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13 étoiles : reflets du Valais = Wallis im Bild = Treize étoiles : reflets du Valais = Wallis im Bild

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Academic year: 2021

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Hôtels et restaurants

Photo Darbellay, Martigny

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Hôtel Forclaz-Touring : 56 lits A. Meilland, directeur M. Lohner, r e s ta u r a te u r

Hôtel Gr an d- S ai n t- Be rn ar d : 45 lits P. et R. Crettex, p ro p rié tai res Hôtel Kluser : 40 lits S. Kluser, pr o p rié tai re

Hôtel G ar e et Terminus : 35 lits R. O rsa t Tél. 026 6 17 01 6 16 12 6 16 41 6 10 98 Hôtel Suisse - Schw eiz erho f : 20 lits Famille P. Forstel, pr o p r ié ta ir e 6 12 77 Au b erg e du Simplon : 15 lits

R. Martin, p r o pr ié ta ir e 6 11 15 Re sta ur an t du G r a n d - Q u a i : 12 lits Famille Fröhlich-Tornay, p r o pr ié ta ir e 6 10 50 A ub erg e de la Paix : 12 lits.

Y. Desfayes 6 11 20

A u b er g e- R es ta ur an t 13 Etoiles : 9 lits. Emile Fellay, p r op rié ta ir e 6 11 54 Re st a u ra n t des Touristes : 8 lits

Vve Cécile Moret, pr o p r ié ta ir e 6 16 32 Re st a u ra n t A lpi na : 4 lits

E. Koch 6 16 18

Relais g a s tro n o m iq u e d e 1er o rd re

C a r r e f o u r a f p e s ( r e d e r o u t e s I n t e r n a t i o n a f e s :

C h a m o n ix 38 km. V e rb ie r 27 km.

G ra n d -S a in t-B e rn a rd 46 km. Salvan 8 km.

S im p lo n 11.2 km. G e n è v e 108 km.

C h a m p e x - L a c 29 km. Lausanne 71 km.

En ju in , o u v e rtu re d e la n o u v e lle piscine

R e n s e i g n e m e n t s , c a r t e s e t p r o s p e c t u s p a r la S o c i é t é d e d é v e l o p p e m e n t

M A R T I G N Y - E X C U R S I O N S

R O L A N D M E T R A L C a rs to u te s d ire c tio n s rses organisées : M a r ti g n y - G r a n d - S a in t - B e m a r d » S a a s - F e e » I n t e r l a k e n » M a u v o is in » C h a m p e x » V e r b ie r P o u r to u s r e n s e ig n e m e n ts , M a r ti g n y - E x c u r s io n s , té l. 6 10 7 1 - 6 19 0 7

HOTEL DU GRAND- S T - B ERNARD

R e s t a u r a n t s o i g n é T é l é p h o n e 026 / 6 16 12 M ê m e m a i s o n à C h a m p e x - L a c • G r a n d Hôtel C rettex

po u r un séjour idéal R e n é e t P ie r r e C r e t t e x , p r o p r i é t a i r e s Tél. 0 2 6 / 6 82 05

HOTEL GARE ET T E R M I N U S

Le relais des routes in ternationales G r a n d e Brasserie * G a ra g e s M ê m e

m a i s o n Hôtel du To rre nth orn s u r L o è c h e - l e s - B a i n s Ralph O rsat

HOTEL KLUSER

j£ a maison c/’ancienne renommée sa cuisine réputée

A p p a rte m e n ts a v e c bain * Eau c o u ra n te G a ra g e s * Box * A u c e n tre d e la v ille

HOTEL F O R C L A Z - T O U R I N G

N o u v e l h ô t e l g r a n d t o u r i s m e à 200 m. d e la g a r e C h a m b r e s a v e c t é l é p h o n e , c a b i n e t d e t o i le t te s é p a r é . W.-C., b a i n s o u d o u c h e s

Restaurant „Fine b o u c h e " , m é d a i l l e d ' o r Hospes

G r a n d g a r a g e , a u t o - s e r v i c e j o u r e t n u it

M ê m e m a i s o n G ra nd Hôte l des Alpes et Lac, C h a m p e x

LE FAYS DES TROIS DRANSES

p o u r vos va c a n c e s e t vos excu rsio n s

Ses stations et sites réputés: Champex, La Fouly-Ferret, Verbier, Fionnay, Mauvoisin

Ses télésièges de Médran et de La Breya • Son hospice célèbre du Grand-Saint-Bernard (ait. 2472 m.). Télésiège de la Chenalette

par le chemin de fer

MARTI GNY-0RSI ÈRES

et se s se rv ic e s a u to m o b ile s Service automobile pour Aosta du 15 juin au 15 septembre

Prospectus et renseignements: Direction M . - O . , M a rti gn y Téléphone 026 / 6 1070

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M O R G I N S

Cure d’air et de repos

_Lv Ji. \ j r JL'L x J F JL 1

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Source ferrugineuse

1400 - 2200 m.

par A ig le (ligne du Simplon) - M o n th e y - M orgins

Services d’autobus tout l’hiver : Monthey-Morgins, Thonon-Morgins, Evian-Morgins

<rX œ lésiè(]e 2>u d c z b c a u

S tation touri stiqu e à la fronti ère fr anc o-suisse — A 75 km. de G en èv e et 71 km. de La usanne — Courses de m o n t ag n e, p r o m e n a d e s sous bois, pêche, chasse. Tennis, piscine. C a b a n e s de Sa vo la ire (CAS) et C her m eux (ESS). Excursions au x Portes du Soleil (1904 m.), a u x lacs d e Chésery, Vert et de Conches en 2 h. % , a u G é a n t (2235 m.) en 3 h., au x

Cornettes de Bise (2485 m.) en 5 h. H O T E L S L its P r o p r ié ta ir e s 4 G r a n d H ô t e l ... 1 20 3 H ô te l V i c t o r i a ... 60 2 H ô te l- P e n s io n B e a u - S ite 3 0 5 H ô t e l B e l l e v u e ... 3 0 (tous av. e a u c o u r a n te ) S o c ié té d u G r a n d H ô te l P . M e y e r F a m i lle D is e re n s H o irie F e m a n d D o n n e i H O M E S E T IN S T I T U T S 1 d e l a F o r ê t ... 1 0 0 O S E suisse N o t r e - D a m e ... 4 0 P a r o is s e N .- D . G e n è v e L es S a p i n s ... 4 0 C o lo n ie a p p r e n tis G e n è v e 6 I n s t t u t d e la S o u r c e . . 2 0 P . V o g e l, p r o f e s s e u r

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P E N S I O N S 8 P e n s io n d e M o rg in s . 9 P e n s io n d es Sp o rts 7 R e s t a u r a n t d u G é a n t L its P r o p r ié ta ir e s 2 5 12 G . M o n n a y P a u c h o n - L u y M me B o raJey

/H ô Z q in s

In the midst of flower-strewn meadows and magnificent Pine-wood, Walks and Climbs,

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Services d ’autob\is : Monthey-Morgins, Thonon-Morgins, Evian-Morgins

B u r e a u o ffic ie l d e r e n s e ig n e m e n ts , té l. 0 2 5 / 4 3 1 4 2 D ir e c tio n a u t o b u s A O M C , A ig le, tél. 0 2 5 / 2 2 3 15

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C A L A I S

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D E S V A C A ^

C h e m in - D e s s u s s; Martigny Hôtel B e a u - S i t e 1150m.

S t a t i o n c l i m a t é r i q u e p o u r r e p o s F o r ê t s d e m é l è z e s Pour d e belles vac an ces • Vue sur les Alpes ef la plaine du Rhôn e au Léman. Cuisine soignée, tennis, terrasse, garage. Car p ostal 2 fois par jour. Prix forfaitaire, tout compris, pou r 7 jours d e 9 0 fr. 5 0 à 104 fr. Prix sp éciaux avant et après saiscn. Hôtel en partie rénové, ouvert toute l'année. Prospectus sur dem a n d e. Bons d e la Caisse suisse d e voyages a cc ep tés en paiement.

