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13 étoiles : reflets du Valais = Wallis im Bild = Treize étoiles : reflets du Valais = Wallis im Bild

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(1)

Reflets du Valais No 5 Mai 1978 Le numéro 3 fr. 50 mnee

(2)

î f lf r v ; 3 : • *i

Martigny-Châtelard

Ligne du Valais à Chamonix

(3)

' PROMENADES ET EXCURSIONS

I

Hotel Furka, g e p fle g te Küche, m assige Preise, 0 2 8 / 7 3 11 44 OBERWALD 40 Rest.-Taverne, id e a le s A u s flu g sz ie l, M ee rw a s s e r-H a lle n b a d und

offe ne s geh eizte s S c h w im m b a d . Fam. Dr. Eugen Naef, 028 / 27 10 22

BR E ITEN-M Ö REL 7 Hotel B la ttn e rh o f, fre u n d l. E m p fe hlun g M. Roten-W yden, 028 / 23 86 76 BLATTEN/N ATER S 9

BRIG

Hotel A lp e n b lic k , Kege lb a h n, m it f r e u n d lic h e r E m p fe hlun g Farn. Im bo d e n , 0 2 8 / 7 1 15 37

ERNEN

* 4 f n J i» j- • .• j m

R estaurant Ferden, Farn. A m b o rd , 0 2 8 / 4 9 1 1 32 FERDEN 30

VISP

Pensio n-R est. L ö ts c h b e rg , Fam. A. Heynen, 028 / 46 22 38 AUSSERBERG 7 Hotel + B ä c k e re i S o n n e n h a ld e , am W a n d e rw e g d e r L ö ts c h b e rg -

S ü d ra m p e , 028 / 46 25 83

AUSSERBERG 7

Hotel-Rest. Bahnhof, am W a n d e rw e g , W a llis e r Spez. und g ro sse G a rte n te rra s s e

AUSSERBERG 7

A u b e rge -R e s t. La M i-C ôte, b o n n e cuisin e , ch a m b re s , 027 / 41 21 26 M O LLENS 6 H ô te l-R e s ta u ra n t Favre, te rra s s e avec vue s u r la vallée, 027 / 65 11 28 SAIN T-LU C 22 C a fé -R e s ta u ra n t de la Poste, c h a rb o n n a d e , 027 / 65 15 08 SAIN T-LU C 22 C a fé -R e sta u ra n t de la N o b le -C o n trée , M. et M m e G a liz ia -G e rm a n n .

S a lle p o u r b a nquet, c a rn o tze t, pa rkin g , fe rm é m ercre d i, 027 / 55 67 74

VEYRAS 2

H ô te l-R e s ta u ra n t S a in t-G eo rg e s, Fam. Am stutz, 027 / 43 25 75 C H E R M IG N O N -D E S S U S 6

Hôtel Bellevue, Fam. O e rtel-Em ery, res ta u ra tio n soig née, 0 2 7 / 5 5 11 75 V E N TH O N E 5 Café-Rest. Le Vie ux Tacot. Carte va rié e et s p é cia lité s , 0 2 7 /4 1 25 80 BLUCHE 10

' 21 EI

Café-Rest. des Vergers, R. Clavien, Au ja rd in , g rilla d e s et raclette s au feu de bois, m usique

MIÈG E

A

^ f - ; â

Is é ra b le s vo u s a tte nd p o u r vos s o rtie s de so cié té s, de cla sses, etc., ses d iv ers re s ta u ra n ts vous p la iro n t. S o c ié té d e d é v e lo p p e m e n t, Isérable s, tél. 027 / 86 34 67

ISÉRABLES 10

SION

Hôtel Beau-Site, g ra n d e sa lle p o u r s o c ié té s et repas de fam ille, te rra ss e 200 pla ces, 027 / 86 27 77

M AYEN S-DE-RID DES 17 Restaurants La C o llin e -a u x -O is e a u x , ch e z T ip -T o p , 027 / 86 40 77 -

86 49 93 (Léon A u b e rt). Les Alp es, 027 / 86 23 20 (F ernand Au b e rt)

C H A M O SO N 13 R e sta u ra n t du Belv édère, 027 / 22 47 27 TU R IN /S A L IN S 3,5 C a m p in g Sed u n u m , su r les b e rg e s d u Rhône, buvette o u ve rte au p u b lic APR OZ 4 R estaurant Col des Pla nches, raclettes, assie ttes va la isa n ne s

026 / 2 21 49

COL DES PLANCHES 14

Hôtel de Ravoire, J e a n -M ic h e l Cassaz, 026 / 2 23 02 RAVOIRE 10 Hôtel J o lim o n t, sa c u is in e renom m ée, 026 / 8 14 70 LES M ARÉC O TTES 10 H ô te l-R e s ta u ran t des G la cie rs, Ph. Annen, 0 2 6 / 4 1 1 71 LA FOULY/Val Ferret 32,5

M ARTIG N Y

H ô te l-R e s ta u ra n t Edelw eiss, 026 / 4 26 21 LA FOU LY/Val Ferret 32,5

Re sta u ra n t Le Mazot, M. Pie rre J o s q u in , 026 / 4 13 53 CH AM PEX 22

SAINT-MAURICE

Vérossaz, b a lc o n de la p la in e du Rhône, p o in t de d é p a rt du to u r p é d e s tre des D e n ts -d u -M id i. La Poya vo u s réserve une très jo lie p ro m e n ad e . 10 km. de M o n th e y ou de S a in t-M a u rice .

VÉROSSAZ 10

R e s ta u ra n t du G ran d -P a rad is, repas de fam ille, so cié té s, noces T e rra s s e co u ve rte , 0 2 5 / 8 41 67

CH AM PÉR Y 12

Rest. Le V illa ge, sa fo n d u e c h in o is e . Fam. V. S c h a lle r, 0 2 5 / B 41 30 CH AM PÉRY 12 H ô te l-R e s ta u ra n t T élé c a b in e , G ustave T ro m b e rt, 025 / 8 44 21 LES CROSETS

Site p ro té g é - P ro m e n a d e s fa c ile s dans les fo rê ts et les p â tura g e s Pêche d a n s le la c de T an a y - Dès M ie x + 50 m in u te s à pie d

TAN A Y/VO U V R Y 20 Re sta u ra n t La Perle du Léman, s p é c ia lité s du lac, c a m p in g , c h a m b re s

L. Esselier, 025 / 7 53 23

BO UVERET 15

Bouveret, p o rt du Vala is, p o u r vos w e e k -e n d s , s o rtie s de s o c ié té s et v a c a n c es . Sa plage, ses c a m p in g s , ses h ôtels et re s ta u ra n ts ren o m m é s vo u s e n c h a n te ro n t. S o cié té de déve lop . 025 / 7 51 26 - 7 59 09 - 7 57 47

BO UVERET 15

(4)

P our vo tre s é jo u r d a n s le VAL FERRET p ro fite z de la m a g n ifiq u e

SAISON DES FLEURS

e t des p rix a v a n ta g e u x avan t-sa iso n des éta blissem e n ts. T ou s re n se ig n e m e n ts p a r la Société de développement

du val Ferret, 1937 Orsières

Tél. 0 2 6 / 4 1 5 1 9 ou 4 14 44

Champex

lac

V a c a n c e s familiales

V a c a n c e s idéale s au bord d'un lac de m ontagne, à q u e lq u e s k ilo m è tre s du G ra n d -S a in t-B e rn a rd . Hôtels et a p p a rte m e n ts de vacances. Piscine chauffée, aviron, pêche, tennis, té lé siè g e à 2200 m., 100 km. de p ro m e ­ nades balisées, flo re et ja rd in alpin.

