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13 étoiles : reflets du Valais = Wallis im Bild = Treize étoiles : reflets du Valais = Wallis im Bild

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Academic year: 2021

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/ / / / / / ) j/ m r S / / / / / J

(2)

La belle cité m édiévale au centre du Valais, avec ses trésors d ’art, ses châteaux.

vous invite

Sur la ligne du Simplon - H ôtels et restaurants de grande renom m ée - Centre d’excursions. D épart de 17 lignes de cars postaux dans toutes les directions.

T o u s ren s ei gnem enits e t p r o s p e c tu s p a r l’A ss o c ia tio n to u r i s t iq u e d u C e n t r e , S ion

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Ermitage pour les gourmets — 60 lits — Maison à recommander

T é l é p h o n e 2 20 21 R. Quennoz

H ôtel d e la G a re

50 lits — Brasserie — Restaurant — Carnotzet

T é l é p h o n e 2 17 61 Fa m ille A . Gruss

H ôtel du Cerf

30 lits — Cuisine soignée — Vins de 1er choix

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H ôtel du Soleil

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H ô te l-R e s ta u ra n t du M idi

Relais gastronomique — Réputé pour ses spécialités

H. Schupbach C h e f d e c u is in e

S I O N , V I L L E D ’A R T

A c h a q u e c o in d e r u e d e la v ie ille v ille , le v o y a g e u r f a i t a m p le m o iss o n d e d é c o u v e r te s e t d ’é m o tio n s a r tis tiq u e s . I l p e u t a d m ir e r l ’H ô te l d e V ille, c o n s tr u it e n 1 6 4 8 , e t q u i a c o n s e r v é i n t a c t s o n c l o c h e to n c é lè b r e , so n h o r lo g e a s tr o n o m iq u e e t , à l’in t é r ie u r , p o r te s e t b o i­ series s c u lp té e s e t g r a v é e s d ’in s c r ip tio n s r o m a in e s . L a s é c u la ir e r u e lle d e s C h â te a u x , b o r d é e d e v ie u x h ô te ls p a tr ic ie n s , p e r m e t au x to u r iste s d e g a g n e r la c o llin e d e V a lé r e s u r la q u e ll e a é t é é d if ié e e n l ’a n 5 8 0 la c é lè b r e C o llé g ia le d u m ê m e n o m . E l le r e n f e r m e d e s tré so rs litu r g iq u e s e t a r tis tiq u e s d e l ’é p o q u e r o m a in e . L e s r u in e s d u c h â t e a u d e T o u r b i llo n , d é t r u i t p a r u n in c e n d ie e n 1 7 8 8 , se d r e s s e n t s u r u n e c o llin e v o is in e , f a c e a u p lu s m a je s tu e u x p a n o r a m a a lp e s tr e . R e d e s c e n d o n s e n v ille p o u r s a lu e r a u p a s s a g e la M ajo rie ( a n c ie n p a la is é p is c o p a l d e v e n u m u s é e ) , la M a is o n d e la D iè te o ù s o n t ex p o sées d e m a g n if iq u e s œ u v r e s d ’a r t, la C a t h é d r a l e , c o n s ­ tr u c tio n m i - r o m a n e , m i- g o th iq u e , l ’ég lise S t- T h é o d u le e t la T o u r d es S o rcie rs, d e r n i e r v e s tig e d es r e m p a r ts q u i e n t o u r a i e n t la ville.

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^v-Photo Darbellay, Martlgny

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Relais g a s t r o n o m i q u e d e 1er o r d r e

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Uopinion de Jean-Louis : Epatante, cette V i r g i n i e ! D ’abord elle se rapproche le plus du goût français. Et puis elle ne coûte que 7/ et s. Au bout de l’année, ça fait une belle économie.

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Avril 1955 - N" 4 P a r a î t le 10 d e c h a q u e m ois R E D A C T E U R E N C H E F M ° E d m o n d G a y , L a u s a n n e A v. J u s t e - O liv i e r 9 A D M I N I S T R A T I O N E T I M P R E S S I O N I m p r i m e r i e P ille t, M a r tig n y R E G I E D E S A N N O N C E S I m p r i m e r i e P ill e t, M a r ti g n y té l. 0 2 6 / 6 10 52 A R O N N E M E N T S Suisse : F r . 1 0 ,— ; é t r a n g e r : F r. 15,- L e n u m é r o : F r . 1 ,— C o m p te d e c h è q u e s I I c 4 3 2 0 , Sion S O M M A I R E A v r i l Le ski de printemps « Treize E toiles » au ciel de mars

La barrique Le mineur

Ma cabane valaisanne à Paris Rarogne à l’époque gothique Exposition Albert Chavaz

La Tour de Loèche Aspects de la vie économ ique

Les sociétés valaisannes La Banque Populaire du Valais

Avec le sourire U n type : René-Pierre Bille

Vingt ans déjà... U n mois de sports Les amis du Valais :

Fernand Dumas « Treize Etoiles » en famille

mm

« Les grands violents sont doux », a dit Suarès. Voilà qui

convient au Valais, surtout en ce mois d’avril.

Il nous révèle une tendresse qui nous ém eut d’autant plus qu’on ne s’y attendait pas, de m êm e que nous étonne et nous séduit la tendresse cachée d’un être fort.

On respire, on écoute, on regarde. Dans les vignes, les pêchers roses répondent au rose des maisonnettes, le blanc des abricotiers au blanc des som m ets neigeux. Les hameaux se soulèvent sous la poussée de leurs pruniers fleuris, et les sentiers, entre leurs haies bour- donnante, appellent l’amour. L e soir, le rossignol des murailles et des collines com m ence à se faire entendre. Si la neige n’était pas si proche et le vent toujours prêt à bondir sur la vallée, on se laisserait aller à cette dou­ ceur, à cette quiétude.

Mais nous savons que ces fleurs, si belles aujourd’hui, dem ain ne seront peut-être plus que petites loques noires. E t de s’ouvrir ainsi à m êm e Técorce nue, sur une terre grise et rugueuse, près des cailloux, à la merci du gel et du vent, d ’être seules, sans accom pagnem ent de feuillage et sans protection, nous rend ces fleurs plus précieuses encore.

Je me souviens d’un verger d ’avril, une merveille ; il était tout bouquets et parfums. En l’espace d’une demi- heure, j’y passe avec le soleil, j’y reviens avec une neige tourbillonnante. C’était com m e dans une boule de verre Louis-Philippe : le paysage net et brillant, puis on la retourne...

