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13 étoiles : reflets du Valais = Wallis im Bild = Treize étoiles : reflets du Valais = Wallis im Bild

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(1)

Reflets du Valais No 8 A o û t 1974 Le num éro 3 frs I nnee

(2)

Un placement particulièrement avantageux.

Les fonds de placement

du Crédit Suisse

L’ id é e d e b a s e

U n n o m b r e im p o r t a n t d ’investisseurs g r o u ­

p e n t leurs a p p o r ts afin de p l a c e r les avoirs

ainsi ra sse m b lé s selon le p rin c ip e de la r é p a r ­

tition des risques et d ’en c o n f ie r la gestion à

des spécialistes.

C ’est ainsi q u e so n t c o n stitu é s les f o n d s de

p l a c e m e n t, d o n t o n d istin g u e d e u x g ra n d e s

ca tég o ries: les fo n d s p o u r v a le u rs m obiliè res

et les fo n d s im m obiliers.

Les a v a n ta g e s p o u r l ’in v e s tis s e u r

1. R é p a r t i t i o n des risques. L es p la c e m e n ts

des f o n d s p o u r v a le u rs m o b iliè re s d o iv e n t être

r é p a rti s selon les d éb iteu rs, sociétés, secteurs

é c o n o m iq u e s , p a y s et m o n n a ie s et ce ux des

fo n d s im m o b ilie r s selon l’i m p la n ta t io n et le

ty p e des im m e u b les. C h a q u e p a r t de fo n d s est

ainsi to u t à fait re p ré s e n ta t iv e de la c a tég o rie

de p l a c e m e n t c o r r e s p o n d a n te .

2. C h o ix et surveillance. Des spécialistes

so n t c h a rg é s de la sélection des titres et des

im m e u b le s ainsi q u e de la s u rv e illa n c e p e r m a ­

n e n t e des p la c e m e n ts . C ’est e n p a r f a i te c o n ­

n a is s a n c e de c a u s e q u ’ils p r e n n e n t leurs d éc i­

sions.

3. S im plifica tion. L e p o r t e u r de p a r t s de

fo n d s p o u r v a le u rs m o b iliè re s est d é c h a r g é

n o n s e u le m e n t des décisions de p la c e m e n t et

de leu r e x é c u tio n , m ais aussi de la v é r if ic a ­

tion et de la c o m p ta b il is a t io n des d é c o m p te s

relatifs a u x a c h a ts , a u x ventes, au x b o n i f i c a ­

tions de c o u p o n s , etc. S’il po ssèd e des p a r ts

de fo n d s im m o b iliers, il est en o u tre libéré des

n o m b r e u x t r a v a u x q u e c o m p o r t e la g é r a n c e

des im m e u b le s.

4. V a l e u r facile à ca lculer. C o n t r a i r e m e n t

a u x p o s itio n s m u ltip le s d ’un p o rte fe u ille indi­

viduel, les p a r t s d 'u n f o n d s n 'o n t q u ’un seul

cours. Il est d o n c facile de c a lc u le r q u o t i d ie n ­

n e m e n t la v a le u r d ’un p la c e m e n t.

5. P l a n d 'in v estissem en t. Q u i c o n q u e désire

investir ré g u li è r e m e n t d a n s un fo n d s de p la c e ­

m e n t p e u t c o n c l u r e u n p l a n d ’investissem ent.

V o ic i la g a m m e d e s fo n d s o f f e r t s

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C o m m e vieil abonné d ’ab o rd , p a r la BCV., j’ai eu le privilège de re cev o ir votre rev u e où fig u rait u n généreux reportage sur la ré c e p tio n d u p ré sid e n t du Grand Conseil, le 13 m ai 1974 à C h a m p é ry . Vous avez eu encore la gentillesse de me faire p a rv e n ir u n exem plaire supplémentaire. Je vous rem ercie v iv em e n t p o u r to u t.

In u tile de dire que j’apprécie sincèrement « T reize E toiles » et le trav a il d ’artistes de vos co llaborateurs, et m o n a d m ira tio n p a r­ tic ulière p o u r O sw ald R u p p e n et son grand talen t. P o u r vous, p o u r eux et p o u r lui, mille et u n com plim ents.

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Santa-Lucia

B ilg is c h e r V ikto r, Tel. 4 85 36 Panorama

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Q uatre rem ontées, tro is p o in ts m o n d ia le m e n t c o n n u s vo u s ré v é le ro n t l'e n ­ c h a n te m e n t de la m on ta g n e . En p a ssa nt a u -dessus des alp ages, des fo rê ts em b a u m ée s, des to rre n ts tu m u ltu e u x , vo u s vo u s é lè verez s u r des b a lc ons, fa ce aux g é a nts du m assif des M is c h ab e l. Au loin, les A lp e s b e rn o is e s d re ss e n t le urs s o m m e ts vers le ciel. Ici la n a ture a o u v e rt les plu s belles pages de son livre d'im a g e s.

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Etudes, tém oignages et d o c u m e n ts p o u r serv ir à l’histo ire dtf Valais C ollection dirigée p a r A n d ré D o n n e t

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1902). Suivi de ses « Heures valaisannes ». Mémoi­

res présentés par S. C orinna Bille.

Un vol. de 3)18 pages, illustré de $ portraits par Edm. Bille.

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2. H e n ri M IC H E L E T . L’inventeur Isaac de R ivaz

(1752-1828). Ses recherches techniques et ses ten­

tatives industrielles.

Un vol. de 3/95 pages, illustré de 5 hors-texte et de 21 figures.

1965. Fr. 30.—

3. Mémoires de Louis Robatel (1788-1877), officier

valaisan au service d ’Espagne, puis de France.

Publiés p ar André Donnet.

