Reflets du Valais No 5 Mai 1978 Le numéro 3 fr. 50 mnee
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Soufflé aux fraises
P a s s e r les fraises a u ta m is. A u d em i-litre d e m a r m e l a d e de p u l p e ain si ré c o lté e mé l a n g e r 3 cuiller ée s de suc re en p o u d r e et 3 j a u n e s d ’œ u fs. A j o u t e r 3 cu illerée s de c rè m e f r a î c h e e t u n e d e fécule. B a t t r e 4 b la n c s d ’œ u f s en neige. Les a j o u t e r à ce m é la n g e . V e rs e r le t o u t d a n s un m o u l e à s o u fflé b e u r ré . C u i r e à f o u r doux 25 m in u tes. R iz a ux fraises M e t t r e d a n s u n e casserole u n q u a r t de litre m o itié eau , m o itié v in b la n c , a v e c 125 g. d e su cre en p o u d r e e t u n p eu de vanille. A u p r e m i e r b o u i l l o n y je t e r 125 g. de riz e t c u ire à c o u v e r t , à p e t i t feu, 20 minutes. R e t i r e r d u feu. A j o u t e r un m o r c e a u de b e u r r e e t d e u x œ u f s entier s.
B e u r r e r u n m o u le à s a v a r i n (de ceux qui o n t un e c h e m in é e a u c e n tre ) e t y v e rse r le riz. C u i r e à f o u r d o u x 15 m in u te s, dé m o u l e r e t laisser r e f r o i d i r . E c ra s e r 250 g. de fraises, a u ta m is, a v e c m o itié de sucre, un v e r r e de ki rsc h, u n jus de c i t r o n . V e rse r le m é la n g e d a n s la c h e m in é e d u g â t e a u de riz.
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E m i e t t e r 2 Va v e r re s de m ie de p a in . D é l a y e r d a n s d e m i - l it r e de la it. A j o u t e r un d e m i - v e r r e de sucre, u n e pin c é e de sel, 3 œ u fs b a t t u s , d u zeste de c i t r o n , u n v e r r e de fraises écrasées. M é la n g e r. H u i l e r u n m o u le p l a t . Y v e r se r l ’a p p a r e i l et c u ire u n e d e m i - h e u r e à f o u r m o d é r é . D é m o u l e r la g a l e t t e o b te n u e . Lui f a ire p re n d r e c o u le u r à f o u r c h a u d . G a r n i r cette g a le tte de fraises en tières. P o u d r e r de su cr e et de cane lle.
Photo Gyger, A d elb o d e n De La Creusaz, l ’ in c o m p a ra b le vue sur les massifs du T r ie n t et du M o n t-B la n c
Ces villages au cœ ur de la vallée du T rient vous offrent des vacances de détente et de repos. Nombreuses possibilités de prom enades et excursions.
Renseignements pour chalets, appartem ents et hôtels : Office du tourism e de Salvan, tél. 026 / 8 15 77 - 8 14 79 Office du tourism e des Marécottes, tél. 026 / 8 15 89
Dans un cadre de verdure reposant
Piscine de Martigny
chauffée
ouverte début mai à fin septembre
BAINS
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SAILLON
Café - Terrasse - Pique-nique
A d is p o s itio n : pelo use, c h a is e relax
C o n d itio n s s p é c ia le s et a b o n n e m e n ts : Se re n s e ig n e r à la cais se
Etablissement thermal
Reconnu p a r le S e rvice de la santé p u b liq u e du ca n to n du Vala is T élé p h o n e s 0 2 6 / 6 35 10 et 6 24 19
Ouvert de 8 h. 30 à 20 h. 30 du lundi au vendredi Samedi et dimanche fermé
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(sauf o rd o n n a n c e m éd ica le )
# Soins physiothérapeutiques $ Massages
# Cours de natation
# Possibilité de louer studios pour 2 - 3 semaines aux abords immédiats, ou loger dans pensions
0 Assiette froide servie à toute heure
II
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M eu b le s - Rid eaux Revêtem ents d e sols A m e u b le m e n t p o u r hôtels, p e n sio n s et c h a le ts La seule m aison M u ste rrin g du Vala is
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Station c lim atique dans le pittoresque valdu Trient, sur la ligne du chem in de fer Martigny - Châtelard - Chamonix. Reliée par route à l’artère in ternationale de La Forclaz (27 km. de Martigny, 22 km. de Chamonix).
Nombreuses prom enades et excursions face au grandiose panoram a du Mont- Blanc.
Service autobus : Gare de Finhaut - Col
de La Gueulaz (barrage du Grand-Emos- son).
Sports d’hiver: Skilift, Ecole suisse de ski.
Médecin, pharmacie, plusieurs cafés et restaurants, épiceries et bazars, super marchés, chaussures.
