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NTP symmetric keys

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10 Variantes d'alimentation

8.10 Authentification NTP

8.10.1 NTP symmetric keys

Primeiro passo para o início do trabalho é efetuar o cadastro da empresa no software, conforme apresentado na figura 13 abaixo. Onde são inseridos os dados da empresa, na aba CNAE é determinado a atividade exercida pela empresa e o respectivo risco.

Figura 13 - Cadastro da empresa

Fonte: Software dataSESMT - RSdata (2016)

Na figura 14, é apresentada a tela de cadastro de funcionários, na qual são inseridos seus dados. Através disso é criado um perfil, para cada funcionário, possibilitando assim que se faça um cadastro completo, inserindo informações como: turno de trabalho, atividade desenvolvida,

EPIs utilizados, treinamentos realizados, dados de absenteísmo e acidentes de trabalho através das CATs.

Figura 14 - Cadastramento funcionários

Fonte: Software dataSESMT - RSdata (2016)

Na imagem 15, é apresentado o ambiente de cadastramento dos setores. Dentro desse ambiente, pode-se fazer um cadastro completo de cada ambiente, incluindo dados como área aproximada, altura do pé direito, iluminação, entre outros dados, que são importantes para outros Laudos.

Figura 15 - Cadastramento de setores.

Fonte: Software dataSESMT - RSdata (2016)

Dentro do cadastro dos setores, é feito a criação dos cargos desenvolvidos, conforme apresentado na imagem 16.

Figura 16 - Cargos cadastrados

Fonte: Software dataSESMT - RSdata (2016)

Já na imagem 17, é ilustrado a área de cadastro de cargos, aonde são pesquisadas as respectivas funções de acordo com a Classificação Brasileira de Ocupações CBOs. No mesmo ambiente ainda consegue-se detalhar as atividades desenvolvidas por cada cargo.

Figura 17 - Cadastro de cargos

Fonte: Software dataSESMT - RSdata (2016)

Dentro do campo de cada cargo, encontram-se as opções de visualizar os colaboradores que desenvolvem as atividade, também é possível observar a inserção dos riscos pertinentes para a realização de suas atividades, tais como fatores de risco (ruído, calor, radiações ionizantes, condição hiperbárica, radiação não ionizantes, vibrações, frio, umidade, agentes químicos, limites de tolerância, poeiras, agentes biológicos, explosivos, inflamáveis, motoboy, eletricidade), assim como o cadastro dos EPIs necessários para cada risco. Sendo possível inserir os exames médicos, vacinas, treinamentos, restrições, proibições, entre outros, conforme apresentado na figura 18.

Figura 18 - Cadastro de Riscos de Acidentes e EPIs por risco

Fonte: Software dataSESMT - RSdata (2016)

Na imagem 19, é apresentado o ambiente de cadastramento dos Riscos de Acidente, aonde delimitamos a descrição do risco, recomendações, fontes geradoras, meios de propagação, comprometimento à saúde, possíveis danos à saúde, medidas de controle e observações.

Figura 19 - Cadastro dos Riscos de Acidentes

Fonte: Software dataSESMT - RSdata (2016)

A inserção de fatores de riscos como ruído, é apresentado na figura 20, aonde inserimos as medições realizadas, as técnicas de medição, nível de exposição de cada colaborador, eficiência dos EPIs, quando aplicáveis, fontes geradoras, meios de propagação, medidas de controle, recomendações, entre outros. O sistema ainda apresenta a conclusão para o Laudo ou Ltcat, informando se o risco é, ou não, insalubre para os trabalhadores envolvidos.

Figura 20 - Inserção de Fatores de Riscos - Risco Ruído

Fonte: Software dataSESMT - RSdata (2016)

O cadastramento de EPIs, é apresentado na figura 21, aonde determinamos o Certificado de Aprovação (CA) do EPI, sua validade, o nome ao qual será vinculado, marca do fabricante, vida útil, e também a inserção do fator de risco o mesmo deve ser utilizado. Podemos ainda determinar os treinamentos necessários para a utilização desse EPI, como imagens dos treinamento para comprovação da realização, observações pertinentes e vida útil dos demais fabricantes.

Figura 21 - Cadastro EPI

Fonte: Software dataSESMT - RSdata (2016)

O que foi apresentado no trabalho até então, é apenas uma parte pequena do que o sistema dataSESMT possui, conforme a figura 22, podemos perceber que existem as possibilidades de

determinação dos Responsáveis por cada segmento, Cronograma de Tarefas de Segurança, Médicos vinculados a empresa, Análise de Risco, Extintores, Ordens de Serviço, Inspeções, cadastro de Incidentes, Lembretes e Laudos. Dentro do campo de Laudos, conseguimos elaborar PPRA, LTCAT, PCMSO e PCMAT.

Figura 22- Laudos

Fonte: Software dataSESMT - RSdata (2016)

No ambiente do PPRA, através da figura 23, é apresentado os dados da empresa, Profissionais Responsáveis (Eng. de Segurança do Trabalho), Objetivos, Bibliográfia, Cronograma de Ações, Treinamentos, Observações, Setores e Cargos, CIPA, Considerações Gerais, Documento Base do PPRA o qual já vem inserido no sistema ou o usuário pode desenvolver um modelo próprio, Glossário e Configurações que determinam como o Laudo PPRA será emitido.

