Reflets du Valais No 8 A o û t 1974 Le num éro 3 frs I nnee
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U n n o m b r e im p o r t a n t d ’investisseurs g r o u
p e n t leurs a p p o r ts afin de p l a c e r les avoirs
ainsi ra sse m b lé s selon le p rin c ip e de la r é p a r
tition des risques et d ’en c o n f ie r la gestion à
des spécialistes.
C ’est ainsi q u e so n t c o n stitu é s les f o n d s de
p l a c e m e n t, d o n t o n d istin g u e d e u x g ra n d e s
ca tég o ries: les fo n d s p o u r v a le u rs m obiliè res
et les fo n d s im m obiliers.
Les a v a n ta g e s p o u r l ’in v e s tis s e u r
1. R é p a r t i t i o n des risques. L es p la c e m e n ts
des f o n d s p o u r v a le u rs m o b iliè re s d o iv e n t être
r é p a rti s selon les d éb iteu rs, sociétés, secteurs
é c o n o m iq u e s , p a y s et m o n n a ie s et ce ux des
fo n d s im m o b ilie r s selon l’i m p la n ta t io n et le
ty p e des im m e u b les. C h a q u e p a r t de fo n d s est
ainsi to u t à fait re p ré s e n ta t iv e de la c a tég o rie
de p l a c e m e n t c o r r e s p o n d a n te .
2. C h o ix et surveillance. Des spécialistes
so n t c h a rg é s de la sélection des titres et des
im m e u b le s ainsi q u e de la s u rv e illa n c e p e r m a
n e n t e des p la c e m e n ts . C ’est e n p a r f a i te c o n
n a is s a n c e de c a u s e q u ’ils p r e n n e n t leurs d éc i
sions.
3. S im plifica tion. L e p o r t e u r de p a r t s de
fo n d s p o u r v a le u rs m o b iliè re s est d é c h a r g é
n o n s e u le m e n t des décisions de p la c e m e n t et
de leu r e x é c u tio n , m ais aussi de la v é r if ic a
tion et de la c o m p ta b il is a t io n des d é c o m p te s
relatifs a u x a c h a ts , a u x ventes, au x b o n i f i c a
tions de c o u p o n s , etc. S’il po ssèd e des p a r ts
de fo n d s im m o b iliers, il est en o u tre libéré des
n o m b r e u x t r a v a u x q u e c o m p o r t e la g é r a n c e
des im m e u b le s.
4. V a l e u r facile à ca lculer. C o n t r a i r e m e n t
a u x p o s itio n s m u ltip le s d ’un p o rte fe u ille indi
viduel, les p a r t s d 'u n f o n d s n 'o n t q u ’un seul
cours. Il est d o n c facile de c a lc u le r q u o t i d ie n
n e m e n t la v a le u r d ’un p la c e m e n t.
5. P l a n d 'in v estissem en t. Q u i c o n q u e désire
investir ré g u li è r e m e n t d a n s un fo n d s de p la c e
m e n t p e u t c o n c l u r e u n p l a n d ’investissem ent.
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In u tile de dire que j’apprécie sincèrement « T reize E toiles » et le trav a il d ’artistes de vos co llaborateurs, et m o n a d m ira tio n p a r tic ulière p o u r O sw ald R u p p e n et son grand talen t. P o u r vous, p o u r eux et p o u r lui, mille et u n com plim ents.
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1920 M a rtig n y , avenue de la G a re 19Etudes, tém oignages et d o c u m e n ts p o u r serv ir à l’histo ire dtf Valais C ollection dirigée p a r A n d ré D o n n e t
VOLUM ES PARUS
1. Edm ond BILLE. Jeunesse d ’un peintre (1878-
1902). Suivi de ses « Heures valaisannes ». Mémoi
res présentés par S. C orinna Bille.
Un vol. de 3)18 pages, illustré de $ portraits par Edm. Bille.
1962. Fr. 25.—
2. H e n ri M IC H E L E T . L’inventeur Isaac de R ivaz
(1752-1828). Ses recherches techniques et ses ten
tatives industrielles.
Un vol. de 3/95 pages, illustré de 5 hors-texte et de 21 figures.
1965. Fr. 30.—
3. Mémoires de Louis Robatel (1788-1877), officier
valaisan au service d ’Espagne, puis de France.
Publiés p ar André Donnet.
U n vol. de 296 pages, avec un portrait. 1966. Fr. 30.—
4. Documents relatifs aux capucins de la province de
Savoie en Valais (1603-1766). Publiés p a r Jean-
Paul H a y o z et Félix Tisserand, ofm cap. )
U n vol; de 182 pages, illustré de 16 planches. 1967. Fr. 25.—
5. Charles-Emmanuel de R IV A Z . Mes Souvenirs de
Paris (1810-1814). Publiés p a r Michel Salamin.
U n vol. de 342 pages, avec un portrait de l’auteur. 1967. Fr. 25.—
6. Paul S A U D A N et N o rb e rt V IA T T E . Lettres -
Textes inédits. Précédés de « Témoignages ». Let
tre-préface du cardinal Charles Journet.
U n vol. de 380 pages, illustré de 8 hors-texte. 1968. Fr. 30.—
7. Emile BIOLLAY. Le Valais en 1813-1814 et sa
politique d ’indépendance. La libération et l’occu
pation d ’un département réuni.
Un volume de 551 pages. 1970. Fr. 35.—
8. 9. 10. A ndré G U EX . Le demi-siècle de Maurice
Troillet. Essai sur l’aventure d’une génération 1913-
1970.
Trois vol. vendus ensemble (297, 336 et 250 pages. Frontis
pice). 1971. Fr. 88.—
11. Pierre D E V A N T H E Y . La Révolution bas-valai-
sanne de 1790.