Cultes : catholique, protestant, Israélite. Pêche : en lacs artificiels et en rivières.
Giétroz
Le vrai village de vacances ; accès par route dès Finhaut, station inte rm édiaire du fu n icu la ire de Barberine.
Châtelard
Poste frontière ; le relais routier et fe rro viaire pour la gastronomie, les achats de souvenirs et les pleins d ’essence.
Funiculaire de Barberine: C hâtelard-Gié-
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Train d’altitude et monorail d’Emosson :
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du Mont-Blanc Turin »Tunnel Nice du Grar Le barrage d ’ Emosson face au M o n t-B la n c
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Sommaire
L a t a b l e U n e v a llé e a u passé T o u r i s m e d ’a p r è s - g u e r r e d a n s la v a llé e d u T r i e n t L e d e u x i è m e so u ffle E. R . B l a n c h e t A le ts c h , u n c e n t r e é c o l o g i q u e N a t u r s c h u t z z e n t r u m A l e t s c h w a l d R o s s w a ld + Saf lis ch T r a v e l f o r p le a s u re S k y ll d e s c e n d à l’h ô te l... C r o q u i s v a la isa n s : C o n t e e x p re ss T o u r i s m e , p e t i t e c h r o n i q u e m e n s u e lle H o m m a g e à u n p i o n n i e r d u V alais : A b b é I g n a c e M a r i é t a n N o u v e a u t é s d a n s n o s s t a ti o n s P o t i n s v a la isa n s M o t s cro isés L e t t r e d u L é m a n G e n t i a n e s d ’a m o u r - A n t i p u b l i c i t a i r e S y m p h o n i e v a la is a n n e V é r è n e Q u a d r a n t i T r e i z e E t o i l e s - S c h n u p p e n C o r r i d a - S t i m m u n g in k l e i n e r A r e n a U n m o i s en» Valais S ons d e c lo c h e s L e li v r e d u m oisN o tr e couvertu re : Télécabine Les M arécottes-La Creusaz (Ph o to O . D arbe llay)
Dessin de S k y ll Photos Baudois, Blan chard, D ep rez, Journal du H a u t- L a c, K fc y , K lo p fen s tein , Ligue suisse pour la prote ction de la na tu re, Monharon, Perrochet, Pillet, R u p p e n , Thurre, W ehrli
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Une
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passé
Fine pellicule de terre arable recouvrant mal une
roche dure et compacte, soumise à une déclivité pro
noncée, a l'érosion que creusent la bise et les pluies,
à la sécheresse que nourrissent le soleil et le fœ h n ,
qu’accablent avalanches, éboulements et incendies,
qu ’ alimente m al une médiocre fum ure, telle se pré
sentait la sauvage vallée du Trient.
Dans cette rudesse de la nature, les montagnards
peinaient pour leur survie, cultivant une faible sur
face, éparpillée en un grand nom bre de parcelles
minuscules, soignant leur petit cheptel, exploitant
carrières d ’ardoises, forêts, mayens et alpages, expo
sant leur vie sur des abîmes et au violent courant
des rivières. Durs au travail, opiniâtres, par néces
sité âpres au gain, d ’une foncière bonté, ils dem eu
rent attachés à leur fam ille et fidèles à leurs amis.
Leur vie libre et indépendante, sous la seule houlette
de l’A bbaye d ’Agaune durant plus d ’un millénaire,
si elle les a faits fiers et ombrageux, les a rendus
loyaux, cordiaux et entreprenants. Respectueux des
traditions éprouvées et sensibles aux innovations
judicieuses, to u t naturellem ent et très tô t ils se sont
érigés en promoteurs du tourisme estival. Marqués
douloureusement par les deux guerres mondiales,
loin de se décourager, ils se redressent et surgissent
en initiateurs du tourisme hivernal.
En cette année où un de leurs fleurons
—la télé
cabine de La C reusai
—fête son entrée dans la
force de l’âge, plus que jamais ils sont confiants :
leur passé demeure le plus sûr garant de l’avenir.
Fernand Frachebourg.
R o u t e ( p o n t d e G u e u r o z ) e t c h e m i n d e f e r o n t t i r é l a v a l l é e d e s o n i s o l e m e n t
Tourisme
d’après-guerre
dans la
vallée du Trient
C omm e ses marmottes, la région hibernait avant
la construction des remontées mécaniques. Dès
le 15 septembre, les touristes désertaient la vallée,
faute d ’attractions. Il fallait attendre la mi-juin
p o u r q u ’ils réapparaissent.
E ntre temps, les indigènes s’adonnaient à leur
maigre agriculture, complétaient leurs réserves
de bois, jouissaient de quelques escapades dans
leurs vignes de Plan-Cerisier pour effectuer les
tra v a u x nécessaires. D u ra n t les soirées, les parties
de cartes se succédaient, ou les plus entreprenants
allaient simplement « en veillée » dans le voi
sinage, p o u r faire causette.