U n vol. de 296 pages, avec un portrait. 1966. Fr. 30.—

4. Documents relatifs aux capucins de la province de

Savoie en Valais (1603-1766). Publiés p a r Jean-

Paul H a y o z et Félix Tisserand, ofm cap. )

U n vol; de 182 pages, illustré de 16 planches. 1967. Fr. 25.—

5. Charles-Emmanuel de R IV A Z . Mes Souvenirs de

Paris (1810-1814). Publiés p a r Michel Salamin.

U n vol. de 342 pages, avec un portrait de l’auteur. 1967. Fr. 25.—

6. Paul S A U D A N et N o rb e rt V IA T T E . Lettres -

Textes inédits. Précédés de « Témoignages ». Let­

tre-préface du cardinal Charles Journet.

U n vol. de 380 pages, illustré de 8 hors-texte. 1968. Fr. 30.—

7. Emile BIOLLAY. Le Valais en 1813-1814 et sa

politique d ’indépendance. La libération et l’occu­

pation d ’un département réuni.

Un volume de 551 pages. 1970. Fr. 35.—

8. 9. 10. A ndré G U EX . Le demi-siècle de Maurice

Troillet. Essai sur l’aventure d’une génération 1913-

1970.

Trois vol. vendus ensemble (297, 336 et 250 pages. Frontis­

pice). 1971. Fr. 88.—

11. Pierre D E V A N T H E Y . La Révolution bas-valai-

sanne de 1790.

Un vol. de 475 pages, avec huit hors-texte. 1972. Fr. 35.—

12. Anne T R O IL L E T -B O V E N . Souvenirs et propos

sur Bagnes.

1 vol. de 264 pages. 1973. Fr. 25.—

13. Correspondance relative à l’adolescence de Maurice

Troillet. C ent cinquante-trois lettres (1889-1904)

choisies, annotées et présentées p a r A ndré Donnet.

1 vol. de 284 pages, illustré d’un hors-texte. 1973. Fr. 30.—

P a r a ît à M a r tig n y le 20 de c h aq u e m ois E d ite u r responsable : G eorges Pillet, M a rtig n y F o n d a te u r et p ré sid e n t de la com m ission de r é d a c tio n :

M ' E d m o n d Gay R é d a c te u r en chef : Félix C a rro z z o Secrétaire de r é d a c tio n : A m a n d B o ch ata y C o lla b o ra te u rs -p h o to g ra p h e s : O sw ald R u p p e n , R e n é R i d e r A d m in is tra tio n , im pression, e x p éd itio n : I m p rim e rie P illet S. A., aven u e de la G a re 19, 1920 M a r tig n y 1 / Suisse A b o n n e m e n ts : Suisse F r. 33.— ; é tra n g e r F r. 38.—

le n u m é r o F r. 3.— C hèques p o s ta u x 19 - 4320, Sion Service des annonces : P ublicitas S. A., 1951 Sion, té lé p h o n e 027 / 3 71 11 L a rep ro d u ctio n de textes ou d ’illustrations, même partielle, ne p eu t être fa ite sans une auto risatio n de la rédaction

24e année, N ° 8

A oût 1974

Sommaire

Sons de cloches U n b o n cousinage U n c o u v e n t en lib e rté dans les m ayens Le c h a n t d u p ère L e ttr e d u L ém a n B ridge H id d e n b e a u ty W o die M en sc h en z u s a m m e n rü c k e n Là o ù les gens se s e rre n t les coudes B o n h e u r P ro m e n a d e géologique à Saas-Fee

D e r K apellenw eg v o n Saas-Fee Lie la gerbe des plaisirs Les m o in e a u x de l’A rv è ch e S c u lp te u r de ch ez no u s P o tin s valaisans M o ts croisés

T reize E to iles-S ch n u p p en

F ête des costumes T o u ris m e, p e tite re v u e m ensuelle U n s ere K u r o r t e m eld en L ’Ecole de Savièse U n m ois en Valais Le liv re d u m ois D as B u ch des M o n ats L ’h u m a g n e ro u g e

N otre couverture : Procession <3 Saas-Balen Photos Aubert, K opp, Ritler, Ruppen, Starto, Supersaxo, TC S, Tburre, U VT, Vaipresse

(12)

Un bon cousinage

Le tourisme se nourrit de touristes et doit en principe

nourrir les Valaisans.

Le touriste, en principe, v it de notre air pur, de nos

fruits, de nos vins, de notre pain et il nous apporte en

contrepartie le mark, le franc, le dollar, la lire, le florin

qu’il a gagné par son travail dans son pays.

Le Valaisan, en principe, accepte en remerciant le flo ­

rin, la lire, le franc, le mark, le dollar... et le transforme

en nourriture pour sa famille, en poste de télévision, en

routes, en écoles, en im pôt pour son cher pays.

Le touriste et le Valaisan se rencontrent parfois, au gui­

chet de la poste, aux stations-service, au bureau de la

société de développement, à l'épicerie. Chaque rencon­

tre d'un indigène lui donne l'occasion de sortir son

porte-monnaie.

L ’indigène rencontre parfois le touriste au magasin, à

la poste, à l'épicerie. Chaque fois, il a la chance de

pouvoir lui dire merci ou thank you, grazie, danke,

accompagné d'un tintement de tiroir-caisse.

Le tourisme est un lien puissant entre les hommes,

dit-on.

N o n , pas encore.

Mais il deviendra un bon cousinage quand les relations

passeront aussi par le cœur et l'esprit.

(13)
(14)

Un couvent

en liberté

dans

les mayens

Texte Pascal T h u rre

P hotos Vaipresse

Jean X X I I I eut aimé ces images mon­

tra n t des religieuses non seulement pros­

ternées derrière les grilles d ’un couvent,

le visage entre les mains, à cent lieues du

monde, mais débordantes de soleil et de

joie, louant le C réateur dans l’ivresse

cham pêtre des mayens valaisans !

Cette escapade bucolique, réalisée avec

« la bénédiction des supérieurs », c’est

celle que vient de vivre une partie du

couvent de la Visitation à Soleure où

l’on trouve d ’ailleurs plusieurs Valai-

sannes, à commencer p a r la Mère supé­

rieure, Sœ ur M arie-Jacqueline.