Un vol. de 475 pages, avec huit hors-texte. 1972. Fr. 35.—
12. Anne T R O IL L E T -B O V E N . Souvenirs et propos
sur Bagnes.
1 vol. de 264 pages. 1973. Fr. 25.—
13. Correspondance relative à l’adolescence de Maurice
Troillet. C ent cinquante-trois lettres (1889-1904)
choisies, annotées et présentées p a r A ndré Donnet.
1 vol. de 284 pages, illustré d’un hors-texte. 1973. Fr. 30.—
P a r a ît à M a r tig n y le 20 de c h aq u e m ois E d ite u r responsable : G eorges Pillet, M a rtig n y F o n d a te u r et p ré sid e n t de la com m ission de r é d a c tio n :
M ' E d m o n d Gay R é d a c te u r en chef : Félix C a rro z z o Secrétaire de r é d a c tio n : A m a n d B o ch ata y C o lla b o ra te u rs -p h o to g ra p h e s : O sw ald R u p p e n , R e n é R i d e r A d m in is tra tio n , im pression, e x p éd itio n : I m p rim e rie P illet S. A., aven u e de la G a re 19, 1920 M a r tig n y 1 / Suisse A b o n n e m e n ts : Suisse F r. 33.— ; é tra n g e r F r. 38.—
le n u m é r o F r. 3.— C hèques p o s ta u x 19 - 4320, Sion Service des annonces : P ublicitas S. A., 1951 Sion, té lé p h o n e 027 / 3 71 11 L a rep ro d u ctio n de textes ou d ’illustrations, même partielle, ne p eu t être fa ite sans une auto risatio n de la rédaction
24e année, N ° 8
A oût 1974
Sommaire
Sons de cloches U n b o n cousinage U n c o u v e n t en lib e rté dans les m ayens Le c h a n t d u p ère L e ttr e d u L ém a n B ridge H id d e n b e a u ty W o die M en sc h en z u s a m m e n rü c k e n Là o ù les gens se s e rre n t les coudes B o n h e u r P ro m e n a d e géologique à Saas-Fee
D e r K apellenw eg v o n Saas-Fee Lie la gerbe des plaisirs Les m o in e a u x de l’A rv è ch e S c u lp te u r de ch ez no u s P o tin s valaisans M o ts croisés
■
T reize E to iles-S ch n u p p enF ête des costumes T o u ris m e, p e tite re v u e m ensuelle U n s ere K u r o r t e m eld en L ’Ecole de Savièse U n m ois en Valais Le liv re d u m ois D as B u ch des M o n ats L ’h u m a g n e ro u g e
N otre couverture : Procession <3 Saas-Balen Photos Aubert, K opp, Ritler, Ruppen, Starto, Supersaxo, TC S, Tburre, U VT, Vaipresse
Un bon cousinage
Le tourisme se nourrit de touristes et doit en principe
nourrir les Valaisans.
Le touriste, en principe, v it de notre air pur, de nos
fruits, de nos vins, de notre pain et il nous apporte en
contrepartie le mark, le franc, le dollar, la lire, le florin
qu’il a gagné par son travail dans son pays.
Le Valaisan, en principe, accepte en remerciant le flo
rin, la lire, le franc, le mark, le dollar... et le transforme
en nourriture pour sa famille, en poste de télévision, en
routes, en écoles, en im pôt pour son cher pays.
Le touriste et le Valaisan se rencontrent parfois, au gui
chet de la poste, aux stations-service, au bureau de la
société de développement, à l'épicerie. Chaque rencon
tre d'un indigène lui donne l'occasion de sortir son
porte-monnaie.
L ’indigène rencontre parfois le touriste au magasin, à
la poste, à l'épicerie. Chaque fois, il a la chance de
pouvoir lui dire merci ou thank you, grazie, danke,
accompagné d'un tintement de tiroir-caisse.
Le tourisme est un lien puissant entre les hommes,
dit-on.
N o n , pas encore.
Mais il deviendra un bon cousinage quand les relations
passeront aussi par le cœur et l'esprit.
Un couvent
en liberté
dans
les mayens
Texte Pascal T h u rre
P hotos Vaipresse
Jean X X I I I eut aimé ces images mon
tra n t des religieuses non seulement pros
ternées derrière les grilles d ’un couvent,
le visage entre les mains, à cent lieues du
monde, mais débordantes de soleil et de
joie, louant le C réateur dans l’ivresse
cham pêtre des mayens valaisans !
Cette escapade bucolique, réalisée avec
« la bénédiction des supérieurs », c’est
celle que vient de vivre une partie du
couvent de la Visitation à Soleure où
l’on trouve d ’ailleurs plusieurs Valai-
sannes, à commencer p a r la Mère supé
rieure, Sœ ur M arie-Jacqueline.
Franchissant allègrement la clôture con
ventuelle en soulevant leur robe grise
pour mieux sauter, ces religieuses ont
gagné à l’heure des vacances l’alpage de
Biollaz dans les mayens de Conthey.
Il semblait dès lors que du mélèze au
bouton d ’or, de l’écureuil au to rren t tout
ce que le Seigneur a fait de merveilleux
se réjouissait avec elles. Jam ais les v a
ches de l’alpage n ’ont donné au tan t de
lait, à en croire le from ager Innocent
Vergères, ta n t il est vrai que les révé
rendes sœurs associent avec une ardeur
nouvelle la création to u t entière à
l’office.
Il est vrai que certaines d ’entre elles
n ’étaient jamais sorties du couvent de
puis leur entrée il y a vingt ou trente
ans.
N os cloîtrées, to u t en m aintenant le
rythm e de prières qu ’elles avaient au
couvent, se sont mises à garder le bétail,
à apprendre à traire et à fabriquer le
fromage.