D ouceur et violence, main c/ui donne et main qui tue : avril !

C o u v e r t u r e :

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L e « ta x i a lp in » p r e n d s o n e n v o l à la C ro ix d e s R u in e tte s . A nos p ie d s s’é t e n d le v a l d e B ag n e s e t a u c e n tr e n o u s v o y o n s , s e r p e n t a n t d a n s la m o n t a g n e , la n o u v e lle r o u te d e L a F o r c la z c o n d u i s a n t d e M a r ti g n y à C h a m o n ix ( P h o to P resse D if f u s io n , L a u s a n n e )

L e Y a la is ajoute un nouveau fleuron au livre cl or de l aviation :

Le ski de printem ps

ci l a

portée

de

tous

Le printem ps e st lia plus belle époque pour p a r­

courir la haute m ontagne et Iles skieurs qui s’y donnent rendez-vous en foule aux mois d ’avril et de mai, ainsi qu ’à Pâques, en savent quelque chose ! Les jours sont plus longs, le beau temps plus assuré, lia neige moins soufflée et le soleil plus volontiers de la partie. Ceis joies p ourtant dem eu­ raient réservées aux sportifs suffisam m ent entraî­ nés, car m êm e si elles ne sont pas difficiles, les

6

étapes sont longues e t dem and ent l'h abitud e de la m ontagne. Désormais tout est différent e t le skieur citadin, auquel les occupations de la vie m oderne ne laissent souvent pas le tem ps d’acquérir l’en­ traînem ent voulu, p ourra se livrer à son sport favori sans fatigue excessive !

Cela, il le devra au Valais. Il s’est trouvé, en effet, dans ce canton des esprits assez en trep re­ nants pour penser à m ettre l’aviation au s

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er-vice d u touriste. L’Aéro-Club vaüaisan, consulté, a prêté son appui et son anim ateur. H erm ann Gei­ ger, le « pilote -des glaciers », son concours. Ainsi vient de naître le « taxi âlpin » ! D ’emblée, son suc­ cès a été grand dt to u t 'laisse croire qu’ill ira en augm entant. Grâce à lui, lie skieur est libéré : au lieu de devoir se cantonner aux mêmes m onte- pentes, aux mêmes tóléfériques, se borner à q u el­ ques descentes qui sont toujours les mêmes, il peut, au gré de sa fantaisie, réaliser l’excursion de son choix. D éjà des skieurs ont été déposés au sommet des Diablerets, au G rand-C om bin, à la Rosa-Blanehe, courses classiques s’il en est, et nous ne citons ici que quelques exemples !

D e m êm e les touristes qu i viennent dans les stations chercher davantage le repos que le sport, voient s’ouvrir d evant eux des perspectives nou­ velles. Quoi d e plus beau, en effet, que d e se pro­

m ener au long des flancs du Cervin, d ’adm irer le Mont-Blanc ou le M ont-Rose 'dans to u te leur m a­ jesté et ide suivre, p a r la voie d es airs, ce m agni­ fique itinéraire qui m ène d e Chamonix à Z erm att et Saas-Fee et q u i a pour nom la H aute-R oute ! Pour ceux qui veulent corser les émotions, rien de plus simple : H erm ann G eiger se feria u n plaisir de se poser sur l’un ou l’autre des sommets qui ém aillent ce parcours, sur l’u n d e ces belvédères d’où la vue em brasse la p lu p art des grands géants des Alpes.

Ainsi en a-t-il été lorsque nous avons atterri à Tête-Blanche, à 3750 m ètres d’altitude, face à la Dent-Blanche, au Cervin, à la D ent-d’Hérens et à bien d ’a-utres sommets encore. Et, franchissant un pas de plus, on p e u t envisager le m om ent où le « taxi alpin » se m ettra à la disposition des to u ­ ristes pressés p ar le tem ps pour leu r faire gagner

C h a m p s d e ski à B a v o n ; a u f o n d le G r a n d - C o m b i n

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non plus le point de départ d ’une excursion, mais la station de leu r choix.

Ce qui se fait en hiver p eu t se réaliser en été. Les longues m arches d ’approche vers la cabane, point de départ de l’ascension, seront supprimées. L ’alpiniste se fera déposer à p ied d’oeuvre, écono­ misant du temps, évitant de la fatigue. Solution pour paresseux, penseront peut-être certains, ou­ blian t que l’entraînem ent ne s’acquiert pas en un jour et que de plus en plus le rythm e de la vie s’y oppose. En fait, il n’est pas exagéré de dire qu ’il s’agit ici d’une dém ocratisation de la m on­

tagne, et ceci dans un double sens. Elle n’est plus le dom aine exclusif de certains privilégiés, de la santé ou de la jeunesse, mais au contraire elle devient accessible aux faibles comme à ceux sur qui le poids des années commence à s’appesantir. E t ceci dans des conditions fort acceptables finan­ cièrem ent, car l ’on ne peu t vraim ent pas tro u­ ver excessif de payer quinze ou vingt francs pour s’épargner une journée d e marche, sinon plus ! C’est vraim ent une page nouvelle qui s’ajoute à l’histoire de l’aviation.

Joseph Hayot.

P r o c h e d e s p lu s g r a n d s g é a n ts d es A lp es v a l a is a n n e s , T ê te - B l a n c h e o ffre u n p a n o r a m a r e m a r q u a b le ; c e tte v u e d e la D e n t- B l a n c h e e s t p a r e l le - m ê m e assez é l o q u e n te ( P h o to P re s se D iffu s io n , L a u s a n n e )

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«TREIZE ETOILES »

au cicl ic Mats...

ci an sezoice des azchioisles !

i J e a n M auclair e t le Valais

L e brillant acteur qui avait si m agistralement inter­ prété Jean Bonvin, dans la pièce de René Morax, « Job le Vigneron », créée à Sierre par les Compagnons des Arts, j’ai nom m é Jean Mauclair — de son vrai nom Jean Aiguier — est décéd é à Lausanne à l ’âge de 71 ans. C ’est une lourde perte pour le théâtre e t pour le Valais qu’il aimait com m e une seconde patrie.

E n plus de « Job le Vigneron », Mauclair avait créé et mis en scène les « Pileuses », de Pierre V ailette, et le «P résid en t de V io u c », d’A loys T heytaz. Il n’est pas un Valaisan ayant approché c e m etteur en scène de talent et ce com édien de classe qui n’ait été peiné par l ’annonce de sa disparition.