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Montliey - Hôtel du Cerf

R E S T A U R A N T - BRASSERIE

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S e s d é lic ie u s e s sp é cialité s d u V ie u x-P a ys

SALVAN

(Valais) VALLEE DU TRIENT

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Hôtel des Gorges du Triège

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Les v a c a n c e s d e vos r ê v e s 15 hôtels e t p e n s io n s 4 instituts e t h o m e s d 'e n fa n ts Inform ations pa r B u rea u d e r e n s e i g n e m e n ts Tél. 0 2 6 | 7 12 5 0

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telecabine de Médrdn ait. 2200 m. et ie nouveau

télésiège de Savoleyres - P ierre -à-V o ir

ait. 2350 m. vous ou v re nt des horizons n ou v ea u x

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H ô t e l d e V e r b i e r

T é l. 0 2 6 / 6 6 3 4 7 M a is o n très s o ig n é e - C u is in e ex c el- y l e n te - C o n f o r t m o d e r n e - B a r a v e c o r c h e s tr e - G r a n d e te rra s se . C h a m b r e s a v e c b a in s p a r t ic u l ie r s e t té lé p h o n e - P r o s p e c tu s . E . F U S A Y .

Champex-Lac * Hôtel Bellevue

(1 5 0 0 m .) la p e t i t e m a is o n très c o n f o r ta b le , le v ra i « c h e z s o i » à la m o n t a g n e . S itu a tio n e n s o le illé e - G r a n d e t e r ­ rasse - P a r c a u to s. — P rix s p é c ia u x e n t r e s aiso n s — P ro sp e c tu s . T é l. 0 2 6 / 6 8 1 0 2 . P ro p r . : E . C R E T T E X

Le Val F e r r e t et La F o u l y

1600-1700 m. La v a l l é e q u i o f f r e a u x t o u r i s t e s t o u t e la g a m m e d e s j o i e s s a i n e s d e l ' é t é

• Prom enades faciles dans les forêts • Courses plus lo ngues dans les alpage s • Excursions aux cols frontière, aux lacs d e Fenêtre

et au col du G rand-Saint-Bernard

• As censions aux plus d e 3 0 0 0 m. du massif du Trient et du M on t-B lanc La F o u l y : G r a n d H ôt el d u Val F e r r e t - P e n s i o n - R e s t a u r a n t d u G l a c i e r - In st it ut „L es B o n n e s V a c a n c e s " F e r r e t : P e n s i o n d u Val F e r r e t - P e n s i o n Co l d e F e n ê t r e B r a n c h e : Relais d u Val F e r r e t P r a y o n : P e n s i o n d e P r a y o n

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V A L D ' A N N I V I E R S 1 6 8 0 m.

Autos postales Sierre - Ayer - Zinal Route ouverte aux automobiles Dans tout ce t admirable Valais, c'es t bien l'un d es sites les plus beaux I Emile Javelle

EVOLÈNE

1400 m.

-Hotel des ^biablcns

Forfaits d'une semaine; Fr. 126,- 133,- 145,- 150,-

158,-- H o t e l ' ‘ô u tfln ù

(Dépendance)

Forfaits d’ une semaine : Fr. 112,— 115, — 120,— 123, — Chambre sans pension, forfait, la semaine : Fr. 32,— Arrangements spéciaux pour sociétés

T élé phone 0 2 7 | 5 5 1 2 3 Direction: M. HALDI

Au centre du V ala is - Cars p o s ta u x de Sion. 2 routes. Traditions et costumes. Excursions vari ées . Gu ides. Air s ai n et vivifiant. Pêche. Tennis. - Prospectus.

Hôtel Hermitage 70 lits Pension à partir de Fr. 14,-Qrand Hôtel d’ Evolène 70

Hôtel Dent-Blanche 70 Hôtel Eden 30 Hôtel Alpina 20 Pension d ’Évolène 20 13.50 13.50 11.50 1 1, — 10.50

(5)

La belle cité m édiévale au centre du Valais, avec ses trésors d'art, ses châteaux.

vous invite

Sur la ligne du Simplon - Hôtels et restaurants de grande renommée - Centre d’excursions. Départ de 17 lignes de cars postaux dans toutes les directions.

T o u s ren s ei gnem erots e t p r o s p e c tu s p a r F A ss o c ia tio n to u r i s t iq u e d u C e n tr e , S io n

H ôtel d e la Planta

50 lits. Confort le plus moderne. Restaurant re­ nommé. Grand parc pour autos. Terrasse. Jardin

T é l é p h o n e 2 14 53 Ch. Blanc

H ôtel d e Id Pdix (sur la grande place)

Ermitage pour les gourmets — 60 lits — Maison à recommander

T é l é p h o n e 2 20 21 R. Q u e n n o z

Hôtel d e la G a re

50 lits — Brasserie — Restaurant — Carnotzet T é l é p h o n e 2 17 61 Fa m il le A . Gruss

H ôtel du Cerf

30 lits — Cuisine soignée — Vins de 1®r choix T é l é p h o n e 2 2 0 36 G. Granges-Barmaz

Hôtel du Soleil

25 lits — Restaurant — Tea-Room — Bar Parc pour autos - Toutes spécialités T é l é p h o n e 2 16 25 M . Rossier-Cina

H ô te l-R e s ta u ra n t du M idi

Relais gastronomique — Réputé pour ses spécialités

H. S chupbach C h e f d e c u is in e

S I O N , V I L L E D ’A R T

A c h a q u e c o in d e r u e d e l a v ie ille v ille , le v o ÿ a g e u r f a i t a m p le m o iss o n d e d é c o u v e r te s e t d ’é m o tio n s a r tis tiq u e s . I l p e u t a d m ir e r l ’H ô te l d e V ille, c o n s tr u i t e n 1 6 4 8 , e t q u i a c o n s e r v é i n t a c t s o n c lo c h e to n c é lè b r e , s o n h o r lo g e a s tr o n o m iq u e e t , à l’in t é r ie u r , p o r te s e t b o i­ series s c u lp té e s e t g ra v é e s d ’in s c r ip tio n s r o m a in e s . L a s é c u la ir e r u e lle d e s C h â t e a u x , b o r d é e d e v ie u x h ô te ls p a t r ic i e n s , p e r m e t au x to u ristes d e g a g n e r la c o llin e d e V a lé r e s u r la q u e ll e a é t é é d if ié e e n l’an 5 8 0 la c é lè b r e C o llé g ia le d u m ê m e n o m . E lle re n f e r m e des tré so rs li tu r g iq u e s e t a r t is tiq u e s d e l ’é p o q u e r o m a in e . L e s r u in e s d u c h â t e a u d e T o u r b i llo n , d é t r u i t p a r u n in c e n d ie e n 1 7 8 8 , se d re s s e n t s u r u n e c o llin e v o isin e , fa c e a u p lu s m a je s tu e u x p a n o r a m a a lp e s tr e . R e d e s c e n d o n s e n v ille p o u r s a lu e r a u p a s s a g e l a M a jo rie (an c ien p a la is é p is c o p a l d e v e n u m u s é e ) , la M a is o n d e la D iè t e o ù s o n t ex p o sée s d e m a g n if iq u e s œ u v r e s d ’a r t, la C a t h é d r a l e , c o n s ­ tr u c tio n m i - r o m a n e , m i- g o th iq u e , l ’é g lis e S t- T h é o d u le e t la T o u r d es S o rcie rs, d e r n i e r v e s tig e d e s r e m p a r ts q u i e n t o u r a i e n t la ville.

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t)ÀLÀIS -C

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D E S V A C / X ^

Passez le p rin te m p s à

terre

le pays d u soleil (540 m.)

C e n tre to u ris tiq u e e t d 'e xcu rsio n s où vo u s tro u v e re z c o n f o r t , r e p o s e t

d e b ons hôte ls

C u re d 'a s p e rg e s - Plage

Hôtel-Pension

Moiry, Grimentz

Altitud e 1 5 7 6 m. T élé phone 0 2 7 | 5 5 1 4 4 O uvert toute l'année Véritable séjour alpestre C ad re accueillant Cuisine so ig n ée Prix forfaitaires suivant saison : 12 ir., 15 fr. 5 0 Prix spéciaux pou r sociétés

G i l l e t - S a l a m i n , p r o p r .

