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en question ?'M 2135-98-25.00 F F TECHNIQUE REPORTAGE LE WILLIAM pratique. ^ JJ IC 781

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L E W I L L I A M p r a t i q u e .

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I C 7 8 1

D e r n i è r e m i n u t e

L a C B

e n q u e s t i o n ? 'M 2135-98-25.00 F F

L E R A D I X 9 5 - C A R N E T D E T R A F I C

R E P O R T A G E

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T E C H N I Q U E

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Editorial

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Cahier de trafic sur pc

Le radix 95

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Gérant, directeur de publication - Chairman Sylvio FAUREZ-F6EEM

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P U B U C I T É IZARD Création (Patrick S10NNEAU) 15, rue St-Melaine

35000 RENNES - Tél. : 99.38.95,33 GESTION RÉSEAU NMPP Fax ; 99,52.78.57-Terminal E83

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M E G A H E R T Z m a g a z i n e 6 9 8 - A V R I L 1 9 9 1

(7)

(î) - L'INFORMATION. Atlenlion de ne pas dire n'importe quoi I La presse française est lue à l'étranger, même la régionale et surtout en Afrique.

Quelle ne fut pas ma surprise de trouver au Cameroun un article rédigé à partir des propos d'un responsable du sud est. On y lisait qu'en cas de conflit ou de crise grave, rémission d'amateur était interdite. Une phrase du plus mauvais effet au mois de février, d'autant que c'était faux.

Des informations pouvant avoir des conséquences néfastes dans des pays sensibles.

Bon nombre des responsables sont sensibilisés par l'es- pionnite", inutile donc d'attirer leur attention, même si chacun sait que la transmission de ce type de messages passe par d'autres moyens plus rapides et plus fiables.

Les bandes amateurs sont sûrement les plus écoulées du monde après la radiodiffusion I

@ ~ LE GOLFE : suite et fin sans doute. La lecture de la

presse régionale est instructive. C'est ainsi que j'ai pu apprendre que le f\^inistère des affaires étrangères avait envisagé de demander au REF de mettre en place une équipe de radioamateurs pour aller tà-bas.

Il ne faudrait pas confondre protection civile et magouille politique.

0) - LE SAVIEZ-VOUS ? L'IARU Région 1 a 40 années d'existence. Fondée en 1950, elle veille depuis cette date aux intérêts des radioamateurs. Il y a actuellement 127 pays membres. Notre pays y représente une voix, alors qu'il y a quelques années la voix de la France représentait plus de pays, donc plus de voix. Espérons que WARC 92 sera aussi bon que celui de 79.

@ - VŒUX ET REALITES. L'association nationale sou haite un rassemblement des différentes associations tou chant tous les domaines de notre activité. A cet effet, les

responsables organisent une réunion, te 6 avril, à Tours en précisant "le REF a des projets". Toutefois, aucune ébauche de projet ne figure dans la convocation. Deux cas de figure peuvent se présenter : s'il s'agit de mettre les associations diverses sous tutelle du REF, la réponse sera certainement négative. S'il s'agit au contraire d'avancer vers un objectif fédératif, il faudra voir. S'il s'agit de coo

pérer dans des projets ou des activités, la réponse ne peut qu'être favorable.

© - LA CB EN QUESTION. Il est rare que notre adminis tration sorte de sa légendaire réserve. C'est chose faite avec une circulaire en date du 6 mars et expliquant que l'administration ne tiendra pas compte des textes euro péens sur son territoire. Sans doute jusqu'à ce qu'elle soit

une nouvelle fois condamnée par Bruxelles? OU PLUS

SIMPLEMENT EST-ELLE OBLIGEE DE JUSTIFIER SA NOUVELLE POSITION?

® - LE GRAND AIR. Bernard Sineux, président de l'As sociation AIR peut être satisfait. Il vient d'obtenir l'agrément

pour la formation professionnelle continue des radioama teurs. Un beau succès pour des amateurs qui ne sont pas dans renseignement.

® - PACKET EN QUESTION. Encore des conséquences du Golfe, me direz-vous. Aux USA, des sanctions viennent de tomber, avec des amendes contre ceux qui utilisèrent le packet-radio pour des usages autres que ceux auxquels ce mode de transmission est autorisé. Messages politiques ou en faveur de la paix. L'administration US n'a pas fait de détail dans les sanctions. Comme quoi il ne faut pas ima giner être à l'abri derrière un anonymat. Les responsables de réseau trinquèrent aussi. Une leçon à retenir.

® - CB DERNIERE MINUTE. A l'origine il était prévu un dossier sur la carte QSL et les managers. L'actualité de dernière minute, pratiquement le jour du bouclage, m'oblige à modifier le contenu de votre mensuel. Etre à la pointe de l'actualité, cela nécessite parfois quelques sa

crifices. Cette actualité concerne avant tout la CB. Comme

vous le remarquerez dans la question du député, cela peut

vite déborder dans une autre direction, celle des radio

amateurs. Sans tomber dans une perspective sombre, il ne faudrait pas que les manœuvres contre la CB ne ser vent de banc d'essai pour l'avenir.

