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19e année, N ° 2 Février 1969
Nos co llab orateurs Pierre Béguin S . C o rin n a Bille Renê-Pierre Bille E m ile Bio lla y Félix C a r ru zzo M aurice C h a p p a z Jean F ollonier A n d r é G u ex D r Ignace M ariétan Paul M a r tin e t M arcel M ichelet Bernard M icb elo u d P ierrette M ich elo u d E d o u a rd M o ra n d Georges P eillex Jean Q u in o d o z Pascal T h u rre M arco V o lken M aurice Z erm a tten G a b y Z r y d
Secrétaire de rédaction : A m a n d Bochatay C o lla b o ra teu r-p h o to g ra p h e : O sw a ld R u p p e n
Sommaire
Avant la raclette, buvez un
i »VUE» j DIABLERETs]
AUX PLANTES DES ALPES
Après la raclette,dégustez nos griottes au vieux kirsch du pays
F. LEYVRAZ S. A., AIGLE
Tél. 02 5 / 2 23 09 B esoin d ’équilibre C arnaval C arêm e K arnaval D e r n ie r paradis valaisan T o u r ism e d e l’a v en ir M e lc h io r A n d e r e g g H ä sslic h e s W allis H o r r ib le Valais Ils o n t c h o isi le V alais : José G io v a n n i U n M a rtig n era in d é c o u v r e u r d e c iv ilisa tio n s
Paul M esserli M. Kaiser v e n d de la p o u d r e d ’or E p isto le du Lém an L e bridge P r o b lè m e : O ù ir o n t n o s u n iv ersita ires ? P o tin s valaisans Leukerbad, V o r b ild der K u r o r tsp la n u n g D e s p arach u tiste s dans le ciel de V e r b ie t La b e tite b ergère d e v ie n t reine du patin U n m o is en Valais Q u a n t la laiterie se fait ch ap elle U n se r e K u r o r te m eld en C a r n iv a l an d w h isk y
N o tr e co u vertu re : Jeunes, sp o rtive s, à l ’im age de nos stations
C a r n a v a l à G»
1
Besoin d* équilibre
Le Valais s’est remis de la frénésie du carnaval.
Il est en pleine traversée de carême, ce temps
d’épreuve qu’un pape débonnaire a transformé
en douce quarantaine.
Le soleil se réchauffe. Les skieurs à peau de pho
que se sont lancés dans la solitude des neiges non
damées et des pentes sans câbles de remontée.
Laissons-leur cette joie. Réservons de la place
aux amis de la nature non aménagée, aux fleurs,
aux oiseaux, aux animaux de la montagne et de
la forêt. Laissons à l’artiste la retraite où il se
recharge pour de nouvelles créations.
Le pays, comme l’homme, doit avoir ses coins de
pureté.
Heureusement, la cote de la nature remonte. On
s’aperçoit que le développement économique peut
rendre un pays inhabitable s’il ne respecte pas
certains équilibres fondam entaux, certains besoins
d ’harmonie, de beauté ou même de simple pro
preté.
Tant mieux ! Nous commençons à comprendre
que notre progression dans l’aisance peut être
ordonnée, que dynamisme n’est pas chambar
dement et que le bric-à-brac, sans Tinguely,
n’amuse personne.
C â - f Î 1 3 . V 9 , !
L’explosion du carnaval est de toujours.
Il fa u t donn er de l ’air aux passions p o u r q u ’elles ne cassent pas les carreaux ;
com m e il faut débonder le m o û t qui ferm ente. Sinon les douves éclatent.
C rions donc ! Descendons dans la rue ; chantons des h o rreu rs ; buvons le verre
de trop.
Vidons-nous de toutes les rancœ urs, des refoulem ents, des envies mal matées.
C arnaval ! D éviation de la bru talité originelle : les confetti rem placent la
mitraille, le heaum e devient masque et le corps à corps casatschok.
C arnaval ! Confession publique où l’on se masque p o u r être soi-même.
Carême
M ercredi des cendres !
D u grand feu de joie
il reste une poussière grise.
Le corps est courb atu
L’âme a des résidus âcres.
Eteins ta pipe, bois un
verre de moins.
Pense profond.
C ’est le temps des orèmus
et des m éditations.
Patience !
A u b o u t de la quarantaine
il y a Pâques et
leinsfreude
Karnaval
Explosion von Lebenslust und
war Karnaval schon im mer.
Lasst ihnen freie Bahn, verschafft ihnen Luft...
unsern tiefsten W ünschen und verborgenen Lei
denschaften... u n d dies bevor die W elt in Scher
ben liegt !
Schreien w ir doch ! Gehen w ir auf die Strasse ;
singen w ir wüste Lieder ; trin k e n w ir ein Glas
zuviel...
Karnaval : U m leitung urm enschlicher B rutali
tät : Trom m elfeuer der K onfettis, der H e lm
wird zur Maske... und ist n ich t der Casatschok
gezähmter Zweikam pf.
Karnaval : Beichtet öffentlich, zeigt euch end
lich wie ih r seid... m it der Maske... eurem besten
und wahrsten Gesicht !
Le projet de créer une réserve qui constituerait en quelque sorte u n deuxième parc national dans le district franc d ’E n trem o n t et de Ferret a soulevé naturellem ent maintes polémiques dans la presse de ces derniers temps, comme il fallait s’y attendre ! Le sujet est devenu d ’actualité brûlante et les communes intéressées n ’o nt pas l’air d ’être particulièrem ent enchantées par ledit projet ! Certes, elles o n t à cela des arguments valables — et la Ligue p o u r la p ro tection de la natu re est prête à les examiner et à chercher un terrain d’entente. P ar contre, d’autres de ces arguments semblent bel et bien dénués de to u t fondem ent. N o tr e b ut n ’est pas de ro u v rir ici la plaie, mais to u t simplement de parler encore u n peu -de la richesse faunique de cette remarquable région. Disons d ’emblée q u ’elle est considérable et qu ’il est grand temps que nos concitoyens en p ren nen t mieux conscience. Le célèbre ornithologue Paul G éroudet de Genève a relevé récemm ent, p our le seul val Ferret (que recouvre en partie le district franc fédéral), septante-neuf espèces d ’oiseaux d o n t la nidification peut être tenue pour certaine en belle saison 1. Ce chiffre se passe de commentaires ! Bien mieux, tous les m am m i fères les plus typiques de la faune alpine y sont présents grâce à un ensemble de biotopes extrêm em ent favorables englobant, outre la partie du val F erret déjà citée, toute la combe de l’A ainsi que le versant n ord de l’E ntrem o n t, soit l’actuel district franc fédéral.