Mai - Juin - S e p te m b re - O c to b re : prix s p é c ia ux

R e n se ig ne m e n ts : O ffic e du to u ris m e de Ch a m p e x-L ac, tél. 026 / 4 12 27

V6RBI6R

1500-3023 m.

FII1« B E I *

Au c œ u r des A lp e s les plu s m é rid io n a le s de Suisse, V e rb ie r vous p ro p o s e le

forfait été

280

.

7 jo u rs en d e m i-p e n s io n + a b o n ­ ne m e n t s p o rtif (piscin e, m in igo lf, T élé v e rb ie r) dès Fr.

36 hôtels, 1000 c h a le ts et a p p a rte m e n ts Im p o rta n t réseau de pro m e n ad e s, a p p ro a c h - golf, c h e m in des c h a m o is dans la réserve na tu re lle de Bagnes, p ro m e n a d e s b otaniq ues, to u rn o is sp o rtifs, fitness

R e n s e ig ne m e n ts :

O ffice du to u rism e , C H - 1 9 3 6 VERBIER Tél. 0 2 6 / 7 62 22

(5)

TORGON

DES QUATRE-SAISONS

...

La plus lémanique des stations du Valais

A c c è s : G enève 75 m in ute s A u to ro u te d ire c te G e n èv e -A ig le Lausan n e 45 m in ute s Route A ig le -V io n n a z -T o rg o n

LE RETOUR A LA NATURE, DES VACANCES ACTIVES, DES SPORTS DE PLEIN AIR

. . .  * Ss. J«ï *5-. , s ■ £ . ■ ■ - - •»•''•r. » * " . - ■ • -1**;.««*,. =■ jSìÌÌ? >•<*' -a:' • t.* . „ -. • ■; S S B c & î

ON EN PARLE, ON Y VIENT, ON S’ ENTHOUSIASME, ON S ’Y INSTALLE

L’été

■ C o u r t s d e t e n n is a v e c é c la ir a g e ■ P is c in e ■ P la c e d e je u x ( p in g - p o n g , p é ta n q u e , q u ille s , e tc .) ■ G o lf 18 tr o u s ( A ig le , 15 m in u te s ) ■ C o u rs e s en m o n ta g n e o rg a n is é e s ■ P la ce s d e je u x p o u r e n fa n ts (c a b a n e s d ’in d ie n s , v o it u r e s é le c t r iq u e s , etc.) ■ P arc d 'a n im a u x ■ C ir c u it s p é d e s tr e s ■ P ê c h e en r iv iè re ■ E m p la c e m e n ts p o u r p i q u e - n iq u e ( r a c le tte , b ro c h e , e tc .)

Restaurants

• LA SERG NAZ

Self-service Restaurant — G r illa d e s au fe u d e b o is

Bar - D is c othè q ue — S p é c ia lit é s v a la is a n n e s

Thé dansant en saison Pizza

L’hiver

■ T é lé s iè g e : P la n - d e - C r o ix / T ê te du T ro n c h e y , re lia n t T o r g o n au V a l d ' A b o n d a n c e e t aux « P o rte s du S o le il » ■ 6 té lé s k is : p is te s to u t e s c a t é g o r ie s ■ M in i- t é lé s k i g r a t u it p o u r e n fa n ts ■ P a r c o u rs d e f o n d m P is te to u r is t iq u e Ski d e r a n d o n n é e P a tin o ir e n a tu r e lle a v e c é c la ir a g e P a rk in g s au p ie d des p is te s C ir c u i t s t o u r is t iq u e s F o r f a it : « R e s to s k i » ESS ( E c o le S u is s e d e S ki) P is c in e c h a u ffé e , V o u v r y (15 min.) G a r d e r ie d ’e n fa n ts ■ A b o n n e m e n t « P o rte s du S o le il » v a la b le d a n s 12 s ta tio n s fr a n c o - s u is s e s su r plu s d e 150 in s ta lla tio n s , o f f r a n t p lu s d e 500 km. d e p is te s

Arran g . p o u r g ro u p e s (logem ent, pe n sion ou d e m i-p e n s io n )

LE TSEU D R O N

Restaurant — S p é c ia lit é s v a la is a n n e s

— C a d re t y p iq u e

S e lf-s e rv ic e Appelez le 025 / 7 57 24

(6)

C H E R - M IG N O N S.A.

J. L. BA G NO U D, A D M IN IS T R A T E U R VIA NDES ET CHARCUTERIE EN GROS

VIA NDE SECHÊE DU VALAIS JA M B O N CRU - PETIT LARD SEC PRODUITS DE TRAITEUR PR ODUITS SURGELÉS 3961 CHERMIGNON (VALAIS) 3961 CHER M IG NO N (VALAIS) (027) 43 23 15 / 43 16 79 L ’é m incé d u m a z o t P o u r 4 p e rso n n e s , é m in c e z 25 0 g. de c h a m ­ p ig n o n s d e P a r i s frais, fa ites-les rev en ir à la p o êle d a n s u n b o n m o r c e a u de beu rre a v e c un o ig n o n m o y e n f i n e m e n t haché. S a le z lé g è r e m e n t le t o u t e t cuisez ju s q u ’à r é d u c t i o n c o m p l è t e d e l ’e a u des c h a m p i ­ gnons. L o rs q u e ces d e r n ie rs c o m m e n c e r o n t à p r e n ­ d r e c o u le u r, i n c o r p o r e z 250 g. d ’é m in cé de v e a u , f aites r a p i d e m e n t s a u t e r et, sitô t le f o n d sec, f l a m b e z a v e c u n p e t i t v e r r e de m a r c de dôle. M o u i l l e z d ’un v e r r e de f e n d a n t . A ssaison­ n e z d ’u n e p o i n t e de c o u t e a u de bo uillon c o n c e n t r é , d ’u n e cu illère à c a f é de co n ­ c e n tr é de to m a t e , d ’u n p eu d e p a p r i k a , de sel e t de p o i v r e . Liez lé g è r e m e n t a v e c une n o ix de b e u r r e m a n ié . Laissez c u ire deux m in u tes. R e t i r e z d u feu e t a j o u t e z u n d é c ilitr e de crè m e f r a î c h e b a t t u e en c h a n t i l l y . Servez a v e c des röst is de p ré fé re n c e . C e t t e p r é p a r a t i o n - m i n u t e p e u t p a r f a it e m e n t se ré a lise r à ta b le , d a n s u n e p o êle à f l a m ­ ber.