L ’hiver se révélait long ; on attendait le p rin
temps avec joie, p o u r voir revenir les vacanciers.
Q u a n t à la saison estivale, elle se caractérisait
p a r sa brièveté ; il fallait patienter jusqu’au 14
juillet traditionnel pour faire le plein. Dès le
10 août, les hôtes redescendaient, et les habitants
de la vallée les regardaient p a rtir avec la nos
talgie de ceux qui demeurent seuls.
C ’était une clientèle âgée, certes fidèles, mais qui
se limitait à quelques couches de la population,
recherchant la simplicité, le calme, un certain
romantisme. Les habitués prenaient plaisir à se
retrouver chaque été, dans la même pension, la
Les t r o i s p o n t s s u r le T r i è g e a u T r é t i e n
même chambre, le même café. Leurs excursions
revêtaient presque l’aspect de pèlerinages, chez
le père Raphaël à La C rettaz, chez Frédéric
Coquoz à Salanfe, chez E d ouard Gross à Bar-
berine, chez 1’« évêque » Paul Gross à La Creu-
saz. O n se retrouvait ainsi entre amis.
Cependant, les bonnes vieilles familles d ’esti
vants dispraissaient les unes après les autres. O n
apprenait, un jour, que la grand-mère R u th était
décédée après vingt-sept ans de séjours à l’Union,
que le grand-père Gédéon avait succombé à un
accident mortel, après trente-deux étés passés à
Jolimont... Et c’en était fini de ces visages sym pa
thiques, q u ’on avait de la peine à remplacer !
Tel était ce tourisme d u ra n t deux petits mois, qui
ne perm ettait plus de renter les hôtels, d ’occu
per la m a in -d ’œ uvre indigène qui s’expatriait de
plus en plus. Les jeunes accomplissaient des étu
des ou un apprentissage en plaine, puis devaient
se rendre à la ville p o u r trouver de l’embauche.
Lentement, mais sûrement, la commune quittait
le cap des mille habitants p o u r voguer à la dé
rive vers celui des neuf cents.
Chacun sentait que cela ne pouvait durer, q u ’il
fallait rem onter le courant. O n p arlait déjà de
liaison automobile avec C ham onix, mais on lais
sait passer les belles occasions les unes après les
autres.
O n lorgnait du côté de Zerm att, M ontana, Ver-
bier, où s’ébattaient les premiers skieurs. O n
adm irait ses champions : H ilaire G oum and, C a
mille H ugon, Georges et Robert Coquoz. C ’était
l’époque des courses de fond sur le Chemin-des-
Dames, de la descente de Planajeur au Stand,
lorsqu’il y avait de la neige, des compétitions
scolaires de luges.
Et les années passaient, sans que des initiatives
im portantes voient le jour !
Il fallut attendre les années 1950 pour que l’on
songe enfin que La Creusaz existait avec ses
champs de ski, son panoram a. Le 21 août 1953
on inaugurait le télésiège, qui allait redonner un
second souffle à une vallée éternelle, depuis
Emile Javelle, E d o u ard Rod, A lbert Gos et
d ’autres.
Elle était tro p belle p o u r mourir. Joseph Gross.
Le deuxième souffle
Le t é l é s i è g e d e L a C r e u s a z il y a v i n g t - c i n q a n s Fiche technique M i s e L o n D é n i - D é b i t e n g u e u r h . Télésiège * 1953 1430 656 100 Télécabine 1968 1372 656 550 Téléskis Vélard 1954 725 280 550 Marécottes 1954 200 30 250 Luisin 1961/65 400 110 550 Golettaz 1966 1420 484 800 Bohrer 1973 300 50 600 * J u s q u ’e n 1968. Personnes transportées (montée + descente) A n n é e E t é H i v e r T o t a l 1953 6 717 1 082 7 799 1955 24 057 9 465 33 522 1960 23 802 39 485 63 287 1965 34 090 95 114 129 204 1970 26 767 122 003 148 770 1975 23 999 268 319 290 513 1976 23 927 228 076 252 003 1977 * 18 451 174 748 193 199 * C a l c u l m o d i f i é d ès 1977.Fondée tim id e m e n t il y a v ingt- cinq ans, l ’actuelle Télécabine de La C reusaz S. A. a su p p o rté allègre m e n t ses maladies de jeunesse, p o u r p a r v e n ir à une certaine m atu rité, pondérée à l’image de la vallée. Les embûches ne lui o n t p o u r t a n t pas été épargnées : m odestie des moyens financiers, contexte to p o g r a p h ique difficile, intrigues politiques, rivalités de villages, in co m p ré h en sions diverses. Le temps a convaincu les réticents ; la jeune génération, plus sportive, plus ouverte, a compris la futilité des situations ambiguës. P e tit à petit, la télécabine a assuré sa place au soleil, p a r de meilleurs services, p a r des installations mieux adaptées. A u jo u r d ’hui, elle est in té grée dans l ’équipem ent : on ne p o u r ra it plus s’en passer.