Le p résid e n t d e Sion démissionne

Au début de mars circulait la nou velle de la dém ission de M. Georges Maret com m e président de la ville de Sion. Cette information n’a pas laissé de susciter un grand éton­ nem ent parmi la population de la capitale, où le « syndic » s’était acquis une popularité de b o n aloi. M. Maret avait su ccédé voici trois ans à M. Adalbert Bacher, décédé en

[ fonctions.

L e C onseil d’Etat a accepté la dém ission du président Maret pour le 30 juin ; la candidature de M. Roger Bonvin, vice-président, a été m ise en avant pour le remplacer.

Puisque nous parlons de Sion, relevons le décès survenu récemment de M. Joseph Kuntschen, qui fut pendant une vingtaine d’années président de cette ville. M. Kuntschen fut égalem ent député au Grand C onseil pendant de nom ­ breuses années et m embre du Conseil national qu’il pré­ sida. A vec lui est disparue une des figures les plus carac­ téristiques e t des plus sympathiques du chef-lieu.

t Le professeur Charles M att

Il n’est pas un ancien élève du C ollège abbatial de Saint-Maurice qui n ’ait connu Charles Matt qui y fut, pendant plus de quarante années, professeur de chant et de musique, p y succéda au professeur Armin Sidler. La mort vien t de moissonner c et excellent m usicien qui s’en est allé à l ’âge de 73 ans, suivant de p e u dans la tom be son ami le chanoine Broquet.

M. Matt était originaire de Porrentruy. Il remplissait à Martigny les fonctions d’organiste e t de maître de chapelle.

Vers une cité o u v rière

A l ’exem ple de plusieurs grandes villes, Sion va avoir sa cité ouvrière. Il vient en effet de s’y constituer une société coopérative e n vue d’ériger au lieu dit Sous-le-Seex trois corps d’im m eubles divisés en quarante-huit apparte­ ments. Ces appartements seront confortables, bien que le prix des loyers demeure dans des lim ites raisonnables. La Municipalité a céd é gratuitement les terrains nécessaires a

' ces importantes constructions.

Les cinquante an s du Simplon

Il vien t d’y avoir un dem i-siècle que les deux équipes forant cette galerie, qui est la plus lon gu e du monde, se sont rencontrées. C ette date a été com m ém orée à Brigue par de nombreux chem inots et autres personnes d e la région, en attendant qu’e lle le soit officiellem ent l ’année prochaine, qui marquera la m ise en exploitation du tunnel.

A l’occasion de cette commémoration, une couronne fut d éposée par quatre anciens camarades à l ’entrée des deux galeries où cinquante-sept mineurs perdirent la v ie pen­ dant les travaux en cours.

Les m atches d e reines

O n ne concevrait pas très b ien notre canton sans ses combats de reines, qui attirent chaque année pas mal de curieux du dehors. L e premier de ces m atches vien t de se dérouler à Sierre en présence de plus de deux m ille per­ sonnes accourues de toute la N ob le et de la L ouable C on­ trée, ainsi que du val d’Anniviers et d e L oèche. Il m ettait aux prises plus de cent représentantes d e la petite mais belliqueuse race bovirie d’Hérens.

Cette coutum e de faire s’affronter les élém ents les plus vigoureux et les plus résistants de cette race remonte à b ien des siècles. Mais elle trouvait son ap ogée et sa véri­ table raison d’être à l ’ouverture de l ’inalpe, car la reine a le privilège de conduire le troupeau tout l’estivage durant et de s’adjuger par là l ’herbe la m eilleure et la plus par­ fum ée.

Qui aurait pensé que les vaches soient sensibles, elles aussi, aux délices de la gastronomie ?

Les Com pagnons d e la Chanson chez nous

Notre canton, qui se glorifie à juste titre des succès de ses sociétés chorales* dont la Chanson valaisanne et la Chanson du Rhône sont parmi les plus représentatives, aime aussi à accueillir des chœ urs renommés du dehors.

C ’est ce que vient de faire un groupem ent sédunois en invitant les célèbres Compagnons de la Chanson. H est superflu de dire que ceux-ci, qui revenaient d’une triom­ phale tournée d’hiver en Amérique et qui sont déjà rete­ nus pour la saison d’été en Grande-Bretagne, ont remporte à Sion un succès éblouissant.

Une bo n n e nouvelle

C ’est celle qui courut le long du Rhône et des vallées latérales en un frais matin des derniers jours de mars : « L es comptes de l ’E tat du Valais pour 1954 bouclent par un boni de plus d’u n million de francs ! »

U n grand brav© au Conseil d’E tat en bloc, mais sur­ tout à son président et trésorier, M. M arcel Gard. La fam euse haute conjoncture ne règne pas seulement, on le voit, dans l ’industrie, mais encore dans le domaine adm i­ nistratif de l’Etat. C ’est un signe des temps dont on a le droit de se réjouir e t de souhaiter qu’il dure.

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R a c c o u r c i v u l a i s a n p a r A n d r é C l o s u i t

(D e s sin d e l 'a u t e u r )

E n route dès Taube, le char cahote, grinçant de tous ses m oyeux, au creux des montagnes. Un char et trois hom m es se rendent vers le Rhône pour les travaux des vignes, ceux du printemps. D eux de ces hom m es occupent le banc sommaire sur le devant du char. L e troisième est assis, à califourchon, sur la barrique plate, cerclée de bois, longue et sèche com m e u n cercueil en son lit d’échalas. Une heure déjà qu’ils vont ainsi, de leur train m odeste, sous les assauts d u foehn, longent la rivière, côtoient les dévaloirs s’évasant à leur base et dégorgeant l’avalanche. Ils passent les ponts, traversent les hameaux, sans négliger les stations prescrites dans les pintes, tentation du voyage.

Toute une philosophie ambulante, en somme, que ce char rustique venu des confins d u haut val, sans brûler les étapes et soumis au bon voidoir d’une mule, l’hybride réputé sobre, tenace autant qu’intelligent, mais animal gardant son quant-à-soi et ne donnant que sa mesure, généreuse d’ailleurs. T ellem ent, en vérité (et nul maître sensé ne l’ignore) qu’à vouloir brusquer le calme et prudent solipede, ce serait en forcer dangereusem ent la nature.