Il y a là d’im portantes hardes de chamois, des colonies de m ar mottes très prospères, quelques bouquetins lâchés à l’époque au M ont-F erret, du lièvre variable, et su rto u t de nom breux cervidés, chevreuils et cerfs qui trouvent, d u ran t l’été, l’ombre, la fraîcheur et les sources qui leur sont indispensables. N otons encore la pré sence de l’écureuil, celle du renard d ont le rôle sanitaire vis-à-vis de la faune est indéniable, celle du blaireau et de la m artre, enfin l’h e r mine naine qui poursuit avec acharnem ent les campagnols jusque dans leurs galeries. Chaque matinée de printem ps à la lisière supé rieure des forêts, l’un des plus beaux représentants de nos gallinacés alpins, le petit coq de bruyère, lance au-dessus des abîmes ses ro u lades sonores et déploie sa lyre en se livrant à sa parade nuptiale ; la gelinotte, u n peu plus bas, ro m p t le silence des sous-bois de son chant suraigu, tandis que cacabe l’agile bartavelle le long des cou loirs surchauffés et que beaucoup plus haut, près des dernières m o raines et des lichens, les lagopèdes encore bariolés de plumes blan ches lancent à qui mieux mieux leurs cris gutturaux. Cependant, au ciel, une grande paire d’ailes vire avec lenteur à la recherche d’une proie : l’aigle royal. Le superbe rapace est p o u r ainsi dire à demeure dans le district franc et occupe presque chaque année l’aire inaccessible de la combe de l’A.
Dès les premières chutes de neige im portantes, la p lupart des cervidés de La N iord, de la combe de l’A et de Vichère qu itten t l’ubac, traversent les Dranses d’E n tre m o n t et de Ferret et m igrent en direction des pentes exposées au sud. Parfois certains cerfs s’en v o n t rôder au fond des vallées et même jusqu’en plaine du Rhône, co m m ettant alors quelques dégâts aux cultures et cela plus spéciale m ent au printemps. Toutefois les propriétaires lésés sont actuelle m ent indemnisés par le Service cantonal de la chasse qui veille d ’ail leurs au grain en s’efforçant de m aintenir les hardes dans de justes proportions.
Si l’on considère que le district franc fédéral actuel joue le rôle de véritable réservoir à gibier, que ce gibier déborde continuelle m ent sur les territoires voisins au profit des chasseurs, que d ’autre p a rt les derniers coins de nature sauvage s’amenuisent de jour en jour non seulement chez nous, mais dans le monde entier, l’on com prend mieux alors l’immense intérêt cynégétique, scientifique, édu catif et touristique q u ’il y aurait à préserver de façon intégrale ce h au t lieu de la faune et de la flore, à créer sur to u t le territoire du district franc une réserve qui p o u rra it jouer à l’avenir le rôle d’un deuxième parc national. Les communes intéressées et les villages situés dans la réserve ou à proxim ité y trouveraient certainement leur compte, du p o int de vue touristique, en considérant de plus près ce qui s’est passé dans les Grisons, lors de la création du Parc national suisse. Il y aurait là, ce me semble, un terrain propre à am orcer des discussions positives entre les communes et la Ligue p o u r la protection de la nature. De toutes façons, l’avenir touristi que d ’un pays ne se mesure pas seulement au nom bre de ses rem on tées mécaniques, mais encore, mais su rto u t à la grandeur de ses espaces verts, à la richesse de sa faune et de sa flore, à la beauté intégrale de ses paysages, au ta n t de points im portants q u ’il est néces saire de garder bien présents à l’esprit dans cette affaire !
Dernier paradis
Tourisme de l’avenir
Il y a évidem m ent deux avenirs ; chaque pays com m e
chaque h om m e fait un choix entre le bien et le mal.
Si les intérêts im m édiats prim ent, si le refus d’imaginer
s’appelle sagesse et que l’on se contente d ’un critère
qu an titatif qui nous enferm e dans une espèce d’absolu
com m ercial ou technique, l’indice de pro d u ctio n étan t
p u re m e n t et sim plem ent la loi, si l’on subordonne donc
to u te valeur naturelle ou spirituelle aux soi-disant im pé
ratifs de ce « progrès », alors nous choisirons certaine
m en t le mal économ ique sous form e d’une prem ière
prospérité trom peuse.
C om m e dans le mal m oral, et ce sera aussi un mal
m oral : nous conserverons la façade des traditions et
des religions. Jusqu’à la c o rru p tio n évidente.
N ous vivrons une fuite en avant.
N ous sommes incapables d ’analy-ser n o tre « progrès ».
Q ui ne voit p ar exemple que l’expansion telle que nous la
concevons soulève plus de problèmes qu’elle n ’en résout?
A la limite nous entrerons peut-être dans un p ro
cessus d ’autodestruction.
Les guerres seront remplacées par des dépenses écra
santes.
Les révolutions se feront dans des m ouvem ents de
jeunesse qui nous a p p a raîtro n t toujours plus irrationnels.
Et bien fragiles les nations où un travail et un loisir,
également forcenés et parfaitem ent insatisfaits, rem pla
ceront le chômage ! Mais les crises séviront dans tous
domaines de la culture.
Ma pensée excursionne, v o tre pensée devrait aussi
faire du tourism e, vos oreilles voyager et vos yeux
s’ouvrir... T o u t cela p o u r me prép arer à dire ceci aux
« réalistes » face à l’un de leurs derniers grands projets :
« Est-il bien nécessaire et urgent d ’o u v rir une n o u
velle fabrique de jambes cassées dans la région de
Liddes ? »
Les médecins sont de plus en plus sceptiques sur
l’équivalence de sport et santé quand il s’agit de gran
des stations.