A u cours des années, elle s’est a t t a ché une clientèle qui n ’a cessé d ’aug m en te r et qui a permis de com pléter les aménagem ents. L ’essentiel a été fait, d ’autres réalisations suivront.
Q u a n t à l ’aire de Salanfe, elle se tro u v e p o u r l ’heure u n iquem ent ex plorée p a r une étude. Elle demeure vierge, donc disponible aux e n tre pre n a n ts. C o m m e p o u r La Creusaz, il se tr o u v e ra bien dans la vallée quelques audacieux p o u r te n te r une nouvelle a ve nture , puisque la p re mière a été couronnée de succès. L ’au g m en tatio n régulière des possi bilités d ’hébergem ent dans la vallée a permis la fo rm a tio n d ’un réservoir de base de plus en plus im p o rta n t. In d u b ita b le m e n t, les installations sont à l ’origine du dévelo p p e m en t régional de ces derniers lustres. Ainsi le val du T rien t, jo y a u serti entre la vallée de l’A rv e et celle du Rhône, a-t-il retro u v é m a in te n a n t un deu xième souffle.
Il fa lla it réaliser, assurer, p e rp é tu er les prem iers sauts d ’une balle c a p ri cieuse. Elle a tte n d m a in te n a n t de n o u v e a u x envols et tro u v e r a des équipiers hardis, courageux, d u r a n t le p ro c h a in q u a r t de siècle !
« H o r s des chemins battus ». Ce titre suggestif — celui d ’un des meil leurs ouvrages parus en son temps chez A ttin g e r à N eu c h â te l dans la collection publiée sous la direction littéraire du regretté Charles Gos — a passé au ran g de q u alific a tif p o u r désigner to u te ran d o n n é e hors des itinéraires habituels du m onde al pestre.
Il nous c a p tiv a de prim e a b o rd p our plusieurs raisons essentielles. N ous le situons sans hésiter au n om bre des ouvrages classiques faisant p a rtie d ’un choix restreint p a rm i les in nom brables volumes consacrés aux Alpes, à celles du Valais en p a r tic u lier. Aussi, nous com prenons q u ’une telle œ u v r e ait été couronnée p a r l’A cadém ie française.
D e l ’intro d u ctio n , nous détachons quelques passages essentiels : « Si les grimpées solitaires laissent les impressions les plus fortes, il faut, p o u r les trad u ire, un talent d o n t je me sens privé. J ’ai jugé moins tém éraire — et plus utile — le sim ple récit d ’ascensions nouvelles. Cel les-là, je les ai toutes accomplies avec
un guide. A quelques exceptions près, c’est la m o n tag n e inconnue que j ’ai tenté de décrire, avec les pièges de ses parois et de ses arêtes, et non pas les états d ’âm e q u ’elle p eu t créer. »
En ra p p e la n t cet ouvrage, nous ne cachons p o in t notre désir d ’évoquer l’originale silhouette de Blanchet. Sa carrière de com positeur et de p ia niste de renom s’est doublée de celle d ’un alpiniste de prem ier plan, sans vaine gloriole, ne se hissant pas c o n stam m en t au-dessus de ses com pagnons de cordée. La litté ra tu re alpestre est p a r tro p encombrée de ces récits de p réten tieu x ne faisan t é ta t que de le ur personne, t r a i t a n t les guides comme de simples subor donnés, parfois ravalés au ra n g de subalternes incompréhensifs ! C hez E.-R. B lanchet s u rv it l ’artiste et le gentlem an à la plum e élégante, non d é p o u rv u e d ’hum o u r, au béné fice d ’une culture étendue. Il pos sède le don ra re d ’évoquer avec p ré cision et finesse les m om ents les plus sensationnels d ’une ascension.