Ainsi l’on roule cahin-caha, au mépris du che­ m in de fer, des autos, longuem ent, patiem m ent, presque sans encombre et sans parler, lié au tem ps avec ses pensers lourds, mais sûr d’arriver au terme, à la chute du soleil. On tourne m aintenant le M ont-C hem in et la Dranse pour déboucher du

val étroit dans la large vallée dont on enfile les premiers villages, et l’on gagne la petite ville, sa grand-place d u bou t de laquelle on voit venir à soi, de front, puis grossir, un cortège, la procession du Jeudi-Saint, car c’est la Semaine sainte...

Alors l’équipage poussiéreux, gauche et minable d ’aspect, trahit u n instant d’inquiétude, hésite, s’arrête (arrêt court, m édité), puis repart, déviant légèrem ent de sa ligne, pour se garer tan t bien que mal, au ralenti, en bordure de la chaussée, sous les platanes léopardés et nus encore à cette époque, d éb u t d’avril.

Halte forcée pour l’équipage que le cortège frôle sans se laisser distraire, prêter quelque inté­ rêt au groupe fruste qui point n’attente, i,Z est vrai, à la gravité de Theure ni n’oppose note criarde au vivant et pieux tableau. Néanm oins, les trois hom m es se concertent et, sur un bref colloque, deux d’entre eux s’en vont épaule contre épaule, vers une rue latérale où ils s’enfoncent, dispa­ raissent, laissant l’autre, celui de la barrique, de planton pour garder l’attelage, prévenir un écart. D escendu de son poste, il dem eure un tem ps figé, puis fa it le tour du char, une fois, deux fois, mal à l’aise, se croyant observé. Il inspecte ceci, con­ trôle cela, se donne des airs affairés, recours contre sa gêne, fait tom ber les œillères et le mors de la bête au cou de laquelle il suspend la musette. E t la m ule pourra mâcher, remâcher son picotin tout le tem ps du cortège qui déroule son film lent, aus­ tère, en plénitude.

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Invocations, com plaintes dans les murs de la cité, d’une procession recueillie, contrite même. Cortège de la Pénitence où l’on ne va plus au rythm e d’hym nes joyeux, d e cantiques exultants, mais à la cadence des litanies de la Passion exha­ lées sur le m ode plaintif, presque funèbre, pour

reuse d’un répit com blé d ’une bonne avoine, ne la voit-on pas soudain brimbaler sa m usette, autre­ m e n t dit en bon français, pour em ployer le terme propre désignant ces hochem ents de tête d u che­ val, d u m ulet (et qui n’a rien de sacrilège), « encen­ ser » le cortège ?

dénoncer le péché, le stigmatiser à la face de Dieu et du monde... « Peccavi, peccavi super m ultitu- dinem arene maris. Peccavi... » Il y a les cha­ noines au camail rouge, les soeurs à cornettes noires et blanches, les confréries, les congréga­ tions voilées ou cocardées, les étendards, les gon- fanons et, brochant sur le tout, le Christ et les deux larrons, u n chacun ployé sous sa croix.

Scène en tout point choisie pour désemparer, confondre l’hom m e au char, consommer son désar­ roi. Tant qu’il se verrait volontiers ailleurs n’était l’obscure consigne qui le tien t là de faction, si fort en évidence. Quant à la mule, elle, Tinnocente,

heu-C’est alors que notre hom m e, acculé, à bout de ressources, prend une décision farouche, d ’une sim plicité vierge, sans brèche, et qui n’est point bravade, défi de mécréant. Il rem et pied sur la roue et se retrouve dans sa pose première, irrépro­ chable, son assise d’hom m e fort, à califourchon sur la barrique.

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C R O Q U I S V A L A I S A N Un homme nouveau est entré dans nos vies. Dans la vie de nos villages et de nos vallées.

Un homme qui est né sur les grands chantiers. Qui est né dans les galeries profondes où les perforatrices à colonne rongent chaque jour le rocher. E t la nuit aussi, sans se fatiguer, sans se lasser, sans se plaindre.

Cet homme, c’est le mineur. Il a été en quelque sorte enfanté une seconde fois par la montagne. Comme les marins le sont par la mer, comme les aviateurs le sont par l’immensité du ciel.

Avant d’entrer dans la galerie, il était un paysan de la montagne. Ou un petit manoeuvre sur un chantier dans la plaine. Ou encore le vigneron qui écoutait au mois de mars la poussée de la sève dans les bourgeons.

Mais quand il est ressorti de la galerie, il était devenu un autre homme. Non pas seulement parce qu’il ressemblait à un ramoneur. Non pas seulement à cause de son casque bizarre surmonté de la lampe à carbure. Non pas seulement à cause de ses bottes de caoutchouc et de sa veste de caoutchouc.

C’est dans son âme qu’il s’est senti transformé. Qu’il est devenu un autre homme. Dans son caractère, dans son coeur, dans sa façon de voir les hommes et les choses. Dans le regard qu’il jettera désormais sur le monde. Dans sa façon de regarder le monde. Dans ce que les poètes appellent : notre vision du monde.

Car le métier, petit à petit, est entré en lui. Sans même qu’il s’en aperçoive, comme on devient soldat à la caserne.

Le métier, qui est plus qu’un habit qu’on revêt en semaine pour le quitter le dimanche. Le métier qui est moi-même. Car il a pris possession

de moi, et désormais nous ne faisons plus qu’un.

Le mineur de nos grands chantiers, vous le reconnaîtrez facilement, sur le quai de la gare, dans la rue, au restaurant, partout.

Vous le reconnaîtrez même quand il aura déposé ses habits, ses bottes, et son casque, et sa lampe à carbure. Même quand il sera habillé

comme tous les autres hommes de la terre. Comme nous reconnaissons les médecins, ou les paysans, ou les employés, les petits bourgeois et les

hommes d’affaires, les artistes ou les ouvriers.

Vous ne pouvez pas ne pas le reconnaître. E t lui aussi sait qu’il est désormais marqué par son métier, comme le sont tous les hommes du

monde qui savent encore pratiquer un métier. Leur métier.

Seulement, le mineur, nous n’avions pas l’habitude de le rencontrer. Nous avons dû apprendre d’abord à le connaître. Pour que désormais, nous

n’ayons plus qu’à le reconnaître.

Maintenant, il n’est plus un étranger dans son village, dans sa vallée. Il est né définitivement au pays, il a pris sa place parmi tous les autres

métiers que nous trouvions déjà dans notre petit canton.

Il fait partie maintenant, le mineur, des visages familiers. Il habite vraiment le pays comme un homme qui est entré dans sa demeure, et qui

y reste, parce qu’il s’y plaît. R. Mugny.