Les derniers curés qui p ratiquent : également scep
tiques.
Les économistes assurent q u ’un tiers seulement des
téléfériques suisses est rentable. Dans les régions fro n
tière, cependant, la contrebande peut aider l’entreprise
à justifier son bilan.
Alors ?
Alors il y a la grosse spéculation sur les terrains et
les travaux.
Avec le beau prétexte : m aintenir une population
« agricole » stable...
L’agriculture c’est un dram e et quand on l’accole à
une certaine hôtellerie c’est une comédie.
Mais je ne vais pas tra ite r tous les problèm es à la
fois. U n seul suffit et je n ’en ferai d’ailleurs pas le tour.
La chance du Valais c’est la n ature et p o u r les
temps difficiles qui s’annoncent de savoir garder cette
nature et non la vider, l’exploiter inconsidérém ent.
Il faut se servir de la natu re dans le sens d’une civi
lisation possible.
Certains loisirs industrialisés n ’y correspondent pas
du tout.
Nous voulons protéger l’h om m e contre son sem
blable. Nous voulons aller au-devant de ses besoins
réels, et non accorder des facilités à tru q u er, artificia-
liser, pervertir ses plus légitimes demandes.
Il y a l’hom m e hum ain et l’hom m e d’affaires, c’est-
à-dire réellement Dieu et le Diable.
Les petites com m unes sont embarquées dans une
aventure qui les dépasse.
points de vue sont tro p restreints,
plaçons-nous m êm e à ce p etit b o u t de la lor
gnette.
En pensant à la com be de l’A, puisque sous toutes
ces idées il s’agit d ’elle, voici d ’autres considérations.
* * *
Le Parc national est grand com m e q uatre fois la
com be de l’A, c’est-à-dire de la réserve à planifier, à
sauvegarder dans son intégrité m ajeure entre les deux
Dranses d ’E n tre m o n t et de Ferret. Mais un tiers seule
m en t du Parc national est o u v ert aux visiteurs.
O r je donne les chiffres officiels fournis par la Ligue
suisse p o u r la p ro tec tio n de la natu re : cent mille visi
teurs en un été.
Le Parc national v au t donc toutes les stations de
sport d’hiver. Le problèm e de l’envahissement du parc
se pose d’ailleurs malgré les nombreuses restrictions de
circulation apportées.
N ous avons affaire de nouveau à un tourism e de
masse.
Après le ski, après les plages, voici les parcs.
Les stations de Zernez, Scharl, Schuls b a tte n t des
records.
Alors une seconde fois ?
N ous pourrions peut-être choisir, en to u te sécurité
économique, sans investissement douteux, sans relance
de la surchauffe, la solution d ’u n Parc national m odi
fié. Il ne s’agirait pas de copier les Grisons, nous p o u
vons nous référer aussi au parc de La Vanoise, aux
confins de la Savoie et du D auphiné.
Les Français adm e tte n t l’absolue nécessité d’une
réserve véritable non loin de leurs stations connues.
Il y a là le com m encem ent d ’une réponse aux vrais
désirs et aux vrais besoins de la jeunesse. N e com m et
tons pas l’escroquerie à la nature, à la fausse nature.
Savez-vous ce que pensent les jeunes et les meilleurs
parm i eux quand il s’agit de m ontagne ?
Je connais les milieux des jeunes varappeurs et des
skieurs de haute route. Sur mille cinq cent jeunes gens
passés par tel ou tel centre alpin et qui fu re n t in te rro
gés, plus de treize cents o n t désapprouvé la construc
tion d’u n téléférique dans u n site défini.
E t toc : encaissez, m ettez leur réponse dans vos
porte-m onnaie.
Il se passe aussi cet hiver le p etit fait suivant : la
vente en masse aux jeunes des skis de fond avec chaus
sures spéciales. Trois mille paires o n t été distribuées
chez nous.
La neige est bonne, la neige est encore blanche :
fartez !
Alors p o u r la troisième fois ?
Eh bien, il faut chasser les vendeurs du temple.
Ils o n t suffisam m ent de chance de com pulser leurs
dossiers sous des C h rist qui o n t les pieds cloués...
Melchior
In d er®
1827-1914
Le 22 ao û t 1864, après une série de m auvais temps, une cordée form ée de Sir Leslie Stephen, C ra w fo rd G rove, Mel chior et Jakob A nderegg s’a tta q u a it aux prem ières difficul tés de l’arête n o r d du R o t h o r n de Zinal. Gênés p a r la neige fraîche, les hom m es t o u r n e n t le prem ier gendarm e, suivent le tra n c h a n t d u rasoir et ab o rd e n t le pied de ce q u ’on appelle a u jo u rd ’h u i la « Bosse » d o n t M elchior en tre p re n d l’escalade directe. « A u b o u t de quelques m inutes, écrit Leslie Stephen, je m e trouvais en tr a in de lu tte r désespérément p o u r gravir les roches, e n tière m en t sourd à la voix de l’am our- propre qui m e pousse généralem ent à refuser to u te aide et à conserver une attitu d e de vieil habitué... M o n principal secours était la corde, et après avoir gracieusem ent gigoté, je fus déposé sur une arête rela tivem ent solide.
» T o u t à coup M elchior, qui suivait une vire rocheuse sur sa droite, se to u rn a vers m oi : « D ans une dem i-heure, nous serons en haut. » M o n p rem ier m o u v e m e n t f u t de scepti cisme total, m o n im agination était incapable d’a d m e ttre que nous quitterions jamais cette face. Il m e sem blait que nous étions condamnés à u n destin que D an te a u ra it d û réserver aux guides infidèles : grim p e r à jamais une arête sans issue, sous un ven t violent, et sans jamais se r a p p ro c h e r du som met. »
Une dem i-heure plus ta rd , le R o t h o r n était vaincu. Le maître du jeu avait été ce M elchior A nderegg ,qui, à la des cente, pris d ’une crise de b o n n e h u m e u r intem pestive, « fai sait des pirouettes et p re n a it des poses esthétiques aux pires endroits, se liv ra n t à une d é m o n stra tio n de fantaisie p o u r se détendre l’esprit ». Et, lors d ’u n e halte au re to u r, il m o n trait à ses com pagnons « onze voies différentes p o u r faire l’ascension du G ra n d -C o rn ier, encore vierge ».