(15)

Franchissant allègrement la clôture con­

ventuelle en soulevant leur robe grise

pour mieux sauter, ces religieuses ont

gagné à l’heure des vacances l’alpage de

Biollaz dans les mayens de Conthey.

Il semblait dès lors que du mélèze au

bouton d ’or, de l’écureuil au to rren t tout

ce que le Seigneur a fait de merveilleux

se réjouissait avec elles. Jam ais les v a ­

ches de l’alpage n ’ont donné au tan t de

lait, à en croire le from ager Innocent

Vergères, ta n t il est vrai que les révé­

rendes sœurs associent avec une ardeur

(16)

nouvelle la création to u t entière à

l’office.

Il est vrai que certaines d ’entre elles

n ’étaient jamais sorties du couvent de­

puis leur entrée il y a vingt ou trente

ans.

N os cloîtrées, to u t en m aintenant le

rythm e de prières qu ’elles avaient au

couvent, se sont mises à garder le bétail,

à apprendre à traire et à fabriquer le

fromage.

C ’est le « C antique des cantiques » en

pays valaisan.

th

(17)
(18)

Le chant du père

La mère est absente et l’enfant dort. La p o rte s’est

refermée sur l’épouse redevenue femm e dans son emploi

urbain. Le père est présent et l’enfant dort. T o u t à son

œuvre, face au panneau blanc, devant la fenêtre où se

devine un nouvel horizon. C ’est l’enfant qui réclame

cette présence virile, consentie à l’épouse plongée dans

ses activités anciennes. E t l’ho m m e s’affirme vraim ent

créateur dans le geste du crayon qui crisse, vraim ent

père dans ce silence m o m entané que lui offre l’enfant

endormi.

Nouvelles dimensions. La toile se fa it plus pro­

fonde, abîme de joies nouvelles. L ’enfant ou­

vre des espaces étranges, le tableau se remplit

de sa chaleur, l’œ uvre se prend à resplendir

de la présence inédite. Le fu g itif crayon ins­

talle désormais un avenir définitivem ent réa­

lisé.

Le prem ier cri surprend lorsque l’enfant est engendré,

enfin fait de chair et de chaleur. Le cri matinal aussi

surprend le geste suspendu devant la toile, même s’il

est attendu. G ravir l’échelle de la paternité jusqu’au cri

qui s’éteint lorsque la bouche s’étire et se détend. Le

père est déjà près de lui, sourires offerts et partagés.

Tout se passe comme si, et c’est vraim ent ainsi, rythm e

de passacaille, le thèm e se répète, repris et surpris sans

cesse, sans cesse modifié, et p o u rta n t le même à chaque

m ouvem ent. L’enfant levé se dresse, crie un instant

effacé par la main paternelle, étonnée de la force q u ’elle

ne contient plus to u t à fait. Les langes sont prêts, là déjà,

to u t proches de la main qui sait le geste habituel, il ne

sera pas hum ide longtem ps de sa faiblesse d ’enfant. Il se

laisse agir détendu. La jambe, si elle se jette dans le vide,

aide un peu le bras du père. E t le regard s’allume, du

père et du fils, dans la fenêtre bleue du ciel, le soleil

aussi illumine. T o u t est bleu soudain. A ffleurent les

sourires, la mélodie est belle dans le silence des corps qui

se plient au gré des plaisirs partagés. La force est donnée,

absorbée dans le désir de voir, nuque à peine soutenue,

œil noir de n ’avoir pas to u t vu, vierge de to u t ce qui

entoure.

(19)

C ’est le père qu’il voit, mais déjà il regarde

au loin, c’est l’enfant qu’il regarde, mais déjà

il voit plus loin. Il regarde par-devant lui,

comme au-delà du père qui n’arrête pas de

regarder le fils et de se souvenir du futur,

comme si l’instant n a tif déjà dissolvait le pré­

sent et plongeait dans l’avenir.

La chaise est là qui attend au-delà du bois m eurtri par

les années. Renouvelée aujourd’hui selon le rite ancestral

de la cérémonie quotidienne, la chaleur du repas recrée

la symphonie du m onde à jamais nouveau, à jamais lui

aussi recréé par les instants où s’assiêd l’enfant dans

l’attente de la n o u rritu re offerte par le père, donnée par

le père. Au b o u t de la main, qui seule attire le regard

attentif de la faim, comme un prolongement nécessaire

et attendu, se répand et se donne l’énergie de vie, déjà

bue et avalée, mais les yeux réclam ent un supplément

de vie, toujours insatisfaits du geste ordonn é et tro p

lent. Le ry th m e peu à peu s’installe, qui coordonne les

deux souffles, qui ajuste la main aux mains qui dem an­

dent. L’enfant se calme et se détend, le père, cérémo-

niaire des jours, saisit le désir co ntenu de la bouche et

consent au don renouvelé de la vie. Tous deux s’ouv re n t

aux horizons futurs, c’est le grandissement qui s’accom­

plit dans l’acte générateur et quotidien.

Mais la mère n ’est pas là, l’enfant la désire.

La parole mâle a instauré l’échange multiple

du couple qui réalise la vie dans le temps

ordonné à l’enfant, et l’enfant sourit à la pré­

sence du père, au retour de la mère attendue,

dans le bonheur étreint d ’appartenir aux deux,

également, uniform ém ent, dans les surprises

partagées, dans les cris offerts, dans les gestes,

chaque jour, sous le regard du père, sous le

regard de la mère.

