le symbole et le rite imposent aussi leurs marques aux espaces militaires, en régissent les aménage-
m e n t s e t l a t o p o l o g i e O n e n a u r a q u e l q u e s i l l u s t r a t i o n s d a n s l ' a r t i c l e d e c e t o u v r a g e q u i , t r a i t a n t d e s o b j e t s e t d e s l i e u x d e m é m o i r e à S a i n t - C y r , m o n t r e c o m m e n t l e s s a i n t - c y r i e n s i n v e s t i s s e n t s y m b o l i q u e m e n t l e u r e s p a c e b â t i o u n o n b â t i . J ' a i m o i - m ê m e i n d i q u é p a r a i l l e u r s c o m m e n t l e s f r é - q u e n t a t i o n s e t l e s d é l i m i t a t i o n s d e s e s p a c e s m a i s a u s s i l a
1. Hubert Jean Pierre Thomas, Quelques clés pour comprendre l'architecture des casernements de la dernière décennie, Contact, Revue de l'Amicale de l'Ensei- gnement militaire supérieur scientifique et technique (EMSST), Paris, École militaire, novembre 1982.
2. G. Balandier, Le désordre, op. cit., p. 97.
transgression de ces délimitations inscrivent dans un cantonnement le système de représentations du corps mili- taire qui l'occupe. De même, dans l'espace territorial de l'État-Nation moderne, la mise en périphérie croissante du cantonnement militaire traduit les rapports nouveaux de l'Armée avec la société civile : sa marginalisation spatiale renvoie à sa marginalisation sociale et aujourd'hui elle ne peut pénétrer au cœur de la ville autrement qu'en y faisant un spectacle « extra-ordinaire » ou en se substituant au politique
Il est probable aussi que les contraintes techniques ou éco- nomiques n'expliquent pas tout à fait certaines formes et caractéristiques des armements, des matériels ou des équipe- ments militaires. Sans doute pourrait-on y apercevoir des influences techniques et esthétiques extérieures — nationales ou étrangères — combinées à celles de traditions ou de cultures tactiques propres à l'Armée française.
Les images fixes et mobiles produites par les armées depuis près d'un siècle — accessibles à l'Établissement cinéma- tographique des armées (ECPA) —, offrent des points de vue révélateurs des singularités du milieu militaire et des contex- tes politiques et socioculturels dans lesquels ces images sont réalisées. Bernard Paqueteau a ainsi analysé les productions audiovisuelles de l'institution militaire entre 1960 et 1980. Il a montré à quel point, durant cette période, ces productions se sont dessinées et ont évolué en fonction d'une certaine per- ception d'un contexte idéologique et politique et des repré- sentations d'elle-même que l'institution militaire souhaitait diffuser dans ce contexte
Le langage des militaires et ses fonctions pratiques
S'il est un domaine facilement accessible, où peuvent se déchiffrer des traits de culture propres aux militaires, c'est
1. A. Thiéblemont, Cantonnements militaires et militaires cantonnés, Recher- ches sociologiques, Louvain, 1985/1, p. 95-106.
2. B. Paqueteau, La grande muette au petit écran, 1962-1981, Stratégique, Paris, Fondation pour les études de défense nationale, 1984/1, p. 77-113.
bien celui de leurs langages verbaux, écrits ou oraux.
L'exploration en a été lancée récemment par Marie-Anne Paveau et Gabriel Périès. Leurs méthodes font émerger d'un texte militaire un « réseau de signes » qui apparaît aussi signifiant que celui qui marque un uniforme ou délimite et organise un cantonnement.
La thèse de doctorat de Marie-Anne Paveau déjà évoquée mérite à ce titre un détour Traitant aussi bien du langage professionnel et de ses terminologies officielles que des langa- ges coutumiers et argotiques, elle circonscrit, décrit et inter- prète les différents constituants lexicaux de la « militarité » et leurs pratiques d'emploi.