C ’est le « C antique des cantiques » en
pays valaisan.
th
Le chant du père
La mère est absente et l’enfant dort. La p o rte s’est
refermée sur l’épouse redevenue femm e dans son emploi
urbain. Le père est présent et l’enfant dort. T o u t à son
œuvre, face au panneau blanc, devant la fenêtre où se
devine un nouvel horizon. C ’est l’enfant qui réclame
cette présence virile, consentie à l’épouse plongée dans
ses activités anciennes. E t l’ho m m e s’affirme vraim ent
créateur dans le geste du crayon qui crisse, vraim ent
père dans ce silence m o m entané que lui offre l’enfant
endormi.
Nouvelles dimensions. La toile se fa it plus pro
fonde, abîme de joies nouvelles. L ’enfant ou
vre des espaces étranges, le tableau se remplit
de sa chaleur, l’œ uvre se prend à resplendir
de la présence inédite. Le fu g itif crayon ins
talle désormais un avenir définitivem ent réa
lisé.
Le prem ier cri surprend lorsque l’enfant est engendré,
enfin fait de chair et de chaleur. Le cri matinal aussi
surprend le geste suspendu devant la toile, même s’il
est attendu. G ravir l’échelle de la paternité jusqu’au cri
qui s’éteint lorsque la bouche s’étire et se détend. Le
père est déjà près de lui, sourires offerts et partagés.
Tout se passe comme si, et c’est vraim ent ainsi, rythm e
de passacaille, le thèm e se répète, repris et surpris sans
cesse, sans cesse modifié, et p o u rta n t le même à chaque
m ouvem ent. L’enfant levé se dresse, crie un instant
effacé par la main paternelle, étonnée de la force q u ’elle
ne contient plus to u t à fait. Les langes sont prêts, là déjà,
to u t proches de la main qui sait le geste habituel, il ne
sera pas hum ide longtem ps de sa faiblesse d ’enfant. Il se
laisse agir détendu. La jambe, si elle se jette dans le vide,
aide un peu le bras du père. E t le regard s’allume, du
père et du fils, dans la fenêtre bleue du ciel, le soleil
aussi illumine. T o u t est bleu soudain. A ffleurent les
sourires, la mélodie est belle dans le silence des corps qui
se plient au gré des plaisirs partagés. La force est donnée,
absorbée dans le désir de voir, nuque à peine soutenue,
œil noir de n ’avoir pas to u t vu, vierge de to u t ce qui
entoure.
C ’est le père qu’il voit, mais déjà il regarde
au loin, c’est l’enfant qu’il regarde, mais déjà
il voit plus loin. Il regarde par-devant lui,
comme au-delà du père qui n’arrête pas de
regarder le fils et de se souvenir du futur,
comme si l’instant n a tif déjà dissolvait le pré
sent et plongeait dans l’avenir.
La chaise est là qui attend au-delà du bois m eurtri par
les années. Renouvelée aujourd’hui selon le rite ancestral
de la cérémonie quotidienne, la chaleur du repas recrée
la symphonie du m onde à jamais nouveau, à jamais lui
aussi recréé par les instants où s’assiêd l’enfant dans
l’attente de la n o u rritu re offerte par le père, donnée par
le père. Au b o u t de la main, qui seule attire le regard
attentif de la faim, comme un prolongement nécessaire
et attendu, se répand et se donne l’énergie de vie, déjà
bue et avalée, mais les yeux réclam ent un supplément
de vie, toujours insatisfaits du geste ordonn é et tro p
lent. Le ry th m e peu à peu s’installe, qui coordonne les
deux souffles, qui ajuste la main aux mains qui dem an
dent. L’enfant se calme et se détend, le père, cérémo-
niaire des jours, saisit le désir co ntenu de la bouche et
consent au don renouvelé de la vie. Tous deux s’ouv re n t
aux horizons futurs, c’est le grandissement qui s’accom
plit dans l’acte générateur et quotidien.
Mais la mère n ’est pas là, l’enfant la désire.
La parole mâle a instauré l’échange multiple
du couple qui réalise la vie dans le temps
ordonné à l’enfant, et l’enfant sourit à la pré
sence du père, au retour de la mère attendue,
dans le bonheur étreint d ’appartenir aux deux,
également, uniform ém ent, dans les surprises
partagées, dans les cris offerts, dans les gestes,
chaque jour, sous le regard du père, sous le
regard de la mère.
Car l’enfant est là, troisième, qui les prolonge tous les
deux, un à un lorsqu’ils co n tinu ent à l’engendrer to u r à
tour, ou les deux ensemble lorsqu’ils l’o n t fait et q u ’ils
le font encore. Dans j ’échange des travaux, échange des
peines, des joies aussi, des bonheurs surpris dans les
gestes soudains qui s’affirm ent et s’articulent. Dans
l’amour entre eux trois par le couple m ultiplié et
L’a u t r e jo u r , r o u l a n t en taxi, je d e m a n d a i au c h a u f f e u r si ceu x du tr o is iè m e âge b é n é fic ie n t, c o m m e s u r le rail e t au c in é m a , d ’u n e r é d u c t i o n de ta rif. Le ch a u ffe u r é t a i t de b o n n e h u m e u r . M o i aussi. J ’allais c o m p li m e n t e r d e u x jo u v e n ceau x f r a îc h e m e n t unis. La soirée s’a n n o n ç a i t b ie n : il p le u v a it a t r o cem ent. P o u r t a n t , il p r i t f o r t m a l la chose ou, p l u t ô t , il ne la p r i t pas d u to u t .
— O n v o i t q u e v o u s êtes dans les b ien-lotis...