Car l’enfant est là, troisième, qui les prolonge tous les

deux, un à un lorsqu’ils co n tinu ent à l’engendrer to u r à

tour, ou les deux ensemble lorsqu’ils l’o n t fait et q u ’ils

le font encore. Dans j ’échange des travaux, échange des

peines, des joies aussi, des bonheurs surpris dans les

gestes soudains qui s’affirm ent et s’articulent. Dans

l’amour entre eux trois par le couple m ultiplié et

(20)
(21)

L’a u t r e jo u r , r o u l a n t en taxi, je d e m a n d a i au c h a u f f e u r si ceu x du tr o is iè m e âge b é n é fic ie n t, c o m m e s u r le rail e t au c in é m a , d ’u n e r é d u c t i o n de ta rif. Le ch a u ffe u r é t a i t de b o n n e h u m e u r . M o i aussi. J ’allais c o m p li m e n t e r d e u x jo u v e n ceau x f r a îc h e m e n t unis. La soirée s’a n n o n ç a i t b ie n : il p le u v a it a t r o ­ cem ent. P o u r t a n t , il p r i t f o r t m a l la chose ou, p l u t ô t , il ne la p r i t pas d u to u t .

— O n v o i t q u e v o u s êtes dans les b ien-lotis...

P o u r b e a u c o u p de n os c o n t e m p o r a i n s , nés à u n e d a te m o y e n n e d u siècle, les aînés s o n t privilégiés ; ils t o u c h e n t u n e m e n s u a lité q u e le u r i m a g in a tio n m ultiplie plus dé d o u z e fois p a r an. Il en est, n o m b r e u x , q u i se d e m a n d e n t :

— Q u ’ont-iils fa it p o u r m é r i t e r ce p a c to le ?

— P a c t o le ? N e re n v e r s o n s pas les rôles. O n a f i d è le m e n t p a y é des taxes et des i m p ô t s rebelles à t o u t e concession. La C o n f é d é r a t io n , le c a n t o n , la c o m m u n e o n t , de lo n g u e s années d u r a n t , rivalisé d ’é m u l a t i o n p o u r f o r c e r l’a d d itio n . Les a n n u ité s exigées p o u r m é r i t e r plus t a r d d ’h o n n ê t e s fins de mois n o u s p a ra issa ie n t d ’u n e lo g iq u e in c o n te s ta b le . Les b arèm es, rigides et froids, a v a i e n t le d e r n i e r m o t . E t, à la m o i n d r e c o n t e s t a t i o n , à la m o i n d r e te n ta tiv e d ’ass o u p lis sem e n t de règles sans âm e, n o u s encaissions (c’é ta it bie n n o tr e t o u r ) des r é a c tio n s sans e sp rit. N o u s s o r tio n s p a r la p o r t e de service, confus, c o n t r it s , t o u t cois.

C h e z les a rg e n tie r s de t o u t poil, les m illio n s n e se c o m p t e n t q u ’à la sortie. La s t a ti s ti q u e n ’a q u ’u n sens. Il est v ra i q u e les re n tré e s , c o m m e o n d it, t r o u ­ ven t d ’im m é d i a ts em p lo is ; elles o n t le d é b o u c h é facile, avec la c o m p lic ité de g ra n d e s associations qu i n e laissent ri e n passer.

C e u x d u tr o is iè m e âge o n t fa it le u r p a rt . J e le croyais, d u m o in s, a v a n t d’e n t e n d r e m o n c h a u f f e u r de ta x i q u i n ’e n , d é m o r d i t pas lo r s q u e je te n t a i de justifier les espoirs de ces dizaines de m illiers de c o n t e m p o r a i n s q u i o n t c onnu, eux, des sem aines de plus de q u a r a n t e - h u i t h e u re s , des vacances de m oins de six jours, q u i o n t v é c u des m o is et des m o is de r a t i o n n e m e n t , p a r a l­ lèlem ent à d’a u tre s épreuves.

C ela est h u m a i n . D ’a u tre s pays o n t c o n n u des ép reu v es plus cruelles q u i nous f u r e n t épargnées. C ela se paie. N o u s pay io n s, n o u s, s im p l e m e n t des cotisations q u i p r e n a i e n t le b o n c h e m in , celui de la p ré v o y a n c e .

Il f a u t a v o i r v u les pays to u c h é s p a r la g u e r r e et p a r des ép re u v e s qu i ren d a ie n t im p o ssib le l’é ta b lis s e m e n t d ’u n b u d g e t , fû t - i l b a l b u t i a n t ; il f a u t avoir r e n c o n t r é les co rtèg es de c h ô m e u r s , sans fin, sans b r u i t, sans excès, dans les rues de g ra n d e s villes é tra n g è re s ; il f a u t a v o ir p a rlé avec ces gens q u i ne se d o n n a i e n t n u l l e m e n t en spectacle.

. C ’est le passé, d ir a - t - o n , mais c ’est aussi l’év id e n c e — celle q u e refuse l’égoïste. Les bénéficiaires d e l’A V S o n t p ay é leurs c o tis a tio n s sans défail­ lance. D es facilités é t a i e n t c o n sen ties à l’a v a n t a g e de ceu x q u i en a v a ie n t v u de rudes et d o n t la r e t r a i te a v a it la r a i d e u r d ’u n e o r d o n n a n c e fédérale. L ’in d e x lui, est plus s o u p le d an s son ascension. L ’in f la t io n sévit, t o u t e s ailes au v e n t .

L e m o m e n t n ’est pas v e n u d ’é v o q u e r é g a le m e n t la f la m b é e des co tisa tio n s mensuelles de l’ass u ran ce m a la d ie dans le c a n t o n de V a u d . Les ta rifs officiels d’h o s p ita lis a tio n y s o n t p o u r q u e l q u e chose e t aussi c e u x q u e n o u s a p p e lle ro n s p r u d e m m e n t les in t e r m é d ia i r e s e t d o n t l’i n t e r v e n t i o n , t a n t désirée e n des cas m u ltip le s , est in é v ita b le , t o u t c o m m e le s dragées e t les pilules en « ose » et en « ide » q u i g u é risse n t t o u t , sauf les plaies d ’a rg e n t.