5 CONCLUSÃO

O Presente trabalho se propôs a estudar a implementação de um software de Gerencia de Segurança e Saúde no trabalho em uma empresa do ramo de telecomunicações com o intuito de elaborar uma Laudo de um Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. Foram verificadas as leis aplicáveis para elaboração deste, assim como as caracterização da empresa e os riscos presentes.

Para elaboração do PPRA o software oferece todos os requisitos necessários, pois o mesmo já faz toda a comparação com a Normas e Leis vigentes, avalia os índices de exposição, quando aplicáveis, vincula os EPIs para cada risco respectivo, determina os treinamentos necessários para utilização desses, assim como, da realização de cada atividade.

Nas fases de cadastro de cada função foram avaliados e registrados todos os riscos presentes nas atividades desenvolvidas, as fontes geradoras, meios de propagação, comprometimento à saúde, possíveis danos à saúde, medidas de controle, entre outros, o que proporciona um PPRA completo em conformidade com a Normas e Leis vigentes.

Realizou-se uma análise mais profunda dos riscos presentes na empresa através da elaboração do mapa de riscos de cada segmento, sendo das atividades realizadas nos ambientes internos, assim como, nos ambientes externos. Foi avaliado os riscos aos quais essas atividades estão expostas e as medidas de prevenção coletivas e individuais.

Para a empresa o software é um sistema gerencial completo e de fácil implementação, pois armazena todos os registros necessários para elaboração de diversos Laudos, desde mudança de funções, admissões, demissões, dados de absenteísmo, registro de acidentes de trabalho, histórico médico. Salienta-se o controle fornecido para o EPIs, quando inserimos o mesmo, é informado o CA deste, o prazo de validade, vida útil, níveis de atuação, etc, o que torna muito útil para o controle total dentro da empresa. Um exemplo disso, na verificação dos itens que são aplicados dentro da empresa MKSnet, na implementação do software já foi identificado que um dos EPIs estava com sua validade vencida, pelo fato da empresa não possuir controle eficaz disso, a empresa estava operando em desacordo com as Normas vigentes. Com a aplicação do software

o mesmo exibe um aviso quando o EPI perder sua validade, proporcionando que a empresa vá em busca de outro equipamento de mesma utilização com validade vigente.

Outro ponto muito importante que o sistema proporciona é a inserção de índices de medicação, como os riscos de ruído como exemplificado no PPRA. Após a inserção dos dados o próprio sistema fazer o comparativo com os índices de tolerância das normas, determinando se o risco é insalubre ou não.

Conclui-se que a utilização de softwares de gestão é viável e recomendada para toda e qualquer organização que se proponha a ter um Sistema de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho, atualizado perante as Leis, e que proporcione um meio de controle eficaz para obtenção um ambiente de trabalho salubre para seus funcionários.

Para a empresa analisada, os riscos presentes principalmente nas atividades dos Cabistas, devem ser extremamente controlados, conforme apresentado fotograficamente neste trabalho, a verificação feita em campo mostrou que as equipes estavam atuando de forma incorreta, colocando em risco sua saúde e de seu ajudante. Para correção disto, empresa deve aumentar a fiscalização de campo, para verificação da correta utilização dos sistemas de energias repassados através dos cursos de NR-10 e 35. Ainda deve-se ter cuidados com validade e bom estado dos EPIs, em função do trabalho ser realizado nas proximidades da rede de energia elétrica.

Nas instalações em residências, que necessitam da utilização do telhado, deveria ser realizada uma análise aprofundada de métodos de trabalho em telhados, pois da forma como essas atividades são executadas hoje, está sendo colocado em risco a vida dos colaboradores envolvidos.

Porém riscos menores como ergonômico, em postura inadequadas com o trabalho ao computador, devem ser melhores tratados pela empresa. Pois em função da carga horária acentuada e uma má postura pode acarretar em uma DORT (Doenças Osteoarticulares Relacionadas ao Trabalho). Analisou-se que alguns funcionários não possuem a postura adequada, prejudicando sua saúde. Para sanar esses riscos dever-se-ia fornecer treinamentos para orientação dos colaboradores, assim como fiscalização da postura correta.

Como a empresa não possui um Sistema de Gestão implementado hoje, verificou-se que vários itens necessários perante as Leis que não são executados, atuando em desconformidade. Recomenda-se que a mesma verifique a implementação de um sistema através de software para a melhoria do ambiente de trabalho proporcionado, assim como os demais itens elencados anteriormente.

REFERÊNCIAS

RSData. Disponível em: <http://www.rsdata.com.br/web/home/empresa> Acesso em 15/11/2016.

BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. NR-9 - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. Brasília: Ministério do Trabalho e Emprego, 1994. Disponível em: <http://portal.mte.gov.br/data/files/FF8080812BE914E6012BEF1CA0393B27/nr_09_at.pdf>. Acesso em: 15/11/2016a.

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do Trabalho e Emprego, 2009. Disponível em:

<http://portal.mte.gov.br/data/files/FF8080812BE914E6012BEF0F7810232C/nr_01_at.pdf>. Acesso em: 20/11/2014b.

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BITENCOURT, Celso L.; QUELHAS, Osvaldo L. G. Histórico da Evolução dos Conceitos de Segurança. In: XVIII Congresso Nacional de Engenharia de Produção, 1998, Niterói. Anais do XVIII ENEGEP, 1998.

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