P o u r b e a u c o u p de n os c o n t e m p o r a i n s , nés à u n e d a te m o y e n n e d u siècle, les aînés s o n t privilégiés ; ils t o u c h e n t u n e m e n s u a lité q u e le u r i m a g in a tio n m ultiplie plus dé d o u z e fois p a r an. Il en est, n o m b r e u x , q u i se d e m a n d e n t :
— Q u ’ont-iils fa it p o u r m é r i t e r ce p a c to le ?
— P a c t o le ? N e re n v e r s o n s pas les rôles. O n a f i d è le m e n t p a y é des taxes et des i m p ô t s rebelles à t o u t e concession. La C o n f é d é r a t io n , le c a n t o n , la c o m m u n e o n t , de lo n g u e s années d u r a n t , rivalisé d ’é m u l a t i o n p o u r f o r c e r l’a d d itio n . Les a n n u ité s exigées p o u r m é r i t e r plus t a r d d ’h o n n ê t e s fins de mois n o u s p a ra issa ie n t d ’u n e lo g iq u e in c o n te s ta b le . Les b arèm es, rigides et froids, a v a i e n t le d e r n i e r m o t . E t, à la m o i n d r e c o n t e s t a t i o n , à la m o i n d r e te n ta tiv e d ’ass o u p lis sem e n t de règles sans âm e, n o u s encaissions (c’é ta it bie n n o tr e t o u r ) des r é a c tio n s sans e sp rit. N o u s s o r tio n s p a r la p o r t e de service, confus, c o n t r it s , t o u t cois.
C h e z les a rg e n tie r s de t o u t poil, les m illio n s n e se c o m p t e n t q u ’à la sortie. La s t a ti s ti q u e n ’a q u ’u n sens. Il est v ra i q u e les re n tré e s , c o m m e o n d it, t r o u ven t d ’im m é d i a ts em p lo is ; elles o n t le d é b o u c h é facile, avec la c o m p lic ité de g ra n d e s associations qu i n e laissent ri e n passer.
C e u x d u tr o is iè m e âge o n t fa it le u r p a rt . J e le croyais, d u m o in s, a v a n t d’e n t e n d r e m o n c h a u f f e u r de ta x i q u i n ’e n , d é m o r d i t pas lo r s q u e je te n t a i de justifier les espoirs de ces dizaines de m illiers de c o n t e m p o r a i n s q u i o n t c onnu, eux, des sem aines de plus de q u a r a n t e - h u i t h e u re s , des vacances de m oins de six jours, q u i o n t v é c u des m o is et des m o is de r a t i o n n e m e n t , p a r a l lèlem ent à d’a u tre s épreuves.
C ela est h u m a i n . D ’a u tre s pays o n t c o n n u des ép reu v es plus cruelles q u i nous f u r e n t épargnées. C ela se paie. N o u s pay io n s, n o u s, s im p l e m e n t des cotisations q u i p r e n a i e n t le b o n c h e m in , celui de la p ré v o y a n c e .
Il f a u t a v o i r v u les pays to u c h é s p a r la g u e r r e et p a r des ép re u v e s qu i ren d a ie n t im p o ssib le l’é ta b lis s e m e n t d ’u n b u d g e t , fû t - i l b a l b u t i a n t ; il f a u t avoir r e n c o n t r é les co rtèg es de c h ô m e u r s , sans fin, sans b r u i t, sans excès, dans les rues de g ra n d e s villes é tra n g è re s ; il f a u t a v o ir p a rlé avec ces gens q u i ne se d o n n a i e n t n u l l e m e n t en spectacle.
. C ’est le passé, d ir a - t - o n , mais c ’est aussi l’év id e n c e — celle q u e refuse l’égoïste. Les bénéficiaires d e l’A V S o n t p ay é leurs c o tis a tio n s sans défail lance. D es facilités é t a i e n t c o n sen ties à l’a v a n t a g e de ceu x q u i en a v a ie n t v u de rudes et d o n t la r e t r a i te a v a it la r a i d e u r d ’u n e o r d o n n a n c e fédérale. L ’in d e x lui, est plus s o u p le d an s son ascension. L ’in f la t io n sévit, t o u t e s ailes au v e n t .
L e m o m e n t n ’est pas v e n u d ’é v o q u e r é g a le m e n t la f la m b é e des co tisa tio n s mensuelles de l’ass u ran ce m a la d ie dans le c a n t o n de V a u d . Les ta rifs officiels d’h o s p ita lis a tio n y s o n t p o u r q u e l q u e chose e t aussi c e u x q u e n o u s a p p e lle ro n s p r u d e m m e n t les in t e r m é d ia i r e s e t d o n t l’i n t e r v e n t i o n , t a n t désirée e n des cas m u ltip le s , est in é v ita b le , t o u t c o m m e le s dragées e t les pilules en « ose » et en « ide » q u i g u é risse n t t o u t , sauf les plaies d ’a rg e n t.
T o u t sé paie, disait n o t r e c h a u f f e u r de taxi, en caissan t u n f o r f a i t q u i nous p a r u t , s u r - le - c h a m p , au-dessus de la m o y e n n e . Mais les privilèges se paient aussi, a p p a r e m m e n t . Le n ô t r e é t a it im m e n s e , f l a g r a n t a u x y e u x de petits esprits. C o m m e c e t a u t r e aigri, c o n d u c t e u r de tr o ll e y b u s , à q u i je reprochais sans fracas e t le plus lo g i q u e m e n t d u m o n d e , m ’a -t - i l sem blé, de faire de l ’e s p r it aux d épens d ’u n e je u n e A lé m a n iq u e en q u ê t e d ’u n d é ta il de parcours e t q u i f i t u n e lo u r d e allu sio n à l’a b o n n e m e n t à t a r if r é d u i t o f f e r t à la clientèle a u x te m p e s arg en tées. C ’est t o u t ju s te si les e n tre p ris e s officielles de t r a n s p o r t n e s’e n t e n d e n t pas r e p r o c h e r d e v e n d r e des a b o n n e m e n t s à d e m i- tarif a u x plus de s o i x a n te - c in q ans. L ’u s u r p a t i o n , a u x y e u x de q u e lq u e s-u n s, est t o t a le ; ils se r a ie n t plus à l’aise d a n s des c o m p a r t i m e n t s m o in s peuplés, même si les facilités c onsenties e n g a g e n t ceu x q u i en b é n é f i c ie n t à r e n o u v e le r l’expérience, à é t e n d r e le p a rc o u r s .