Saas-Fee

( E /r tm c / c f é o / e f

a ve c son p arc e t tennis

Tout le confort dé s ira bl e po ur un hôtel de mo n­ ta g n e . Eau cou ra nte , ch a m br es ave c ba in s privés. Cuisine f r an ça ise , régimes.

Tél. 028 J 7 81 07 Dir. E. C hap pe x.

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Zermatt * Hotel Alpenblick

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Les Haudères

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Zermatt * Hôtel Perren

S itu a tio n s p le n d i d e , f a c e a u C e rv in A m b ia n c e a g r é a b le D e m a n d e z p r o s p e c tu s e t r e n s e ig n e m e n ts :

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-HÔTEL BELLEVUE

a„ 20,o™..

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BELALP

Altitude 2137 m., sur Brigue CFF. Magnifique station alpestre anx abords du grand glacier d’Aletsch Vue immense et excursions nombreuses

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y ï , Mai 1955 - N» 5 P a r a î t le 10 d e c h a q u e m ois R E D A C T E U R E N C H E F M ° E d m o n d G a y , L a u s a n n e Av. J u s t e - O liv i e r 9 A D M I N I S T R A T I O N E T I M P R E S S I O N Im p r i m e r i e P ill e t, M a r tig n y R E G I E D E S A N N O N C E S I m p r im e r ie P ille t, M a r tig n y té l. 0 2 6 / 6 10 5 2 A B O N N E M E N T S Suisse : F r . 1 0 ,— ; é t r a n g e r : F r . 1 5 ,— L e n u m é r o : F r . 1,— C o m p te d e c h è q u e s I I c 4 3 2 0 , S ion S O M M A I R E Qu’on est bien ! Blanche Frachebourg,

peintre du Valais Un site féerique

Dame Bécasse

« Treize Etoiles » au ciel de mai Besoin de vivre

Assemblées de l’UVT et de l’AHV Hommage à Joseph Maxit

Le coin de l’exilé Gonzague de Reynold Le sonneur et son clocher

En 2 mots et 3 images Aspects de la vie économique

Le bon pain de chez nous Avec le sourire Mots croisés — 20 ans déjà « Treize Etoiles » en 'famille

Detix fêtes à Sion Un mois de sports

A qui l’tour ?

On a pris l’habitude, depuis quelques années surtout, de

s’évader à Pâques. Histoire de marquer un tem ps d’arrêt

entre l’hiver, décidém ent bien long, et les vacances d’été.

J’ai donc eu l’idée saugrenue de faire com me tout le

monde et, pour reprendre haleine, fa i com m encé par prendre

la route, ce qui constitue une grossière erreur pour la simple

raison qu elle est particulièrement encombrée à cette époque.

Mais fai fait m ieux que les autres ; arrivé dans une

région idyllique d’u n grand pays ami, où les joyaux d’art

abondent, il a fallu que je me trouve subitem ent aux prises

avec une méchante grippe qui en voulait à ma fugue inno­

cente.

Une semaine de lit dans un site enchanteur! A vouez que

c’est vexant. J’ai ragé, vous le pensez bien. E t fa i pesté aussi

contre tout ce qui devait ajouter au charme de cette évasion

que je voulais bienfaisante : insouciance, laisser-aller, fan­

taisie.

Du coup, la rusticité était devenue inconfort et les

beautés naturelles publicité tapageuse. La réputation de

bonne chère elle-même me parut singulièrement surfaite !

A peine remis de cette aventure stupide, je me suis

retrouvé sur la route de notre Rhône. Les grands travaux

qu’on y effectue m e détournèrent sur le chemin des écoliers.

E t c’est ainsi que, par obligation pourtant, je m e suis pris à

flâner dans cet im m ense jardin parfum é qui s’étale au pied

de Fidlij, de Saillon, de Leytron, et plus loin encore.

D ’instinct, ce fu t le ralenti. E t il m e sem bla au m êm e

instant entendre une voix d ’enfant (la m ienne d’autrefois,

peut-être) chantonner avec conviction :

A h ! qu’on est bien, qu ’on est bien, qu’on est bien

chez nous...

Alors, je me suis dit que l’année prochaine à Pâques, et

les années suivantes aussi, je ne rechercherai plus l’évasion

dans Véloignement.

Car les fleurs du premier printem ps sont trop belles chez

nous. E t elles passent si vite...

C o u v e r t u r e :

P r in te m p s d a n s le v a llo n d e la F o r c la z ;

(8)

R ie n n e s u p p la n te le p a y s d a n s le c œ u r d es V ala i- sans q u i v iv e n t aille u rs, à tr a v e r s le m o n d e . N os c o m p a tr io te s d e l a V ille f é d é r a le o n t o r g a n is é d e r ­ n iè r e m e n t u n e ex p o s itio n d e s œ u v re s d e B la n c h e F ra c h e b o u r g . C e t e n s e m b le p ic tu r a l, f e r v e n t m e s ­ s a g e d e la te r r e d e s tr e iz e éto ile s, g r o u p a it d e s h u ile s, d e s g o u a c h e s , d e s dessin s a q u a r e llé s e t d e s d e s sin s a u tra it.

L e s d iffic u lté s p o u r a m e n e r d e s n e ig e s d u H a u t- P a y s ju s q u ’a u x rives d e l’A a r u n e c e n ta in e d e ta b le a u x , l’a u d a c e q u ’il f a ll a it p o u r a f f ro n te r le p u b li c d ’o u tr e - S a r in e a u x r a r e s effu sio n s, lés co u p s p r o b a b le s d e la c r it iq u e — le d o m a in e d e la p e i n t u r e e s t le p lu s v a s te c h a m p d e b a ta ille q u i so it — rie n n e d e v a it r e b u t e r l’a r tis te d e S a l­ vali d o n t l’â m e a la té n a c i t é d e c e u x q u i f o n t la te rr e . L e « C o u r r ie r d e B e rn e » d u 11 m a rs e u t d e s lig n e s é lo g ie u se s. P a r c o n tre , le « B u n d », q u i s e m b le v o u lo ir c irc o n sc rire la b e a u t é a u x lim ite s d e s a rtis te s d e son c a n to n , n e f u t p a s te n d r e à l’é g a r d d e l’e x p o s itio n d u T h é â tr e d e l ’A te lie r ; m a is p e u t-o n p r e n d r e a u sé rie u x u n c r itiq u e d o n t la je u n e s s e n e s a it m ê m e p a s d is tin g u e r e n t r e u n e h u ile e t u n e g o u a c h e ?

Q u o i q u ’on en a it d it, il y a v a it d u b e a u à l’ex p o s itio n d u T h é â t r e d e l ’A telier. U n r é s u lta t p é c u n ia ir e q u i p e r m e tte à l ’a r tis te d e v iv re p o u r c o n tin u e r so n a r t est-il v e n u c o m p e n s e r l’e f f o rt d e M lle F r a c h e b o u r g ? N o u s l’ig n o ro n s. E n p a r e il cas, ce n ’e st p a s la v e n te q u i e s t l ’e s s e n tie l — c a r l’a r ­ tis te e s t c e lu i o u c e lle q u i a ch o isi la r u d e e x a l­ ta tio n d e la v ie d a n s la c o n q u ê te d e la b e a u té — e t n o u s sa v o n s q u ’u n e ex p o s itio n e s t s u r to u t u n e c o n f r o n ta tio n d ’id é e s e n t r e le p e i n tr e e t le p u b lic . I / h a b i t u d e a c e tte f a c u lté d e d im in u e r la f a u te . A fo rc e d e r e g a r d e r u n v isa g e , o n n ’e n v o it p lu s les d é fa u ts . Q u e q u e l q u ’u n n o u s les m o n t r e e t on

les v o u d r a it c o rrig e r. C e q u e c h e r c h e u n v é r ita b le a r tis te a u p r è s d e la c r itiq u e , c ’e s t d e se re f a ir e u n e â m e n e u v e .

L ’e x p o sitio n d u T h é â tr e d e l’A te lie r a e u son su ccès, -car elle f u t le té m o ig n a g e d ’u n v ra i ta le n t el le m e s s a g e d ’u n p a y s d o n t l ’u n i q u e b e a u t é a f ­ f le u r a it d ’u n e f a ç o n p lu s s e n s ib le e n c o r e s u r les m u ltip le s v isa g es d e s r é c ré a tio n s d e l’a r tis te d e S alvan.