Soufflé aux fraises

P a s s e r les fraises a u ta m is. A u d em i-litre d e m a r m e l a d e de p u l p e ain si ré c o lté e mé­ l a n g e r 3 cuiller ée s de suc re en p o u d r e et 3 j a u n e s d ’œ u fs. A j o u t e r 3 cu illerée s de c rè m e f r a î c h e e t u n e d e fécule. B a t t r e 4 b la n c s d ’œ u f s en neige. Les a j o u ­ t e r à ce m é la n g e . V e rs e r le t o u t d a n s un m o u l e à s o u fflé b e u r ré . C u i r e à f o u r doux 25 m in u tes. R iz a ux fraises M e t t r e d a n s u n e casserole u n q u a r t de litre m o itié eau , m o itié v in b la n c , a v e c 125 g. d e su cre en p o u d r e e t u n p eu de vanille. A u p r e m i e r b o u i l l o n y je t e r 125 g. de riz e t c u ire à c o u v e r t , à p e t i t feu, 20 minutes. R e t i r e r d u feu. A j o u t e r un m o r c e a u de b e u r r e e t d e u x œ u f s entier s.

B e u r r e r u n m o u le à s a v a r i n (de ceux qui o n t un e c h e m in é e a u c e n tre ) e t y v e rse r le riz. C u i r e à f o u r d o u x 15 m in u te s, dé ­ m o u l e r e t laisser r e f r o i d i r . E c ra s e r 250 g. de fraises, a u ta m is, a v e c m o itié de sucre, un v e r r e de ki rsc h, u n jus de c i t r o n . V e rse r le m é la n g e d a n s la c h e m in é e d u g â t e a u de riz.

FEDERATION LAITIERE ET AGRICOLE DU VALAIS

CENTRALE DACHAT DES FROMAGES

VALAISANS ,SION

T a rte s a ux fraises ( r e c e t t e chinoise)

E m i e t t e r 2 Va v e r re s de m ie de p a in . D é ­ l a y e r d a n s d e m i - l it r e de la it. A j o u t e r un d e m i - v e r r e de sucre, u n e pin c é e de sel, 3 œ u fs b a t t u s , d u zeste de c i t r o n , u n v e r r e de fraises écrasées. M é la n g e r. H u i l e r u n m o u le p l a t . Y v e r se r l ’a p p a r e i l et c u ire u n e d e m i - h e u r e à f o u r m o d é r é . D é ­ m o u l e r la g a l e t t e o b te n u e . Lui f a ire p re n ­ d r e c o u le u r à f o u r c h a u d . G a r n i r cette g a le tte de fraises en tières. P o u d r e r de su­ cr e et de cane lle.

(7)

Photo Gyger, A d elb o d e n De La Creusaz, l ’ in c o m p a ra b le vue sur les massifs du T r ie n t et du M o n t-B la n c

Ces villages au cœ ur de la vallée du T rient vous offrent des vacances de détente et de repos. Nombreuses possibilités de prom enades et excursions.

Renseignements pour chalets, appartem ents et hôtels : Office du tourism e de Salvan, tél. 026 / 8 15 77 - 8 14 79 Office du tourism e des Marécottes, tél. 026 / 8 15 89

(8)

Dans un cadre de verdure reposant

Piscine de Martigny

chauffée

ouverte début mai à fin septembre

BAINS

DE

SAILLON

Café - Terrasse - Pique-nique

A d is p o s itio n : pelo use, c h a is e relax

C o n d itio n s s p é c ia le s et a b o n n e m e n ts : Se re n s e ig n e r à la cais se

Etablissement thermal

Reconnu p a r le S e rvice de la santé p u b liq u e du ca n to n du Vala is T élé p h o n e s 0 2 6 / 6 35 10 et 6 24 19

Ouvert de 8 h. 30 à 20 h. 30 du lundi au vendredi Samedi et dimanche fermé

Enfants : A d m is de 13 à 15 heures le m e rc re d i e x c lu s iv e m e n t

(sauf o rd o n n a n c e m éd ica le )

# Soins physiothérapeutiques $ Massages

# Cours de natation

# Possibilité de louer studios pour 2 - 3 semaines aux abords immédiats, ou loger dans pensions

0 Assiette froide servie à toute heure

II

F U R R E R

Exposition internationale de meubles

M eu b le s - Rid eaux Revêtem ents d e sols A m e u b le m e n t p o u r hôtels, p e n sio n s et c h a le ts La seule m aison M u ste rrin g du Vala is

G ra n d e s p la c e s de p a rc p rivées

Centre du meuble

musterring

(9)

Finhaut H ô te l-R e s ta u ra n t B e l-O is eau & V ic to ria H ô te l-R e s ta u ra n t B e a u -S é jo u r H ô te l-R e s ta u ra n t des A lp e s H ô te l-R e s ta u ra n t du Perron Pensio n Regin a C a fé -R e s ta u ra n t Bea u -S o le il C a fé -R e s ta u ra n t Ce n tra l Ca fé -R e s ta u ra n t C o m m u n a l Giétroz C a fé -R e s ta u ra n t du C o l-d e -la -G u e u la z C a fé -R e s ta u ra n t des M o n tu ire s

Châtelard A u b e rg e -R e s ta u ra n t des T o u ris te s C a fé -R e s ta u ra n t Suis se

C a fé -R e s ta u ra n t L 'E s c a la d e

5

Alt. 1300 m. - 1200 m. - 1100 m.

Finhaut

Station c lim atique dans le pittoresque val

du Trient, sur la ligne du chem in de fer Martigny - Châtelard - Chamonix. Reliée par route à l’artère in ternationale de La Forclaz (27 km. de Martigny, 22 km. de Chamonix).

Nombreuses prom enades et excursions face au grandiose panoram a du Mont- Blanc.

Service autobus : Gare de Finhaut - Col

de La Gueulaz (barrage du Grand-Emos- son).

Sports d’hiver: Skilift, Ecole suisse de ski.

Médecin, pharmacie, plusieurs cafés et restaurants, épiceries et bazars, super­ marchés, chaussures.

Cultes : catholique, protestant, Israélite. Pêche : en lacs artificiels et en rivières.

Giétroz

Le vrai village de vacances ; accès par route dès Finhaut, station inte rm édiaire du fu n icu la ire de Barberine.

Châtelard

Poste frontière ; le relais routier et fe rro ­ viaire pour la gastronomie, les achats de souvenirs et les pleins d ’essence.

Funiculaire de Barberine: C hâtelard-Gié-

tro z -C h â te a u -d ’Eau.