T o u t sé paie, disait n o t r e c h a u f f e u r de taxi, en caissan t u n f o r f a i t q u i nous p a r u t , s u r - le - c h a m p , au-dessus de la m o y e n n e . Mais les privilèges se paient aussi, a p p a r e m m e n t . Le n ô t r e é t a it im m e n s e , f l a g r a n t a u x y e u x de petits esprits. C o m m e c e t a u t r e aigri, c o n d u c t e u r de tr o ll e y b u s , à q u i je reprochais sans fracas e t le plus lo g i q u e m e n t d u m o n d e , m ’a -t - i l sem blé, de faire de l ’e s p r it aux d épens d ’u n e je u n e A lé m a n iq u e en q u ê t e d ’u n d é ta il de parcours e t q u i f i t u n e lo u r d e allu sio n à l’a b o n n e m e n t à t a r if r é d u i t o f f e r t à la clientèle a u x te m p e s arg en tées. C ’est t o u t ju s te si les e n tre p ris e s officielles de t r a n s p o r t n e s’e n t e n d e n t pas r e p r o c h e r d e v e n d r e des a b o n n e m e n t s à d e m i- tarif a u x plus de s o i x a n te - c in q ans. L ’u s u r p a t i o n , a u x y e u x de q u e lq u e s-u n s, est t o t a le ; ils se r a ie n t plus à l’aise d a n s des c o m p a r t i m e n t s m o in s peuplés, même si les facilités c onsenties e n g a g e n t ceu x q u i en b é n é f i c ie n t à r e n o u v e le r l’expérience, à é t e n d r e le p a rc o u r s .

C e q u i est b o n m a r c h é , c ’est la lo g iq u e à b o n c o m p te . Le fisc, lui, a c c o rd e aux b énéficiaires des re n te s m e nsuelles de l ’A V S le p riv ilè g e d ’u n e assim i­ lation à de simples .revenus. D a n s le c a n t o n de V a u d , t o u t au m o in s, q u i donne la m a in à je ne sais plus q u e l a u t r e t e r r i t o i r e o ù l’o n n e c h a n t e pas fo rc é m e n t : « Y en a p o i n t c o m m e nous... » _ •

P. t.C U

-le bridge

Ipso facto

P o u r ch an g er u n peu, voici deux p etits p roblèm es de logique p u re. La célèbre joueuse américaine D o r o t h y H a y d e n T ru s- c o tt, q u i épousa n aguère le r e n o m m é c h r o ­ n iq u e u r du « N e w Y o r k Tim es », nous a co n té l’h istoire d u p re m ie r dans son « W in ­ n ing D eclarer P lay », que v ie n t de pu b lier R o b e r t H a ie à Londres. * A R D 3 R 6 * A 5 3 * 8 6 5 4

N

w E S * 7 Ç? A V 9 8 7 4 2 <> 9 7 * 7 3 2

I

Les enchères, norm ales et sans v u ln é ra ­ bilité, m o n te n t ainsi ju sq u ’à la m an c h e de M. Sud : W

1 *

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4 ÇP La gauche e n tam e trèfle, du R oi, p o u r le 10 d u sien. L ’As, le V alet et le 9 suivent, su r lesquels l’a u tre f o u r n it la D am e, puis écarte t o u r à t o u r les 2 de piq u e et de carreau . A près av o ir coupé, le d e m a n d e u r m o n te au R o i d ’a to u t du m o r t, chacu n fo u r n it, et joue u n e deuxièm e fois a to u t : le 10 to m b e à d ro ite . F a u t-il faire l’impasse à la D am e o u bien c h e rc h e r le parta ge ? Les données d u p ro b lèm e d ev raie n t vous p e r m e ttr e de le résoudre en u n t o u r n e

-C elui-ci est plus délicat. E t je tire m o n ch apeau à ceux qu i tr o u v e r o n t la réponse sans b arguigner.

N o u s som m es au m a tc h o p p o sa n t l’é­ quipe de Fra nc e à celle de N o u v elle-Z é- lande, lors de la ré ce nte X X e C o u p e des Bermudes, à Venise. * A 7 A V 9 5 2 * 9 6 4 3 * D 10 * R V Ç? 6 3 * D V 10 8 * 9 7 6 5 2

La paire française Szvarc-B oulenger en N S dem ande le p e tit slam à sa n s-a to u t au term e de ce dialogue : S 2 s.a. - N 3 Ç?, 3 s.a. - 5 s.a., 6 s.a. ! Le N éo-Z élandais R . P. K e rn e n tam e le coup, de la D am e de carreau, p o u r le 5 d u p a rte n a ire e t le 7 du d e m a n d e u r Jean-M ichel Boulenger, qui laisse d o n c passer cette p rem ière levée. De quelle carte a tta q u ez -v o u s la suivante ? P. Béguin.

N W E

S

(22)

Hidden beauty

It would not be surprising if nobody ever ventured into

the Saastal above Visp. Where the m ilky waters of the

Saaser Vispa emerge from a deep gorge to meet the M at­

ter Vispa, the village of Stalden rises in tiers on the steep

slope. N obody could guess that some 13 kilometers from

this narrow gap in the mountains, there lies a sunny

valley in which are bedded the four charming villages

of Saas Baien, Saas Grund, Saas Fee and Saas Almagell.

A stone ax and other objects found there, indicate

that people have lived in this valley, or at least passed

through it and over the Monte Moro pass to the Valley

Anzasca in Uupper Italy, since 2000 B.C. Later, smug­

glers used this route. It took eleven hours to w alk from

Stalden to Macugnaga in Italy. But there was no road

and most travellers avoided passing along the dangerous

gorge. They preferred to climb from Visp to Visperter-

minen and Gspon and take the path to Saas Balen which

skirts the river high above its right bank. In recent years,

this path has been improved to become the lovely « H ö­

henweg » trail, most appreciated by hikers.