Cette militarité est implicite : relevant des nécessités tac- tiques de précision et de brièveté du langage, mais aussi de nécessités sociales (l' « identité groupale »), elle est principa- lement le fait d'une pratique ( « compétence langagière grou- pale » ) qui peut difficilement s'acquérir hors du groupe mili- taire. Elle crée une opacité du langage, excluant le non- initié. Ainsi de ces termes courants comme déception, aveugle- ment, accompagnement, éclairage, formation, détachement dont le sens sera militarisé par « contextualisation », de divers
« processus de réductions graphiques » ou encore de jargons et de termes argotiques destinés à « combler une lacune lexicale ». L'observation débouche vers un constat, « celui d'une attitude linguistique envers le monde qui est glo- balement différente du langage standard » (p. 164). Marie- Anne Paveau relie cette différence aux représentations et aux modes de fonctionnement du groupe militaire. En effet, ces traits de langage ont des fonctions pratiques, tech- niques, sociales, symboliques. Le militaire, baptisant de noms propres des matériels (chars ou missiles Leclerc ou Cobra, etc.), des opérations, des objectifs tactiques (Barra- cuda, Daguet, etc.) ou des ensembles humains (dénomina- tions de promotions, de régiments, de divisions) ne fait que
1. M.-A. Paveau, op. cit.
2. Marie-Anne Paveau définit ce terme comme « l'ensemble des marqueurs (professionnels, juridiques, sociaux, idéologiques, culturels, corporels) attachés au statut militaire » (Paroles de militaires : les libres réflexions sur la défense dans la revue Armées d'aujourd'hui, 1986-1996, Mots. Les langages du politique, n° 51, juin 1997, p. 58-74).
désigner des objets plus pragmatiquement que ne le feraient les appellations réglementaires sous formes de sigles et de chiffres. Il s'entoure ainsi de « points fixes qui lui permettent de représenter » son univers de valeurs, de relier son présent à « un héritage culturel, social et historique qui constitue la mémoire de la communauté. Pour le militaire donner un nom, c'est véritablement écrire une autobiographie » (p. 462). De même, dans un univers qui est trop confronté aux incertitudes du dehors pour ne pas maîtriser celles du dedans, un « idiome cérémoniel » complexe, fait de formules de présentation ou de termes d'adresse, régit les relations interpersonnelles et situe d'entrée de jeu le statut de l'un par rapport à l'autre.
Ce langage verbal possède différents niveaux de générali- sation et renvoie aussi à des particularismes ( « macrolectes » et « microlectes » ). Comme le langage symbolique des signes graphiques, il est le produit et le producteur d'une « collec- tion de microcultures distinctes, souvent concurrentes et par- fois antagonistes » (p. 626). Il est lui aussi régi par les logi- ques de l'unité et de la différence : aux termes génériques marquant et donnant du sens à un « nous militaires » ( « macro ou mégalecte » ) pourront se combiner, se substi- tuer ou s'opposer autant de termes distinctifs ( « microlec- tes » ) qu'il y a d'identités et de différences affirmées à l'intérieur d'un « nous militaire ».
Le florilège militaire comme recueil de mythes
A l'armée on chante. Le constat est banal. On chante col- lectivement sur ordre. On chante aussi spontanément, dans une chambrée, dans une popotte, dans un bar, tout simple- ment parce qu'on est heureux d'être ensemble et que chanter exprime alors ce sentiment. Dans un cas comme dans l'autre, le choix, la force, l'harmonie de la polyphonie du chant seront fonction de ce qui se dégage du groupe militaire et de sa mémoire vivante.
Il existe ainsi un florilège militaire composé de chants qui à une époque donnée ont rencontré le sentiment collectif de groupes de soldats, ont été repris, se sont diffusés et sont
devenus des succès. En ce sens, les textes de ces chants à suc- cès — mais il est vrai aussi leur mélodie et leur rythme — ren- dent compte d'attitudes collectives, ayant à différentes épo- ques contribué à la cohésion de groupes de soldats et à leur mobilisation.