Train d’altitude et monorail d’Emosson :

C h âteau-d’Eau - Barrage. Le m in i-tra in d ’ Emosson ^Bâle Lausanne Londres s ^ . Bruxelles Genève, M artigny / Les Marécottes /p m o s s o n Le T ré tie n ^ > < [ a ^ ^ y N H A U T / ^ 6 X Giétroz ï y t f r Le Châtelard \ s Z jr Trien t ^ ( V erbier de la Forclaz Tunnel

du Mont-Blanc Turin »Tunnel Nice du Grar Le barrage d ’ Emosson face au M o n t-B la n c

A u tre s r e n s e ig n e m e n ts et p ro s p e c tu s :

S o c ié té de d é v e lo p p e m e n t, tél. 0 2 6 / 4 71 80, F in haut C a rte s de p ro m e n a d e s en ve n te dans la régio n

(10)

Piscine de Sion

à 5 minutes de la gare Eau chauffée

Bassin olym pique

Bassin pour non-nageurs Pataugeoir

Grande place verte et om brage

Possibilité de manger : petite restauration Ouverture : mai-septembre, ® 027 / 22 90 33 Café-restaurant ouvert toute l’année, CO 027 / 22 92 38

Hôtel d'Evolène

1968 Evolène ( fi 0 2 7 / 8 3 12 02

No m b re u s e s c h a m b re s avec bain, WC privé et balco n

Parc o m b ra g é, tennis A m b ia n c e fa m ilia le Son e x c e lle n te cu is in e Son resta u ra nt « Le C a rno tz e t » Prix réd u its p o u r p e rs o n n e s âgées

Isérables

B alc on su r le Rhône, vis itez le musée fo lk lo riq u e , ty p iq u e m e n t local, et faites un arrê t à

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L ’i n t é r ê t m a n i f e s t é p a r c e t t e c o n su lta tio n p r o u v e , s’il é t a i t néce ssaire, l ’u t ilité de ce g u id e a u se rv ice de la g a s t ro n o m i e en V a ­ lais. Il est, d ’a u t r e p a r t , a s so rti d e recettes o r ig in a le s e t in é d ite s fo u rn ie s p a r cinq chefs é m é rite s q u i o n t c o n s e n ti à d é v o i l e r leurs secrets. N o u v e a u té s frifri A la F o i re d ’é c h a n t i l l o n s de Bâle, la m ai ­ son f r i f r i d e L a N e u v e v i l l e a p ré se n té deux n o u v e a u t é s q u i o n t p a r t i c u l i è r e m e n t inté­ ressé les p ro fe s s io n n e ls de la r e s t a u r a t i o n . Il s’a g i t d ’u n e frite u se à h a u t e p r o d u c tio n , c a p a c i té 7 o u 14 litre s ( p h o t o ) , e t d ’un f o u r à a i r p uisé d e p e t i t , m o y e n o u gran d r e n d e m e n t . V e rk e h rsb u re a u L e u k erb a d - Tel. 0 2 7 / 6 1 14 13 - 61 15 30 W A LL IS - SCHW EIZ H Ö H E : 1411 M E T E R T ele fo n 0 2 7 /6 1 27 61 CENTRE M É D IC A L 6 H O T E L S . 390 B E T T E N

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28e année, N ° 5 Mai 1978

Sommaire

L a t a b l e U n e v a llé e a u passé T o u r i s m e d ’a p r è s - g u e r r e d a n s la v a llé e d u T r i e n t L e d e u x i è m e so u ffle E. R . B l a n c h e t A le ts c h , u n c e n t r e é c o l o g i q u e N a t u r s c h u t z z e n t r u m A l e t s c h w a l d R o s s w a ld + Saf lis ch T r a v e l f o r p le a s u re S k y ll d e s c e n d à l’h ô te l... C r o q u i s v a la isa n s : C o n t e e x p re ss T o u r i s m e , p e t i t e c h r o n i q u e m e n s u e lle H o m m a g e à u n p i o n n i e r d u V alais : A b b é I g n a c e M a r i é t a n N o u v e a u t é s d a n s n o s s t a ti o n s P o t i n s v a la isa n s M o t s cro isés L e t t r e d u L é m a n G e n t i a n e s d ’a m o u r - A n t i p u b l i c i t a i r e S y m p h o n i e v a la is a n n e V é r è n e Q u a d r a n t i T r e i z e E t o i l e s - S c h n u p p e n C o r r i d a - S t i m m u n g in k l e i n e r A r e n a U n m o i s en» Valais S ons d e c lo c h e s L e li v r e d u m ois

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(18)

m

§

$

&

Ê»

0

Une

^

passé

Fine pellicule de terre arable recouvrant mal une

roche dure et compacte, soumise à une déclivité pro­

noncée, a l'érosion que creusent la bise et les pluies,

à la sécheresse que nourrissent le soleil et le fœ h n ,

qu’accablent avalanches, éboulements et incendies,

qu ’ alimente m al une médiocre fum ure, telle se pré­

sentait la sauvage vallée du Trient.

Dans cette rudesse de la nature, les montagnards

peinaient pour leur survie, cultivant une faible sur­

face, éparpillée en un grand nom bre de parcelles

minuscules, soignant leur petit cheptel, exploitant

carrières d ’ardoises, forêts, mayens et alpages, expo­

sant leur vie sur des abîmes et au violent courant

des rivières. Durs au travail, opiniâtres, par néces­

sité âpres au gain, d ’une foncière bonté, ils dem eu­

rent attachés à leur fam ille et fidèles à leurs amis.

Leur vie libre et indépendante, sous la seule houlette

de l’A bbaye d ’Agaune durant plus d ’un millénaire,

si elle les a faits fiers et ombrageux, les a rendus

loyaux, cordiaux et entreprenants. Respectueux des

traditions éprouvées et sensibles aux innovations

judicieuses, to u t naturellem ent et très tô t ils se sont

érigés en promoteurs du tourisme estival. Marqués

douloureusement par les deux guerres mondiales,

loin de se décourager, ils se redressent et surgissent

en initiateurs du tourisme hivernal.

En cette année où un de leurs fleurons

la télé­

cabine de La C reusai

fête son entrée dans la

force de l’âge, plus que jamais ils sont confiants :

leur passé demeure le plus sûr garant de l’avenir.

Fernand Frachebourg.

(19)
(20)

R o u t e ( p o n t d e G u e u r o z ) e t c h e m i n d e f e r o n t t i r é l a v a l l é e d e s o n i s o l e m e n t

Tourisme

d’après-guerre

dans la

vallée du Trient

C omm e ses marmottes, la région hibernait avant

la construction des remontées mécaniques. Dès

le 15 septembre, les touristes désertaient la vallée,

faute d ’attractions. Il fallait attendre la mi-juin

p o u r q u ’ils réapparaissent.

E ntre temps, les indigènes s’adonnaient à leur

maigre agriculture, complétaient leurs réserves

de bois, jouissaient de quelques escapades dans

leurs vignes de Plan-Cerisier pour effectuer les

tra v a u x nécessaires. D u ra n t les soirées, les parties

de cartes se succédaient, ou les plus entreprenants

allaient simplement « en veillée » dans le voi­

sinage, p o u r faire causette.

L ’hiver se révélait long ; on attendait le p rin ­

temps avec joie, p o u r voir revenir les vacanciers.

Q u a n t à la saison estivale, elle se caractérisait

p a r sa brièveté ; il fallait patienter jusqu’au 14

juillet traditionnel pour faire le plein. Dès le

10 août, les hôtes redescendaient, et les habitants

de la vallée les regardaient p a rtir avec la nos­

talgie de ceux qui demeurent seuls.