M a r q u é e d è s l’e n f a n c e p a r le d e s tin d e la p e i n ­ tu r e , M lle F r a c h e b o u r g q u i t t a i t son v illa g e m o n ­ ta g n a r d p o u r se m e ttr e à l ’é c o le d u p e i n t r e B la n ­ ch et, d e G e n è v e . D a n s c e r ta in e s to iles, le m a îtr e t r a n s p a r a ît e n c o re , m a is la p e r s o n n a lité d u d is c i­ p le se d é g a g e e t t r o u v e la t o u c h e p a r ti c u li è r e d ’u n

(9)

N a tu r e m o r t e a u v io lo n

t a le n t se rv i p a r c e tte s e n s ib ilité f é m in in e to u t e d e d é lic a te s s e e t d ’in tu itio n .

V o y a g e u s e à tr a v e rs l’I ta lie , la T u r q u i e e t !a F ra n c e , l’a r tis te d e S a lv a n a e n r ic h i sa p a l e tt e d es lu m iè re s d e l ’O r i e n t e t d e la M é d ite r r a n é e . L e s co n ta c ts a v e c les c h e f s -d ’œ u v r e d e s g r a n d s g én ies d e la p e i n tu r e o n t a f f e r m i so n a r t e t lu i o n t liv ré des s e c r e ts d e b e a u té .

L es p o r tr a its d e B la n c h e F r a o h e b o u r g o n t s u r ­ to u t r e te n u l’a t te n t io n d e s c ritiq u e s e t d u p u b lic . Les p e r s o n n a g e s y s o n t é tu d ié s e n p r o f o n d e u r . Sous le u r v a le u r p l a s t i q u e in c o n te s ta b le , la v ie e t l’e s p rit p a r l e n t d ’u n u n iv e rs in té r ie u r , c a r le v ra i p e in tr e e s t c e lu i q u i e x p r im e u n e â m e p a r le t r u ­ c h e m e n t d e s c o u le u r s e t d e s lig n es. L e s n a tu r e s mortes', c o m m e celles d u « V io lo n », d e la « B o u ­ gie », d u « V a se d ’é t a in a u x p o m m e s », d es « A u ­ b e rg in e s » o u d e s « O ra n g e s », c r é e n t u n e a t m o ­ sp h è re é v o c a tric e sous la f lu id it é d e la m a tiè re p ic tu ra le , o ù q u e l q u e lu m iè r e d o u c e o u h a r d ie allum e la fa c e m o tiv a n te d e s choses.

L e v isa g e d ’u n V ala is a u t h e n t i q u e y e st la r g e ­ m e n t é v o q u é d a n s les h u ile s e t les g o u a c h e s . P a y ­ sa g es d e s saisons q u e l’o n s e n t p e u p l é d e to u s ceux q u i, à la s u e u r d e le u r f ro n t, e x p r im e n t c e tte te r r e d e la p la in e r h o d a n ie n n e e t d e s v allée s, t o u t à la fois g é n é r e u s e e t in g r a te . H a r m o n ie d e s to n s, p o é ­ sie d e la c o u le u r e t d e s ch o ses, g ra c ie u s e s b r o d e ­ ries d e s lig n es, te l e s t le m e s s a g e d e l’a r tis te d e S alv a n . U n c h e f-d ’œ u v r e e s t l ’œ u v r e d e to u t e u n e v ie e t o n p e r ç o it q u e c e lu i d e M lle F r a c h e b o u r g v a é c la te r. C e tte a t te n t e f a it e d e la c o n q u ê te d e to u s les in s ta n ts ju s tifie u n id é a l e t le c o n s a c re .

L e V ala is n ’e s t p a s s e u le m e n t c e t a d m ir a b le v e r g e r d e soleil e t d e f ru its , il e s t a u ssi c e tte te r r e o ù d e s â m e s s’é p a n o u is s e n t d a n s l ’in te n s e lu m iè r e d e l’e s p rit. L à où la v ie a d e s é v è re s ex ig en c es, il n ’y a p a s d e p la c e p o u r la m é d io ­ c rité d es d e m i-v a le u rs . L a n a t u r e é b a u c h e les c œ u r s au x d im e n s io n s d e sa fo rc e e t d e sa b e a u té .

(10)

b i m

m

désormais accessible

à chacun

L e téléphérique Blatten-Belalp sera officiel­

lem ent inauguré au mois de juin, en présence

des autorités, des représentants du tourisme et

de la presse, des constructeurs et de toutes

les entreprises qui ont participé à son aména­

gement.

L ’O ffice fédéral des transports ayant donné

son assentiment en août 1954, la nouvelle

ligne pouvait s’ouvrir au trafic.

C ette construction, qui réjouira vivem ent

les fervents du tourisme en haute montagne,

a été réalisée par la fabrique W illy Hahegger,

de Thoune. Elle est pourvue d’installations

techniques et mécaniques les plus modernes,

qui lui assurent u n confort et une sécurité

absolus.

D eux cabines élégantes effectuent le va-et-

vient, transportant chacune de dix à douze

voyageurs à chaque course, soit un total de

soixante voyageurs par heure. L es câbles sont

tendus de Blatten au hameau d’Erich puis,

(11)

effleurant les alpages, m ontent à l’assaut des

cimes farouches du Lochwald et passent

devant l’idyllique hameau de Loch pour

aboutir, à l’altitude de 2050 mètres, au pitto­

resque term inus de Belalp. Les mille huit cent

cinquante mètre de trajet durent huit minutes

et s’accomplissent dans un calme merveilleux.

Durant ces huit minutes, le décor se trans

forme miraculeusement. Le touriste a devant

ses yeux une des plus grandes chaînes des

hautes Alpes valaisannes : celle qui s’étend du

W eisshorn jusqu’au massif de la Furka. Le

C er v in, cet im posant joyau des Alpes, le

groupe varié des Mischabel, l’énorme dôme

du Fletschhorn et le M onte-Leone dressent

leurs cimes titanesques dans l’im m ensité du

ciel. Lorsque le regard se détourne des blancs

sommets scintillant dans la lumière intense,

c’est pour se baigner dans le vert apaisant des

alpages et des vallonnem ents qui confèrent au

Naterserberg son caractère charmant.

Mais les avantages du nouveau téléphérique

ne se bornent pas à la découverte de points

de vue exceptionnels. Il offre au touriste, en

effet, de nombreuses possibilités d’excursions.

Des chemins agréables conduisent à un pitto­

resque village de montagne, puis à Nesselalp,

qu’il vaut assurément la peine de visiter. O n y

contemple, de très haut, Y admirable vallée clu

Rhône. Un plateau s’étend vers Lusgenalp,

qui constitue le belvédère de Belalp, d’où on

découvre la chaîne des Alpes clans toute sa

majesté ; le glacier d’Aletsch étale sa splen­

deur. C’est sur ce point élevé que se trouve

l’Hôtel Belalp qui fut, au X V II I1' siècle, le

quartier général des grands pionniers de l’alpi­

nisme.

Le téléphérique Blatten-Belalp conduit au

pays des vacances idéales où l’on goûte une

paix que ne troublent point de bruyantes

mondan tés. Tous ceux qui désirent fuir les

soucis et les fatigues de la vie quotidienne, se

libérer de leurs obligations fastidieuses et se

retrouver face à une nature généreuse, vien­

nent se reposer et rêver dans un air pur et

tonifiant. Ils pénètrent chaque jour plus avant

dans cet u n ive rs dont les beautés m ettent le

cœur en fête et puisent à m êm e ce sol revêtu

d’une mousse tendre les forces vives q u ! sont

source de joie.