A chacun d'entre nous d'être vigilant.

FAMREZ Directeur de publication

M E G A H E R T Z m a g a z i n e 7 9 8 - A V R I L 1 9 9 1

(8)

Concours 8nPJ9

PJ9, c'est Curaçao,

dans les Antilles, l'équipe finlandaise s'y implante depuis quelque temps,

a v e c l a f e r m e

Intention d'y être active longtemps.

P J 9 A P J 9 W

OP KONNEVESl <|) OKOBANK

PJ9 est une îl

825 km®, située par 12 N et

e, Curaçao, de

69 W en zone WAZ 9 et ITU

11. C'est de ce point, fort bien placé

pour les concours, que nos amis fin landais se sont implantés.

HISTORIQUE

Certains membres de notre équipe ont

déjà opéré depuis Andorre (C30W,

C30BBE, etc.). Depuis 1989, il nous a été malheureusement impossible de renouveler nos licences en C30, mais, par contre, nous avons pu en obtenir en PJ, grâce à l'aide de K3EST ! 1989, première opération en PJ, muiti- single (voir cartes QSL ci-jointes), ré

sultat : le numéro II (2) mondial ! Quant à l'opération 90, elle a été d'une envergure jamais égalée, à notre con naissance ! Le groupe finlandais com portait 80 personnes et nous avons ef

fectué plus de 2500 heures (cumulées)

de trafic pour les deux parties SSB et

C W.

Pour le CD 91, nous préparons trois tours (pylônes) supplémentaires pour améliorer notre système d'aériens 160 m en montant une quad 4 éléments fiiaire dirigée vers l'Europe et une autre

de 2 éléments vers les U.S.A.

Tours et antennes sont construites par

0H6RI\/I, Touko Kapanen (surnommé M. Aluminium).

Nous disposons de 16 TRX, Yaesu FT1000 avec toutes les options et 14

M E G A H E R T Z m a g a z i n e 8 9 8 - A V R I L 1 9 9 1

(9)

ANTENNES DE PJ9A - PjgW À CURAÇAO

B a n d e s A n t e n n e s To u r s

1 6 0 4 demi slopers en beverage sur USA et Europe 30 mètres

8 0 3 él. Yagi non raccourcie rotative + verticale + dipole 54 mètres

4 0 4 él. Yagi rotative 54 mètres

4 él. Yagi fixe vers les USA 18 mètres

4 él. Yagi rotative 36 mètres

Oipôle

20 2x5 él. superposées vers l'Europe 36 mètres

2x5 él. superposées vers les USA 36 mètres

5 él. rotative 24 mètres

4 él. rotative pour chasse au multiplicateur 20 mètres Dipôle

15 2x5 él. superposées vers l'Europe 24 mètres

2x5 él. superposées vers les USA 24 mètres

4x5 él. superposées rotatives 24 mètres

5 él. rotatives pour chasse aux multis 20 mètres Dipôle

10 2x5 él. superposées vers l'Europe 24 mètres

2x5 él. superposées vers les USA 24 mètres

4x5 él. superposées rotatives 24 mètres

5 ét.rotative pour chasse aux multis 24 mètres Dipôle

3 él. tribande * 5 él. 10 mètres pour l'écoute 30 mètres Total ; 508 mètres linéaires de tour aluminium

Autres matériels : 3150 m de câble coaxial

400 m de câble de rotateur - 2600 m de haubanage - 3600 m de corde nylon 850 m de câble d'alim. électrique - 3 tableaux de distribution électrique

1 groupe générateur diesel 300 kVA - 3 groupes essence secours 6 kVA

P J 1 B BANDE QSO P A Y S ZONE

160 571 4 8 1 9

8 0 1469 98 24

4 0 2166 1 1 8 31

2 0 5180 180 3 8

15 5900 180 3 8

10 5819 180 3 9

TOTAL 2 11 0 7 804 189 multiplicateur = 993

SCORE = 59,4 millions de points

P J 9 W B A N D E QSO PAYS ZONE

1 6 0 443/377 4 6 1 5

80 1335/1307 8 9 22

4 0 2481/2306 123 30

20 5400/4963 159 38

15 5791/5387 168 37

10 5376/5011 1 5 0 37

TOTAL 19351 735 179 multiplicateur = 914

SCORE =52,2 millions de points

PJQA BANDE QSO PAYS ZONE

1 6 0 5 0 6 4 5 13

8 0 1873 99 27

40 2 8 8 4 122 35

2 0 3903 139 38

1 5 3689 128 35

1 0 2 8 2 1 126 36

TOTAL 15676 659 184 multiplicateur = 843

S C O R E s39.269,469 de points

Les 16 pylônes à terre I L'informatique en service.

Montage de l'antenne 80 m

a v e c u n e g r u e .

Le générateur électrique et les shak 10. 15, 20 et 160 mètres.

ampli linéaires (4 TenTec Titan 425, 6 LK 800 Cet 4 de résen/e).

Ce projet est organisé parTimo Korho- nen, 0H6NU, Touko Kapanen, 0H6RM, Viiie Hiiiesmaa, 0H21V1M et Cari-Heinz Ikaheimo, OHIMXY/OHSXY.