C ’était une clientèle âgée, certes fidèles, mais qui

se limitait à quelques couches de la population,

recherchant la simplicité, le calme, un certain

romantisme. Les habitués prenaient plaisir à se

retrouver chaque été, dans la même pension, la

(21)

Les t r o i s p o n t s s u r le T r i è g e a u T r é t i e n

même chambre, le même café. Leurs excursions

revêtaient presque l’aspect de pèlerinages, chez

le père Raphaël à La C rettaz, chez Frédéric

Coquoz à Salanfe, chez E d ouard Gross à Bar-

berine, chez 1’« évêque » Paul Gross à La Creu-

saz. O n se retrouvait ainsi entre amis.

Cependant, les bonnes vieilles familles d ’esti­

vants dispraissaient les unes après les autres. O n

apprenait, un jour, que la grand-mère R u th était

décédée après vingt-sept ans de séjours à l’Union,

que le grand-père Gédéon avait succombé à un

accident mortel, après trente-deux étés passés à

Jolimont... Et c’en était fini de ces visages sym pa­

thiques, q u ’on avait de la peine à remplacer !

Tel était ce tourisme d u ra n t deux petits mois, qui

ne perm ettait plus de renter les hôtels, d ’occu­

per la m a in -d ’œ uvre indigène qui s’expatriait de

plus en plus. Les jeunes accomplissaient des étu­

des ou un apprentissage en plaine, puis devaient

se rendre à la ville p o u r trouver de l’embauche.

Lentement, mais sûrement, la commune quittait

le cap des mille habitants p o u r voguer à la dé­

rive vers celui des neuf cents.

(22)

Chacun sentait que cela ne pouvait durer, q u ’il

fallait rem onter le courant. O n p arlait déjà de

liaison automobile avec C ham onix, mais on lais­

sait passer les belles occasions les unes après les

autres.

O n lorgnait du côté de Zerm att, M ontana, Ver-

bier, où s’ébattaient les premiers skieurs. O n

adm irait ses champions : H ilaire G oum and, C a­

mille H ugon, Georges et Robert Coquoz. C ’était

l’époque des courses de fond sur le Chemin-des-

Dames, de la descente de Planajeur au Stand,

lorsqu’il y avait de la neige, des compétitions

scolaires de luges.

Et les années passaient, sans que des initiatives

im portantes voient le jour !

Il fallut attendre les années 1950 pour que l’on

songe enfin que La Creusaz existait avec ses

champs de ski, son panoram a. Le 21 août 1953

on inaugurait le télésiège, qui allait redonner un

second souffle à une vallée éternelle, depuis

Emile Javelle, E d o u ard Rod, A lbert Gos et

d ’autres.

Elle était tro p belle p o u r mourir. Joseph Gross.

(23)

Le deuxième souffle

Le t é l é s i è g e d e L a C r e u s a z il y a v i n g t - c i n q a n s Fiche technique M i s e L o n ­ D é n i - D é b i t e n g u e u r h . Télésiège * 1953 1430 656 100 Télécabine 1968 1372 656 550 Téléskis Vélard 1954 725 280 550 Marécottes 1954 200 30 250 Luisin 1961/65 400 110 550 Golettaz 1966 1420 484 800 Bohrer 1973 300 50 600 * J u s q u ’e n 1968. Personnes transportées (montée + descente) A n n é e E t é H i v e r T o t a l 1953 6 717 1 082 7 799 1955 24 057 9 465 33 522 1960 23 802 39 485 63 287 1965 34 090 95 114 129 204 1970 26 767 122 003 148 770 1975 23 999 268 319 290 513 1976 23 927 228 076 252 003 1977 * 18 451 174 748 193 199 * C a l c u l m o d i f i é d ès 1977.

Fondée tim id e m e n t il y a v ingt- cinq ans, l ’actuelle Télécabine de La C reusaz S. A. a su p p o rté allègre­ m e n t ses maladies de jeunesse, p o u r p a r v e n ir à une certaine m atu rité, pondérée à l’image de la vallée. Les embûches ne lui o n t p o u r t a n t pas été épargnées : m odestie des moyens financiers, contexte to p o g r a ­ p h ique difficile, intrigues politiques, rivalités de villages, in co m p ré h en ­ sions diverses. Le temps a convaincu les réticents ; la jeune génération, plus sportive, plus ouverte, a compris la futilité des situations ambiguës. P e tit à petit, la télécabine a assuré sa place au soleil, p a r de meilleurs services, p a r des installations mieux adaptées. A u jo u r d ’hui, elle est in té­ grée dans l ’équipem ent : on ne p o u r ­ ra it plus s’en passer.

A u cours des années, elle s’est a t t a ­ ché une clientèle qui n ’a cessé d ’aug­ m en te r et qui a permis de com pléter les aménagem ents. L ’essentiel a été fait, d ’autres réalisations suivront.

Q u a n t à l ’aire de Salanfe, elle se tro u v e p o u r l ’heure u n iquem ent ex­ plorée p a r une étude. Elle demeure vierge, donc disponible aux e n tre ­ pre n a n ts. C o m m e p o u r La Creusaz, il se tr o u v e ra bien dans la vallée quelques audacieux p o u r te n te r une nouvelle a ve nture , puisque la p re ­ mière a été couronnée de succès. L ’au g m en tatio n régulière des possi­ bilités d ’hébergem ent dans la vallée a permis la fo rm a tio n d ’un réservoir de base de plus en plus im p o rta n t. In d u b ita b le m e n t, les installations sont à l ’origine du dévelo p p e m en t régional de ces derniers lustres. Ainsi le val du T rien t, jo y a u serti entre la vallée de l’A rv e et celle du Rhône, a-t-il retro u v é m a in te n a n t un deu­ xième souffle.

Il fa lla it réaliser, assurer, p e rp é tu er les prem iers sauts d ’une balle c a p ri­ cieuse. Elle a tte n d m a in te n a n t de n o u v e a u x envols et tro u v e r a des équipiers hardis, courageux, d u r a n t le p ro c h a in q u a r t de siècle !

(24)

« H o r s des chemins battus ». Ce titre suggestif — celui d ’un des meil­ leurs ouvrages parus en son temps chez A ttin g e r à N eu c h â te l dans la collection publiée sous la direction littéraire du regretté Charles Gos — a passé au ran g de q u alific a tif p o u r désigner to u te ran d o n n é e hors des itinéraires habituels du m onde al­ pestre.

Il nous c a p tiv a de prim e a b o rd p our plusieurs raisons essentielles. N ous le situons sans hésiter au n om bre des ouvrages classiques faisant p a rtie d ’un choix restreint p a rm i les in­ nom brables volumes consacrés aux Alpes, à celles du Valais en p a r tic u ­ lier. Aussi, nous com prenons q u ’une telle œ u v r e ait été couronnée p a r l’A cadém ie française.