Ne à Zaun, près de Meiringen, Melchior avait trente-six
ans. Berger comme son père dans ses premières années, il
apprit tout seul à tailler le bois et parvint dans cet art à une
grande habileté. Sculpteur, il a eu les honneurs d’une galerie
de Londres.
De ses premières années de guide,
onsait peu de chose,
son carnet lui ayant été volé par un homme qui prit son
nom et fit commerce de sa réputation. Le dernier témoi
gnage, daté du
10septembre
1872,est signé de M. Albert
Millot, de Paris, qui écrit : « Toute recommandation de Mel
chior Anderegg est superflue. » Les grimpeurs d’alors, et cela
est com préhensible, avaient la plus h a u te o p inion des guides q u ’ils connaissaient le m ieux ; ceux qui n ’avaient pas t r a vaillé avec M elchior p o u v aien t avoir une préférence p o u r A im er ou Lauener, R a y ou D evouassoud, mais tous, u n a n i m em ent, q u a n d on leur d em andait à qui revenait le deuxiè m e rang, rép o n d a ien t : à M elchior.
Ses prem ières ascensions fu re n t im portantes. Il découvrit, avec H u d so n , m o r t au C e rv in en 1865, l’itinéraire des Bosses au M ont-B lanc, devenu classique depuis ; il réussit en 1865 la prem ière et m ém orable traversée de la m êm e m o n tag n e p a r le fanta stiq u e itinéraire des séracs de la Brenva. Avec Leslie Stephen, premières ascensions du R im p fisch h o rn , de l’A lphubel, du R o th o r n , du M o n t-M a lle t ; prem ière de la D e n t- d ’H éren s et du plus h a u t som m et des Grandes-Jorasses avec H o ra c e W alker en 1868. Sa personnalité est irrésistible. Il est tranquille, grave, souvent ta citurne. Personne, jamais, n ’a discuté ses décisions, personne n ’a jamais tro u v é de faille dans son caractère. R a re m élange de courage et de prudence, q u an d la vraie b ra v o u re consistait à reculer, il osait le dire. « Es geht, M elchior », lui disait u n jo u r u n g rim p e u r dans u n e n d ro it très exposé. « Ja, r é p o n d it M elchior, es geht, aber ich gehe nicht. »
Les témoignages sont unanimes. Tous o n t p o u r lui une v én é ratio n presque idolâtre. C o m m e M athew s a ttira it l’a tte n tio n de Ja u n sur la merveilleuse élégance d e M elchior, sa grâce et l’aisance de ses m ouvem ents, Ja u n r e p a rtit : « Oui, mais il est le roi des guides. » Il avait, à u n degré in o u ï p o u r l’époque, ce « stÿle » que F ra n z L o c h m a tte r et K nubel p o r te r o n t p e u t-ê tre à sa perfection. L ’anecdote suivante, r a p p o rté e p a r M athew s, en dit long sur son sens de l’observa tion. D e vieux amis d ’A ngleterre l’avaient invité à passer chez eux .quelques jours d ’hiver. D éb a rq u é à la statio n de L o n d o n Bridge, il y re n c o n tra Leslie S tephen et Mr. H in c h - liff, dans u n p a rfa it b ro u illa rd londonien. A pied, o n s’en v in t au domicile de ce dern ie r, à L incoln’s In n Fields. D eux jours plus tard, le m êm e groupe, r e n tr a n t de W oolrich, se r e tro u v a à la m êm e station. « A présent, M elchior, dit M. H inchliff, vous nous reconduisez à la maison. » A ussitôt A nderegg accepta le jeu et tr o u v a sans difficulté son chem in, s’a r r ê ta n t p a r égard une seule fois, com m e p o u r exam iner
Hässliches Wallis
Eine Zeitschrift, zu deren « H a u p t beruf » es gehört, die Schönheiten eines Landes an- und auszuleuchten, d arf es sich erlauben, für einmal das H äss liche an die P la k a tw a n d zu kleben. Das eine gibt es nicht ohne das andere und beide sind auf die D auer n u r in ihrem Spannungsverhältnis erträglich.
D as Wallis birgt in seiner ganzen
P ra ch t noch manchen Abfalleimer.
Abfalleimer ? M an könnte das fast w örtlich nehmen, wenn man als ah nungsloser W anderer plötzlich den G e ruch einer öffentlichen Ablagerungs stelle in der N ase hat. U n d bald sind es auch die Augen, die verfallene H e r r lichkeiten vom rostigen Fahrradgestell bis zum verbeulten Boiler in der Pros pektlandschaft sich spiegeln sehen. Mit kühner Bedenkenlosigkeit hängen die Lavinen von D reck und U n ra t über la ut Lesebuch silberklaren Bächen, rau chen verschämt zwischen Erlengebü schen oder unter gelbreifen Roggen äckern. Pestw arzen und Rostflecken der N a tu r, die man sogar mit P an o ramasicht auf Gletscher- und Bergwelt haben kann. Z u r E hrenrettung des L a n des sei es gesagt, dass die beiden S ta tionen Z erm a tt und Saas-Fee ihren D reck in ultram odernen K errichtver- nichtungs-Anlagen verbrennen, w ä h rend im H a u p tta l entsprechende P ro jekte schon bis zur Baureife gediehen sind.
Bleiben w ir bei der Zivilisation oder ihren Randerscheinungen. Vorerst bei der « Blechzivilisation » : sie h a t in den Walliser D örfern teilweise verheerend gewirkt. D er langsame, aber sichere Zusam menbruch einer jahrhundertalten A g ra rstru k tu r m it der ihr eigenen Le bensart, der ihr eigenen H äuserform und ihr eigenen G erätschaft kündet sich erstmals an mit den H otelbauten des letzten Jahrhunderts. Riesige K ä sten, die sich zwischen die erstaunten H olzhäuser schoben und sich m it ihren Dependancen und Ökonomiegebäuden
wie m it ihren zukunftsglitzernden
Blechdächern protzig breitmachten.