Nous allons partir pour Curaçao, y faire

du M/M pour au moins deux ans !

Carl.OHIMXY

M E G A H E R T Z m a g a z i n e 9 9 8 - A V R I L 1 9 9 1

(10)

R E F E RENCE

' ^ v .

' A

■ .i^_'4

V ^ J v i ' M

DESIGNATION d e s c r i p t i o n

PRIX OM FF TTC

AMTENNESBOMIII

2 0 S 0 5 antenne 50 MHz S EUS 50

" 420.00 [EO^

2 0 B 0 4 2 0 B 0 a 20B09 2 0 0 8 9 2 0 6 1 8 2 0 8 1 3 2 0 8 2 2 2 0 0 1 7

s i ' B i S ï œ r -

273,00 3 9 9 . 0 0 305,00 3 3 1 . 0 0 578,00 4 6 2 , 0 0 6 9 0 , 0 0 609.00

1 , 2 T 1 . 7 T 3 , 0 T 2 , 2 T 3,2 I f

3,0 I T

, .^px,»c« -xnRASEC iProIcclion civiUt

2 0 7 0 6 ANTENNE 243 MH2 6 EUS 500'ADFIASEC;; 1 7 9

INTENSES 430 à 440 MHt Sortie sur cosses -Paaton'

A35 MHZ 2X19 Elis 50 0, Polarisation Croisée _

9,00 1^1.5

415,OO|3,C

aKTESNES 430 6 440 ilHs

Sortie sur f^che "N" frmelfe VG^V. . f ^ n t o i n ' t i ^ r l n c k û o u r 2 0 9 0 9

2 0 9 1 9 2 0 9 2 1 2 0 9 2 2

^NNE 435 MHZ 9 E«S "

antenne 435 MHZ 19 Etts M O _N antenne 435 MHZ 21 EttS M O N antenne 435 MHZ Elis 500 N ,ATV

289,00 1 . 2 T 341.00 1 . 9

4 4 1 . 0 0 3 , 1 4 4 1 , 0 0 3 , 1 A N I

—'r^c-c urXTES 144 à 146 Mlh et 430 à 440 Milsantennes mixtes 144 ,, VG58AIU

2 0 8 9 9 antenne 145/435 MHz 9fl9 Elis 50 0 "N",

antennes tzso à 1300 Mils

5 7 8 , 0 0 3 , 0

2 0 6 2 3 2 0 6 5 5 2 0 6 2 4 2 0 6 5 0 20696 2 0 6 4 8 2 0 6 6 6 2 0 6 6 0

I REFE- IRENCE

ANTENNE 1296 MHZ 23 £1» 50 0 ;N;. OX

ANTENNE 1296 MHZ 55 EM M 0 N , 0^

ANTENNE 1255 MHZ 23 EUS 50 0 tT. A^

antenne 1255 MHz 55 EUS 50 " N ,_A^

groupe 4x23 Elis 1296 MHz 50O N_.

GROUPE 4x23 ERS 1255 GROUPE 4X55 ERS ' 2»

GROUPE 4x55 ERS 1255 MHz 50 tM^A^

DESIGNATION DESCRIPTION

2 6 3 , 0 0 1 . 4 4 3 6 , 0 0 3 , 4 263,00 1 , 4 4 3 6 , 0 0 3 . 4 1 7 1 2 , 0 0 7 . 1 1 7 1 2 , 0 0 7.1 2258,00 9.U 2258,00 9 . 0

y PRIX OM

I FF TTC

antennes 2300 à ^SfO MHi

l ^ X V r t X » « « " « v ^

i antenne 25 ERS 2304 MHZ 50 n-N-

I ' A l ^ f T

AN 1 tNNC <3

-^ES DETACHEES POVR

(Ne neuoent être utilisées seules!

1 0 1 0 1 1 0 111 1 0 1 2 1 1 0 1 3 1 1 0 1 0 2 1 0 1 1 2 1 0 1 2 2 2 0 1 0 1 2 0 1 1 1 2 0 1 0 3 20203 20205 2 0 6 0 3 2 0 6 0 4 2 0 6 0 5 2 0 6 0 6

Ett 144 MHZ pour 20109.-116.-m,-IM Elt144MHzpOuf20104.-6(,4,-209„ 08 ,

0tl44MHzpouf2O118

EH,44MHzpOur20809,-8 8,-816.^17

ER435MHzpOUr20409,-419,-438,-421, 442

DiDÔle"Beia-MatcR'144MHz50n N|

Dip^e'Ttoaibone*435MHz5^n.a

Dipôle Trwnbons* 435 MHZ M O N .