A. Klingele.

E n t r e te r r e e t c ie l ; a u f o n d , les M is c h a b e l

(P h o to s G y g e r e t K lo p f e n s te in , A d e lb o d e n )

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L e m e r v e ille u x m im é t is m e d e la b é c a s s e s u r son n id

_Joici p a r excellence l’oiseau fores­ tier d ’avant l’aube, l’oiseau crépus­ culaire d é ta c h a n t à la cime des arbres, sur un ciel déjà som bre, son étrange silhouette d e chauve-souris. U ne suite de grognem ents bizarres trah iro n t l’arrivée e t le passage de l’échassier qui, tel un doux petit fan ­ tôme, rasera la pointe des b ran c h a­ ges cep en d a n t q u e dans le lointain l’âpre et sauvage m élodie d ’une grive musicienne jette un dernier écho. Puis, to u t retom bera dans le silence, l’obscurité gagnera la forêt, s’éten d ra aux écorces e t aux m ous­ ses et vous n ’en saurez pas d avan­ tage sur la bécasse ce jour-là !

Que n ’a-t-on pas déjà écrit sur cet oiseau qui sem ble aujourd’hui encore gard e r jalousem ent plus d ’un mystère ! Q uel est le chasseur, l’or­ nithologue qui, à la tom bée d e la nuit, ne s’est pas posté à la lisière d ’un bois p our surprendre la croûle de la « belle m ordorée », p our voir, l’espace de quelques secondes, la fam euse silhouette traverser 'le ciel gris de p lo m b ? T out chez la bécasse attire, intéresse, retient l ’attention. Ses moeurs crépusculaires, sa vie extrêm em ent cachée et solitaire, son m erveilleux plum age aux nuances

de feuille m orte, son étonnant

m imétisme, ses ruses et sa chair savoureuse en ont fait un gibier à part, l’o n t rendue en qu elq u e sorte célèbre aux yeux des chasseurs et des naturalistes.

Mes souvenirs personnels à son sujet se réduisent en somm e à peu de chose. E t ce p en d a n t j’avoue que chacune de nos rencontres m ’a -laissé une impression profonde. L a plus forte p eut-être fut celle de la d écou­ verte de l’oiseau sur son nid : je cherchais des morilles dans un ta il­ lis de veines traversé d ’un ruisseau lorsque, soudain, mon attention fut attirée p ar une sorte de masse b r u ­ nâtre. Com m e elle se trouvait à côté d ’une vieille souche pourrie, je crus d ’abord q u ’il s’agissait d ’un lam ­ b eau d ’écorce traînant dans le ron­ cier ; mais, après un nouvel examen, le dessin e t les stries régulières de cette écorce m ’intriguèrent au plus h a u t point. M ’étan t alors p en ch é en avant, je découvris à travers les herbes et le feuillage des ronces un œil grand ouvert, un œil noir qui me p a ru t im m ense e t occuper pres­ que toute la tête de la bestiole.

Celle-ci ne faisait toujours aucun m ouvem ent e t l’œ il non plus ne bougeait pas et continuait de me fixer d ’une façon p resq u e gênante. L’oiseau tenait son long bec très

près de sa poitrine, de sorte que je dem eurais perplexe, ne sachant trop quelle a ttitu d e p rendre, essayant d ’identifier l’animal.

Ce tête-à-tête dura une bonne m inute, j’étais à la fois saisi d ’ém er­ veillem ent et fra p p é d e stupeur. Enfin je reconnus une bécasse. Mais son im m obilité d em eu rait telle que je continuais à m e d em ander si l’oiseau était bien en vie ou m ortel­ lem ent blessé. Alors, à l’aide d ’une branchette, je le soulevai un p eu à l’arrière et bru sq u em en t la bécasse reprit vie, s’anim a, découvrit q u a tre

œ ufs tachetés de b ru n et s’éleva d ’un vol nerveux, bruyant, presque vertical à travers le taillis de vernes p o u r disparaître com me p a r en ch an ­ tem ent.

A peine revenu de m a surprise, je m e mis à p h o tographier le nid et revins le lendem ain sur les lieux p o u r essayer de pren d re quelques images de la couveuse. Je trouvai naturellem ent m a bécasse dans la m êm e position que la veille e t pus adm irer to u t à loisir son extraor­ dinaire m im étism e e t les discrètes e t som ptueuses nuances de son p lu ­ m age couleur de terre e t de bois m ort !

L e s œ u fs e t le n id d e la b é c a s se (P h o to s Bille)

'hccassc

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«TREIZE ETOILES»

aei v<wtu...

et an seioicc ?es atchioisics !

Le V alais en fleurs

En commençant cette relation des principaux événe­ ments de la vie de notre canton, on permettra bien au chroniqueur de dire bonjour au printemps qui s’installe petit à petit dans notre grande vallée rhodanienne.

Messire Renouveau nous est arrivé un peu tard, cette année. Il a attendu les premières hirondelles... Tout fri­ leux encore, il a pris possession en premier des amandiers le long des collines vineuses qui se déploient entre Sion et Sierre. Puis, il a attaché ses bouquets roses ou carmins aux pêchers avant de prodiguer ses mouchets aux abrico­ tiers, aux cerisiers et pruniers et de distribuer généreuse­ ment ses corolles immaculées aux poiriers.

Maintenant, c’est le tour des pommiers, rois du verger valaisan. Le déclin d’avril les trouve épanouis ou sur le point de déployer leurs pétales blancs ou roses dans la douceur des journées tièdes.

Qu’il est beau, le verger valaisan ! E t tout rempli de promesses que quelques nuits sournoises ont cherché à entamer. Fasse le Ciel qu’il les réalise pour le bien et la prospérité de tous ceux qui vivent sous les plis de la ban­ nière aux treize étoiles !

Vers d e n o u v e a u x t r a v a u x h y d r a u li q u e s

Décidément, notre canton est depuis quelques années en voie de devenir une vaste centrale électrique, à tout le moins un réservoir quasi inépuisable de l’indispensable houille blanche. Diverses concessions sont encore à réali­ ser et, parmi celles-ci, l’établissement d’une digue-barrage à Mattinarle, dans la partie supérieure du Furtgal, au fond de la vallée de Saas.

Les autorités et la presse ont été invitées le dernier vendredi d’avril à une visite des lieux, sous la direction de l’ingénieur Roger Bonvin, de l’Electro-Watt, qui cons­ truit en ce moment le barrage de Mauvoisin.

M. Bonvin a fait un exposé très clair et objectif des travaux qui vont être entrepris sur une large échelle dès que la saison et l’état des voies d’accès le permettront. Pour le moment, on a recours au Piper de l’aviateur Geiger pour le transport des matériaux indispensables à la mise en chantier.

G e ig e r n ous r e s t e r a

La presse confédérée et valaisanne a annoncé que notre célèbre pilote des glaciers avait l’intention de porter son activité hors de notre canton. Cette nouvelle, tout à fait inattendue, ne laissa pas de surprendre le public et les nombreux amis et admirateurs d ’Hermann Geiger, comme aussi, du reste, les membres de l’Aéro-Club de Sion.

Or, renseignements pris à bonne source, si M. Geiger a manifesté des velléités de départ, c’est qu’il estimait que ses services n’étaient pas suffisamment rétribués en regard de son activité et de ses responsabilités. ,

Toutes choses sont maintenant réglées. Notre chef pilote est revenu sur ses intentions, d’autant plus que le Conseil communal de la ville de Sion l’a nommé au poste de commandant de la place d ’aviation. Il continuera donc a nous émerveiller $e ses audacieux exploits dans le ciel valaisan et c’est tant mieux !

C eux qui s o n t p a r tis

Le dimanche des Rameaux, au matin, on apprenait la mort tragique du docteur Pierre-Joseph Michelet, fixé à Sierre depuis 1918, mais originaire de Nendaz où il naquit en 1885. C’est au cours d’un exercice de vol que l’acci­ dent s’est produit. Elève de notre as des glaciers, le doc­ teur Michelet était porteur du brevet de pilote conquis à l’âge de soixante-huit ans. C’est une figure parmi les plus sympathiques du Valais central qui disparaît et, avec elle, un praticien doué et dont la discrète charité était proverbiale.

Les a u t o s p e u v e n t fr a n c h ir le col du Sim plon

Activement poussés, les travaux de déblaiement de la neige se sont terminés à temps pour ouvrir la route du Simplon à la circulation automobile à partir du 30 avril déjà. On peut circuler sur les deux versants du col. Le service de secours entre Brigue et Gondo est assuré par les patrouilles routières du Touring-Club Suisse.