C e q u i est b o n m a r c h é , c ’est la lo g iq u e à b o n c o m p te . Le fisc, lui, a c c o rd e aux b énéficiaires des re n te s m e nsuelles de l ’A V S le p riv ilè g e d ’u n e assim i lation à de simples .revenus. D a n s le c a n t o n de V a u d , t o u t au m o in s, q u i donne la m a in à je ne sais plus q u e l a u t r e t e r r i t o i r e o ù l’o n n e c h a n t e pas fo rc é m e n t : « Y en a p o i n t c o m m e nous... » _ •
P. t.C U
-le bridge
Ipso facto
P o u r ch an g er u n peu, voici deux p etits p roblèm es de logique p u re. La célèbre joueuse américaine D o r o t h y H a y d e n T ru s- c o tt, q u i épousa n aguère le r e n o m m é c h r o n iq u e u r du « N e w Y o r k Tim es », nous a co n té l’h istoire d u p re m ie r dans son « W in n ing D eclarer P lay », que v ie n t de pu b lier R o b e r t H a ie à Londres. * A R D 3 R 6 * A 5 3 * 8 6 5 4
N
w E S * 7 Ç? A V 9 8 7 4 2 <> 9 7 * 7 3 2I
Les enchères, norm ales et sans v u ln é ra bilité, m o n te n t ainsi ju sq u ’à la m an c h e de M. Sud : W
1 *
N1 >
3Ç> s2<?
4 ÇP La gauche e n tam e trèfle, du R oi, p o u r le 10 d u sien. L ’As, le V alet et le 9 suivent, su r lesquels l’a u tre f o u r n it la D am e, puis écarte t o u r à t o u r les 2 de piq u e et de carreau . A près av o ir coupé, le d e m a n d e u r m o n te au R o i d ’a to u t du m o r t, chacu n fo u r n it, et joue u n e deuxièm e fois a to u t : le 10 to m b e à d ro ite . F a u t-il faire l’impasse à la D am e o u bien c h e rc h e r le parta ge ? Les données d u p ro b lèm e d ev raie n t vous p e r m e ttr e de le résoudre en u n t o u r n e-C elui-ci est plus délicat. E t je tire m o n ch apeau à ceux qu i tr o u v e r o n t la réponse sans b arguigner.
N o u s som m es au m a tc h o p p o sa n t l’é quipe de Fra nc e à celle de N o u v elle-Z é- lande, lors de la ré ce nte X X e C o u p e des Bermudes, à Venise. * A 7 A V 9 5 2 * 9 6 4 3 * D 10 * R V Ç? 6 3 * D V 10 8 * 9 7 6 5 2
La paire française Szvarc-B oulenger en N S dem ande le p e tit slam à sa n s-a to u t au term e de ce dialogue : S 2 s.a. - N 3 Ç?, 3 s.a. - 5 s.a., 6 s.a. ! Le N éo-Z élandais R . P. K e rn e n tam e le coup, de la D am e de carreau, p o u r le 5 d u p a rte n a ire e t le 7 du d e m a n d e u r Jean-M ichel Boulenger, qui laisse d o n c passer cette p rem ière levée. De quelle carte a tta q u ez -v o u s la suivante ? P. Béguin.
N W E
S
Hidden beauty
It would not be surprising if nobody ever ventured into
the Saastal above Visp. Where the m ilky waters of the
Saaser Vispa emerge from a deep gorge to meet the M at
ter Vispa, the village of Stalden rises in tiers on the steep
slope. N obody could guess that some 13 kilometers from
this narrow gap in the mountains, there lies a sunny
valley in which are bedded the four charming villages
of Saas Baien, Saas Grund, Saas Fee and Saas Almagell.
A stone ax and other objects found there, indicate
that people have lived in this valley, or at least passed
through it and over the Monte Moro pass to the Valley
Anzasca in Uupper Italy, since 2000 B.C. Later, smug
glers used this route. It took eleven hours to w alk from
Stalden to Macugnaga in Italy. But there was no road
and most travellers avoided passing along the dangerous
gorge. They preferred to climb from Visp to Visperter-
minen and Gspon and take the path to Saas Balen which
skirts the river high above its right bank. In recent years,
this path has been improved to become the lovely « H ö
henweg » trail, most appreciated by hikers.
In 1300, Count Blandrade from Visp sent farmers
from the Anzasca Valley to settle in the Saas Valley,
perhaps because its original inhabitants, called the Wal
ser, had emigrated. To this day, historians have not yet
found out w h y the Walser went to Macugnaga in Italy,
to Bosco Gurin in the Tessin, to Davos and Vais in the
Grisons, and even to the Vorarlberg in Austria. Wherever
they went, they settled in highlands and built wooden
houses in the style of their home valley. They cleared
forests, not to cultivate the land, but to gain grassland
to raise cattle. A nd to this day, they are faithful to these
ancestral customs, speaking the ancient germanic dialect
of the Upper Valais and wearing their national costume
in the midst of foreign peoples whose language is Ro-
manch, Italian or German. These groups of Walser keep
in I touch and hold meetings in Saas Fee, so as to keep
alive their 'ancient culture.