B l a n c h e t e n r a p p e l à la P o i n t e - B e a u m o n t s u r F i n h a u t
l-l BUCHET
U n d e s t i n h o r s série. U n e f i g u r e e x c e p t i o n n e l l e , a u x m u l t i p l e s f a c e t te s, q u i e x c e l l a d a n s t o u t ce q u ’il e n t r e p r i t . L e n o m d e c e t t e p e r s o n n a l i t é , q u i f u t d u r a n t p l u s i e u r s a n n ées l ’h ô t e d e F i n h a u t e t d e la v a l l é e d u T r i e n t , r e s te a t t a c h é à s o n œ u v r e d e c o m p o s i t e u r , d e p i a n i s t e , d ’é c r i v a i n , d e p e i n t r e e t d ’a l p i n i s t e . V o i c i ce q u e n o t r e c o l l a b o r a t e u r H e n r i D e l a c r e t t a z , a li a s S y l v a i n , d i s a i t d e l u i i l y a u n q u a r t d e s iècle, l o r s q u e p a r u t la d e u x i è m e é d i t i o n d e son l i v r e « H o r s d e s c h e m i n s b a t t u s » :A u même titre que d ’autres alpinis tes réputés : Emile Javelle, Julien Gallet, etc., E.-R. Blanchet a laissé son nom dans la top o n y m ie alpine. A u B reith o rn du Lötschental se situe l ’arête Blanchet.
D a n s le célèbre groupe des Aiguilles- d u-D iable, dressées sur l’arête sud- est du M o n t-B lan c-d u -T acu l, entre la brèche de l ’isolée et le col du Diable, la plus élevée (4114 m.) est dénom m ée l’isolée ou pointe Blan chet. U n e au tre arête Blanchet existe au Dolent.
Q u i a u r a it p u m ieux que Blanchet décrire en un style la p id a ire le spec tacle de ces dernières sommités ? Ecoutons-le à nou v eau :
« Le dos tourné au M ont-B lanc-du- Tacul, j ’ai d e v a n t moi l’isolée, la C a rm e n et la M édiane. Vision uni que à une telle altitu d e que cette rangée de tours hautes comme des cathédrales, la n ç a n t leur trip le défi vers le ciel indifférent. M ieux que cet a z u r uni, ce silence, cette lumière glorieuse, le ur con v ien d raien t la ga lopade de nuages noirs lacérés par les arêtes aiguës, l ’éclat b re f des éclairs et les blasphèmes du tonnerre, les im précations du v e n t s’engouf f r a n t dans les brèches. »
N o m b r e u x seraient les passages re m arquables q u ’il c o n v ie n d ra it de citer. N o t r e propos consiste à évo qu er la mémoire d ’un hom m e de v a leur qui a contribué, dans la plus large mesure, au renom du pays va- laisan, en t a n t que fra g m e n t du « te rra in de jeu de l’E u ro p e », selon l’expression de Leslie Stephen. D e la borne sud du C ham ois de Tanne- verge et de la D ent-de-Eenestral, to u t le long des deux chaînes qui e n cad ren t le Valais, ju squ’aux sur plombs de Furggen au Weissmies, à PA letschhorn et au B reithorn du Lötschental, B lanchet a fait l ’éloge d ’itinéraires de g rande classe, ne m a n q u a n t jamais de m ettre en ve dette les valeureux guides qui ont fa it le renom de leur corporation et du Valais en général.
C e tte g ra n d e figure de l’alpinisme de la première moitié du X X e siècle a bien mérité de la petite patrie valaisanne. Sylvain.
X / ,
/ X L E T S ^ D H un centre é co lo g iq u e pour s'instruire,
se recréer, apprendre mieux la nature
« T e m p le de la n a t u r e », « G ra n d io se p a n o r a m a de la région alpine », « L iv re d ’images des Alpes » : quels cli chés ne r e t r o u v e - t - o n pas dans l’a b o n d a n t e l i t t é r a t u r e à p r o p o s d ’Aletsch.
Des clichés qui e x p r i m e n t l’a d m ir a tio n stu p éfaite des ra n d o n n e u r s de m o n t a g n e ; mais des clichés q u i p e u v e n t re b u t e r les perso n n es qui a im en t, dans la n a tu r e , ce qui échappe p ré c isé m e n t à la carte postale.
Il f a u t a b o rd e r Aletsch avec un esprit libre de toutes prévisions littéraires, de to u te s références. C a r ce site se so u stra it à n ’i m p o r t e quelle t e n ta tiv e de circo n sc rip tio n . L ’a p p r o p r i a t i o n im possible ? O u i, et t a n t m ieux, car de to u te s les d é m a rc h e s vers la n a tu r e , celle d ’a p p r o p r i a tio n est la plus désastreuse.
U n e fleur, au b o r d d u c h em in , n ’est plus t o u t à fait u n e fleu r dès l’in s ta n t q u ’o n l’a coupée. Il y a u n e m a n iè re de m u tile r les fleurs avec des m o ts. C e rta in s m o ts c o m m e certains gestes t e n d e n t à t u e r ce q u ’ils v e u le n t a p p ré h e n d e r.
D an s u n c e n tre écologique, o n a p p r e n d d ’a b o r d et s u r t o u t , à v iv re avec, à c ô té de, dans, dans la fam iliarité de, en c o m p licité avec ; o n a p p r e n d à r e t r o u v e r n o tr e place juste dans la n atu re.