D e l ’intro d u ctio n , nous détachons quelques passages essentiels : « Si les grimpées solitaires laissent les impressions les plus fortes, il faut, p o u r les trad u ire, un talent d o n t je me sens privé. J ’ai jugé moins tém éraire — et plus utile — le sim­ ple récit d ’ascensions nouvelles. Cel­ les-là, je les ai toutes accomplies avec

un guide. A quelques exceptions près, c’est la m o n tag n e inconnue que j ’ai tenté de décrire, avec les pièges de ses parois et de ses arêtes, et non pas les états d ’âm e q u ’elle p eu t créer. »

En ra p p e la n t cet ouvrage, nous ne cachons p o in t notre désir d ’évoquer l’originale silhouette de Blanchet. Sa carrière de com positeur et de p ia ­ niste de renom s’est doublée de celle d ’un alpiniste de prem ier plan, sans vaine gloriole, ne se hissant pas c o n stam m en t au-dessus de ses com ­ pagnons de cordée. La litté ra tu re alpestre est p a r tro p encombrée de ces récits de p réten tieu x ne faisan t é ta t que de le ur personne, t r a i t a n t les guides comme de simples subor­ donnés, parfois ravalés au ra n g de subalternes incompréhensifs ! C hez E.-R. B lanchet s u rv it l ’artiste et le gentlem an à la plum e élégante, non d é p o u rv u e d ’hum o u r, au béné­ fice d ’une culture étendue. Il pos­ sède le don ra re d ’évoquer avec p ré ­ cision et finesse les m om ents les plus sensationnels d ’une ascension.

B l a n c h e t e n r a p p e l à la P o i n t e - B e a u m o n t s u r F i n h a u t

l-l BUCHET

U n d e s t i n h o r s série. U n e f i g u r e e x c e p t i o n n e l l e , a u x m u l t i p l e s f a c e t ­ te s, q u i e x c e l l a d a n s t o u t ce q u ’il e n t r e p r i t . L e n o m d e c e t t e p e r s o n ­ n a l i t é , q u i f u t d u r a n t p l u s i e u r s a n ­ n ées l ’h ô t e d e F i n h a u t e t d e la v a l l é e d u T r i e n t , r e s te a t t a c h é à s o n œ u v r e d e c o m p o s i t e u r , d e p i a n i s t e , d ’é c r i ­ v a i n , d e p e i n t r e e t d ’a l p i n i s t e . V o i c i ce q u e n o t r e c o l l a b o r a t e u r H e n r i D e l a c r e t t a z , a li a s S y l v a i n , d i s a i t d e l u i i l y a u n q u a r t d e s iècle, l o r s q u e p a r u t la d e u x i è m e é d i t i o n d e son l i v r e « H o r s d e s c h e m i n s b a t t u s » :

A u même titre que d ’autres alpinis­ tes réputés : Emile Javelle, Julien Gallet, etc., E.-R. Blanchet a laissé son nom dans la top o n y m ie alpine. A u B reith o rn du Lötschental se situe l ’arête Blanchet.

D a n s le célèbre groupe des Aiguilles- d u-D iable, dressées sur l’arête sud- est du M o n t-B lan c-d u -T acu l, entre la brèche de l ’isolée et le col du Diable, la plus élevée (4114 m.) est dénom m ée l’isolée ou pointe Blan­ chet. U n e au tre arête Blanchet existe au Dolent.

Q u i a u r a it p u m ieux que Blanchet décrire en un style la p id a ire le spec­ tacle de ces dernières sommités ? Ecoutons-le à nou v eau :

« Le dos tourné au M ont-B lanc-du- Tacul, j ’ai d e v a n t moi l’isolée, la C a rm e n et la M édiane. Vision uni­ que à une telle altitu d e que cette rangée de tours hautes comme des cathédrales, la n ç a n t leur trip le défi vers le ciel indifférent. M ieux que cet a z u r uni, ce silence, cette lumière glorieuse, le ur con v ien d raien t la ga­ lopade de nuages noirs lacérés par les arêtes aiguës, l ’éclat b re f des éclairs et les blasphèmes du tonnerre, les im précations du v e n t s’engouf­ f r a n t dans les brèches. »

N o m b r e u x seraient les passages re­ m arquables q u ’il c o n v ie n d ra it de citer. N o t r e propos consiste à évo­ qu er la mémoire d ’un hom m e de v a ­ leur qui a contribué, dans la plus large mesure, au renom du pays va- laisan, en t a n t que fra g m e n t du « te rra in de jeu de l’E u ro p e », selon l’expression de Leslie Stephen. D e la borne sud du C ham ois de Tanne- verge et de la D ent-de-Eenestral, to u t le long des deux chaînes qui e n cad ren t le Valais, ju squ’aux sur­ plombs de Furggen au Weissmies, à PA letschhorn et au B reithorn du Lötschental, B lanchet a fait l ’éloge d ’itinéraires de g rande classe, ne m a n q u a n t jamais de m ettre en ve­ dette les valeureux guides qui ont fa it le renom de leur corporation et du Valais en général.

C e tte g ra n d e figure de l’alpinisme de la première moitié du X X e siècle a bien mérité de la petite patrie valaisanne. Sylvain.

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X / ,

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/ X L E T S ^ D H un centre é co lo g iq u e pour s'instruire,

se recréer, apprendre mieux la nature

« T e m p le de la n a t u r e », « G ra n d io se p a n o r a m a de la région alpine », « L iv re d ’images des Alpes » : quels cli­ chés ne r e t r o u v e - t - o n pas dans l’a b o n d a n t e l i t t é r a t u r e à p r o p o s d ’Aletsch.

Des clichés qui e x p r i m e n t l’a d m ir a tio n stu p éfaite des ra n d o n n e u r s de m o n t a g n e ; mais des clichés q u i p e u v e n t re b u t e r les perso n n es qui a im en t, dans la n a tu r e , ce qui échappe p ré c isé m e n t à la carte postale.

Il f a u t a b o rd e r Aletsch avec un esprit libre de toutes prévisions littéraires, de to u te s références. C a r ce site se so u stra it à n ’i m p o r t e quelle t e n ta tiv e de circo n sc rip tio n . L ’a p p r o p r i a t i o n im possible ? O u i, et t a n t m ieux, car de to u te s les d é m a rc h e s vers la n a tu r e , celle d ’a p p r o p r i a ­ tio n est la plus désastreuse.

U n e fleur, au b o r d d u c h em in , n ’est plus t o u t à fait u n e fleu r dès l’in s ta n t q u ’o n l’a coupée. Il y a u n e m a n iè re de m u tile r les fleurs avec des m o ts. C e rta in s m o ts c o m ­ m e certains gestes t e n d e n t à t u e r ce q u ’ils v e u le n t a p p ré h e n d e r.

D an s u n c e n tre écologique, o n a p p r e n d d ’a b o r d et s u r t o u t , à v iv re avec, à c ô té de, dans, dans la fam iliarité de, en c o m p licité avec ; o n a p p r e n d à r e t r o u v e r n o tr e place juste dans la n atu re.