In 1300, Count Blandrade from Visp sent farmers

from the Anzasca Valley to settle in the Saas Valley,

perhaps because its original inhabitants, called the Wal­

ser, had emigrated. To this day, historians have not yet

found out w h y the Walser went to Macugnaga in Italy,

to Bosco Gurin in the Tessin, to Davos and Vais in the

Grisons, and even to the Vorarlberg in Austria. Wherever

they went, they settled in highlands and built wooden

houses in the style of their home valley. They cleared

forests, not to cultivate the land, but to gain grassland

to raise cattle. A nd to this day, they are faithful to these

ancestral customs, speaking the ancient germanic dialect

of the Upper Valais and wearing their national costume

in the midst of foreign peoples whose language is Ro-

manch, Italian or German. These groups of Walser keep

in I touch and hold meetings in Saas Fee, so as to keep

alive their 'ancient culture.

The first tourists to visit the three villages down in

the Saas Valley were botanists who came in 1795, follow ­

ed by artists, including painter Alexandre Calarne. In

1860, tw en ty years old W hym per went there to draw

the Weissmies mountain. This was the start of alpinism

in this grand site of mountains reaching 13,000 ft. above

sea level.

As no hotels existed, travellers had to lodge with the

village priest. Some were badly received, as climbing the

glaciers was daring God. But the priest of Saas Grund,

Johann Josef Imseng (1806-1869), who climbed the

mountains himself to collect plants, received these strang­

ers and even served them as guide. In 1833, the first

inn called « Sonne » was built in Saas Grund, followed

by tw o hotels tw en ty years later. But for quite some

years, the now famous resort Saas Fee remained a cow

pasture, from which it derives its name. Vieh, pro­

nounced Feh in the local dialect, means cattle.

All four villages have now become busy summer and

winter resorts. N ew chalets and hotels are built in a style

adapted to the surroundings, but the visitor finds there

heated indoor swimming pools, ice rinks, tennis courts

and a great number of cable lifts and ski tows. From

Saas Fee, some of these reach the high snow fields where

skiing can be practiced the whole year round. Summer

guests w ill find a wide net of well-kept hiking paths,

while trained mountain climbers can hire guides for

excursions to the snow-clad summits.

A good motor road now leads up the whole valley

to the artificial lake of Mattmark in its uppermost

stretch. Just after Saas Grund, another road branches

off and a ten minute drive leads to the car parks in the

outskirts of Saas Fee, for no traffic is allowed in the vil­

lage. Before this road was built, people had to climb up

there on a narrow, steep footpath, called the path of the

chapels, starting at about a kilometer after Saas Grund

at 1559 meters above sea level. Fifteen oratories of the

Rosary were built along this path in 1709 in the Baroque

style of Italian church builders. Behind their wrought-

iron grill, the figures are dressed and placed like actors

on a stage. A t the top of the path stands the Kapelle der

Hohen Stiege — Chapel of the High Stairs — whose

white-washed walls seem to grow out of the grey rock.

Its altar piece shows the crowned Virgin.

A few steps behind this chapel, one suddenly gets

stunned by the marvelous view of Saas Fee nestling at

1800 meters above sea level in a circus of Alps glistening

under a dark blue sky.

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(24)

S a a s - G r u n d

Harrêêê, Harrêêê, Harrêêê, ich soll von dem Saas erzählen ! Von den Glet-

scher-Sarazenen, die fü r sich in A nspruch nehm en, nicht Leute, sondern

Saasini zu sein ?

N u n denn, soil’s m it den w u nderth ätig en weissen Kapellen beginnen, mit

den Kreuzen, O ratorien, Bethäusern, blutschw itzenden Mirakelbildern, mit

ihrer vertikalen Last, der aufrechtstehenden M üh u nd Sorg un d Plag. Oder

m it den Druidensteinen, m it dem katechetischen Animismus, m it den ver­

botenen Tänzen auf dem Seng-, der verschwundenen Stadt auf dem Siwi-

boden, m it ihren schönen M ädchen, die n u r einmal im Leben zu sehen

waren, m it den fluchgetroffenen Weiden und M atten und der M attm arkhex,

die auf dem Wasser zum Leman ritt.

D er einsame, schweifende Alexander Burgener, seine Passion und die hin­

terhältigen Berge m üssten darin sein, d er Zurbriggen müsste darin sein, der

kleine H ans aus Baien, fescher T am b o u r un d seine Trom m el, die er wie

ein feurig Weib im tiefen Wald bespielt. O der der from m e H otelier-Pfarrer-

B ergführer J o h an n Joseph Imseng, im M attm arksee ertru nken, m an weiss

nicht wie u nd nich t warum . Das alte H a n d w e rk müsste darin sein, die alte

M arktlust u nd der neue Geschäftssinn. M it dem begandeten Baumeister und

A rchitek ten Jo h an n Joseph A nde n m a tte n müsste m an etwas machen, mit

seiner T rom pe-l’œ il-R otunde, dem schneeigen Kleinod von Saas-Balen, das

dasteht, dam it die Saaser ihren V oreltern « dankbar, seyen und die ewige

R u he winschen können, dan sie h a t m anchen mieden R u ck und Schweis-

stropfen gekostet ». O d e r m it der begnadeten Weltcup-Bernadette, welche,

von T ransparenten herab, des Verkehrsvereins Gäste in effigie grüsst.

Wo die Menschen

zusammenrücken

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Soll vom M attm arksee u nd seinen achtundzw anzig A usbrüchen die Rede

sein oder von den achtundzw anzig Gletschern u nd den höchsten Berg­

spitzen, die Saas-Grund um zäunen ? Soll Saas-Fee die K rone gegeben

werden, dem Paradies fü r Leute, die in die Berge fahren, u m m it ihnen

etwas anzufangen, jenes Saas-Fee, das als S p itzenk uro rt u n te r dem G üte­

zeichen « Perle der Alpen » w eltb e rü h m t geworden ist — oder soll das gute

Dutzend schm achtender Weiler evoziert werden, die das D o rf Eisten aus­

machen und — ausser auf L andkarten — nirgends besonderen V erm erk

erhalten : Bergji, Resti, R affgarten, Zen Eisten, Zen Schmiden, Blatten,

Randfluh, Im ah orn , Hutegg, Bifig, Erl, Eye, Stellinen heissen sie (und o b ’s

nun wirklich alle sind, weiss ich nicht) ?