L ’e x p o s i t i o n p e r m a n e n t e a u c e n t r e é c o l o g i q u e
Pour mémoire : l'origine du centre
Le p r o d u i t de la v e n te de l’E c u d ’o r 1974 ajo u té à de n o m b r e u x d o n s o n t perm is à la Ligue suisse p o u r la p r o t e c t i o n de la n a t u r e d ’a c q u é rir t r e n t e hectares de te rra in s et l’établissem ent h ô te lie r c o n n u sous le n o m de villa Cassel.
La L S P N so u h a ita it créer u n e réserve n a tu re lle de q u e l q u e v in g t- c in q mille m è tre s et am é n a g e r u n cen tre écologique p o u r la rech erch e, la d o c u m e n t a t i o n , l’in f o r m a tio n .
Il f a u t dire q u e la f o r ê t d ’A letsch était p a rtic u liè re m e n t menacée, en raison m ê m e de sa richesse et de sa beauté. Elle f u t m u tilé e s o u v e n t p a r des incendies, des coupes de bois démesurées, le p â tu ra g e estival.
Dès le d é b u t d u siècle, des écologistes a v a n t la le ttre se b a tta ie n t p o u r p r o t é g e r ce site. E n 1933, ils p a rv e n a ie n t, p a r le biais d ’u n e s e rv itu d e d ’afferm age, à g a r a n tir sa sauvegarde p o u r l ’essentiel. La L S P N assure désormais un e p r o t e c t i o n in tég rale sur les surfaces acquises.
In fo rm er pour protéger
Le to u ris te m o d e r n e est fria n d de n a tu re . T r o p m êm e, dans la m esu re o ù il a b o rd e c ette n a t u r e avec des ins tin cts de c o n s o m m a te u r . Le to u ris m e a c o n s titu é le d a n g e r le plus im m é d ia t p o u r A letsch ces dernières années.
O n ne p e u t repousser, te n i r s im p le m e n t à l’écart les touristes sous p r é t e x t e q u ’ils a im e n t m al la n a tu re . Le plus sage est de leu r d o n n e r les in f o r m a tio n s suscep tibles d ’a m e n e r à u n e nouvelle a p p r o c h e de la n atu re. C ’est le p a r ti q u ’a choisi la L S P N .
Le c e n tre écologique d ’A letsch p ro p o s e désorm ais au visiteur occasionnel : u n e p ré s e n ta tio n p e r m a n e n te sur l’h isto ire n a tu re lle de la région d ’A letsch et les r e c h e r ches scientifiques entreprises dans c e tte région ; une p r é s e n ta tio n audio-visuelle des richesses naturelles du com m entées.
site ; u n ja rd in b o ta n iq u e de d é m o n s t r a t i o n ; des visites Mais il est possible aussi de sé jo u rn e r à la villa Cassel dans le cad re de semaines de cours, organisées en p r i n cipe d u d é b u t juin à m i-o c to b re .
La villa a été équipée p o u r accueillir u n e b o n n e c i n q u a n taine d ’hôtes, soit dans des c h a m b re s individuelles, soit dans des dortoirs. Il y a un re s ta u ra n t en libre service, u n e b ib lio th è q u e avec salon de lecture, des salles de travail, des salles de conférences, etc.
N o u s re p ro d u iso n s plus loin, sous u n e f o r m e succincte, le p r o g r a m m e des cours qui s o n t proposés c e tte année p a r le centre.
Un centre de recherche très actif
O n ne s a u ra it é v o q u e r l’a c tiv ité d u c e n tr e en passant sous silence les i m p o r t a n t s tr a v a u x de re c h e rc h e scien tifiq u e q u i s’y fo n t.
La v i l l a e t le chal-et Ca ss el
Naturschutzzentrum Aletschwald
N icht weniger als 13 000 Besu cher sah das N aturschutzzentrum Aletschwald im vergangenen Jahr durch seine Räum e ziehen. Es hat sich bekanntlich in der ehemaligen Villa Cassel a u f Riederalp einge richtet, die nun dem Schweizeri schen Bund fü r N aturschutz gehört. Im N aturschutzzentrum w urde nicht weniger als 38 Kurse organi siert, an denen rund 1000 Personen teilnahmen. Und schliesslich wurden vergangenes Jahr 70 Exkursionen durchgeführt, an denen 2100 Per sonen mitmachten.