LE

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Le coin de l’exilé

/l/la cabane oaLaisanne

à ^pazis

Tout là-haut, sous les toits, est une petite cabane...

E lle se trouve entre Saint-Germain-des-Prés et Montparnasse. Pour l’atteindre, il faut gravir un escalier en colim açon, étroit et escarpé, qui ne com pte pas moins de sept étages. U n long couloir lui fait suite entre deux rangées de portes anonym es dotées de numéros non moins anonym es qui seuls les différencient les unes des autres.

C elle de ma cabane, par une coïncidence que les lutins du hasard ont voulu telle, porte le chiffre 13. « Les treize étoiles de votre drapeau », m e disent d’em blée ceux qui connaissent le Valais. Mais ce chiffre n’a de sens que pour les initiés. Aussi ai-je placé pour les profanes, un petit écriteau de bois qui, sans rien leur révéler, leur permet de pressentir la proximité d’un autre pays. « Li solè di bienio » est son nom ; un œ illet de poète et un edelw eiss le fleu­ rissent.

Com m e Paris est loin tout à coup ! La Valaisanne au chapelet, du peintre D allèves, ne se sent nullem ent dépaysée ici. E lle est chez elle et règne en souveraine pensive sur tout ce qui l’entoure. Rien ne la dépare, rien ne la rend étrangère à son âme. Son Valais est enclos dans cette pièce, miraculeusement. Il y a m êm e des branches de m élèze, avec leurs cônes de grand vent, et des cailloux. Celui-ci vient de la Borgne ; cet autre de la

Navisence, celui-là de la V iège... Ils chantent tous le chant du Rhône, et la Valaisanne les écoute en égrenant son chapelet.

A côté du vaisselier est suspendu le barillet, celui que le grand-père emportait au champ pour se désalté­ rer. O, champs de seigle hirsutes, en marche vers le ciel ! E t le goûter à l’ombre des vernes... Il est bon le fen­ dant du barillet. Qui en veut ? A moins que vous ne préfériez quelque tisane. Voici du genièvre, de la m en­ the, du rhododendron, de la pensée des Alpes, j’ai cueilli tout cela l'été dernier, sentez ce parfum ! D an s son coin de silence, la Valaisanne sourit.

D u grand-père, je possède égale­ ment le petit marteau qu’il utilisait pour construire ses ruches. L e m anche est fait d’un simple morceau de bran­ che de merisier sur lequel on devine une date et deux initiales que le temps a presque effacées. Celui qui les a inscrites dort au cim etière, mais son petit marteau continue de planter des clous. Grâce à lui, j’ai pu faire une jolie garniture de fenêtre pour mes géraniums.

D e la grand-mère, j’ai la couverture de laine blanche aux larges carreaux rouges, toute tissée par elle, et la

lam pe à huile. Chère vieille lampe, au cuivre bien poli, qui reflète mes journées ! Parfois l ’envie m e prend de l’allumer, peut-être simplement pour perpétuer le geste des êtres du passé. L ’enfance alors revient de tout là-bas ; présence innombrable, elle refait le temps com m e si aucune tom be ne s’était creusée entre elle et moi. L e regard de la Valaisanne rêve au loin.

Il y a une chose à laquelle j’ose à peine toucher, c ’est m on ange de por­ celaine. Je l’ai reçu de mon neveu alors qu’il avait à peine six ans. En m e le donnant, il m ’a dit : « C’est pour ta cabane de Paris, pour qu'il fasse toujours b leu dedans »...

Ma fenêtre est si haute que même en s’y penchant on ne peut voir la rue. E lle s'ouvre sur le ciel, ses visi­ teurs sont les nuages. Ses rideaux sont blancs avec des motifs brodés en cou­ leurs. Sur l’un est une fille d’E volène à dos de mulet. L e mulet a des yeux bleus qui font penser aux gentianes. Sur l’autre, un paysan à la hotte pleine de foin ; il marche à la rencontre de la fille d’E voîène... Au bord du sen­ tier, un bassin. Quand le soleil de Paris donne contre les carreaux, l’eau du Valais étincelle.

La cloche du couvent sonne... C’est elle qui m e dit les heures. Aujour­ d’hui, elle sonne dimanche. U n e mince couche de neige saupoudre les toits. Là-bas, dans ma vallée, c ’est aussi di­ manche. L es fem m es ont sorti leur beau costume, les maisons sont toutes dans leurs pensées. La m esse est fi­ nie ; ils rentrent de l’église. Bientôt ils se réuniront en petits groupes au­ tour du feu. L ’odeur des pommes cui­ tes se répandra dans la grande cham ­ bre... J’en ai mis deux sur mon poêle ; elles susurrent gentiment.

D ans un instant, je descendrai de ma m ontagne. Dans un instant, ça sera Paris, avec sa foule, ses bruits, son vertige. La Seine est là, tout près, envelop pée de cette brume mystérieuse qui fait les arbres fantomatiques. Il y a des heures à marcher au gré du courant.

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E n marge de Z’« Histoire de i’art en Suisse »

D a n s la région de

Le Valais, si riche en oeuvres d’art médiévales, a conservé le premier des autels achevés qui soit parvenu intact. Il provient de la chapelle de l’alpe de Leiggeren, au-dessus de

V ie rg e à l ’E n f a n t d e L e ig g e r e n - R a r o g n e

à l’é p o q u e goth iqu e

Rarogne ; déposé actuellement au musée national, il appartenait pri­ mitivement à l’église paroissiale de Rarogne, détruite en 1494. Sa dis­ position est particulière. Son cen­ tre ne forme pas une armoire, comme ce sera généralement le cas plus tard, mais un coffre dont les parois latérales et antérieures peu­ vent s’ouvrir de façon à former deux battants de part et d’autre. Cette forme rare d’autel à dais, rappelant visiblement le tabernacle italien, a été très vite remplacée par le type, plus courant, de l’autel armoire. Un des rares exemples du genre, un autel de procession provenant de Zeli et dû à Hans Strigel (environ 1435-1440) se trouve au Musée national bavarois à Munich. Mais ce qui distingue l’autel valaisan de celui de Zeli, qui est postérieur et dont les figures sont isolées, c’est surtout son iconographie particu­ lière.

La madone qui s’y tient debout sur un socle en forme de croissant, la tête auréolée, est en même temps la Vierge d’une Epiphanie. En effet, sur les deux panneaux de gauche se trouvent les rois mages, en com­ pagnie du fondateur agenouillé à leurs pieds. Tous sont tournés vers la Vierge. Celle-ci, cependant, con­

temple l’Enfant et se détourne des rois adorateurs.