U n d gerade dieses verheissende Blech w urde zu einer eigentlichen Landplage. M it Inbrunst und Besitzerstolz nagelte und klemmte m an es fest auf Gebälk aus Tannen oder Lärchen, auf Häuser, Ställe oder Scheunen. Eine Wellblech tafel für hund ert Holzschindeln oder mühsam abgespaltene Schiefer- und Steinplatten. Wenn das nicht F o rt schritt ist ! In den Dreissiger Jahren versuchte man nach einem Vorstoss im hochwohlöblichen L andesparlam ent den Virus der Blechkrankheit m it V erbot und Strafe abzutöten. Umsonst, denn ein Blechdach blieb tro tz der eher symbo lischen Geldbusse billiger als ein Dach
nach V äter Art. U n d so spiegelten sich dank einer geradezu südlich anm utenden Schlamperei der Behörden von J a h r zu J a h r mehr und mehr blechbehauptete Gebäude un d Gemächer im M ondlicht. Sie spiegelten so sehr, dass der Krieg auch das G ebot m it sich brachte, das Gleissende und Gleissnerische gegen
feindliche Blechdachliebhaber anzu
streichen. Blech blieb aber trotzdem Blech, die Blechfreude ist heute zum Grossteil wieder geschwunden : geblie ben sind aber noch allzu viele Rost haufen und blechtapezierte D örfer, die man d an k der Seilbahnen ohne Sonder- zuschag von der Vogelperspektive aus bew undern kann. Um bei den Dächern zu bleiben : die Zivilisation hat noch andere Souvenirs zurückgelassen, S tan gen vor allem, Stangen fü r das Licht, Stangen für das Telefon und Stangen auch fü r die Verstrebungen der F ern sehantennen. S tangenw älder im Berg dorf, Dschungel aus Röhren, D rähten, Isolatoren und D rahtgeflecht. Ü ber treiben w ir auch hier nicht : vieles hat m an wieder abm ontiert, gesäubert, in die E rde verlegt, aber es bleibt noch zu viel stecken un d hängen von diesen K ün d ern des Fortschritts.
D er Einbruch der m odernen Z ivili sation — immer wieder dieses selbe W o rt — blieb selbstverständlich nicht auf den D ächern hängen, sondern stieg herab auf die Gassen un d Plätze, tr a t hinaus in die Landschaft. M an sieht es nur zu vielen H äuserfassaden an, dass Sinn für P roportionen, für Mass und M aterial, vererbt und geerbt über Jahrhunderte, dem N euen nicht stand hielt. Von S tockw erk zu Stockwerk ändernde Fenstergrössen bis zu Schau- fensterausmassen, die bunte Fülle von Fensterläden in R ot, G rün oder «
Was-ihr-w ollt-Farben » u n d die verschie denen V erkleidungen der H o lzw ä n d e lassen ahnen, wie der berechtigte R uf nach K o m fort und m oderner W ohnlich keit Wertvollstes zerstörte. H ie r E te r nit, klecksiger Anstrich d o rt ; kunst voller V orbau auf Zem entrohr ge stützt hier, geschändete Eingangstüre dort. Die T ränen treibt es einem in die Augen. Es gibt Unterschiede : p rac h t voll Erhaltenes, Gepflegtes und anderes, viel zu viel anderes. Auch die Sinnes a r t scheint sich geändert zu haben. W arum denn w ürde man heute für teu res Geld alte Möbel und alte G e rä t schaft zurückkaufen, die m an noch vor ein p a a r Jahren verschindluderte. D er « A usverkauf » der H e im a t w a r und bleibt aber gründlich und hielt beson ders nicht vor Stuben und K amm ern, wo Ursprüngliches und Echtes aus getauscht w urde gegen N o rm , S tan d a rt und Massenware.
Sollen w ir die Schlussnöte unter die ses Lied der Hässlichkeit setzen ? Es
hätte noch andere Tonarten. M an
könnte etw a hinweisen auf klobige Be tonbrunnen, die ausgehölte Lärchen v er drängten. U n d die moderne K irchen architektur im Wallis, nur zu o ft sein
unintegriertes Sammelsurium zusam
mengelesener A rchitekturelem ente wäre allein G ru n d genug, das Lied w eiterzu singen. Es w äre auch leicht, viele Ein zelbeispiele eines barbarischen V or gehens gegen kunsthistorische K ostbar keiten zu erw ähnen oder die N am e n der ausgetrockenten Bäche und Flüsse wie der «abgestellten» Wasserfälle auf zuzählen. W arum sich nicht auch an die Aufdeckung der seelischen Schäden und H ässlichkeiten machen, die der Einbruch eines neuen Zeitalters m it sich
brachte ? M. Volken.
Horrible Valais
La vogue de la tôle ondulée a passé, mais elle a laissé derrière elle bien
des laideurs. D ’autres produits de la civilisation offensent nos paysages :
ossements métalliques, carcasses de machines, indestructibles plastiques.
Les miasmes chimiques se m êlent aux vieilles senteurs. N os eaux se tro u
blent. Les forêts de pylônes, poteaux, câbles, d o n n en t de belles photos
mais de piteux paysages. M arco V olken to n n e contre cet « h o rrib le Valais»
q u ’il v eu t n etto y er p o u r re tro u v er un pays jeune et beau.
Ils ont choisi le Valais
José Giovanni
romancier et metteur
en scène
José Giovanni voulait vivre. Alors, il
est sorti de l’enfer. Il a dit : « Tour
Eiffel, Champs-Elysées, Seine, je vous
salue ». Il a tourné le dos aux « amis »
qui gravitaient autour de lui en lui fai
sant des sourires jusqu’aux oreilles,
espérant décrocher un rôle dans un pro
chain film, ou être présentés à un acteur
de ses amis.
Lorsque les valises se sont retrouvées
bondées d’un tas de choses utiles, ou
belles, ou précieuses au cœur, Giovanni
a sifflé de joie. Bientôt, il allait vivre.
Il savait que la vie de ses rêves l’atten
dait dans un pays voisin, dans une
clairière valaisanne dont il doit la
découverte à sa femme.
—
Elle a déniché ce coin par hasard,
un jour, en se promenant dans la région
de Chamonix...