Le v i n g t iè m e a n n i v e r s a i r e d u m o n a s t è r e

d e G é ro n d e

Le 2 mai a été célébré au monastère de Géronde le vingtième anniversaire de la prise de possession de cette ancienne maison par les religieuses bernardines. Celles-ci étaient venues en 1935 de Collombey, où le monastère, qui prospère toujours, compte trois siècles d’existence. A Géronde, il y eut, le 2 mai, trois prises d’habit que présida S. E. Mgr Adam, évêque de Sion, au cours d’une messe pontificale. Le nombre des religieuses, qui n’a jamais été aussi élevé, atteint maintenant la vingtaine.

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B e s o i n de l / i v r e

Nouvelle inédite de ]ean-E, Guyot

G uillaum e s’arrêta ; p o u r souffler. C’est u n chem in q u i m onte raide, cailloux e t poussière, e t to u t en virages. Au d ernier, c ’est G uillaum e assis su r une p ierre, e t il a d ’abord repris son souffle, puis il regarde. Le soir com m ence à descendre, et on ne le distingue pas d e l’om bre fraîche d e la m ontagne venue sur les choses avec u n bruissem ent de v ent ; le village plus bas ne vit que p a r ses chem inées fu m an t à peine, e t a u d elà la plaine est un grand silence coupé d e routes e t d ’allées d ’arbres jusqu’a u creux o ù s’agite la ville, e t jusqu’à l’au tre m o n t d ’en face. G uillaum e garde son m enton dans sa m ain : « V iendra-t-elle ? », il pense. A q u elq u e c e n t m ètres à droite se tien t la maison, e t son toit brun et roux ploie sous les ans, et au-dessus les forêts de châtai­ gniers d ev ien n e n t violettes. G uil­ laum e s’est levé, il se dirige vers la m aison : « A sept heures, je lu i ai dit, e t il fa u t q u e to u t soit p rêt, car sûrem ent elle viendra. » La porte a été ouverte, et la lum ière te n d re de l’h eu re glisse dans la pièce : c h a­ que objet se trouve à sa place, sans m ot dire : ch a q u e objet im percep­ tiblem ent a repris vie e t a salué Guillaum e, les bouteilles près de l’âtre, les anciennes gravures aux murs, la table d e bois poli. Guil­ laum e va sur le seuil : « Il est sept heures » ; e t le tem ps ici ne se m a r­ q ue p o in t a u village privé d e clo­ cher, mais sur le jour q u i baisse ou

E t l’om bre l’a posée là. C ’est Marie. Ses souliers sont blanchis de poussière, mais ses cheveux se devi­ n en t lisses sous le fichu de soie.

— T u es venue ! — J’avais promis.

— E ntre, j’ai fait d u feu.

Il a ferm é la p o rte derrière eux, car l’air a fraîchi to u t d ’u n coup, e t il allum e la la m p e à pétrole qui fum e d ’ab o rd puis se m et à éclairer doucem ent. Il rép è te :

— T u es venue.

Elle a ôté ses chaussures trop lourdes e t sa veste de grosse laine. — C ’est donc q u e tu m ’aimes ?

E lle délivre ses cheveux du

fichu, se to u rn e vers lui : — Oui.

Il n ’a q u ’u n geste à faire p o u r la p rendre dans ses bras. Il serre, très fort.

— M arie ! M arie à m oi !

Silence ; le feu c ra q u e ; la lu­ m ière de la lam pe p alp ite entre les poutres noires d u plafond ; p a r la fenêtre basse on ne distingue pres­ que plus les arbres du verger ; un soupir :

— T u m ’étouffes.

Ils s’asseyent a u b o u t d e la table, les mains à p la t d ev a n t eux. — Alors, com m e ça, tu es décidée ? — Je te confie m a vie, Guillaum e. — E t ta m è re ?

— Je lui ai d it q u e j’allais avec toi : « Com m e tu voudras », elle a rép o n d u ; elle est si vieille, elle se détache des choses.

Ils se taisent. U ne b û ch e s’af­ faisse : crépitem ents ; u n e flam m e jaillit : lu eu r d an san t q u i découvre un instant les assiettes peintes e t les verres b ie n rangés su r le vaisselier. — T u es heureux, G uillaum e ? — O ui : j’ai assez rôdé to u t seul dans la vie, je pense ; j’ai ta n t couru à travers ce pays et bien d ’autres, depuis m on enfance q u e je suis en route, que la fatigue m ’est venue ; q u a n d je t’ai rencontrée : « Guil­ laum e, voilà le m om ent d e te rep o ­ ser » j’ai dit. M aintenant, te voici

auprès de moi, com m e j’avais

dem andé, e t j’ai là le b onheur, je

pense : repos e t création dans

l’am our.

Il regarde d e v a n t lui tous les chem ins suivis, toutes les régions traversées, et sa g ran d e carrure se voûte u n peu, e t la lam pe fait voir à ses tem pes quelques m èches b la n ­ ches, et ses larges m ains ouvertes posent sur le bois poli d e la table leur lassitude. Il tourne les yeux vers elle :

— T u es heureuse, M arie ?

— O ui : j’ai appris à p arta g er ton silence e t tes gestes tro p forts ne me fo n t plus peur.

L e feu s’écroule d ’u n coup ; l’obs­ curité s’appuie aux carreaux ; aucun bruit. D ebout, G uillaum e a remis un rondin dans l’âtre, et la flam m e a hésité u n m om ent a v a n t d e se dresser. L a voix d e G uillaum e rit lorsqu’il d it :

— U n b o n h e u r com m e ça, ça s’ar­ rose !

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Les yeux d e M arie sourient p ro ­ fondément. Il tire d u coffre d o n t le couvercle gém it u n e vieille b o u ­ teille, u n e toute bonne. Elle, elle a trouvé dans le sac d u pain noir et d u from age, elle dispose les v er­ res e t deux couteaux. E t de n o u ­ veau les voilà assis face à face sans parler, p a rc e q u ’on a rien à d ire à de certains m om ents, on verse le vin, on rom pt la miche, on se sou­ rit. G uillaum e a repoussé son verre une dernière fois vidé ; il allum e sa pipe d e terre. Rien ne b ouge, et la fum ée reste im mobile, voile gris ou b le u té à m i-h au teu r dans tout ce calme. M arie s’est levée p our redonner d u bois au feu, puis elle est venue s’asseoir sur le b an c à côté de G uillaum e e t elle ap p u ie sa tête contre son épaule.

Il m u rm ure : — M arie...

et il lui caresse les cheveux en sou­ riant à la nuit, vivante derrière la fenêtre.

— Il se fait ta rd , Guillaume. L a pipe a achevé d e brûler. O n entend le v en t d ép lacer parfois les tuiles sur le toit. L a lam pe char- bonne un peu. G uillaum e a souri : — On va peu t-ê tre aller se coucher, ou quoi ?

Elle se serre plus fort contre lui, et son visage sourit aussi e t devient tout rose. Puis elle s’est redressée et arrange la m èche q u i faisait une vilaine fum ée noire e t sentait m a u ­ vais.

— Oui, on va y aller, je pense, dit-elle sans le regarder. Elle se lève, elle s’affaire à toutes sortes de petites choses, mais il sem ble que son cœ ur b a t bien fort tandis q u e lle range les verres e t le reste d u pain. — Est-ce q u e ' le lit est p rêt, au moins ?

— Je crois b ie n !

E t G uillaum e sourit toujours en tirant sur son brûle-gueule éteint. — Allors, je vais te laisser l’essayer d’abord.

L e voilà d ebout, il l’em brasse gentim ent sur le front, e t il sort en ferm ant la porte derrière lui. T out de suite, le souffle puissant de la n u it l’enveloppe, avec tous ses p a r­ fums sauvages, ses voix anciennes faibles e t si variées, e t son g ran d mystère. L a plaine s’étale dev an t vous, p arfaitem e n t silencieuse et com m e désertique, où rien ne sem ­ ble vivre, avec laquelle le m o n t en face se confond jusqu’au ciel qui p ren d soudain possession d e l’im ­ m ense espace q u ’il p eu p le d ’étoiles ; si vous vous retournez, la m ontagne d ’ici vous surm onte d e très hau t, avec sa crête encore m a rq u é e de blanc, et to u t est rum eurs e t m ou­ vem ents au creux des forêts pleines de fleurs ferm ées et d ’oiseaux en d o r­ mis, et d o n t les arbres s’anim ent d ’une tiède respiration et les bêtes d ’am ours nocturnes.