The first tourists to visit the three villages down in
the Saas Valley were botanists who came in 1795, follow
ed by artists, including painter Alexandre Calarne. In
1860, tw en ty years old W hym per went there to draw
the Weissmies mountain. This was the start of alpinism
in this grand site of mountains reaching 13,000 ft. above
sea level.
As no hotels existed, travellers had to lodge with the
village priest. Some were badly received, as climbing the
glaciers was daring God. But the priest of Saas Grund,
Johann Josef Imseng (1806-1869), who climbed the
mountains himself to collect plants, received these strang
ers and even served them as guide. In 1833, the first
inn called « Sonne » was built in Saas Grund, followed
by tw o hotels tw en ty years later. But for quite some
years, the now famous resort Saas Fee remained a cow
pasture, from which it derives its name. Vieh, pro
nounced Feh in the local dialect, means cattle.
All four villages have now become busy summer and
winter resorts. N ew chalets and hotels are built in a style
adapted to the surroundings, but the visitor finds there
heated indoor swimming pools, ice rinks, tennis courts
and a great number of cable lifts and ski tows. From
Saas Fee, some of these reach the high snow fields where
skiing can be practiced the whole year round. Summer
guests w ill find a wide net of well-kept hiking paths,
while trained mountain climbers can hire guides for
excursions to the snow-clad summits.
A good motor road now leads up the whole valley
to the artificial lake of Mattmark in its uppermost
stretch. Just after Saas Grund, another road branches
off and a ten minute drive leads to the car parks in the
outskirts of Saas Fee, for no traffic is allowed in the vil
lage. Before this road was built, people had to climb up
there on a narrow, steep footpath, called the path of the
chapels, starting at about a kilometer after Saas Grund
at 1559 meters above sea level. Fifteen oratories of the
Rosary were built along this path in 1709 in the Baroque
style of Italian church builders. Behind their wrought-
iron grill, the figures are dressed and placed like actors
on a stage. A t the top of the path stands the Kapelle der
Hohen Stiege — Chapel of the High Stairs — whose
white-washed walls seem to grow out of the grey rock.
Its altar piece shows the crowned Virgin.
A few steps behind this chapel, one suddenly gets
stunned by the marvelous view of Saas Fee nestling at
1800 meters above sea level in a circus of Alps glistening
under a dark blue sky.
S a a s - G r u n d
Harrêêê, Harrêêê, Harrêêê, ich soll von dem Saas erzählen ! Von den Glet-
scher-Sarazenen, die fü r sich in A nspruch nehm en, nicht Leute, sondern
Saasini zu sein ?
N u n denn, soil’s m it den w u nderth ätig en weissen Kapellen beginnen, mit
den Kreuzen, O ratorien, Bethäusern, blutschw itzenden Mirakelbildern, mit
ihrer vertikalen Last, der aufrechtstehenden M üh u nd Sorg un d Plag. Oder
m it den Druidensteinen, m it dem katechetischen Animismus, m it den ver
botenen Tänzen auf dem Seng-, der verschwundenen Stadt auf dem Siwi-
boden, m it ihren schönen M ädchen, die n u r einmal im Leben zu sehen
waren, m it den fluchgetroffenen Weiden und M atten und der M attm arkhex,
die auf dem Wasser zum Leman ritt.
D er einsame, schweifende Alexander Burgener, seine Passion und die hin
terhältigen Berge m üssten darin sein, d er Zurbriggen müsste darin sein, der
kleine H ans aus Baien, fescher T am b o u r un d seine Trom m el, die er wie
ein feurig Weib im tiefen Wald bespielt. O der der from m e H otelier-Pfarrer-
B ergführer J o h an n Joseph Imseng, im M attm arksee ertru nken, m an weiss
nicht wie u nd nich t warum . Das alte H a n d w e rk müsste darin sein, die alte
M arktlust u nd der neue Geschäftssinn. M it dem begandeten Baumeister und
A rchitek ten Jo h an n Joseph A nde n m a tte n müsste m an etwas machen, mit
seiner T rom pe-l’œ il-R otunde, dem schneeigen Kleinod von Saas-Balen, das
dasteht, dam it die Saaser ihren V oreltern « dankbar, seyen und die ewige
R u he winschen können, dan sie h a t m anchen mieden R u ck und Schweis-
stropfen gekostet ». O d e r m it der begnadeten Weltcup-Bernadette, welche,
von T ransparenten herab, des Verkehrsvereins Gäste in effigie grüsst.
Wo die Menschen
zusammenrücken
Soll vom M attm arksee u nd seinen achtundzw anzig A usbrüchen die Rede
sein oder von den achtundzw anzig Gletschern u nd den höchsten Berg
spitzen, die Saas-Grund um zäunen ? Soll Saas-Fee die K rone gegeben
werden, dem Paradies fü r Leute, die in die Berge fahren, u m m it ihnen
etwas anzufangen, jenes Saas-Fee, das als S p itzenk uro rt u n te r dem G üte
zeichen « Perle der Alpen » w eltb e rü h m t geworden ist — oder soll das gute
Dutzend schm achtender Weiler evoziert werden, die das D o rf Eisten aus
machen und — ausser auf L andkarten — nirgends besonderen V erm erk
erhalten : Bergji, Resti, R affgarten, Zen Eisten, Zen Schmiden, Blatten,
Randfluh, Im ah orn , Hutegg, Bifig, Erl, Eye, Stellinen heissen sie (und o b ’s
nun wirklich alle sind, weiss ich nicht) ?