Soll von den N aturgew alten u nd Schicksalsschlägen, von dem Steinschlag

als « gefahrvoller Gefahr », von dem wilden Schnee, der die tödlichen La­

winen bringt, von Gletscherabbrüchen, von Bach-, Fluss- u nd Seeausbrü­

chen, von Wasser- und von W in te rn o t un d Tod die Rede sein — oder nicht

vielmehr der starke Gemeinsinn der Leute g erü h m t werden, Gemeinsinn,

der nie verzagte und diesen Gefahren endlich Meister wurde, sie m it Ga­

lerien und V erbauungen gebannt hat, aus dem kargen ein Touristen- Land

werden liess !

Nach 1633 vermeldete der C h ron ist : « Laut jam m erten wieder die schwer­

verunglückten Thalbew ohner auf ; sie blickten m it th rän en dem Auge zum

Himmel, ihrem jenseitigen Vaterlande,, em por und schwuren ein frommes

Gelübdt : auf vierzig Jahre fo rt m it dem Tanzen, fo r t m it dem Spielen, fo rt

mit den Mahlzeiten. — U nglück m acht aus uns bessere Menschen, U nglück

führt uns zu m H im m el. Von diesem Gelübde haben den U rsp ru n g die hier

im Thale gefeierten Feste des hl. A ntonius von Padua, des hl. Franziskus

H a n d w e b e r i n i n S a a s - G r u n d I n d e r a l t e n K i r c h e n v o n Sa a s -B al e n

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(27)

Xaverius, des hl. Nikolaus. Beten und Feste halten ist gut, wenn dabei auch

die Sünden unterlassen, und die öffentlichen Ärgernisse eingestellt werden. »

Die da nie gerade ein leichtes Leben hatten, haben eine kriegerische A hn en­

galerie, sind ungeklärten Ursprungs u n d H e rko m m e ns : Salassi populi aus

dem Volk der Ligurer, Kelten, versprengte Sarazenen, Alemannen, welche

die hintersten und die höchsten Pässe des acht Stunden langen Tals besetz­

ten. Als W appentier müsste m an ihnen das M urm eltier geben. M urm eltier

gebraten, gesotten, gedörrt. M urm eltier, das gezüchtet, gehegt un d gepflegt,

im W inter abgefallt und nach genauem Verteilplan an die H aushaltungen

abgegeben w urde (und verschiedene eidgenössische Jagdgesetze mussten den

uralt verbrieften R echten der Saaser zu diesem Behuf Ausnahm en zuge­

stehen).

Sie sind ein bisschen die H érém ensards u n te r den Oberwallisern, die Saaser,

eine Rasse fü r sich.

War nach den Ü berschw em m ungen das Geschiebe m eterhoch, zogen sie

Grüben, bis sie auf den H u m u s stiessen, nahm en diesen heraus, versenkten

das Geröll un d bedeckten es m it der dem Berg entrissenen Erde. D arauf

wuchs neue Saat... bis z u r nächsten V erw üstung !

So haben die Saaser ihr Tal im w ahrsten Sinne um-gebaut, haben, auf einem

Erdenfleck, wo sich dieses bis auf sein blankes Skelett zeigt, die A natom ie

des Gebirges verändert. W er mag an die Unlast an Trauer u nd Gebet,

Kampf un d N o t, wer an die beharrliche Gefasstheit und den frenetischen

Willen dieser Bevölkerung zu rühren, ohne sentimental zu w erden ? Ich

nicht, nun da sie gewonnen haben, aus dem Schlimmsten heraus sind. Wo

die Berge dir wie im Saas auf dem N acken sind, rücken die Menschen zu­

sammen, u n d dem ist gut so.

Pierre Imhasly.

S a a s -B al e n

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S aa s-F ee u n d M i s c h a b e l g r u p p e

S a a s - A l m a g e l l u n d M a t t m a r k s e e

Là où les gens se serrent

les coudes

Harêêê, harêêê, harêêê, écrire quelque chose sur la vallée

de Saas ! Sur ces Sarrasins des glaciers, ces Saasini ?

Bien, com m ençons par les blanches chapelles à miracles,

les croix, les oratoires, lieux de prières, images miracu­

lées à sueur de sang, to u t ce poids vertical, cette peine,

ces efforts dressés. O u par les pierres druidiques, l’ani­

misme, les danses coupables, la ville disparue, les pâtu­

rages maudits, la sorcière du M a ttm a rk qui chevauchait

l’eau jusqu’au Léman.

Il faudrait tous les m en tio n n er : Alexandre Burgener le

solitaire errant, sa passion, les m ontagnes traîtresses ; le

(29)

petit Jean, crâne tam b o u r de Baien, qui besognait son

instrum ent au fin fond des -bois. P rendre Zurbriggen,

prendre le pieux hôtelier-guide-prêtre Joh ann Joseph

Imseng, noyé dans le lac du M a ttm a rk sans q u ’on ait

su ni quoi ni com m ent. Il faudrait dire les vieux métiers,

les marchés, plaisir d ’antan, et les affaires, plaisir d’au­

jourd’hui. Faire quelques lignes sur Jo han n Josef Anden-

matten, architecte-constructeur, sa rotond e en trom pe-

l’œil, joyau neigeux de Saas-Balen, dressée là p o u r

rappeler aux gens de la vallée leurs devanciers, leurs

âmes et leurs peines. O u quelques lignes sur la bienheu­

reuse Bernadette, celle de la coupe du m onde, d o n t

l’effigie salue de h a u t les clients du bureau du tourisme.

Faut-il m ention ner les v ingt-huit incartades d u lac du

M attm ark, les v in gt-h uit glaciers a u to u r de Saas-Grund,

m entionner Saas-Fee, ce paradis des vrais m o ntagnards ?