C'est cet effet « miroir » qu'analyse ici Marie-Anne Paveau en se saisissant de divers recueils de chants, officiels et moins officiels, édités dans les années récentes au sein de l'Armée de terre. Des textes recueillis, elle dégage des « systè- mes d'énoncé », des procédés syntaxiques ou lexicaux qui opèrent une clôture du groupe sur lui-même.
Le « nous » est omniprésent et « l'expérience indivi- duelle » apparaît « comme indissociable de l'expérience col- lective ». Dans l'exhortation, « les locuteurs s'adressent à eux-mêmes » ( « Légionnaire, sois fier de ton bataillon » ).
Cette clôture s'alimente de thèmes « narcissiques » qui situent le groupe hors du commun, en jouant de valeurs guer- rières, mais aussi de ces états d'âme si intimes que le combat- tant éprouve, faits de joies, y compris dans la souffrance, de nostalgies, de cafards, de marginalités. La clôture implique une « distinction » au regard de ce qui est extérieur. Elle se nourrit de marques d'une altérité. Comme le note Marie-Anne Paveau : « La cohésion ne fonctionne pas seulement dans un rapport du groupe à lui-même, mais s'articule à ce qui est extérieur au groupe. » Tout ce qui évoquera l'Autre — le civil mais aussi l'Autre militaire — sera péjoratif. Seule la femme aimée et laissée au pays sera susceptible d'échapper à cette
« péjoration ». Enfin, le groupe chanté, « fonctionnant comme une famille sociale », sera inscrit dans l'espace-temps d'un passé qui fera surgir des nostalgies, des épopées, des
« aînés », « des anciens », « des aïeux », « des pères » et des héros fondateurs.
Cette analyse fait apparaître le chant militaire, comme système actif de représentations et lieu « de dépôt de pratiques et de construction d'identités militaires » : « Chan- ter les chants militaires, c'est à la fois réaffirmer les traits et valeurs qui y sont déposés par les générations antérieures, mais aussi se les approprier et les faire siens. » Il faut donc considérer ces chants comme des constructions intellec- tuelles très élaborées, énonçant les conditions d'existence
du groupe militaire, y compris à travers le récit de ses origines
En fin de compte, le discours du chant militaire procéde- rait de cette « démarche mythique » que Raoul Girardet caractérise dans son étude sur les mythologies politiques et qui aboutit à « la représentation d'un espace social nécessai- rement réduit, obligatoirement refermé sur lui-même — une société partielle, étroite et bien liée » Le florilège militaire constituerait donc un recueil de mythes (ou de fragments de mythe), le mythe étant compris ici comme « une relation entre un ensemble de représentations qui prédisposent à une certaine façon d'agir et de penser », comme un mode de connaissances vécu et pratiqué avant d'être énoncé Le mythe est dans la parole, dans la figure, dans le geste avant d'être un récit f i x é Il est détectable dans le contenu de rites et de symboles. Mais cette pratique du chant aurait procuré à des militaires le moyen de le conceptualiser et de le formuler en discours verbalisés.
Cette prise en compte des chants militaires en tant que constructions mythiques devrait ouvrir bien des perspectives de recherche. Ces chants sont datés, connotés et marqués par des circonstances historiques. Leurs conditions de création et de propagation peuvent être repérables. Ils empruntent à d'autres cultures et sont en cela révélateurs de rapports des corps militaires français à leurs environnements : emprunts mutuels entre corps militaires, emprunts à des cultures étran- gères (germanique, ukrainienne ou russe, anglo-saxonne), mais aussi à la chanson des rues, comme certains de ces chants légionnaires dont la mélodie fait penser à du Fréhel ou à certaines rondes populaires du siècle dernier.
De même pourrait-on s'interroger sur la fonctionnalité et la prégnance de ces chants dans la période contemporaine, sur
1. On peut en effet repérer dans ces recueils un certain nombre de chants dont l'origine remonte à la création d'un régiment et qui évoquent par quelques images l'épopée fondatrice du régiment, le plus connu du public étant « La marche de la 2 DB » qui s'apprenait sur les bancs de l'école communale à la fin des années 1940.