Dipôle •Trombone* 435 MHZ ^ . pour'20623

Oipôle Trombone surmouW ^ 20655

i OipôleTrombonesur^ 1^^^'P^^20624

O i p ô l e T r o m b o n e g o e s o

Oipôle -Trombone surrrxaule 1255 mhz. pou

78,00 1

, 5 T 1

1 2 , 0 0 M ) T 12,00 :M) 12,00 ( M ) ) 12,00 (50) 1 1 2 , 0 0 (15)

12.00 (20) 1 2 , 0 0 (15) P 3 0 , 0 0 0 . 1 6 3 . 0 0 0 . 2 30.00 ( M ) 63,00 (80) P 6 3 . 0 0 (60) P 4 0 , 0 0 :ioo: P 4 0 , 0 0 (140

4 0 , 0 0 :ioo 42.00 (140

[H

CO.ViV£CrEt7fiS coaxiavx

2 8 0 2 0 2 8 0 2 1 28022 2 6 0 9 4 2 8 3 1 5 2 8 0 8 8 2 8 9 5 9 2 8 2 6 0 2 8 2 5 9 2 8 2 6 1 2 8 0 2 3 2 8 0 2 4 2 8 0 9 5

29202 2 9 4 0 2 2 9 2 7 0 29470 29223 2 9 4 2 3 2 9 2 1 3 2 9 4 1 3

2 0 0 4 4 2 0 0 1 6 2 0 0 1 8 2 0 0 1 9

s i i i l i l , . C0UPLEUR2V. 125ai^MHz50 0

C O U P L E U R 4 V. 6 0 u Q g l B A i

CHASSIS pour 4 ANTENNES 25 ERs

2 8 0 5 8 2 8 7 5 8

28239 J

FICHE MALE ' FICHE MALE FICHE MALE FICHE MALE FICHE MALE FICHE MALE FICHE MALE FICHE MALE FICHE MALE FICHE MALE

•tr 11 mmSOOCoodee SERUOCK

•N* 11 mm 50 Q SERLO^

"N* 6 mm 50 O SERLOCK

N* 11 mm 75 O SERLOCK

•N* Sp. Bamboo 6 750 'BNC* 6 mm 50 Q

■5hF* ^6ml^ " "lPL2"- ''S

• U H P 1 1 m m S E R L O C K * (UG21BAJ)

(UGSRAU) {SEB315) (UGS8A.V) (UG959A'U)

FICHE FEMELLE 'N* 11 mm 75 0 SERLOL4S i~ ' ( U G 5 8 A / U ) (UG58AAJD11

(S0239, dieleclnque. PTFE)

2 8 0 5 7 2 8 0 2 9 2 8 0 2 8 2 8 0 2 7 2 6 4 9 1 2 8 9 1 4 23083 2 8 1 4 6 2 8 3 4 9 2 8 2 0 1 2 8 2 7 3 2 8 2 5 5 28258

3 9 8 0 3 3 9 8 0 4 3 9 8 0 1

EMBASE femelle-N* MO EMBASE FEMELLE N 75 0 EMBASE FEMELLE "UHF-

— c o a x i a g x i n t e r - n q r m e s ^ ADAPTATEUR "N* mâle-mâle 50 0

adaptateur -n- temelle-femelle MO ADAPTATEUR en Té 'N* 3x (emel " » "

ADAPTATEUR à 90' "

ADAPTATEUR 'BNC* male-méla 50 O ADAPTATEUR'BNC* temelle-femelle M O ADAPTATEUR "N* femelle-*UHF nAe adaptateur 'N* mâle--UHF* (emelle

ariAPTATEUR'N* Femene-'WJC* màleMO

a d a p t a t e u r - N *

ADAPTATEUR-BNC* femelle-UHF mw

ADAPTATEUR-BNC* 'f™ fpiiM

ADAPTATEUR "UHP femelle-lemelle (PL258

CABIJ;S COAXIAI/X CABLE COAXIAL M 0 RG58C/U CABLE COAXIAL 50 0 RG213 CABLE COAXIAL M O KX4

(IJG57B/U) {UG29B/U) (UG2aA/U) PJG27C/U) (UG491/U) (UG914Ai) {UG83A/U) (UG146AflJ) (UG349Btl) IUG201B,1>) (UG27a'Ln (UG255/U) dié!.: PTFE)

53.00 (60) P 4 8 . 0 0 (40) P 42,00 (70) P 48.00 ( M ) P 41.00 (10) P 22,00 (10) P 48,00 ( M ) P 4 8 . 0 0 (40) P 44.00 (40) P 37.00 (40) P 30,00 (20) P 4 1 . 0 0 (20) P 2 9 . 0 0 (20) P

6 mm, le mètre

ips 11 mm. le mètre 11 mm, le mètre

3,00 (100) P 9,00 (160) P 12.00 (1M) P FILTRES REJECTEURS

3 3 3 0 6 3 3 3 1 0 3 3 3 1 2 33313 33315

R E F E -

IRENCE

FILTRE REJECTEUR Decamewue ^4

FILTRE REJECTEUR Oecametn^e seul FILTRE REJECTEUR 432 Mm OX RLTRE REJECTEUR 438 MHz NTT