On peut se demander si la rela­ tion ainsi établie entre le récit bibli­ que et une image du culte ne laisse pas entrevoir un dernier écho de l’art roman, dans lequel, en effet, on isolait des éléments séparés préci­ sément dans cet esprit-là.

En tout cas, les deux panneaux de droite, qui représente de mar­ tyre de saint Romain, n’offrent au­ cune relation avec l’image de Ma­ rie. Ils sont aussi comme les pan­ neaux de gauche, d’une valeur artis­ tique inférieure à celle de la Vierge. Cette madone, en effet, admira­ blement conservée dans son état original, au manteau d ’or ouvrant sur un vêtement vert sombre, doit être considérée comme un exemple remarquable de ces vierges « belles » qui virent le jour vers l’an 1400.

Si on la compare à la Vierge de Delémont, plus ancienne de deux générations, on s’aperçoit que la richesse des formes s’est affirmée de façon exceptionnelle, et ceci au- dessus de tous les particularismes régionaux. La Vierge est devenue plus maternelle, elle se penche davantage vers son enfant. Celui-ci n’est plus couché, mais il se dresse légèrement.

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A u tc l à b a l d a q u i n d e L e ig g e r e n - R a r o g n e

( P h o to s d u M u sé e n a t i o n a l su isse , Z u ric h )

Le vêtement de Marie forme des plis qui s’évasent en trois directions, l’Enfant en formant le centre : vers l’épaule droite, vers le pied gauche, de la ceinture, surtout, vers le bas, en une succession régulière de dra­ pés.

La richesse de la proportion de ses formes confèrent à cette oeuvre un caractère tout à fait particulier parmi celles du sud-ouest des pays de langue allemande. Elles rappel­ lerait la madone qui se trouve à la chapelle de la Vierge à Würzbourg (vers 1420) ; elle se distingue tou­

tefois absolument des oeuvres de 1 Ecole d’Ulm, avec laquelle on a voulu établir des relations.

C es ren seig n em en ts si intéressants sur u n e œ u v r e d ’art g én éra lem en t m é c o n n u e so n t extraits, a vec l’autorisation des éditeurs, d e l’œ u v r e si rem ar­ q u a b le d e Joseph G a n tn e r : « L ’H istoire d e Vart e n Suisse » 1 . L e tra d u ctio n fra n ­ çaise est d u e à la p lu m e autorisée d e Pierre B o uffard.

L e to m e p re m ie r d e c et ouvrage traite des origines à la fin d e l’é p o q u e rom ane. Sa tra d u ctio n est d u e à M. A u g u s tin G enoud.

L e s éd iteu rs m e tte n t a c tu e lle m e n t en train la p u b lica tio n d e la f i n d u to m e I I q u i paraîtra p ro ch a in em en t.

O n n e p e u t q u ’a p p ro u ver les opinions d e critiques a ffirm a n t q u e c e tte p u b li­ cation m agistrale fera autorité. C ’est un d o c u m e n t d ’u n in té rê t national e t u n i­ versel, ind isp en sa b le à l’in tellig en ce d e l’histoire d e no'.re architecture, d e nos arts, c ’est-à -d ire à l’in tellig en ce d e la raison e t d e l’â m e h elvétiq u es.

Sylvain. 1 E d i tio n s V ic to r A ttin g e r , N e u c h â t e l.

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v/v-

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rV /r-//

ALBERT C H A V A Z

Albert Chavaz expose, ce printemps, à la Galerie

clu Capitole, à Lausanne. Une exposition de plus, dira-t-on, de cet excellent peintre fixé chez nous depuis une vingtaine d’années e t si parfaitement de chez nous que personne ne songe plus qu’il est Genevois d ’origine. Une exposition de plus, qui confirme ses dons, son talent, sa réussite. Eh bien,

non !

Cette exposition n’est pas du tout comme les autres du même artiste. Elle marque une arrivée, elle témoigne que Tartiste débouche sur une forme nouvelle d’expression, se trouve peut-être enfin dans sa totalité. Et l’on mesure du même coup Vimportance tout à fait particulière de cet événement.

M a te r n ité ( P h o to P ic c o t, C a r o u g e )

Les artistes, s’ils sont doués et s’ils travaillent, progressent, comme les alpinistes, par étapes. De leur point de départ, qui est souvent encore celui de l’école à laquelle ils appartiennent, ils vont à la découverte d’eux-mêmes, non d’une marche con­ tinue, mais de palier en palier. Des années, par­ fois, ils semblent piétiner, tourner en rond autour d’une formule, tâtonnant dans la pénombre et, tout à coup, ils accèdent sur quelque promontoire. Ils s’y fixeront, l’espace d’une maturation imprévisi­ ble, et les critiques d ’art parleront d’un Picasso époque rose, époque bleue, époque de l’art abs­ trait... L ’homme mûrit lentement son fruit, comme les arbres. Il faut lui laisser le temps et il n’ap­ partient à personne de brusquer les sèves secrètes. On peut s’irriter, parfois, de ces arrêts. Ils sont de l’ordre de la biologie.

Voici vingt ans que nous suivons Albert Cha­ vaz ; nous l’avons vu partir d’abord à la conquête de la peinture avec une fougue d’iconoclaste fort sympathique. Hodler n’était qu’une vieille barbe pour ces jeunes rapins tumultueux. Chavaz, à la vérité, s’imposait déjà par sa fraîcheur, son don de poésie, son sens des nuances. Mais ayant horreur à bon droit du folklore, en art s’entend, il cultivait volontiers certains paradoxes et cer­ tains partis pris.

Il faut que jeunesse se passe...

A Savièse, nous l’avons vu se fixer sur un antifolklorisme qui n’était, finalement, pas très différent en soi du folklore de la défunte école de Savièse. Ses grosses filles à sarraux bruyants étaient presque toujours belles de facture, mais on aurait voulu dire à l’artiste : « Plus loin, plus loin... » Il s’y complaisait, il y revenait. Entre deux Saviésannes joufflues se glissaient pourtant une nature morte éblouissante, un paysage d’une sen­ sibilité admirable. Et voilà pourquoi il fallait attendre sans impatience.