2. R. Girardet, Mythes et mythologies politiques, Paris, Seuil, coll. « Points/His- toire », 1990, p. 126.
3. M. Leenhardt, Do Kamo, Paris, p. 274 et s.
4. G. Van der Leuw, L'homme primitif et la religion, Paris, PUF, 1940, p. 118.
les i n f l u e n c e s , les r é a c t i v a t i o n s , l e s c e n s u r e s i n s t i t u t i o n n e l l e s d o n t f o n t l ' o b j e t les p r a t i q u e s c h o r a l e s a c t u e l l e s , m a i s a u s s i s u r les c r é a t i o n s q u i d e m a i n r e n o u v e l l e r o n t ce f l o r i l è g e .
E n f i n d a n s l e u r c o h é r e n c e , c e s t e x t e s r e n v o i e n t à l ' é p a i s - s e u r d e s d i f f é r e n c e s r e s s e n t i e s d a n s les c o n d i t i o n s d ' e x i s t e n c e . D é j à , d a n s s o n a n a l y s e , M a r i e - A n n e P a v e a u i s o l e d e s s o u s - c u l t u r e s c o m b a t t a n t e s , c e l l e s d e l a L é g i o n é t r a n g è r e , d e s p a r a c h u t i s t e s , d e s T r o u p e s d e m a r i n e , d ' o ù se d é g a g e n t l e s t h è m e s m a j e u r s d e l' « e x c e l l e n c e a u c o m b a t », d e « l a f i d é - l i t é » , d e « l a s o u f f r a n c e » e t d e « l a j o i e » , a v e c c e s r é f é r e n c e s p r é g n a n t e s à « l a m a r g i n a l i t é » d u s o l d a t , q u i m a r t è l e n t l ' i d é e q u e l ' é p o p é e e t l ' a v e n t u r e se c o n s t r u i s e n t « l o i n d e c h e z n o u s » , h o r s d e s n o r m e s d e l a v i e c i v i l e o u d e l a c a s e r n e .
A u d é t o u r d e l ' a r t i c l e d e M a r i e - A n n e P a v e a u , v o i c i l a f i g u r e a r c h é t y p a l e d u f a n t a s s i n , i n c a r n a n t l a c o n d i t i o n g u e r - r i è r e d a n s s o n e x t r ê m e d é n u e m e n t : les c h a n t s d u b i f f i n
« m e t t e n t e n s c è n e » c e t t e c o n d i t i o n d e p a r i a c o m m e p o u r
« l ' e x o r c i s e r » ; ils e x h i b e n t u n c o r p s r u s t r e e t c r a s s e u x , t r a n s f o r m e n t l a s o u f f r a n c e e t l a l a i d e u r e n e s t h é t i q u e g u e r - r i è r e . S a n s d o u t e , le f a n t a s s i n n ' a - t - i l p a s d ' a u t r e s s o l u t i o n s p o u r e x p r i m e r s a c o n d i t i o n d o u l o u r e u s e e t s a l e , a n o n y m e e t s a n s g l o i r e , q u e d e l ' e x h i b e r a v e c o s t e n t a t i o n o u d ' e n f a i r e u n e e s t h é t i q u e p o r t e u s e d e v a l e u r s .
O n r e t r o u v e c e l a n g a g e o s t e n t a t o i r e c h e z les f a n t a s s i n s a m é r i c a i n s . S e l o n P a u l F u s s e l l ' i n f a n t e r i e a m é r i c a i n e
« s e m b l e l ' a r m e l a p l u s c o n s t a m m e n t h u m i l i é e p a r le l a n - g a g e ». D a n s l ' A r m é e a m é r i c a i n e , c e u x q u i s o n t a u b a s d e l ' é c h e l l e e t q u i s o n t s o u m i s à l a c h i c k s e n s h i t u s e n t d ' u n l a n - g a g e i m p l i q u a n t q u e le m é p r i s p o u r les g e n s e t les c h o s e s v a d e soi. T o u t y e s t a v i l i , m ê m e l e s a l i m e n t s . « U n f a n t a s s i n e s t u n e g u e u l e d e c h i e n , q u i d o r t d a n s u n e t e n t e d e c h i o t (...).