M REJECTEUR 68/1081^

DESIGNATION d e s c r i p t i o n

144 MHZ 1 0 5 . 0 0

105.00 1 0 5 . 0 0 105.00 126.00

P R I X O M FF TTC

( M ) (60) (60) (80) (80)

k g P

jg^J_T

5 0 2 2 3 M 2 3 3 M 2 4 3 M 4 2 2 M 4 3 2 5 0 4 4 2

AMTS TElËsCOl''^^^'^

MAT TELESCOPIQUE ACIER 2x3 mètres mat TELESCOPIQUE ACIER 3>3 mèues

^TTELESCOPIOUE acier 4x3 mèires

MAT TELESCOPIQUE ALU 4x1 mètres MAT TELESCOPIQUE ALU 3x2 ^ires

MAT TEUSCOPIOUE ALU 4x2

389,00 7 , 0 7 0 4 . 0 0 1 2 . 0 1103.00 18.0 3 2 0 . 0 0 3 , 3 3 2 0 . 0 0 3,1 4 6 2 . 0 0 4 . 9

e 9 2 M e 9 4 M 6 9 5 0 0 8 9 6 5 0 e 9 7 M B 9 5 M 8 9 0 1 1 8 9 0 3 6 8 9 0 3 6

"^^^^^I^i^r^D ANTENNES et occessoire^

rotator YAESUG2M(AZimj1)

R5TATORVAESUG400RC(Wimul) rotator YAESU G500B (S4o)

ROTATOR YAESU

ROTATOR YAESU G2000RC (Az-mu1)

i S S p S — "

JEU de -MAC^IOIRES-, pour <a000^

T ]

l O M . O O 2478.00 2730.00 3570,00 5565.00 4725.00

i 347,00

215,00 336,00 1.2

1 , 8 6 . 0 6 , 0 6 . 0 12,0

9 , 0 0 . 5 0 . 6

j c v u « - — .

8 9 9 9 5 8 9 9 9 6 3 9 9 9 8

CABLE ROTATOR 5 Conducteurs, le ^tre CABLE ROTATOR 6 Conducteurs, le n^ue

C^lI ROTATOR 8 Conducieurs, le mèue

1 0 . 0 0 1 0 . 0 0 12.00

(100) (100) (110)

TTC du port calculé se)r>n le barcme sui% ant.

P o i d s O â 5 k g 5 â 10 kg 10620 kg 20 6 30 kg 30 à 40 kg 41) 6 50 kg 50 à 60 kg 60 6 70 kg

M c s x a g r n c » 106.00 FK 131.00 FF 155.00 FF 181 00 FF 215.00 FF 236.00 FF 265.00 FF

•292.00 FF

Express 130.00 FF 164,00 FF 192.00 FF 225,00 FF 268,00 FF 295.00 FF 330.00 FF 360,00 FF

t > u a t u S B I „ „ , I

frai» de poste laerv

l ' o i d s Frais Poste Poids

0 à 100 g

1 100 6 2M g

1 2M 6 500 g

1 500 6 1000 g

11,00 FF 17,00 FF 22.00 FF 29,00 FF

l à 2 k g 2 à 3 k g 3 B 5 k g 5 6 7 k g

Frais Poslc 37,00 FF

44,00 FF 52,00 FF 60.00 FF

4 3 6 , 0 0 9 , 0 T 326,00 3,5

3 2 6 , 0 0 9 , 0 2 9 4 , 0 0 3 , 2

A N

t o n n a

20100

rnMMt ITATEUR 2 dtrectxms M nCtrjJGMW

(11)

I N F O

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i

(12)

NOTRE DOSSIER

L ' a d m i n i s t r a t i o n

se signale encore par des revirements pour ie moins

c u r i e u x . L a C B s e r a i t - e l i e

e n c o r e

en question ?

L'histoire reti endra de ces der

niers mois, les différentes tenta tives de manipulation au niveau des Informations, de l'information.

Or, l'administration semble elle-même encline et à des revirements, et à effec tuer quelques désinformations.

RAPPEL BREF DES FAITS

Une enquête publique sur la CB et les normes a été réalisée dans chaque pays avec plus ou moins de bonheur et de lé

galité. Les résultats sont très largement

contestés.

Nous nous sommes fait l'écho dans ME

GAHERTZ magazine de la position fran

çaise très favorable au maintien du statut

actuel. C'était méconnaître l'esprit quel que peu retors de certains membres de la commission française I

Plusieurs réunions, concernant les nor mes CB viennent d'avoir lieu au cours des

derniers mois, le 27 février se réunissait,

à Paris, la commission française de l'ETSl.

Le moins que l'on puisse dire est que le Président M. Thabard, a une curieuse fa

çon de diriger les débats : ce serait du

genre "moi je parle et vous, taisez-vous I".

C e r t a i n s m e m b r e s d e l a c o m m i s s i o n

n'hésitent pas à parler de monologue du Président. A tel point que des représen tants cibistes ont retiré leur demande pour

aller la porter à la réunion de l'ETSi à Nice. En fait, personne ne semble avoir voté mais le texte est approuvé !

Au fait, qui trouve que la norme proposée

ETS-CB serait une bonne norme françai

se ? Electricité de France ? TDF, on aurait

compris à la rigueur... En fait, certains

représentants de la CB envisagent des ac tions sur ie plan purement juridique sa chant que la transparence n'existe pas au niveau de l'ETSi et que le résultat de l'en quête publique est plus que douteux.