Et la famille Giovanni prend le large,
avec Paul (9 ans) et Marie-José (6 ans)
qui se réjouissent de faire la connais
sance de leur nouveau domicile : un
chalet caché dans la forêt, dans un vil
lage valaisan dont vous ne devinerez
jamais le nom et que je ne vous révé
lerai jamais à cause de la parole donnée.
Je voulais rencontrer l’auteur ou met
teur en scène d’« A bout de souffle »,
« Le trou », « Le deuxième souffle »,
« Ho », « L’excommunié » et « Le ra
pace ». Je lui ai écrit, sans beaucoup
d’illusions, mais avec une lueur d’es
poir (que voulez-vous, si on n’est pas
optimiste dans ce métier...). Il y eut des
coups de téléphone et enfin un rendez
vous.
Ma voiture se perdit plusieurs fois.
Il y a tant de petits chemins, au-dessus
de ce village !
—
Si vous vous perdez, m’avait pré
venu Giovanni, lancez-moi un coup de
téléphone depuis un bistrot et je vien
drai vous chercher.
Je fus accueillie par un superbe
chien-loup, par l’écrivain en pantalons
de gros velours côtelé, un chandail
mexicain et des yeux d ’enfant émer veillé et franc, p a r madame assise de v a n t un passionnant métier à tisser.
— N ous revenons du Mexique..., me disent-ils.
La visite du chalet me permet de voir les insolites lampes mexicaines et des livres, bien sûr.
Ces jours, G iovanni écrit une a d a p ta tion d ’un rom an d ’Auguste le Breton. Après, il m ettra en scène un film tiré d ’un rom an américain.
Je le laisse parler. D u cinéma, des lettres, du Mexique, du Valais, de Paris.
— Beaucoup de gens s’im aginent que pour faire du cinéma il faut habiter Paris. Bunuel habite le Mexique, le sa viez-vous ?
» A un certain moment, il faut fuir cet enfer, sinon on risque de s’y faire sucer, de s’y perdre.
» Ceux qui tiennent vraim ent à me voir p o u r des raisons professionnelles ou amicales n ’hésiteront pas à faire le trajet et à venir dans un « trou » sans boîtes ni distractions mondaines. Les faux amis, eux, n ’y v ie n dront pas, je vous le jure et je ne m ’ennuie pas d ’eux... »
P a r la n t de la création littéraire, G io vanni me dit qu ’il ne vo u d rait ni ne p o u rra it jamais écrire des romans sur des pédérastes drogués.
— J ’écris des histoires que j ’aime et que je connais. J ’estime qu’un écrivain doit avoir ressenti ce qu’il écrit. Je peux vous dire que lorsque H em ingw ay parle de la souffrance il sait de quoi il parle... E t Steinbeck, et Kessel, et Saint- E xupéry !
» Mes personnages sont des hommes qui agissent et qui v ont au bout de leurs actes, to u t simplement. »
A v a n t de rem ettre m a voiture sur le dro it chemin, G iovanni me dit encore : — P our vivre heureux, vivons ca chés. Ici, nous pouvons prendre le temps de vivre.
En les quittant, lui, elle, et ce chalet qui respire la paix familiale et l’h a r monie, j ’ai le sentiment d ’avoir rencon tré des êtres heureux. Bigre ! on n ’en rencontre pas toutes les années... C ’est
réconfortant. Gilberte Favre.
G i o v a n n i e x p l i q u a n t u n e s c è n e d u f i l m « Le r a p a c e » à L i n o V e n t u r a e t à u n e a c t r i c e m e x i c a i n e .
Un Martignerain
découvreur de civilisations
Raphaël G ira rd est u n vrai M artig n erain d evenu industriel au G ua temala. Il s’est fait u n n o m dans l’histoire p récolom bienne p o u r laquelle il s’est pris de passion. U n e quinzaine d ’ouvrages exposent le résultat des patientes recherches q u ’il a menées depuis tr e n te ans auprès des p o p ulations auto ch to n e s prim itives. P o u r co m p re n d re et connaître m ieux les descendants de l’A m ériq u e originelle, il s’est même obligé à a p p re n d re leurs divers idiomes. Il a p a rc o u ru les pays : ses investigations l’o n t c o n d u it jusque chez les Iroquois du Canada.
Le travail et la patience de R ap h aë l G ira rd v ie n n e n t d ’o b te n ir une éclatante consécration. E n ao û t 1968, au congrès des A m érica- nistes de S tu ttg a rt, n o tr e co m p a trio te p u t prése n ter d ’admirables sculptures m onolithiques q u ’il avait découvertes dans la plaine gua témaltèque du Pacifique. Ces m o n u m e n ts o u v r e n t aux spécialistes de l’histoire am éricaine des perspectives absolum ent nouvelles. Ils attes tent, en effet, l’existence d ’une cu ltu re plus ancienne que la cu lture olmèque du M exique qui passait jusqu’ici p o u r la prem ière du N o u - veau-Monde.
Cette énigme va enfiévrer l’im agination des chercheurs.
Merci à n o tr e savant co m p a trio te p o u r ce p o in t d ’in te rro g a tio n tout neuf, p o u r cette o u v e rtu re sur le plus vieux passé de l’hom m e.
Paul Messeri!
A soixante-dix ans Paul Messerli, peintre bullois fixé depuis long
temps à M artigny, vient de re m p o rte r un grand succès en expo
sant ses œuvres à la Galerie de l’Académie de Lausanne.
La critique a titré « Merveilleux Messerli ». Claude Vallon le pré
sente com m e le plus jeune des contestataires. Il précise l’éloge :
« O n peut être banal dans le figuratif com m e dans l’abstrait. O r,
Paul Messerli s’est voulu o uvert au m onde, mais il ne s’y est jamais
obligé au nom d ’un certain académisme ou d’une certaine mode.
Il s’est voulu ainsi parce q u ’il ressentait le besoin de briser l’écorce
de l’appris p o u r saisir l’espoir de demain. Paul Messerli est un
aventurier p o u r qui ni le temps ni l’espace ne sont des obstacles.