Das Kursprogramm 1978 bringt Naturfreunden neue Möglichkeiten, von der Einrichtung N aturschutz zentrum zu profitieren. V o m Juni bis O ktober werden Kurse durchge führt, die jedermann zugänglich
sind. Allerdings ist die Teilnehmer zahl beschränkt. Schon aus Gründen der U nterkunft, die in der Villa Cassel nicht unbegrenzt vorhanden ist. U n terk u n ft ist in (w enigen) Zweier- und Dreierzimmern gegeben und in gemütlichen Viererzimmern und Sechserzimmern m it K ajüten betten. Das N aturschutzzentrum ist kein Hotel, was ein echter N a tu r freund w ohl auch nicht erwartet. Das Zusammensein m it Gleichge sinnten in einem Z im m er bringt viel mehr zusätzliche Gesprächsmöglich keit,bringt Austausch vo n Gedanken und schafft Freundschaften, an die mancher nie gedacht hätte.
Das N aturschutzzentrum Aletsch w ald auf Riederalp im Oberwallis liegt im deutschen Sprachgebiet. Grundsätzlich ist aber bei auf
Deutsch gehaltenen Kursen eine Z u sammenfassung von Referaten, sind A u sk ü n fte und Diskussionsbeiträge a u f Französisch möglich.
Was bringt nun das Kursjahr auf Riederalp ?
Das erste Kurs beginnt am 5. Juni und der letzte am 9. Oktober.
Ein « H it » des N aturschutzzen- trums sind die W ander-W eekends 1978. Sie dauern jeweils von Sam stag 14 Uhr bis Sonntag 15 Uhr. Hier die D a te n : 8.19. J u li; 12.H3. August ; 9./10. September. A u s k u n ft über alle Kurse erteilt bereitwilligst und gern das Sekretariat S B N in Basel, Stichw ort « SBN -K urse 78 ». Viel Vergnügen im Aletschgebiet ! L. K
Les p rin c ip a u x do m ain es de c ette r e c h e rc h e s o n t la géo logie, la glaciologie, la phyto so cio lo g ie, la clim atologie, la biologie des a n im a u x sauvages, sans c o m p t e r les scien ces forestières.
Le b u t de la plus g ra n d e p a r tie des recherches est de m ie u x c o n n a î t r e les écosystèmes d ’Aletsch. C e t objectif ne p e u t être a t t e i n t que p a r des tr a v a u x plu rid iscip li naires et avec la collaboration de scientifiques éminents. Plusieurs in stitu ts universitaires p a r tic ip e n t à la r e c h e r che au c e n tr e d ’Aletsch.
Est-il utile de souligner que les d é c o u v e rte s qui so n t faites dans la région d ’A letsch ne s e r v ir o n t pas le seul site d ’Aletsch ? C a r il est bien e n te n d u que ch a q u e pas q ue nous faisons dans la d é c o u v e r te de la n a t u r e est susceptible de nous faire p rogresser dans des dom aines très divers et in a tte n d u s.
Bien sûr, il serait vain aussi d ’a t t e n d r e q u e le c e n tre d ’Aletsch publie ch aq u e année des c o m m u n ic a tio n s scientifiques sensationnelles. O n ne force pas plus les p o r te s de la n a t u r e à coups de syllogismes que de bons sentim ents.
La n a t u r e ne p e u t être q u ’observée, écoutée. Mais c’est j u s te m e n t là q u ’est la m erveille : q u e c h a q u e fois que n ous nous m e t t o n s à l’écoute de la n a tu re , nous nous m e t t o n s aussi à l’é co u te de n o us-m êm es, de n o t r e m o i très p ro f o n d . P. R.
Programme des cours
Organisation
T o u s les co u rs o n t lieu d u l u n d i a p r è s m i d i (lu n c h ex clu ) a u sa m e d i m i d i (lu n c h c o m p ris). A t t e n t i o n a u x d a te s e x c e p tio n n e lle s d u co u rs N ° 3 ! Les a r riv é e s e t les d é p a r t s s o n t in d i v i d u e l s . C o n c e p t i o n des co u rs : ex cu rsio n s, disc ours , discussions, p a r t i e l l e m e n t t r a v a i l en p e t i t s gro u p es. N o m b r e de p a r t i c i p a n t s limité.
Langue des cours
Les c o u rs N ° 6 e t 8 s o n t d o n n é s e x c l u s i v e m e n t en f ra n ç a i s , le N ° 7 en a l l e m a n d et f ra n ç a i s , le N ° 10 e x c l u s i v e m e n t en a l l e m a n d . P o u r to u s les a u t r e s co ur s, la l a n g u e p r i n c i p a l e se ra l ’a l l e m a n d , m a is la poss ibilité se ra d o n n é e a u x p a r t i c i p a n t s f r a n c o p h o n e s de d isc u te r, p o se r des q u es tio n s , r e c e v o i r des ré p o n se s e t résum és en leur p r o p r e la n g u e .