Cette réunion de Nice devait apporter quelques suspense I

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cesedéiuae?

Le texte des comités techniques présenté

n'était plus le même que celui d'origine I Or, ie texte "modifié" a été envoyé dans

toutes les Administrations, et c'est sur ce texte que le vote "devrait" avoir lieu.

Bien sûr, les responsables ont admis

"l'erreur" et vont renvoyer un nouveau texte. On croit rôver I Or, le Portugal n'a même pas encore fait son enquête publi

que.

Sur les 24 pays actuels, quelques votes

sont déjà connus. Ont voté non ; la Grèce, l'Espagne et la Belgique. A voté oui ; la France, contrairement à ses premières positions.

Les industriels allemands seraient enclins à voter non.

Or, notre administration de tutelle, peu

encline à se justifier, lance vers les mé

dias un communiqué de presse pour ie

moins en contradiction avec les faits.

Il est clair d'ailleurs que dans l'avenir, plus

ou moins lointain, la France pourrait être

condamnée par les instances européen

n e s .

Voici le texte du communiqué de presse,

en date du 6 mars 91.

«RADIOCOIVIMUNICATIONS DE LOISIR, LA FUTURE NORME EUROPEENNE DE CB NE REMEHRA PAS EN CAUSE LA RE GLEMENTATION FRANÇAISE

La France, par la voix de la Commission française pour TETS! (Institut européen

des normes de télécommunications), vient de donner son accord sur un projet de

norme européenne en matière de CB, Cet accord, auquel a souscrit la direction de la réglementation générale du ministè re des Postes, des Télécommunications et de l'Espace, en charge de ce secteur depuis la loi du 29 décembre 1990, ne remettra pas en cause la réglementation

actuelle applicable aux cibistes français.

En effet, la norme proposée dans le docu ment prETS 300 135 de l'ETSI, ne définit

que les caractéristiques techniques et les méthodes d'essais des équipements à ca

naux banalisés (CB) en modulation angu

laire (modulation de fréquence -FM- ou de phase).

Le projet final soumis au vote tient main tenant compte des modifications souhai tées par la France, à l'issue de l'enquête

publique, réalisée en janvier 1990 auprès de toutes les parties concernées (cons

tructeurs, utilisateurs, associations de consommateurs, administrations). Il

mentionne en effet explicitement que :

"l'existence de normes nationales per

mettant l'utilisation d'autres types de mo

dulation, incluant la modulation d'ampli tude (AM) et la bande latérale unique (SSB), ne sera pas affectée par l'adoption

de cet ETS".

La limitation de la puissance des appa reils de CB, qui constitue une garantie pour les autres utilisateurs du spectre ra- dioélectrlque, permet de maintenir ces différents types de modulation dans la ré-

M E G A H E RT 7 M A G A Z I N E 1 3 9 B - A V R t L 1 9 9 1

(14)

glementation trançaise. Rappelons que les puissances maximales autorisées aux ci

bistes sont :

- 4 watts de puissance de la porteuse en modulation de fréquence (FM) ;

~ 1 watt de puissance de la porteuse en modulation d'amplitude double bande (AM);

- 4 watts de puissance crête en bande latéral unique.

Le respect des cibistes de ces conditions d'utilisation permettra au ministère des PTE de défendre une réglementation pro

fitable à tous."

La réaction des principaux responsables CB ne s'est pas fait attendre. L'un des responsables CB, membre de l'ETSI et la CNCBA (qui regroupe les 4 plus impor tantes organisations de la concertation nationale), FFCBAR, Canal 9, ARAS, AFA, diffusait, le 15 mars, un communiqué de

presse.

« Communiqué de presse

Alors que la normalisation des télécom munications bat son plein pour franctiir comme il se doit la date fatidique du 31 décembre 1992, les administrations d'Eu rope poursuivent leur course folle pour doter les 24 pays membres de l'institut Européenne de Normalisation des Télé communications (ETSI) en général et les 12 pays de la Communauté Européenne en particulier, de standards européens des télécommunications (ETSI) basés sur les besoins fondamentaux. Standards qui doivent profiter, en bout de course, à

l'utilisateur final.

Bien que la Citizen Band ne soit qu'une frange des télécommunications, les prin cipes et règles de la normalisation s'ap pliquent en totalité à la CB. La particulari té de cette situation est qu'à travers le forcing des Comités Tecliniques de l'Ins titut, dans lesquels la France est engagée à 100 %, on décèle ici et là des failles et des lacunes qui intéressent au premier chef les opérateurs de réseaux, les cons tructeurs et les industriels, sans oublier, bien entendu, les 300 000 000 d'utilisa teurs du très prochain grand marché de l'Europe issu de l'Acte Unique de mai

1 9 8 6 . . .

Sous la signature de la Direction à la ré glementation générale, le Ministère des

Postes, des Télécommunications et de

l'Espace, le 6 mars 1991, a procédé à

l'envol massif d'une circulaire destinée à donner tout apaisement aux parties inté ressées de la Citizen Band française. Déià

la question se pose de savoir si le Minis

tère des RTE envisage la publication de

communiqués chaque fois qu'un ETS

(Standard Européen des Télécommunica tions) ou une NET (Norme Européenne

des Télécommunications) sera en voie

d'achèvement...