L ’e x p o s i t i o n p e r m a n e n t e a u c e n t r e é c o l o g i q u e

Pour mémoire : l'origine du centre

Le p r o d u i t de la v e n te de l’E c u d ’o r 1974 ajo u té à de n o m b r e u x d o n s o n t perm is à la Ligue suisse p o u r la p r o t e c t i o n de la n a t u r e d ’a c q u é rir t r e n t e hectares de te rra in s et l’établissem ent h ô te lie r c o n n u sous le n o m de villa Cassel.

La L S P N so u h a ita it créer u n e réserve n a tu re lle de q u e l­ q u e v in g t- c in q mille m è tre s et am é n a g e r u n cen tre écologique p o u r la rech erch e, la d o c u m e n t a t i o n , l’in ­ f o r m a tio n .

Il f a u t dire q u e la f o r ê t d ’A letsch était p a rtic u liè re m e n t menacée, en raison m ê m e de sa richesse et de sa beauté. Elle f u t m u tilé e s o u v e n t p a r des incendies, des coupes de bois démesurées, le p â tu ra g e estival.

Dès le d é b u t d u siècle, des écologistes a v a n t la le ttre se b a tta ie n t p o u r p r o t é g e r ce site. E n 1933, ils p a rv e n a ie n t, p a r le biais d ’u n e s e rv itu d e d ’afferm age, à g a r a n tir sa sauvegarde p o u r l ’essentiel. La L S P N assure désormais un e p r o t e c t i o n in tég rale sur les surfaces acquises.

In fo rm er pour protéger

Le to u ris te m o d e r n e est fria n d de n a tu re . T r o p m êm e, dans la m esu re o ù il a b o rd e c ette n a t u r e avec des ins­ tin cts de c o n s o m m a te u r . Le to u ris m e a c o n s titu é le d a n g e r le plus im m é d ia t p o u r A letsch ces dernières années.

O n ne p e u t repousser, te n i r s im p le m e n t à l’écart les touristes sous p r é t e x t e q u ’ils a im e n t m al la n a tu re . Le plus sage est de leu r d o n n e r les in f o r m a tio n s suscep­ tibles d ’a m e n e r à u n e nouvelle a p p r o c h e de la n atu re. C ’est le p a r ti q u ’a choisi la L S P N .

Le c e n tre écologique d ’A letsch p ro p o s e désorm ais au visiteur occasionnel : u n e p ré s e n ta tio n p e r m a n e n te sur l’h isto ire n a tu re lle de la région d ’A letsch et les r e c h e r ­ ches scientifiques entreprises dans c e tte région ; une p r é s e n ta tio n audio-visuelle des richesses naturelles du com m entées.

site ; u n ja rd in b o ta n iq u e de d é m o n s t r a t i o n ; des visites Mais il est possible aussi de sé jo u rn e r à la villa Cassel dans le cad re de semaines de cours, organisées en p r i n ­ cipe d u d é b u t juin à m i-o c to b re .

La villa a été équipée p o u r accueillir u n e b o n n e c i n q u a n ­ taine d ’hôtes, soit dans des c h a m b re s individuelles, soit dans des dortoirs. Il y a un re s ta u ra n t en libre service, u n e b ib lio th è q u e avec salon de lecture, des salles de travail, des salles de conférences, etc.

N o u s re p ro d u iso n s plus loin, sous u n e f o r m e succincte, le p r o g r a m m e des cours qui s o n t proposés c e tte année p a r le centre.

Un centre de recherche très actif

O n ne s a u ra it é v o q u e r l’a c tiv ité d u c e n tr e en passant sous silence les i m p o r t a n t s tr a v a u x de re c h e rc h e scien­ tifiq u e q u i s’y fo n t.

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La v i l l a e t le chal-et Ca ss el

Naturschutzzentrum Aletschwald

N icht weniger als 13 000 Besu­ cher sah das N aturschutzzentrum Aletschwald im vergangenen Jahr durch seine Räum e ziehen. Es hat sich bekanntlich in der ehemaligen Villa Cassel a u f Riederalp einge­ richtet, die nun dem Schweizeri­ schen Bund fü r N aturschutz gehört. Im N aturschutzzentrum w urde nicht weniger als 38 Kurse organi­ siert, an denen rund 1000 Personen teilnahmen. Und schliesslich wurden vergangenes Jahr 70 Exkursionen durchgeführt, an denen 2100 Per­ sonen mitmachten.

Das Kursprogramm 1978 bringt Naturfreunden neue Möglichkeiten, von der Einrichtung N aturschutz­ zentrum zu profitieren. V o m Juni bis O ktober werden Kurse durchge­ führt, die jedermann zugänglich

sind. Allerdings ist die Teilnehmer­ zahl beschränkt. Schon aus Gründen der U nterkunft, die in der Villa Cassel nicht unbegrenzt vorhanden ist. U n terk u n ft ist in (w enigen) Zweier- und Dreierzimmern gegeben und in gemütlichen Viererzimmern und Sechserzimmern m it K ajüten­ betten. Das N aturschutzzentrum ist kein Hotel, was ein echter N a tu r­ freund w ohl auch nicht erwartet. Das Zusammensein m it Gleichge­ sinnten in einem Z im m er bringt viel­ mehr zusätzliche Gesprächsmöglich­ keit,bringt Austausch vo n Gedanken und schafft Freundschaften, an die mancher nie gedacht hätte.

Das N aturschutzzentrum Aletsch­ w ald auf Riederalp im Oberwallis liegt im deutschen Sprachgebiet. Grundsätzlich ist aber bei auf

Deutsch gehaltenen Kursen eine Z u ­ sammenfassung von Referaten, sind A u sk ü n fte und Diskussionsbeiträge a u f Französisch möglich.

Was bringt nun das Kursjahr auf Riederalp ?

Das erste Kurs beginnt am 5. Juni und der letzte am 9. Oktober.

Ein « H it » des N aturschutzzen- trums sind die W ander-W eekends 1978. Sie dauern jeweils von Sam ­ stag 14 Uhr bis Sonntag 15 Uhr. Hier die D a te n : 8.19. J u li; 12.H3. August ; 9./10. September. A u s k u n ft über alle Kurse erteilt bereitwilligst und gern das Sekretariat S B N in Basel, Stichw ort « SBN -K urse 78 ». Viel Vergnügen im Aletschgebiet ! L. K

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Les p rin c ip a u x do m ain es de c ette r e c h e rc h e s o n t la géo­ logie, la glaciologie, la phyto so cio lo g ie, la clim atologie, la biologie des a n im a u x sauvages, sans c o m p t e r les scien­ ces forestières.

Le b u t de la plus g ra n d e p a r tie des recherches est de m ie u x c o n n a î t r e les écosystèmes d ’Aletsch. C e t objectif ne p e u t être a t t e i n t que p a r des tr a v a u x plu rid iscip li­ naires et avec la collaboration de scientifiques éminents. Plusieurs in stitu ts universitaires p a r tic ip e n t à la r e c h e r ­ che au c e n tr e d ’Aletsch.

Est-il utile de souligner que les d é c o u v e rte s qui so n t faites dans la région d ’A letsch ne s e r v ir o n t pas le seul site d ’Aletsch ? C a r il est bien e n te n d u que ch a q u e pas q ue nous faisons dans la d é c o u v e r te de la n a t u r e est susceptible de nous faire p rogresser dans des dom aines très divers et in a tte n d u s.