Soll von den N aturgew alten u nd Schicksalsschlägen, von dem Steinschlag
als « gefahrvoller Gefahr », von dem wilden Schnee, der die tödlichen La
winen bringt, von Gletscherabbrüchen, von Bach-, Fluss- u nd Seeausbrü
chen, von Wasser- und von W in te rn o t un d Tod die Rede sein — oder nicht
vielmehr der starke Gemeinsinn der Leute g erü h m t werden, Gemeinsinn,
der nie verzagte und diesen Gefahren endlich Meister wurde, sie m it Ga
lerien und V erbauungen gebannt hat, aus dem kargen ein Touristen- Land
werden liess !
Nach 1633 vermeldete der C h ron ist : « Laut jam m erten wieder die schwer
verunglückten Thalbew ohner auf ; sie blickten m it th rän en dem Auge zum
Himmel, ihrem jenseitigen Vaterlande,, em por und schwuren ein frommes
Gelübdt : auf vierzig Jahre fo rt m it dem Tanzen, fo r t m it dem Spielen, fo rt
mit den Mahlzeiten. — U nglück m acht aus uns bessere Menschen, U nglück
führt uns zu m H im m el. Von diesem Gelübde haben den U rsp ru n g die hier
im Thale gefeierten Feste des hl. A ntonius von Padua, des hl. Franziskus
H a n d w e b e r i n i n S a a s - G r u n d I n d e r a l t e n K i r c h e n v o n Sa a s -B al e n
Xaverius, des hl. Nikolaus. Beten und Feste halten ist gut, wenn dabei auch
die Sünden unterlassen, und die öffentlichen Ärgernisse eingestellt werden. »
Die da nie gerade ein leichtes Leben hatten, haben eine kriegerische A hn en
galerie, sind ungeklärten Ursprungs u n d H e rko m m e ns : Salassi populi aus
dem Volk der Ligurer, Kelten, versprengte Sarazenen, Alemannen, welche
die hintersten und die höchsten Pässe des acht Stunden langen Tals besetz
ten. Als W appentier müsste m an ihnen das M urm eltier geben. M urm eltier
gebraten, gesotten, gedörrt. M urm eltier, das gezüchtet, gehegt un d gepflegt,
im W inter abgefallt und nach genauem Verteilplan an die H aushaltungen
abgegeben w urde (und verschiedene eidgenössische Jagdgesetze mussten den
uralt verbrieften R echten der Saaser zu diesem Behuf Ausnahm en zuge
stehen).
Sie sind ein bisschen die H érém ensards u n te r den Oberwallisern, die Saaser,
eine Rasse fü r sich.
War nach den Ü berschw em m ungen das Geschiebe m eterhoch, zogen sie
Grüben, bis sie auf den H u m u s stiessen, nahm en diesen heraus, versenkten
das Geröll un d bedeckten es m it der dem Berg entrissenen Erde. D arauf
wuchs neue Saat... bis z u r nächsten V erw üstung !
So haben die Saaser ihr Tal im w ahrsten Sinne um-gebaut, haben, auf einem
Erdenfleck, wo sich dieses bis auf sein blankes Skelett zeigt, die A natom ie
des Gebirges verändert. W er mag an die Unlast an Trauer u nd Gebet,
Kampf un d N o t, wer an die beharrliche Gefasstheit und den frenetischen
Willen dieser Bevölkerung zu rühren, ohne sentimental zu w erden ? Ich
nicht, nun da sie gewonnen haben, aus dem Schlimmsten heraus sind. Wo
die Berge dir wie im Saas auf dem N acken sind, rücken die Menschen zu
sammen, u n d dem ist gut so.
Pierre Imhasly.
S a a s -B al e n
S aa s-F ee u n d M i s c h a b e l g r u p p e
S a a s - A l m a g e l l u n d M a t t m a r k s e e
Là où les gens se serrent
les coudes
Harêêê, harêêê, harêêê, écrire quelque chose sur la vallée
de Saas ! Sur ces Sarrasins des glaciers, ces Saasini ?
Bien, com m ençons par les blanches chapelles à miracles,
les croix, les oratoires, lieux de prières, images miracu
lées à sueur de sang, to u t ce poids vertical, cette peine,
ces efforts dressés. O u par les pierres druidiques, l’ani
misme, les danses coupables, la ville disparue, les pâtu
rages maudits, la sorcière du M a ttm a rk qui chevauchait
l’eau jusqu’au Léman.
Il faudrait tous les m en tio n n er : Alexandre Burgener le
solitaire errant, sa passion, les m ontagnes traîtresses ; le
petit Jean, crâne tam b o u r de Baien, qui besognait son
instrum ent au fin fond des -bois. P rendre Zurbriggen,
prendre le pieux hôtelier-guide-prêtre Joh ann Joseph
Imseng, noyé dans le lac du M a ttm a rk sans q u ’on ait
su ni quoi ni com m ent. Il faudrait dire les vieux métiers,
les marchés, plaisir d ’antan, et les affaires, plaisir d’au
jourd’hui. Faire quelques lignes sur Jo han n Josef Anden-
matten, architecte-constructeur, sa rotond e en trom pe-
l’œil, joyau neigeux de Saas-Balen, dressée là p o u r
rappeler aux gens de la vallée leurs devanciers, leurs
âmes et leurs peines. O u quelques lignes sur la bienheu
reuse Bernadette, celle de la coupe du m onde, d o n t
l’effigie salue de h a u t les clients du bureau du tourisme.
Faut-il m ention ner les v ingt-huit incartades d u lac du
M attm ark, les v in gt-h uit glaciers a u to u r de Saas-Grund,
m entionner Saas-Fee, ce paradis des vrais m o ntagnards ?
Faut-il évoquer la b o n n e douzaine de ham eaux du vil
lage de Eisten, ignorés de tous sauf du topographe :
Bergji, Resti, R affgarten, Zen Eisten, Zen Schmiden,
Blatten, R andfluh, Im ahorn, H utegg, Bifig, Erl, Eye,
Stellinen ?