La presse quotidienne nationale s'est fait largement l'écho de cette information qui

pourrait réjouir bien des utilisateurs si cette information n'avait pas été dictée par un besoin pressant de justifier une posi tion particulièrement scandaleuse.

Les standards européens sont d'abord élaborés par les comités techniques de l'Institut avec la bénédiction de Conféren ce Européenne des Administrations des

Postes et Télécommunications (CEPT) qui reste la mère patrie... Les textes élaborés passent alors par le canal d'une enquête publique accessible (en principe) à toutes les parties intéressées. Les résultats aboutissent (généralement) à un texte final qui est envoyé à tous les organismes de normalisation (en France, c'est l'AFNOR) pour vote formel. A compter de cette éta pe il ne reste plus à cet ETS ou NET qu'à être homologué dans chaque pays ou, plus vraisemblablement, qu'à attendre la Di rective de la Commission des CE pour devenir norme universelle européenne.

Théoriquement...

Trois règles fondamentales qui ont force

de loi régissent l'Institut et donc les pays et Organisations qui en sont membres : - Le statu quo : pendant toute la période

des travaux de normalisation, chaque pays s'est engagé à ne pas produire de norme qui puisse, de près ou de loin, être remise en cause par les ETS ou NET produits par

l'Institut.

- La transparence : chaque pays et cha que membre de l'Institut s'est engagé à permettre la pleine participation de toutes les parties intéressées par les travaux de normalisation : comités techniques, en quêtes publiques et votes, etc...

- La transposition : au terme des engage ments statutaires, toute norme nationale contraire aux ETS et NET est annulée et

remplacée par ces standards nouveaux (ETS ou NET).

Les minutes des débats des assemblées de l'Institut mettent en évidence diverses anomalies soulevées à l'initiative des ex

perts cibistes d'Europe concernant le sta tu quo.

La transparence est contestée par ces mêmes experts représentants les intérêts de 25 000 000 d'utilisateurs de la CB en Europe.

La transposition s'accommode bien d'une situation boiteuse surtout favorable aux administrations et dirigeants figés.

Aussi bien en enquête publique que lors du vote final du standard sur la CB, l'AFNAR rappelle que la France devait abandonner ce projet de standard FM pour les cibistes et qu'une réévaluation com plète de la situation devait être entreprise.

En effet, le 5 janvier 1990, les résultats de l'enquête publique sur le standard de la

CB indiquaient, toutes administrations

comprises, y compris TDF : 555 réponses

- 2 abstentions. 553 contre (rapport offi ciel du rapporteur du CSA). Quelles véri tables motivations poussent aujourd'hui

la direction à la Réglementation Générale

(ministre des PTE) à débuter son com muniqué par la phrase : "la France, par la voix de la Commission Française pour ETSI (Institut européen des normes de télécommunications), vient de donner son accord sur un projet de norme européen

ne en matière de CB".

Alors que, depuis 1982, le Ministère des PTE brille par son silence, on ne peut que s'étonner de cette initiative empressée,

surtout destinée à rassurer la masse des

utilisateurs qui vient d'être trompée.

Sur le processus de ces normalisations, alors que de nombreuses réponses à des questions écrites affirment expressément qu'aucune décision ne serait prise sans que les intéressés soient consultés, alors que des observations étayées sont venues confirmer la position que la France avait prise lors de l'enquête publique de 1/90, la ORG éprouve le besoin d'officialiser une position aussi étonnante qu'inattendue.

En dénonçant les anomalies enregistrées dans les trois règles énoncées ci-dessus,

les cibistes souhaitent attirer l'attention

sur les défaillances ou les lacunes qui les dotent désormais d'une norme inaccepta ble parce qu'elle ne prend en compte une

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catégorie d'appareils inexistants en Fran ce, et surtout sur la probabilité que ies mêrDes défaillances et lacunes peuvent ipso facto se retrouver dans l'autre Im mense partie des télécommunications, toutes celles qui ne concerne pas la CB.

Jusqu'à maintenant les licences CB étaient délivrées par les actels de France Télécom.

Dans le journal officiel du 4 mars 1991

une loi est en préparation par laquelle les licences seront remplacées par des tim bres annuels vendus dans les bureau de poste, bureau de tabac et centre des im pôts et perception. Les dossiers de nui sances imputées aux cibistes disent très rarement que d'autres systèmes de com

munication sont en cause.

La Concertation nationale de la CB est une institution officielle qui devrait prendre en compte ce genre de problème. Depuis

1982, elle a été réunie une fois, le 10 juin

1987 (CNCL).