A u t o u r d u c o u , il p o r t e u n e p l a q u e d e c h i e n (...) L e s t r a n c h e s d e v i a n d e d e b œ u f s é c h é e s à l a c r è m e d e v i e n n e n t d e l a m e r d e s u r p l a q u e (...). »
1. P. Fussel, A la guerre, Paris, Seuil, 1992, p. 127 et s.
2. Littéralement « chiure de poussin » : cette expression désigne selon Paul Fussel tout ce qui rend « la vie militaire » encore plus pénible qu'elle ne l'est par obli- gation : le harcèlement ordinaire des faibles par les forts ; la foire d'empoigne pour (...) l'autorité et le prestige ; le sadisme à peine déguisé en discipline néces- saire (...), l'attachement à la lettre plus qu'à l'esprit du règlement.
Mais ce langage que Paul Fussel interprète comme une humiliation subie n'est-il pas au contraire l'expression orgueilleuse d'une « immense misère » ? C'est ce qui transpa- raît dans les travaux de Jacques Meyer sur la vie quotidienne des soldats pendant la Grande Guerre décrivant les fardeaux et les misères du fantassin. « Ce nom de biffins, les fantassins se le sont donné à eux-mêmes comme par orgueil de leur immense misère (...). Après un séjour (...) dans les tranchées, ils semblaient vraiment des chiffonniers épiques, des biffins trempés de boue, hirsutes, affamés, fiévreux (...). »
Cette « esthétique de l'épreuve » se retrouve dans les tra- ditions saint-cyriennes. Ce qui a été éprouvé, ce qui a été bahuté, est « chic ». Le terme bahuté a un double sens : il se dit de ce qui a beaucoup enduré et/ou de ce qui est beau et bien fait. Un képi bahuté est un képi fatigué et cassé qui a beau- coup souffert : le « chic » pour les anciens est de porter un tel képi lors des rituels qu'ils organisent. « Par définition un ancien est un officier très bahuté. »
Idéo-logiques
Le langage militaire révèle également les modes et les for- mes de pensée de ceux qui ont en charge — ou se chargent — de concevoir et d'organiser l'action militaire. On touche par là au domaine des idéologies, et plus généralement aux logiques qui sont propres à la pensée militaire verbalisée.
En effet, si les discours des militaires — de quelque nature qu'ils soient — font l'objet de débats et de travaux, il est rare que la pensée militaire verbalisée soit considérée pour ce qu'elle est : un système logique de représentations et d'idées, logiquement articulées, s'énonçant selon des réthoriques qui ont elles-mêmes leur propre logique, et dont les conditions d'élaboration et d'expression, les structures et les fonctions
1. J. Meyer, La vie quotidienne des soldats pendant la Grande Guerre, Paris, Hachette, 1966, p. 13, qui cite ici H. Malherbe dans sa préface à La Biffe de J. Meyer, Albin Michel, 1928.
2. Recueil de traditions, Impr. des Écoles de Coëtquidan, édit. 1954, 1968 et 1973.
plus ou moins implicites échappent souvent à celui qui l'impose ou à celui auquel elle est imposée.