Dire un m o t des forces de la nature, des coups du sort,
des chutes de pierres, ce danger des dangers, de la neige
et ses avalanches meurtrières, des chutes de glaciers, des
flots qui débordent, de la male-eau, du mal-hiver, de
la m o rt ?
Relever p lu tô t cette vaillance com m unautaire qui ne
flancha jamais et maîtrisa enfin les dangers par des murs
protecteurs ou des tunnels, transform an t le piètre pays
en un pays p o u r touristes !
Le chron iqueur relate un vœ u fait après le désastre de
1633 : plus de danses ni de réjouissances pendant qua
rante ans. La célébration des saints encore fêtés aujour
d’hui, saint A ntoine de Padoue, saint François-Xavier,
saint Antoine, rem o nte à ce vœu.
Tous ceux-là, d o n t la vie ne fu t pas facile, o n t des ancê
tres belliqueux d’origine incontrôlable. Salassi populi
ligures, celtes, Sarrasins débandés, Alémannes, restés
accrochés aux plus hauts passages de cette vallée longue
de huit heures.
C’est la m a rm o tte q u ’ils devraient avoir dans leurs
armoiries. Bouillie, rôtie, séchée. M arm o tte en élevage,
bien grasse, abattue en hiver et distribuée aux ménages
selon un plan rigoureux (et m ainte loi fédérale sur la
chasse d u t adm ettre ces droits d’exception -garantis aux
gens de Saas en bonne et due forme).
Les gens de Saas, c’est un peu les H érém ensards du
Haut-Valais, une race à part.
Quand les inondations laissaient derrière elles une couche
de cailloux d’un m ètre ou plus, ils creusaient des tra n
chées jusqu’à l’humus, enlevaient celui-ci, b ou rraient les
cailloux dans le fossé et étalaient à la surface la bonne
terre reprise à la m ontagne. P our les semailles... jusqu’au
prochain désastre !
Au vrai sens du m ot, ces gens de Saas o n t reto urn é la
vallée, changé l’anatomie de ce pays décharné parfois
jusqu’au squelette. Q ui p o u rra it évoquer ce poids de
prières, de deuils, de luttes, de misères, la constance, la
volonté frénétique de cette population, sans to m b er
dans le pathos ? Moi -pas, s u rto u t aujo urd ’hui q u ’ils ont
gagné, q u ’ils s’en tiren t mieux.
La où les m ontagnes vous tiennent en haleine, comme
au val de Saas, les gens se serrent les coudes. A juste titre.
Pierre Imhasly.
C'est de la cabine à son fil
Que j’ai vu l'espace dessous
L ’espace vide, sans profil,
Et la neige immense partout.
C ’est aussi dans cette cabine
Que ta présence était venue
Joyeuse, rayonnante et fine
Comme une aubaine suspendue.
Mais pour te joindre, il a fallu
Glisser, glisser dans la poursuite
Mon cœur déjà n’en pouvait plus
De vouloir briser cette fuite,
Et ta chute fu t un bonheur !
René Borchanne.
Promenade
géologique
à Saas-Fee
D a n s les ré g io n s m o n t a g n e u s e s des E t a t s - U n is o n t r o u v e , fixées a u b o rd des r o u te s , des ta bles d ’a l u m i n i u m sur lesquelles f i g u r e n t des re n s e ig n e m e n ts ■sur la géologie et la glaciologie de l’e n d r o i t . Les to u r is te s les ap p ré c ie n t.
E n Suisse, u n e p r o m e n a d e géologi q u e 'a aussi été créée au Säntis p a r le p ro f e s s e u r H . H e ie r l i, et u n e deuxièm e, d u m ê m e gen re, existe m a i n t e n a n t à Saas-Fee. Elle c o n d u i t de F e ls k in n à P l a t t j e n p a r la ca b a n e B rit a n n ia . Elle a été installée p a r le soussigné avec l ’aide de la S o ciété de d é v e lo p p e m e n t. V i n g t tables explicatives o n t été fixées a u x r o c h e r s . U n guide q u e l’o n p eu t o b t e n i r a u b u r e a u de l’O ffic e d u t o u ris m e expose les c o n d i tio n s géologi ques, m i n é r a l o g iq u e s e t p é t r o g r a p h i - ques de la ré g io n .
S u r la place d u village o n a r é u n i un g r o u p e des plus belles ro c h e s de Saas- Fee. C ’est de la sau s su rite sm arag d ite G a b b r o avec de m a g n ifiq u e s cristaux v e r t clair de h o r n b l e n d e (en E uro p e, o n n e les t r o u v e q u e dans la p a r o i sud de l’A lla lin h o r n ) ; c ’est u n epidot a m p h ib o liq u e a v e c de b e a u x cristaux v e r t s o m b r e d ’a k t in o li th e , q u ’u n héli c o p t è r e a ra m e n é s de la m o r a i n e du g lacier de Fee. U n a u t r e b lo c de ser p e n t i n e v ie n t de F els k in n .
A F e ls k in n m ê m e , u n e c o lle c tio n de ro c h e s de Saas-Fee e t de m i n é r a u x des e n v i r o n s e s t exposée. Ses é lé m e n ts on t été rassem blés p a r des oristalliers du village et p a r le soussigné. D e u x cartes géologiques établies p a r le professeur B e a r t h i n t r o d u i s e n t à la géologie lo cale.
C e t e n sem b le : p r o m e n a d e , collec tio n s, ex p o sitio n s v o n t sans n u l doute f o r t i f i e r la co n n a issa n c e et la c o m p r é h e n s io n de la n a t u r e .
D r phil. J. Kopp.