Cours
1. O i s e a u x des A lpes, 5-10 juin. 2. Les tr éso rs d ’A lctsch , 12-17 juin.
3. G é o lo g ie de la r é g io n d ’A le ts c h , 8-13 ju illet. 4. F l o re a l p i n e I, 10-15 juillet.
5. F lo re a l p i n e I I , 17- 22 juillet. 6. F l o re a lp in e , 24-2 9 juillet.
7. A le ts c h p o u r les jeu nes, 31 j u ille t-5 a o û t. 8. E c o lo g ie des m ilie u x a lp in s, 7-1 2 a o û t. 9. D essin et p e i n t u r e , 14 -19 a o û t. 10. N a t u r f o t o g r a f i e , 14-19 ao û t. 11. G ib ie r , f o r ê t , chasse, 2 1 -2 6 a o û t. 12. O i s e a u x , f o r ê t , gibier, 11 -16 s e p te m b re . 13. H i s t o i r e n a t u r e l l e d ’A le ts c h , 2 5 -3 0 s e p te m b re . 14. A le ts c h p o u r les aînés, 9-1 4 o c to b r e . W e ek -en d s excursionnistes T ro i s w e e k - e n d s ( d u sa m e d i à 14 h. j u s q u ’a u d i m a n c h e à 15 h.) a u r o n t lieu les 8-9 ju ille t, 12-13 a o û t et 9 - 1 0 s e p te m b re .
Renseignements et inscriptions
15 m a i - 1 5 o c t o b r e : C e n t r e é c o lo g iq u e d ’A l e t s c h ( 0 2 8 / 2 7 22 44 - 4 5 ) ; 15 o c t o b r e - 1 5 m a i : L S P N , C P , B âle (061 / 42 74 42).
Rosswald + Saflisch
Brig am S im p lo n ist d a n k seiner aussergew öhnlichen geographischen Lage ein unvergleichliches S ta rtp la te a u zu den O b erw alliser F r e m d e n s ta tio n e n , ist aber auch A u sg an g sp u n k t zu versch ied en en B e rgübergängen. Ein G e h e im tip f ü r den W a n d e re r, d e r E le fa n te n p fa d e lieber links liegen lässt, ist b e s tim m t d e r Saflischpass. In einem gu ten T agesm arsch e rre ic h t m a n v o n d e r O b e r walliser M e tr o p o le m it d e m 2560 M e te r ü b e r M eer lie genden Ü b e r g a n g das w e ltb e k a n n te Binntal. E rle ic h te rn kann m a n sich die Passage m it d e r L u ftseilb ah n R ied- Brig-Rosswald. D e r « E riger H a u s b e r g » — Maiensäss der B rig e rb e rg e r B au ern — h a t sich in den le tz te n J a h ren zu einer a nsehnlichen Feriensiedlung e m p o r g e a r beitet, wobei der R uhe- u n d Erholungssuchende t r o t z dem n o c h auf seine R e c h n u n g k o m m t .
Wo das G r ü n d er R ossw aldw iesen in den d u n k le r e n T eint d e r A lp w e id e n ü b e rg e h t, stösst d er W a n d e r e r auf die Saflischhütte ; n o c h v o r h e r g eh t er am C h a le t u n se res legendären C a rlo D ellberg v o r ü b e r , d e r sich hier vo r J a h r e n seine S o m m e rre sid e n z geschaffen h at. Die Rossw aldalpe R i c h t u n g Pass geht es sich wie auf einem Teppich. Die V e g e ta tio n ist selbstredend eh er kärglich, genug ab er u m H u n d e r t e n v o n Schafen in den S o m m e r m o n a t e n N a h r u n g zu sein. F r u c h t b a r e r ist das G e lände auf d er B in n e r Seite, w o die V i e h h e rd e n r e c h t hoch ih re A lp e n k r ä u t e r finden.
S a f l i s c h h ü t t e m i t B i e t s c h h o r n u n d N e s t h o r n
Sind die A lp en n ic h t m e h r bestossen, ist hier die B erg r o m a n t i k w irk lic h s p r ic h w ö r tlic h : die Stille einer K i r che, n u r u n t e r b r o c h e n d u r c h einen gelegentlichen Piff eines v e rä n g stig te n M u rm eltieres. U n d w e n n des W a n derers Beine langsam sc h w e re r w e rd e n , e r w a r t e t ihn das an stre n g e n d ste T eilstü ck : d er A bstieg n a c h H e ilig k re u z , d e m W a h l f a h r t s o r t d e r G o m m e r . D o c h hier k o m m t m u n te r e s Leben in die W elt : Vögel, M u r m e l tiere u n d gar R i n g e ln a tte r n , die ü b e r einen M e te r lang sein k ö n n e n . B eglückt v o n d e r E r i n n e r u n g an einen h e rrlic h e n Fle cken N a t u r , sind aber M ü d ig k e it und... Schlangen bald vergessen. E. G.