G uillaum e a ressenti un coup dans la poitrine. Il a vidé sa pipe en la ta p a n t sur u n caillou, il a passé plusieurs fois sa m ain dans ses cheveux, il a respiré p rofondé­ ment. U n anim al en chasse crie dans le verger to u t p ro ch e ; les cimes des sapins grincent dans le v en t ; une fontaine coule régulièrem ent quel­ q ue part. D e n o uveau ce coup dans sa poitrine, e t ses muscles q u i se tendent. U ne grenouille appelle du côté des étangs ; une b ran c h e m orte a cra q u é dans le bois ; une chouette gém it au loin. G uillaum e a fait un pas, deux pas, trois... L e v en t pousse dev an t lui quelques feuilles avec une belle o d eu r d e terre. Il s’engage sous la futaie rem plie de paroles et de gestes confus. Il y a des fuites, des souffles d’airs parfum és, des a p ­ pels. G uillaum e m arche tranquille­ m ent, et pas u n e fois il se retourne vers la fenêtre d o u ce m e n t éclairée, et les ram ures aux légers bourgeons se referm ent sur son passage.

M arie s’est dévêtue, elle s’est couchée, elle a attendu. Longtem ps. Elle a parlé to u t h a u t : « G uillaum e est ainsi : il sort e t il se m e t à re­ g ard e r e t à écouter to u t au to u r de lui, il en oublie le tem ps q u i passe; je n ’ai q u ’à a tten d re q u ’il m e re­ vienne. Il aim e tellem ent la vie des choses si proche d e la sienne. » Com m e p o u r l’excuser. E t cela fait un long m om ent q u ’elle reste ainsi en attente. Le v en t rem ue toujours les tuiles sur le to it e t la lam pe fum e d e nouveau. Soudain, une crainte la traverse :

— Mon D ieu ! faites q u ’il ne soit pas reparti.

E lle a sauté à bas d u lit, elle a couru jusqu’à la porte, elle l’ouvre: la nuit, sans u n geste, sans u n mot, presque hostile, vient contre elle. M arie est sortie, elle appelle : — G uillaum e ! G uillaum e...

Mais il n ’y a q u e le silence, car il n ’existe pas d ’écho p o u r vous trom per, dans ce pays où to u t est vrai.

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L U V T

L ’année dernière, c’était une des plus jeunes stations du Valais rom and qui recevait l’U nion valaisanne du tou­

risme. C ette année, ce fut une des doyennes du Valais além anique. Mais, de V erbier à Saas-Fee, on ne s’est pas dépaysé. L e site, les m ontagnes diffèrent ; à u n panoram a très ouvert succède la dom ination des plus hautes

m ontagnes du pays ; on parle un autre langage e t l’on a d ’autres coutum es ancestrales. Cela fait la diversité

de nos stations de tourism e alpestre. Mais on retrouve, à deux points fort distants de la m êm e chaîne, la m on­ tagne u n ique sous ses aspects divers, u n m êm e cœ u r chez les habitants, un m êm e sens de l’hospitalité, un m ême effort pour la com m odité et le charm e du touriste.

C ette année, avec l’UVT, se rencontrait l’Association hôtelière d u Valais. Essai d o n t il ne nous a p p a rtie n t pas de dire le succès et les chances de continuation. T out ce que nous avons p u constater, c’est que les m em bres des deux associations nous sem blaient en grande partie se ressem bler com me de parfaits jum eaux. Q ue les problèm es soulevés p ar l’une des organisations trouvaient leur écho fidèle dans le rap p o rt présenté p ar l’autre. Non pas tous, ce p en d a n t ; l’U nion du tourism e ne s’est pas occupée de l’assurance des em ployés, ni l’Association hôtelière de la prospérité des entreprises de transport. Nous soupçonnerions m êm e les deux secrétaires-directeurs, MM. les Drs Pierre D arbellay et Bojen Olsom m er, de ne pas professer, ou, d u moins de ne pas affirm er des vues identiques sur la vogue du cam ping et l’extension du nom bre des chalets à louer. E n revanche, to u t en constatant l’effort d u tourism e valaisan et en en m o n tran t une joie reconnaissante, ils se trouvent d ’accord p our crier « casse-cou » à ceux qui ¥ ) I I I 1 7 p ren n e n t prétexte de ce progrès pour m ultiplier le nom bre des hôtels qui n ’arrivent

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II pas à se rem plir dans la pleine saison et qui se vident trop rapidem ent à l’approche

1 * H 1 1 ■ de la m orte saison.

Le souci de la hiérarchie aurait d û nous faire nom m er M. Willi Am ez-Droz avant

M. Pierre D arbellay, e t M. E m m anuel D éfago avant M. Bojcn Olsomm er, car un président est beaucoup mieux constitué en dignité q u ’un directeur ou u n secrétaire. E t ce sont des présidents actifs à la tête de comités actifs. Mais les journalistes auront toujours un faible p our ceux qui tiennent la plum e au sein d ’une organisation e t qui savent, à l'occasion, se m ontrer p o u r eux-mêmes de redoutables concurrents. Ce q u ’il faut relever ici, c’est que les rapports abondants et bien rédigés, les com ptes e t les budgets soigneusem ent préparés des deux secrétaires, allégeaient d ’au tan t les fasti­ dieuses parties adm inistratives de tous les congrès.

Il fau d rait citer les notables qui participaient à la réunion. Mais com m e le malin René de Q uay disait q u ’« un cafetier de mes amis » constitue u n pléonasm e, je m ettrai un synonym at entre hôtelier et notable. E n veut-on une p reuve ? Le président du G rand Conseil était là... mais hors d u G rand Conseil, M. Antoine Barras est hôtelier. Le président du gouvernem ent était présent... mais M. M arcel G ard passe une partie de ses beaux jours dans un hôtel qui lui est aussi familial q u e familier. U n lointain prédécesseur de M. G ard au gouvernem ent valaisan honorait l’assemblée de sa p a rti­ cipation... mais il se nom m e M. H erm ann Seiler. Q u a n t au président de Saas-Fee, il se confond avec M. H u b e rt Bum ann, l’actif directeur de la Société de développe­ m ent de là-haut. Alors, on ne p e u t to u t de m êm e pas citer to u t le monde.

On po u rra seulem ent dire que les gens d u tourism e se sont dédoublés e t m êm e détriplés à Saas-Fee p our recevoir leurs pairs. Il y eu t l’apéritif de la com m une, une com m une dont tous les citoyens sont intéressés au tourisme. Il y eu t l’apéritif d e la Société de développem ent, société qui gère les intérêts locaux du tourism e. Il y e u t l’apéritif des hôteliers, qui fu t servi non seulem ent aux collègues, concurrents e t rivaux, mais à toute l’U nion valaisanne d u tourism e !

Il y eut, au term e d ’une ascension en téléférique, une brillante dém onstration de ski, p a r le célèbre club Allalin, alerte cinquantenaire, d o n t tous les m em bres sont professeurs de ski e t guides. Avec cela, avec les bons dîners, avec les m ontagnes et le soleil, on a été dans le tourism e jusqu’au cou. E t l’on aurait bien garde de

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Hommage à Joseph Maxit

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Q uand on d it de q u e lq u ’un q u ’il ne com pte que des amis, c ’est en général au passé, p our la simple et bonne raison q u ’il est m ort !

Joseph Maxit, lui, jouit de ce privilège rare qui consiste à rencontrer la sym pathie unanim e en étant bien vivant.

Le G ran d Conseil vient d e le lui prouver en l’a p p e ­ lant lundi aux plus hautes charges du pays.

F idèle à la tradition, le nouvel élu a déclaré à ses pairs q u ’il reportait cet ho n n eu r sur son district, sa com m une e t son parti.

Q u’il nous soit permis de dire, sans déform er la louable pensée présidentielle, que cet honneur, c’est avant to u t Joseph M axit q u i l’a mérité.