Les moyens médiatiques utilisés par la ORG sont sans commune mesure avec la question à résoudre ; Il faut voir plus loin, les services administratifs des hautes sphères cherchent moins à rassurer leurs administrés qu'à tenter de justifier une position indéfendable. D'une manière très inattendue, à travers le dossier de la CB, ne faut-il pas remettre en cause l'ensemble des processus de normalisation ? »

Il est clair que dans cette affaire de nor malisation européenne, les tentatives de manipulation sont nombreuses et s'il n'était une certaine compétence et une certaine hargne des représentants natio naux, bien des tours de passe-passe se seraient produits I

On tremble à l'idée de ce qui se passerait dans le milieu radioamateur si cela devait se produire. Les dirigeants sont bien gen tils, très disponibles, mais manqueraient

quelque peu d'envergure dans les labyrin

thes de la politique et de l'administration.

Car, ne vous méprenez pas, les deux sont

liés !

Curieusement, le journal officiel du 4 mars 1991 fait ressortir la réponse du Ministre des PTE à une question écrite de M. Alain Madelin, député en llle-et-Vllalne, est fi

gurez-vous, du canton de Bruz (ça ne vous

dit rien ?).

La question concerne des problèmes de

C B ?

Dans la réponse particulièrement Instruc

tive, on s'aperçoit que l'Administration va

changer la réglementation (ce qui est en contradiction avec le communiqué de

presse).

« POSTES, TELECOMMUNICATIONS ET ESPACE

Postes et télécommunications (radiotélé phone)

37351 ~ 24 décembre 1990 - M. Alain Madelin attire l'attention de M. le ministre des postes, des télécommunications et de l'espace sur la gêne occasionnée par cer

taines utilisations abusives des "canaux

banaiisés" (C.B.) en ce qui concerne la réception des émissions de téiévision, cette gêne ailant parfois jusqu'au brouilla ge total. Il lui expose que, dans la mesure

où l'utilisation des appareils permettant l'émission et la réception des canaux ba nalisés est subordonnée à ia déiivrance

d'une autorisation administrative, il con viendrait que cette décision d'autorisation fût prise en considération des situations locales de réception des programmes té lévisés. Il lui demande en conséquence de bien vouloir préciser s'il entend notam ment instruire les demandes d'autorisa tion en coordination avec les services du

ministre chargé de la communication, et s'il envisage de procéder à des retraits d'autorisation pour ies "cibistes" qui brouillent la réception des émissions de

télévision.

Réponse - La réglementation relative aux postes émetteurs-récepteurs fonctionnant sur les canaux banalisés dits postes "C.B."

est précisée par l'Instruction du 31 dé cembre 1982, parue au Bulletin officiel des P.T.T., prise en application de l'article D 463 du code des postes et télécommu nications et de l'arrêté ministériel du 8

décembre 1977. Cette instruction, deve nue partiellement obsolète, est en cours de révision pour prendre en compte la nouvelle législation qui s'applique dans ce domaine. L'honorable parlementaire pré cise que les licences d'utilisation d'appa

reils "C.B." sont délivrées en fonction des

conditions locales de réception des émis sions de télévision, en coordination avec les services du ministère chargé de la communication. Il importe toutefois de prendre en considération le nombre élevé

de licences délivrées dans une année par les agences commerciales de France Té lécom ; 90 000 renouvellements de licen ces en 1989 pour environ 500 000 cibis tes licenciés. Mettre en œuvre cette coor dination nécessiterait donc des études

longues et coûteuses, et des moyens sans

commune mesure avec ceux dont dispose actuellement l'administration des postes, des télécommunications et de l'espace.

En outre, les candidats "cibistes" ne manqueront pas de dénoncer les nouvel

les contraintes ainsi établies.

Enfin, en ce qui concerne le traitement des brouillages des émissions de télévi sion par les perturbations ayant, notam ment, pour origine des postes "C.B.", la

loi n® 90-11 70 du 29/12/90 sur la régle

mentation des télécommunications con firme la nécessité de la délivrance d'une

autorisation administrative (licence) et de l'agrément du matériel utilisé ; elle prévoit

de même le renforcement des contrôles

effectués par les agents de l'administra tion chargés des télécommunications. Or, compte tenu des restrictions imposées lors de ia discussion parlementaire con cernant la visite des locaux mixtes ou pri vés, de tels contrôles ne peuvent plus être effectués que dans les locaux à usage professionnel. L'Administration PTE dis posera donc, dans ce dernier cas, d'un support juridique pour intervenir dès que la loi sera complétée par un nouvel article

L. 40 conforme aux recommandations du

Conseil constitutionnel. Les postes "C.B.", étant pour l'essentiel utilisés dans des lieux privés, ne pourront donc faire l'objet de contrôles par les agents de l'adminis

tration des télécommunications et il sera nécessaire de recourir à l'intervention des

officiers de police judiciaire. »

La question que l'on se pose est claire ; sur quels textes, quels faits, se base Alain Madelin pour dire qu'un émetteur, quel- qu'il soit, perturbe, alors que tous les ini tiés connaissent les faits techniques.

Il est vrai que c'est plus simple de solu tionner un cas à coup, éventuellement, de sanctions que de s'attaquer aux vrais pro

blèmes de législation en matière de ré

ception TV. Les Allemands sont, dans ce domaine, des gens heureux !

Sylvio FAUREZ, F6EEM

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