Faut-il évoquer la b o n n e douzaine de ham eaux du vil­

lage de Eisten, ignorés de tous sauf du topographe :

Bergji, Resti, R affgarten, Zen Eisten, Zen Schmiden,

Blatten, R andfluh, Im ahorn, H utegg, Bifig, Erl, Eye,

Stellinen ?

Dire un m o t des forces de la nature, des coups du sort,

des chutes de pierres, ce danger des dangers, de la neige

et ses avalanches meurtrières, des chutes de glaciers, des

flots qui débordent, de la male-eau, du mal-hiver, de

la m o rt ?

Relever p lu tô t cette vaillance com m unautaire qui ne

flancha jamais et maîtrisa enfin les dangers par des murs

protecteurs ou des tunnels, transform an t le piètre pays

en un pays p o u r touristes !

Le chron iqueur relate un vœ u fait après le désastre de

1633 : plus de danses ni de réjouissances pendant qua­

rante ans. La célébration des saints encore fêtés aujour­

d’hui, saint A ntoine de Padoue, saint François-Xavier,

saint Antoine, rem o nte à ce vœu.

Tous ceux-là, d o n t la vie ne fu t pas facile, o n t des ancê­

tres belliqueux d’origine incontrôlable. Salassi populi

ligures, celtes, Sarrasins débandés, Alémannes, restés

accrochés aux plus hauts passages de cette vallée longue

de huit heures.

C’est la m a rm o tte q u ’ils devraient avoir dans leurs

armoiries. Bouillie, rôtie, séchée. M arm o tte en élevage,

bien grasse, abattue en hiver et distribuée aux ménages

selon un plan rigoureux (et m ainte loi fédérale sur la

chasse d u t adm ettre ces droits d’exception -garantis aux

gens de Saas en bonne et due forme).

Les gens de Saas, c’est un peu les H érém ensards du

Haut-Valais, une race à part.

Quand les inondations laissaient derrière elles une couche

de cailloux d’un m ètre ou plus, ils creusaient des tra n ­

chées jusqu’à l’humus, enlevaient celui-ci, b ou rraient les

cailloux dans le fossé et étalaient à la surface la bonne

terre reprise à la m ontagne. P our les semailles... jusqu’au

prochain désastre !

Au vrai sens du m ot, ces gens de Saas o n t reto urn é la

vallée, changé l’anatomie de ce pays décharné parfois

jusqu’au squelette. Q ui p o u rra it évoquer ce poids de

prières, de deuils, de luttes, de misères, la constance, la

volonté frénétique de cette population, sans to m b er

dans le pathos ? Moi -pas, s u rto u t aujo urd ’hui q u ’ils ont

gagné, q u ’ils s’en tiren t mieux.

La où les m ontagnes vous tiennent en haleine, comme

au val de Saas, les gens se serrent les coudes. A juste titre.

Pierre Imhasly.

C'est de la cabine à son fil

Que j’ai vu l'espace dessous

L ’espace vide, sans profil,

Et la neige immense partout.

C ’est aussi dans cette cabine

Que ta présence était venue

Joyeuse, rayonnante et fine

Comme une aubaine suspendue.

Mais pour te joindre, il a fallu

Glisser, glisser dans la poursuite

Mon cœur déjà n’en pouvait plus

De vouloir briser cette fuite,

Et ta chute fu t un bonheur !

René Borchanne.

(30)

Promenade

géologique

à Saas-Fee

D a n s les ré g io n s m o n t a g n e u s e s des E t a t s - U n is o n t r o u v e , fixées a u b o rd des r o u te s , des ta bles d ’a l u m i n i u m sur lesquelles f i g u r e n t des re n s e ig n e m e n ts ■sur la géologie et la glaciologie de l’e n d r o i t . Les to u r is te s les ap p ré c ie n t.

E n Suisse, u n e p r o m e n a d e géologi­ q u e 'a aussi été créée au Säntis p a r le p ro f e s s e u r H . H e ie r l i, et u n e deuxièm e, d u m ê m e gen re, existe m a i n t e n a n t à Saas-Fee. Elle c o n d u i t de F e ls k in n à P l a t t j e n p a r la ca b a n e B rit a n n ia . Elle a été installée p a r le soussigné avec l ’aide de la S o ciété de d é v e lo p p e m e n t. V i n g t tables explicatives o n t été fixées a u x r o c h e r s . U n guide q u e l’o n p eu t o b t e n i r a u b u r e a u de l’O ffic e d u t o u ­ ris m e expose les c o n d i tio n s géologi­ ques, m i n é r a l o g iq u e s e t p é t r o g r a p h i - ques de la ré g io n .

S u r la place d u village o n a r é u n i un g r o u p e des plus belles ro c h e s de Saas- Fee. C ’est de la sau s su rite sm arag d ite G a b b r o avec de m a g n ifiq u e s cristaux v e r t clair de h o r n b l e n d e (en E uro p e, o n n e les t r o u v e q u e dans la p a r o i sud de l’A lla lin h o r n ) ; c ’est u n epidot a m p h ib o liq u e a v e c de b e a u x cristaux v e r t s o m b r e d ’a k t in o li th e , q u ’u n héli­ c o p t è r e a ra m e n é s de la m o r a i n e du g lacier de Fee. U n a u t r e b lo c de ser­ p e n t i n e v ie n t de F els k in n .

A F e ls k in n m ê m e , u n e c o lle c tio n de ro c h e s de Saas-Fee e t de m i n é r a u x des e n v i r o n s e s t exposée. Ses é lé m e n ts on t été rassem blés p a r des oristalliers du village et p a r le soussigné. D e u x cartes géologiques établies p a r le professeur B e a r t h i n t r o d u i s e n t à la géologie lo­ cale.

C e t e n sem b le : p r o m e n a d e , collec­ tio n s, ex p o sitio n s v o n t sans n u l doute f o r t i f i e r la co n n a issa n c e et la c o m p r é ­ h e n s io n de la n a t u r e .

D r phil. J. Kopp.

Références

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