Aujourd’hui, nous avons l’impression que l’épo­ que des foulards est révolue. Avec une liberté, avec une franchise toutes neuves, Chavaz aborde une étape nouvelle. Ou plutôt il reçoit la récom­ pense de ses vingt ans de recherches et d’efforts. Sans rien renier de ce qu’il fut, car c’est bien lui- même aussi que le Chavaz de Savièse, il devient

(19)

»

-L ise u se

(P r o p r ié té d e M . B. D e la lo y e )

un autre, le peintre clu mystère, de la vie plus secrète, du mouvement intérieur qui régit les gestes humains, les formes et les couleurs... Sa

peinture y gagne profondément en sobriété, en intensité, en authenticité et en justesse.

Non, jamais encore, nous ne l’avions vu pareil­ lement maître de lui-même, sans excès et sans timidité. Il semble aujourd’hui avoir définitive­ ment trouvé sa voie intérieure, réconcilié avec les différentes tendances de lui-même. Il sait qui il est, où il va, ce qu’il doit dire et comment le dire. Il lui suffit, le plus souvent, d’une toute petite toile pour exprimer l’essentiel de son émotion. Mais une petite toile dense, légère, où tout est soigneu­ sement conceiié : construction, dessin et couleur, en vue d ’un effet incantatoire. E t l’enchantement opère presque à coup sûr, sans tapage, clans la dis­ crétion et la finesse.

On voudrait signaler deux exemples. L ’un, cette servante d’auberge dont on aperçoit le buste derrière le comptoir. Un bouquet léger de fleurs, des verres dont on devine plus qu’on ne voit la transparence suffisent à créer le climat de poésie dans lequel s’impose la tache noire de la fille. Tout est posé là avec une délicatesse extrême, dans la réalité la plus humble et la plus nue en même temps que la plus vraie.

L’autre exemple, celui d’une paysanne dans sa cuisine. Des bruns, des noirs, quelques taches bleues; un dépouillement qui semblerait exclure toute magie. De la femme, on ne voit qu’une robe,

un caraco, une pointe de foulard. Pas de visage, pas de main. Le décor ne tient aucune place. Et pourtant, comme cette fem me est présente dans le secret de sa solitude ! Quel étrange envoûtement rayonne de cet intérieur de la pauvreté et de la vieillesse ! Là, Chavaz est au coeur de la vérité humaine dont il suggère parfaitement ce quelle peut avoir de tragique dans son silence.

Je ne voudrais pas avoir l’air de négliger les grandes toiles, dont cette « Liseuse » qui est comme le point de repère de l’exposition. Là, la virtuosité s’allie à l’émotion. Mais ces réussites parlent d’elles-mêmes sans qu’il soit nécessaire d’insister.

L’ensemble, on le répète, est cle premier ordre et marque pour le peintre une précieuse étape. A quarante-cinq ans, il lui reste la vie devant lui. Nous le connaissons assez pour savoir qu’il ne s’ar­ rêtera pas sur le promontoire qu’il vient d’attein­ dre. Car, de ce promontoire, la cime est en vue.

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IL<äi Toiuiir

de

Par ses m eurtrières noires

L a T o u r regarde la pla in e d u R h ô n e D e p u is co m b ien d e te m p s ? D e p u is disons m ille ans E lle est là

A l’orée d u village. L e passé est entré D ans ses pierres effritées L ’o d eu r d u lierre D e la pierre to m b a le

V ie n t fra p p e r le coeur q u i se rappelle. Je tie p e u x les connaître to u tes L e s pierres d e la T our

Posées p a tie m m e n t les u n es sur les autres A u ssi n o m b reu ses q u e les années enfuies. Parfois lorsque m o n rêve s’a ttarde U ne pierre d e la m uraille m e regarde H eu reu se d e m e voir passer.

Car elle est là, à sa place e m m u r ée D ep u is q u e l te m p s ?

D e p u is disons m ille ans C o n d a m n é e à so u ten ir la T o u r J u sq u ’au J u g e m e n t dernier. D e p u is q u e d es m ains A u x pha la n g es d ures e t nouées L ’ont arrachée à ses rochers E t hissée à sa place, là-haut,

ILoèche

E lle est là im m o b ile e t docile O u b liée par les hom ines. L e s cloches o n t so n n é le glas Pour les m a in s calleuses m a in tes fois L e s pierres so n t restées là.

L e s v e n ts secs des vig n es, d es routes,

D es girouettes, des places aux abords des portes O n t so u fflé ju s q u ’aux pierres

L e s poussières d es vieilles saisons.

L e s v en ts h u m id e s o n t a p p o rté leur m o u sse v er te L e s ven ts fro id s leur givre glacé

L a pierre est restée là. A u p ie d d e la T o u r

L a nuit a vait a n éanti le village

M a in te n a n t on e n te n d u n e p o rte grincer L e bou la n g er traverser la place

A v e c sa h o tte d e pa in frais.

U ne ch em in é e fu m e , p u is d eu x, p u is trois L e p re m ie r train passe dans la plaine U n ouvrier q u itte la ruelle

U ne vieille to u t e n noir m o n te les m a rch es d e l’église L a v ie q u o tid ie n n e renaît

S o m le p lu s beau des jours d u m ois d e m ai L a vieille T o u r a lâché les hirondelles D ans le ciel q u i se réveille

L a T o u r par ses m eu rtrières bleues

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TTzoîs d e

SPORTS

L e classique D erby du G ornergrat à Zerm att, le Slalom géant de M édran à Verbier (organisé avec succès un jour de semaine) et le V II“ D erby de Thyon ont mis fin en beauté à la sai­ son du ski en Valais. Ils donnèrent à nouveau l’occasion à nos coureurs de se mesurer, sur leurs pistes cette fois, avec les spécialistes étrangers et suis­ ses de la descente et du slalom.

A Zermatt, où les représentants de sept pays étaient en lice, l’Autrichien

H interseer collectionna littéralem ent

les victoires en gagnant l’une après l’autre les épreuves inscrites au pro­ gramme. A Verbier, ce fut le sym pa­ thique champion suisse Hans Forrer qui sortit vainqueur d ’un magnifique duel avec le crack local Raymond Fellay, lui-m ême porteur d ’un titre national. Enfin, à Thyon, le succès sourit au Genevois Fernand Gros jean, le plus régulier des slalomeurs helvé­ tiques.

Si ces ultimes confrontations en sol valaisan tournèrent à l’avantage de nos hôtes, nous nous inclinons d’a u ­ ta n t plus sportivem ent devant leur supériorité, qu’entre temps, le Zerm at- tois M artin Julen rem portait une très belle victoire au slalom géant de Suun Valley (Etats-Unis), devant l’extraordi­ naire M olterer (Autriche) et les meil­ leurs skieurs d ’Europe et d ’Amérique. René Rey, de Crans, fit également honneur à nos couleurs en se classant bon prem ier dans la course internatio­ nale de descente d ’Obersdorf.