A u contraire, il en a fait ses coordonnées et ses guides. »
A u cours de sa longue carrière, Paul Messerli a exposé à Paris,
Berne, Zurich, Fribourg, Bulle, Lausanne, Genève, M artigny,
Sierre, Brigue, Sion, Aoste... Ses œuvres sont présentes dans de
no m b reu x pays d’E urope et même d’A m érique du Sud. A travers
diverses manières elles reflètent une intense union au m onde ; elles
attestent la perm anence de la jeunesse dans un art parfaitem ent
maîtrisé.
A ce Fribourgeois devenu Valaisan, à cet aîné dem euré si jeune,
Treize Etoiles d it son amitié et son adm iration.
Treize Etoiles.
Le bois de V étroz abrite une industrie u n iq u e en Suisse, celle de la p o u d re de m étaux. E n le trav e rsan t, o n re n c o n tre des usines p arfaite m e n t mariées au décor sylvestre, où l’o n a m êm e poussé le souci d ’in tég ratio n jusqu’à co m p léter le paysage p a r quelques arbres qui croissent en tre porches et constructions. C e tte exem plaire preu v e de b o n go û t nous est d o n née p a r le p r o m o te u r, M. Kaiser, Soleurois d’origine et Valaisan d’adoption.
Mais que fait-o n derrière le rideau de pins ? Sans b ru it, presque secrètem ent, avec u n m in i m u m d’ouvriers, o n y tra n sfo rm e en p o u d re le cuivre, le bronze, l ’alum inium . Ces m in é ra u x so n t tous im portés, car le Valais est, com m e on le sait, -riche en mines pauvres. Les filons d ’o r de G o n d o ne p aieraient pas le t r a vail... D om m age ! La p o u d re de m étal est u ti lisée p o u r la lithographie, les peintures, les vernis, les feux d ’artifice, des éléments d’isola tion. Le m a rc h é est donc vaste, mais aussi exi geant, difficile. Les p ro d u c te u rs européens sont sans cesse à la recherche de procédés n o u veaux p o u r réduire leurs frais de p ro d u ctio n . C ’est ainsi que « D o ra i » — l’entreprise de M. Kaiser — a changé réc em m en t t o u t son parc de machines. E n effet, M. Kaiser, collaborant avec d ’autres industriels de la branche, a tr o u vé le m o y e n de rem placer les m arteaux-pilons très b ru y a n ts et au re n d e m e n t lim ité p a r u n système en tière m en t autom atisé de m oulins à roulem ents à billes. Il lui est ainsi possible de p r o d u ire p a r mois dix tonnes de p o u d re de bronze, dix d’alum inium , dix de p âte d ’alum i nium . E n dix ans, le c o û t de tra n sfo rm a tio n d’u n kilo de m étal s’est réd u it de q u a tre francs à deux francs.
Cela a nécessité du dynam ism e, du courage, de l’intelligence. M. Kaiser n ’en a jamais m a n qué. C ’est ainsi q u ’en 1944, à Londres, resp o n sable d ’une usine semblable, il traverse l’E u ro pe p o u r chercher ses m atières premières. Il
tro u v e q u a ra n te tonnes de cuivre dans u n , . . . „ .
1 X _ ^ . >i > • 1 1 i/ t ^ a n s b r u i t , a v e c u n m i n i m u m d o u v r i e r s . . .
canal a Pans, près d une usine bom bardee. Le p ro p rié ta ire n ’avait pas p u im aginer de cachet te plus sûre. Q u a n t au zinc nécessaire dans l’alliage destiné à la fab rica tio n de la po u d re de bronze, il se le p ro c u re auprès de l’arm ée am éricaine qui se retirait.
En 1949, M. Kaiser arrive en Suisse, à Val- lorbe, se m e t à son com pte et o u v re sa p re m ière usine de tran sfo rm atio n . Subissant une très fo rte a u g m en ta tio n du p rix du c o u ra n t électrique et a p p re n a n t que l’usine, d o n t il est locataire, allait être vendue, il cherche une nouvelle solution.
C ’est alors q u ’il e n tre en relation avec M. le D r H e n ri R o h , d irec te u r de la Société des recherches économ iques et sociales. D ésirant u n e n d ro it écarté — au d éb u t M. Kaiser tr a vaillait avec des m arteaux-pilons très bru y an ts — avec de grosses possibilités en eau et élec tricité, il s’installe à V é tro z où il re n c o n tre com préhension et collaboration auprès de l ’au to rité com m unale. Son usine est mise en cons tr u c tio n en avril 1953 et fo n ctio n n e déjà le 20 juin de la m êm e année.
Très attaché au Valais, h a b ita n t Saxon dans la m aison de l’ancien conseiller d ’E ta t Fama, bénéficiant de l’excellente collaboration de ses enfants Isabelle, C a th e rin e et T hom as, M. Kaiser affirm e que le Valais est à m êm e d’ac cueillir beaucoup d ’industries semblables à la sienne, trav a illan t à la p ro d u c tio n de m atériel peu e n c o m b ra n t p o u r lequel le problèm e des tra n sp o rts vo lu m in eu x ne se pose pas.
Puisse cette industrie se faire c o n n a ître et apprécier p a r to u t à la m esure des efforts dé ployés p a r son sy m p a th iq u e pro p rié ta ire. Sou h aitons u n e nouvelle ruée vers la p o u d re d ’or. B ernard M icheloud.
M . K a i s e r j u n i o r ; la r e l è v e e st a ssu ré e
Epistole du Léman
le bridge
F alloyt en avoir le cueur net. D e belle lu re tte nouveaulz venuz to u io u rs p arlo ien t céans P u rg a to ire de sons et visions terrestres tamisés dans l’aër, ra-dioz p a r ci, te-vez p a r là. Escartan's les nuaiges qui c o u v re n t les m o r tels plongeai en vesprée regards allongé p ar longue vue em p ru n c té e au b riq u e à b ra q u e des objects tro u v e z et découvris des Vauldois — cy appelez p a r ce que de sousche valdense — en p ro s tra tio n -devant quarrel lucificque, une b o ë tte à Messire D o n n an s-D o n n an s (diet Schenker) dux des heraults d ’en là du. lac no m m é p a r errance de Geneve laissoit p ic tu re r ce que « cameras » o n t cro q u é à tous vents. Les m icro p h o n es com m e ils disent en languaige hêllenicque préfab riq u é f o u rr e n t p a r to u t leur • nasal et p ra c tiq u e n t le b o uche à bouche en inter-vues sans finissemen.