Bien sûr, il serait vain aussi d ’a t t e n d r e q u e le c e n tre d ’Aletsch publie ch aq u e année des c o m m u n ic a tio n s scientifiques sensationnelles. O n ne force pas plus les p o r te s de la n a t u r e à coups de syllogismes que de bons sentim ents.

La n a t u r e ne p e u t être q u ’observée, écoutée. Mais c’est j u s te m e n t là q u ’est la m erveille : q u e c h a q u e fois que n ous nous m e t t o n s à l’écoute de la n a tu re , nous nous m e t t o n s aussi à l’é co u te de n o us-m êm es, de n o t r e m o i très p ro f o n d . P. R.

Programme des cours

Organisation

T o u s les co u rs o n t lieu d u l u n d i a p r è s m i d i (lu n c h ex clu ) a u sa m e d i m i d i (lu n c h c o m p ris). A t t e n t i o n a u x d a te s e x c e p tio n n e lle s d u co u rs N ° 3 ! Les a r riv é e s e t les d é p a r t s s o n t in d i v i d u e l s . C o n ­ c e p t i o n des co u rs : ex cu rsio n s, disc ours , discussions, p a r t i e l l e m e n t t r a v a i l en p e t i t s gro u p es. N o m b r e de p a r t i c i p a n t s limité.

Langue des cours

Les c o u rs N ° 6 e t 8 s o n t d o n n é s e x c l u s i v e m e n t en f ra n ç a i s , le N ° 7 en a l l e m a n d et f ra n ç a i s , le N ° 10 e x c l u s i v e m e n t en a l l e m a n d . P o u r to u s les a u t r e s co ur s, la l a n g u e p r i n c i p a l e se ra l ’a l l e m a n d , m a is la poss ibilité se ra d o n n é e a u x p a r t i c i p a n t s f r a n c o p h o n e s de d isc u te r, p o se r des q u es tio n s , r e c e v o i r des ré p o n se s e t résum és en leur p r o p r e la n g u e .

Cours

1. O i s e a u x des A lpes, 5-10 juin. 2. Les tr éso rs d ’A lctsch , 12-17 juin.

3. G é o lo g ie de la r é g io n d ’A le ts c h , 8-13 ju illet. 4. F l o re a l p i n e I, 10-15 juillet.

5. F lo re a l p i n e I I , 17- 22 juillet. 6. F l o re a lp in e , 24-2 9 juillet.

7. A le ts c h p o u r les jeu nes, 31 j u ille t-5 a o û t. 8. E c o lo g ie des m ilie u x a lp in s, 7-1 2 a o û t. 9. D essin et p e i n t u r e , 14 -19 a o û t. 10. N a t u r f o t o g r a f i e , 14-19 ao û t. 11. G ib ie r , f o r ê t , chasse, 2 1 -2 6 a o û t. 12. O i s e a u x , f o r ê t , gibier, 11 -16 s e p te m b re . 13. H i s t o i r e n a t u r e l l e d ’A le ts c h , 2 5 -3 0 s e p te m b re . 14. A le ts c h p o u r les aînés, 9-1 4 o c to b r e . W e ek -en d s excursionnistes T ro i s w e e k - e n d s ( d u sa m e d i à 14 h. j u s q u ’a u d i m a n c h e à 15 h.) a u r o n t lieu les 8-9 ju ille t, 12-13 a o û t et 9 - 1 0 s e p te m b re .

Renseignements et inscriptions

15 m a i - 1 5 o c t o b r e : C e n t r e é c o lo g iq u e d ’A l e t s c h ( 0 2 8 / 2 7 22 44 - 4 5 ) ; 15 o c t o b r e - 1 5 m a i : L S P N , C P , B âle (061 / 42 74 42).

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Rosswald + Saflisch

Brig am S im p lo n ist d a n k seiner aussergew öhnlichen geographischen Lage ein unvergleichliches S ta rtp la te a u zu den O b erw alliser F r e m d e n s ta tio n e n , ist aber auch A u sg an g sp u n k t zu versch ied en en B e rgübergängen. Ein G e h e im tip f ü r den W a n d e re r, d e r E le fa n te n p fa d e lieber links liegen lässt, ist b e s tim m t d e r Saflischpass. In einem gu ten T agesm arsch e rre ic h t m a n v o n d e r O b e r ­ walliser M e tr o p o le m it d e m 2560 M e te r ü b e r M eer lie­ genden Ü b e r g a n g das w e ltb e k a n n te Binntal. E rle ic h te rn kann m a n sich die Passage m it d e r L u ftseilb ah n R ied- Brig-Rosswald. D e r « E riger H a u s b e r g » — Maiensäss der B rig e rb e rg e r B au ern — h a t sich in den le tz te n J a h ­ ren zu einer a nsehnlichen Feriensiedlung e m p o r g e a r ­ beitet, wobei der R uhe- u n d Erholungssuchende t r o t z ­ dem n o c h auf seine R e c h n u n g k o m m t .

Wo das G r ü n d er R ossw aldw iesen in den d u n k le r e n T eint d e r A lp w e id e n ü b e rg e h t, stösst d er W a n d e r e r auf die Saflischhütte ; n o c h v o r h e r g eh t er am C h a le t u n se ­ res legendären C a rlo D ellberg v o r ü b e r , d e r sich hier vo r J a h r e n seine S o m m e rre sid e n z geschaffen h at. Die Rossw aldalpe R i c h t u n g Pass geht es sich wie auf einem Teppich. Die V e g e ta tio n ist selbstredend eh er kärglich, genug ab er u m H u n d e r t e n v o n Schafen in den S o m ­ m e r m o n a t e n N a h r u n g zu sein. F r u c h t b a r e r ist das G e ­ lände auf d er B in n e r Seite, w o die V i e h h e rd e n r e c h t hoch ih re A lp e n k r ä u t e r finden.

S a f l i s c h h ü t t e m i t B i e t s c h h o r n u n d N e s t h o r n

Sind die A lp en n ic h t m e h r bestossen, ist hier die B erg­ r o m a n t i k w irk lic h s p r ic h w ö r tlic h : die Stille einer K i r ­ che, n u r u n t e r b r o c h e n d u r c h einen gelegentlichen Piff eines v e rä n g stig te n M u rm eltieres. U n d w e n n des W a n ­ derers Beine langsam sc h w e re r w e rd e n , e r w a r t e t ihn das an stre n g e n d ste T eilstü ck : d er A bstieg n a c h H e ilig ­ k re u z , d e m W a h l f a h r t s o r t d e r G o m m e r . D o c h hier k o m m t m u n te r e s Leben in die W elt : Vögel, M u r m e l ­ tiere u n d gar R i n g e ln a tte r n , die ü b e r einen M e te r lang sein k ö n n e n . B eglückt v o n d e r E r i n n e r u n g an einen h e rrlic h e n Fle cken N a t u r , sind aber M ü d ig k e it und... Schlangen bald vergessen. E. G.

Références

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