Nous tournons donc la page du ski 1954/55 sur de très bons résultats à l’actif des coureurs valaisans. E t avec

l’espoir que plusieurs d ’entre eux

obtiendront la saison prochaine leur billet pour Cortina d ’Ampezzo, lieu des championnats du monde...

Dans notre dernière chronique, nous avons touché un m ot de la lutte libre, signalant la qualification pour la finale suisse du p etit Antoine Locher (poids mouche...), de Gampel. Aujourd’hui, nous pouvons annoncer à nos lecteurs lointains la victoire de l’énergique Haut-Valaisan, sacré cham pion suisse dans sa catégorie après avoir plaqué au tapis le Zurichois Zeller et le Bâ- lois Röthlisberger. C’est bien la pre­ mière fois q u ’un titre national de ce genre prend le chemin du Vieux-Pays.' Il a récompensé justem ent un gars qui, déjà finaliste en 1954, persévéra jusqu’au succès.

Le mois de mars a redonné au foot­ ball sa place au prem ier rang des sports printaniers. C ham pionnat suisse

et Coupe valaisanne ont ram ené aux stades les quelque sept cents joueurs que possède notre canton et, naturel­ lement, les milliers de spectateurs fidè­ les et enthousiastes que ce jeu déplace chaque dimanche.

Peu de chose à dire de la Coupe valaisanne, sinon que les demi-finales ont été gagnées par M onthey et Ar- don. La finale m ettra ainsi aux prises le iour de l’Ascension (19 mai) une

équipe de Série supérieure et une de Série A. Le pronostic n ’est pas diffi­ cile...

C ’est vers la Première ligue que se porte, de préférence, l’attention des sportifs. Ici, nos quatre équipes Sierre, Sion, M artigny et Monthey luttent de toutes leurs forces dans l’espoir de décrocher une fois la palme. Nous les avions laissées l’autom ne dernier au centre d ’un classement com prenant douze formations. E n cette veille de Pâques, et après quatre journées de reprise en compétition, nous les retrou­ vons presque sur les mêmes positions. Sierre aligna bien trois victoires con­ sécutives qui le portèrent au second rang, mais Sion, en rival incorrigible, vint le freiner ce dernier dim anche en le battant par 3 à 0. Monthey et M ar­ tigny suivent le m ouvement, avec des fortunes également diverses.

L a situation générale pour nos équi­ pes est telle q u ’elles n’ont que deux

à quatre points de retard sur le nou­ veau leader du groupe, Montreux, et

quatre ou cinq points seulement

d ’avance sur l’avant-dernier. Elles

peuvent encore tout gagner ou tout perdre...

E n Deuxième ligue, Sierre II a dû céder le com m andem ent du groupe Vaud-Valais à Stade Lausanne, une formation solide et qui cherche depuis plusieurs années à accéder à la caté­

gorie supérieure. O n souhaite qu’elle y arrive cette fois, sans quoi nous ris­ quons de la trouver souvent sur le chemin de nos équipes. Dans le bas de l’échelle, Viège et Chippis font des efforts méritoires pour transm ettre la garde de la lanterne au F. C. Vigno­ ble ou Chailly. Aux Vaudois, si possi­ ble, les honneurs et... les risques.

Encore un mot avant de clore ce mois sportif pour signaler les bons débuts dans la catégorie des cyclistes professionnels du jeune José Jordan, de Monthey, classé douzième et pre­ mier Romand sur les cent vingt p a r­ tants du récent Tour des Q uatre-Can- tons.

L ’é q u i p e d e V e r b ie r I q u i a r e m p o r té le to u p i n d é t e n u p a r C h a m o n ix . D e g a u c h e à d r o ite , A m i G ir o u d , L o u is G a il la n d e t R a y m o n d F e lla y .

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U n e florissante quinquagénaire

La B a n q u e P opulaire V alaisan n e

L e percem ent du tunnel du Simplon, dont on vient d’évo­ quer avec enthousiasme le cinquantièm e anniversaire dans la presse, constitua à l’époque un événem ent considérable qui devait bientôt entraîner un réjouissant développement de notre industrie.

Conscients de cet essor et, à la fois, des nécessités du centre du canton où les établissements bancaires étaient encore bien rares, une vingtaine de bons amis sédunois

C ’est ainsi q u ’à la veille de la guerre de 1939 un bel im meuble surgissait près de la nouvelle poste et que, en plein conflit, une agence était créée à Monthey. Aujour­ d’hui la Banque Populaire Valaisanne, qui porte bien son nom, a décuplé ses avoirs sociaux et continue à aller de l’avant.

U n tel développem ent ne pouvait passer inaperçu. C ’est donc dans une am biance de cordial optimisme et en

pré-b a n q u e p o t o

fondèrent, le 30 janvier 1905, la Banque Populaire Valai­ sanne sous la forme d ’une société anonym e au modeste capital de Fr. 200.000,—.

Ces débuts, on le voit, n’étaient guère prétentieux : un petit local de la rue de C onthey abritait les deux seules personnes chargées de recevoir e t de servir une clientèle pourtant confiante dès le prem ier instant.

Le conseil d ’adm inistration se m ontrait donc prudent, donnant lui-même l’exemple d ’une parcimonie bien de l’époque, puisqu’il octroyait Fr. 2,— de jetons de présence à ses membres !

L ’avenir ne devait guère tarder à dém ontrer les bien­ faits de pareille sagesse. Deux ans après sa fondation, la jeune banque dém énageait déjà et s’installait, plus au large, à la rue de Lausanne. Bientôt, elle doublait son capital-actions, une fois, deux fois, élargissant ses horizons en même temps que le cercle de ses fidèles.

sence de deux fondateurs survivants, MM. Albert de Tor- renté et D r Georges Lorétan, que ce demi-siècle de pros­ périté e t de loyaux services à la collectivité vient d’être fêté sous la présidence de M. H erm ann Muller, tandis que le directeur, toujours si jovialement sédunois, M. Flavien de Torrenté, rappelait aux sociétaires la signification de ce beau jubilé.

Q u ’il nous soit permis de joindre à ta n t de vœux expri­ més à cette occasion les compliments et les souhaits de « Treize Etoiles » à qui tout succès valaisan tient à cœur.

Références

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