Q u a n d avoient m angié & beii, conjoincts escoutoient q u ie tem en t u n à senestre, a u tre à dextre, les gosillians radiolastres de Messire M eroz de la Sallaz q ui sçavent qu o y dire en co n iu n ctio n avecque le sujet. O n s’y faict et soy desporte d ’u n costé à l’aultre, escoutant sp ïquerres qui doib- v e n t p ic o re r chozes & faicts d ’icy et d ’ailleurs à grandes saoulées, in tré - buchables et cervelet en bienséance. Les tran c h e-m o n ta ig n e en sont per- fois à m alduire la pensée de iceulx à di-semblables idiomes. Mais la value d u m estier reste pardurable.
N ous, soy gondolloient (ainsi ils dizent sans apprest) là -h a u t à escouter au tiers estoc en salle des pas-to u t-à -fa ict-p e rd u z , les vaticinations m étéo- rologicques, com m e si m o y e n n a n t redevances enflées en sçavoient davan- taige que Zeus.
Puis to u r n o it la dam e le b o u to n et p re n o it place de faict & com por- tem en d ev a n t la m eschine m irificque d o n t est plus h a u lt parlez ; son co n jo in ct la suivoit en h u m b le soubs-mission com m e se d o ib t en un m o n d e où icelle — dicte faussem ent to u te en cacquetaiges — n ’a m o t à dire en p lu sp a rt des cham bres de vote de Souiçe, les unes déclinant ce que les citoïens to u t quenaulds m anigancent im p ro p rem e n t.
Dans la fenestre, une p arlo tte u z e en science de parlerie et to u te en charm erie p r o m e t to y t com m e castels en Espaigne vesprée esbouriffante avecque m usique de belle gamme. E t ir ru p to ie n t gentes & accortes gelines qui soy gam bayoient en l’aër, soy tresm oussoient, fretilloient, trezpi- gno ie n t et œ illadoient iceulx qui les œ illoient en large num érosité. Accou- r o it u n jouvencel à visaige de m a rm o u z e t et tignasse espaisse com m e sien esperit qui h u r lo it com plaincte où a m o u r r im o it avecque p a n d o u r & to u io u rs avecque secours. U n au ltre soy voulans d rolaticque com m en- to it avec damoizelle m inivestue & h a u lte m e n t b o ttée les esbatemens à gran d estrif de com paignons de m enestrandie issuz to u t d ro ic t de lieus funebres à v o ir leurs visaiges ; et p le u ro ien t ito u am ours envolez et qui à no stre sens avoient raison de soy despartir. Des A m ericques nous venoient cavaliers diets k-o -b o ïs p ro m p ts à la noize qui s’enhastoient le c o u rro u x les eschauffant et tous soy m assacroient provisoirem ent.
Ce estoit ensuite le to u r de tele-spotte, estalaige payan de produicts destergens, de dentures a-carie que p o in c t ne c o rro m p o ie n t des breuvaiges chiers à m ilieuz fo iso n n an t en esthetes p ro m p ts à devaluation stom achic- que. Les videolastres en avoient p o u r leurs b atz à estre restifs de visu aux appels gourm ans, mais l’em issionnaire encaissoit à te rm e quintals de deniers sonores. A chacun ce qui lui estre dû.
S u rvenoit parfois une panne, les fils d ’A riane soy reschauffoient en la b o ëtte magicque. B zz-bing-plouf ! Tiré de son songem en et la Leda en congié païé o rd o n n é p a r sindiquat d ’O lym pie, J u p ite r to n n o it. E t itou iceluy qui vous diet sa pensée et qui p o in c t besoing n ’avoit de soporific- ques p o u r soy jecter en les bras de M o rp h ée lequel com pte les nuictées com m e en ostellerie, mais sans obole de séiour.
Je cuyde que avez jà p riz les devans, n o n assouvie vostre soëf de veritez m algré généreux généricques e t leur traslée de nom s & cognom s estrangiers ou heleveticques, d ’oultre-V ersois et Sarine, de G erm anie et
de G aule — loing à l’aronde com m e d iro it le soubsignez. M artinez.
Quand le hasard fa it bien les choses
P eut-être n ’avez-vous jamais joué de tournoi à donnes préparées ? Le p rin cipe en est simple. O n dem ande à quel que expert de fournir une douzaine de problèmes qui devront être résolus hau t la carte, p a r le dem andeur ou bien le flanc, en moins de dix minutes cha cun et contre toute défense. Le menu offert n ’est pas bien varié, du jeu de sécurité au coup de l’atout, en passant p a r le squeeze et le tempo. Aussi, le bridgeur averti ne devrait-il faire qu ’une bouchée de chaque question posée.
Le hasard en p roduit parfois, à la table coutumière. Les deux que voici sont de cette sorte. Je les ai tirées pour vous de m a collection. N e craignez rien : elles sont faciles à croquer.
La prem ière a été maîtrisée p a r notre ami A ntoni de Januszkow ski, naguère au cercle : * D 3 V V 102 * A V 10 * D V 10 9 3 N W E S * A 10 8 5 4 A R * R 8 6 4 2 * R
Il joue 3 s. a. en Sud, atteint sans intervention adverse. C om m ent rem plit-il son contrat, sur l’entame du 4 de cœur, contre la meilleure défense et toute distribution norm ale ?
L ’autre a vu le jour sur les tables d ’un p etit tournoi parisien. Elle mérite examen : 4> R V 6 3 A V 7 6 ❖ A V 9 7 4 N W E S * A 9 2 Ç> R D 10 8 5 2 ❖ 5 4» R 8 3
C ’est dans la vulnérabilité générale que l’adversaire ouvre à gauche de 1 <>. Q ue contre le vôtre en N ord. Vous déclarez 4 Ç?. E t chacun de s’in cliner.
L ’entame choit, le Roi de carreau. Com m ent assurez-vous le coup ?