Cette pensée serait plutôt syncrétique et normative, ne spéculant qu'en vue directe de l'action et de son efficacité : elle serait finalisée. L'action est rarement pensée hors de ses fins. Ses réthoriques seraient construites pour vaincre et convaincre. Elle ne serait pas pour a u t a n t bornée, comme le stéréotype le laisse entendre. Mais elle ne se développerait que confrontée à une adversité ou à des nécessités de change- ment, comme paraît l'attester la profusion des écrits militai- res à l'issue de la guerre de 1870 avec l'instauration du service militaire obligatoire, ou dans les années 1950 avec les problè- mes nouveaux qu'ont posés à l'Armée les conflits d'Indochine et d'Algérie. Elle deviendrait alors imaginative et englobante, modelant ses rhétoriques aux contraintes et aux nécessités du moment, captant dans son environnement tout ce qui peut servir la cohérence de son projet. Les arguments économi- ques, scientifiques, techniques ou sociaux y masquent bien souvent des intentions de convaincre ou d'imposer par le seul pouvoir du verbe. Il n'y a là nul procès de mensonge ou de manipulation. Sa propre logique échappe à la pensée du militaire.
A l'analyse, un texte comme le Livre blanc sur la défense 1994 qui se veut informatif et prétend « exposer aux citoyens les données des problèmes de défense » se révèle pour ce qu'il est : un discours quelque peu autoritaire qui donne comme objective « une certaine vision de la réalité » et qui « impose plus qu'il n'expose la politique de défense du gouver- nement » Dans un récent article, Gérard Milhe Poutingon a mis à jour les « techniques de persuasion » et « les procédés argumentatifs » qu'a utilisés — implicitement ou non — le maréchal Lyautey dans Le rôle social de l'officier : ces techni- ques et procédés ont procuré à ce manifeste une telle efficacité démonstrative que ses contenus fondent encore aujourd'hui une partie de l'éthique militaire c o n t e m p o r a i n e
1. Livre blanc sur la défense 1994, Paris, UGE, « 10/18 », mars 1994, p. 14.
2. M.-A. Paveau, Sémantique et pouvoir : une lecture du Livre blanc sur la défense 1994, in Les Champs de Mars, n° 1, 1996, p. 71-95.
3. G. Milhe Poutingon, Vaincre et convaincre : rhétorique et argumentation chez Lyautey, Mots, op. cit., p. 75-84.
De même, consacrant ses recherches aux rhétoriques de la pensée doctrinale des militaires, Gabriel Périès s'est notam- ment attaché à montrer comment les doctrinaires de la guerre révolutionnaire des années 1950 usaient de la métaphore médico-chirurgicale — le militaire comme « médecin des socié- tés » préservant « le corps social » contre les agressions de la subversion — pour légitimer leur intervention dans des sphè- res d'actions qui n'étaient pas les leurs, celles du social et du p o l i t i q u e
Les stratégies implicites de la pensée militaire
Ce sont en quelque sorte des stratégies verbales que dévoile Gabriel Périès dans cet ouvrage, lorsqu'il s'attache à certains procédés « logico-argumentatifs » destinés à convaincre du bien-fondé de la doctrine de guerre révolution- naire des années 1950 : une doctrine qui empruntait à l'ennemi ses propres pratiques politico-militaires de mobilisa- tion et de contrôle des populations et les retournait contre lui ( « re-torsion » ).
Les techniques de mobilisation de masse et d'encadrement soviétiques fascinèrent à l'époque certains officiers : ils en neutralisèrent les fondements idéologiques, au nom des « for- ces morales » et de la mystique de la patrie que ces techniques étaient censées forger. L'argument sous-entendra la possibi- lité d'en user « nous aussi » et conduira à absoudre le person- nage de Lénine de ses dimensions historiques et révolution- naires, pour en faire « la figure emblématique » d'un modèle de mobilisation « militaro-politique » efficace dans lequel l'Armée tient une place prépondérante.
On notera au passage que cette fascination de l'efficacité paraît caractériser tout un courant de pensée militaire, que l'on retrouve dans d'autres cultures nationales. Au cours de la Révolution portugaise de 1974, c'est une conception disci- plinée de la révolution plutôt qu'une collusion idéologique qui aurait fondé l'alliance très subtile entre le Mouvement des
1. G. Périès, La métaphore médico-chirurgicale dans le discours militaire de la guerre révolutionnaire, Mots, n° 26, mars 1991, p. 5-15.