C ar s’il a des amis p arto u t, c ’est que le g ran d baillif frais ém oulu de l ’urne est hom m e d e c œ u r et de raison.

Il l’a p ro u v é to u t au long de son activité privée comme de sa vie p u blique, q u ’il poursuit avec l’ardeur d’un vert q u in q u ag én aire e t la g rande p ro b ité d ’un excellent citoyen.

M onthey, sa chère com m une p our laquelle il se dépense avec a u ta n t de dévouem ent q u e de m odestie depuis u n q u a rt de siècle, le sait bien e t le lui a d’ailleurs bien dém ontré il y a quelques jours.

M. M ax it, a c c o m p a g n é d e l ’h u is s ie r c a n to n a l e n g r a n d e te n u e , est r e ç u s u r le q u a i d e la g a r e d e M o n th e y p a r

M . D e la c o s te , p r é s id e n t d e la v ille

Gym nastes, musiciens, tireurs de to u t le canton, à qui il a consacré ta n t de loisirs et de peine, ont su s’associer à la joie particulière d u Bas-Valais.

E t q u e dire d e la fierté q u ’ont éprouvée tous ces artilleurs de m ontagne qui ne revoient dans ce jovial colonel q u e leur ancien capitaine ou leur lieutenant d’autrefois à qui ils sont restés fidèles ?

Bravo ! Joseph...

Pardon... Tous nos com plim ents, M. le président. E dm ond Gav.

L a r é c e p ti o n à l’H ô te l d e V ille : d e g a u c h e à d r o ite , M M . M a r c e l G a r d e t D r O s c a r S c h n y d e r , co n seille rs d ’E t a t , J o s e p h M ax it, n o u v e a u p ré s "dent d u G r a n d C o n s e il, e t R e n é S p a h r , ju g e c a n to n a l ( P h o to s P ô t, M o n th e y )

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LE S O U F F L E DU VALAIS SUR

L’ÉGLISE SAINT-SÉVERIN

A PA RI S

C e tte église, témoin de quatorze siècles d ’his­ toire, qui fu t tou t d'a bord une chapelle au milieu des vignes et des bois lesquels en to u ­ raient alors Paris ; qui d e v in t au X I e siècle une basilique servant de paroisse aux fe m m e s des rois de France qu'abrita tour à tour le Palais des T h erm es ; qui f u t mise en pièces par les N orm ands, puis donnée en cet é tat de ruines au C hapitre de Paris par le roi Henri 1er ; qui se v it en re construction durant presque trois siè­ cles ( d e 1210 à 1495) ; qui, grâce à c ette durée, constitu e une des synth èses les plus parfaites des trois successions de style, p ro p re s à l'art g othique : lancéolé, rayonnant et flam boyan t ; où Foulques, abbé de Neuilly-sur-Marne, prêcha la I V e Croisade ; où Bossuet, puis Lacordaire p ro n o n c èren t quelques-uns de leurs im m ortels sermons ; qui d evin t, à la R évolution, d é p ô t de poudres et de salpêtre et magasin de grenage ; qui reste de î i o s jours une des m erveilles de

Paris mais qui, neuf fois sur dix, échappe à l'œil avide du touriste parce que tro p bien cachée dans son nid de maisons pauvres et lézardées ; c e tte église est, par un lien originel in d é fe c ti­ ble, rattachée au Valais.

Selon une des versions (car il y en a de u x) que nous r a p p o r te n t les historiens, Childebert Ier, fils de Clovis, aurait fait construire la chapelle p r im itiv e en m ém oire de l'abbé Séverin de l 'A b b a y e d'A gaune, à Sain t-Maurice, au lieu m ê m e où celui-ci serait venu p rie r avant d'ac­ c o m plir la guérison de Clovis. L'abbé Séverin, thaumaturge répu té, avait en e ff e t été m andé dans son A b b a ye d'Agaune par Tranquillinus, le m édecin de Clovis, pour se rendre au ch evet du d it roi qui se mourait d'une fiè v r e maligne.

Il vint donc à Paris et guérit le souverain par l'imposition de sa chasuble après m oult prières et grande m ortification.

D ’après la seconde version, la chapelle aurait été élevé e par les soins de saint Cloud, petit-fils de Clovis, sur le tom beau d ’un moine solitaire du nom de Séverin, le quel l ’initia à la vie m o ­ nastique.

C om m e on le vo it, ces deux témoignages se ra p p ro ch en t sensiblem ent et l’on se dem ande si

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l’abbé Séverin d ’Agaune et Séverin le Solitaire ne seraient pas une seule et m ê m e personne. C’est ce que déclara au X V I I I e siècle un office édité par le curé de la paroisse. Cependant, le clergé, pour donner satisfaction à tou t le m o n ­ de, décida de célébrer deux fêtes, celle du Soli­ taire le 27 n o v e m b r e et celle de l ’abbé d ’Agaune le 11 février.

Le p u its où l ’erm ite pren ait son eau existe d ’ailleurs encore, e t l’acte de donation signé par Henri I er en faveur du C hapitre de Paris m entionne le sanctuaire sous le nom d ’« Eccle­ sia Sancti Severini Solitari ». Mais l’abbé Séverin d ’Agaune p eu t très bien s ’être retiré quelque te m ps à l ’endroit où il avait d em an dé à Dieu la guérison de Clovis. Il n ’y serait cependant point m o r t pu isqu ’il aurait, lors de son retour à l ’A b b a y e d ’Agaune, fo n d é celle de Château- Landon qui fu t une des forces spirituelles du m oyen âge. Ce n’est donc pas sur sa to m b e à lui qu'aurait é té érigée lu chapelle, mais sur p lu ­ sieurs autres. Il existait, en effet , à cet endroit, une nécropole d o n t on a re tro u v é par la suite, sous les fo n d e m e n ts de l’ancien oratoire, de n om breux sarcophages d a ta n t pré c isé m e n t de l’époque mérovin gienne.

Quoi q u ’il en soit de l'auth enticité de l'une ou l’autre version, il n’en reste pas moins vrai que l ’abbé Séverin d ’Agaune a toujours été, dans l’esprit des fidèles, aussi grand sujet de v é n é ­ ration que Sévérin le Solitaire. En fo n t foi les vitraux de la chapelle consacrée à ces deux saints, les bas-reliefs du retable, ainsi que l’œ u ­ vre du p ein tre Cornu. P a rto u t notre abbé fait face à l’erm ite. Ici, il guérit le roi, là, il est couché sur son lit d ’agonie au milieu de ses f r è ­ res et s’a p p r ê te à recevoir le viatique.

A l ’e x térieu r de l ’église, sous une niche qui marque l ’angle de la rue Saint-Séverin et celle des Prêtres-Saint-Séverin, se dresse sa statue. A sa gauche s’ouvrait autrefois le c im etière. Les galeries des charniers, galeries destinées à rece­ voir dans leurs com bles les dépouilles des p e r ­ sonnages de m arque et les ossem ents retirés du cimetière, e n to u ren t encore celui-ci. Elles sont les seules qui subsistent à Paris. A u jo u r d ’hui, dans cet espace ombragé de marronniers géants, des fillettes jouent à la balle sous la

surveil-S ta t u e d e surveil-S a in t - surveil-S é v e r in d ’A g a u n e

lance d ’une p e t i t e sœur des pauvres. Ainsi va la vie.

En face de n o tre statue se trouve la librairie du p o è te surréaliste Marcel Béalu où se réunis­ sent les amis de Max Jacob. C ’est ici le plus vieux quartier de Paris. Rues é troites qui s’en­ trelacent, maisons à pignons qui nous tran spor­ tent au cœur du moyen âge. Lieux hantés jadis par Villon, Dante, Aloysiu s B ertrand. Huysmans. L’abbé Séverin d ’Agaune, dans sa solitude de pierre, les a vus déam buler avec leurs rêves, leurs fantô mes. Le voici, toujours le mêm e. Il nous arrête au passage pour nous dire cette phrase à m o itié déchirée par le tem]>s :

Bonnes gens qui par ey passés Priez Dieu pour les trépassés.

Figure

table  que  «  Treize  Etoiles »  lui  consacre  une  chro­

Références

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