2.4 Modèles de traduction
2.4.2 les modèles à base de mots
Nos anexos 6, 7, 8, 9 e 10 encont ram -se os prot ocolos das ent revist as semiestruturadas realizadas à Diretora Pedagógi c a(DP), ao Professor tit ul ar de t urm a (PTT) e a três encarregados de educação.
Uma vez que j á foram sufi ci ent em ent e apresent ados a Di retora Pedagógi ca e o Professor Ti tul ar de Turma (ver i ntrodução), acrescent amos neste momento al gum as breves informações so bre os encarregados de educação entrevist ados:
- O encarregado de educação 1 (EE1) é professor de mat em ática , desempregado porque não foi col ocado est e ano na função públ ica . É pai de um a meni na que faz sempre os t rabal hos que o professor envia para o fim de sem ana e que é considerada um a aluna com nívei s de desempenho próximos da m édi a da turm a.
- O encarregado de educação 2 (EE2) é uma m ãe de um a meni na que real iza sempre as ati vidades que l he são propost as pelo professor titul ar de turma e que t em um bom desempenho na escol a.
- O encarregado de educação 3 (EE3) é um a m ãe que decl ara aj udar muit o o fil ho na realiz ação dos trabalhos para casa. O aluno revel a al gum as dificuldades na aprendiz agem com ní veis de desempenho insufi cient es . Ant es de passarmos a um a análise int erpret ativa das ent revistas, interessa resumi r as principai s idei as recolhidas a propósit o de cada uma das pergunt as.
2 - A pergunta inicial: Tendo em cont a o tempo de aul as l egalm ent e
prescri to (*) de 25 horas semanais (por exemplo, entre as 9:00 as 15:15), qual das seguint es alíneas corresponde melhor à sua opini ão?2.A - Respostas:
Entrevistados Respostas
DP a) É o único tempo necessário para que as crianças realiz em as aprendiz agens escol ares obj etivadas. Por isso as ati vidades escol ares fora de aul as são desnecessári as .
Ninguém b) É o tempo suficiente para que as crianças realizem as aprendiz agens escol ares objeti vadas. Por i sso a realiz ação de ati vidades escol ares fora de aul as é uma possibilidade enri quecedora , mas não necessári a.
EE3 c) É o tempo suficiente para que as crianças realizem as aprendizagens escolares. No ent anto, a realiz ação de ativi dades fora de aul as é um a est rat égia complem entar m uito conveni ent e .
PTT, EE1,EE2 d) É um tempo indispensável para que as crianças realiz em as apr endi zagens escol ares. No ent anto a realiz ação de atividades fora de aul as é igualm ent e indispensável com o est ratégia compl em entar.
2.B - Pergunta plus
DP – Diz que “se é escol a é para ser feit o na escol a”. “As 25 horas para mim chegam e sobram . Eu acho q ue a criança nã o deve fazer m ais nada. Mais nada al ém das aulas”. Para a Di ret ora Pedagógi ca não faz sent ido “sai r da escola e ir fazer out ras coi sas” escol ares. No ent anto, afi rm a que se o al uno “fi car com o professor eu não sou cont ra” e acrescent a que p ara al guns al unos “é preciso m ais de 25 horas semanais e para outros não”.
PTT – Afi rma que “a nível de t rabal ho o t empo que nós t emos durant e a semana é o sufi ci ent e para nós t rabalharm os, no ent anto, é preciso adquirir aut omatism os e rotinas de trabal ho e com o tal o trabalho fora da sala é indispensável para cria rem esses autom atism os, rotinas e hábitos de trabalho. T ambém para desenvolverem um a quest ão de met a - aprendiz agem e t ambém para se habi tuarem progressi vament e que o trabalho não é só na escol a m a s t ambém em casa ”. e que os t rabal hos para casa não devem ser vist o como “um a obri gação m as sim um benefi cio para aquel es que podem e que querem i r m ai s além ”.
EE1 – Refere que os trabalhos para casa são indispensávei s quendo o aluno “t rabalha sozinho” e são “fundam ent ais na m atemáti ca e na port uguês porque o aluno só consegue saber se percebeu a mat éri a quando trabal ha soz inho”. Afirma ai nda que só se justi fica não haver trabalhos para casa “se ti véssemos dez alunos por sal a, ou sej a, turm as pequenas”.
EE2 – Afi rma que “o saber não ocupa lugar”, “saber geri r o cansaço também é i mportante. Na minha opi nião a cri ança que chega a casa post eri or às set e da tarde não deve t er m ais t rabalhos”.
EE3 – Refere que “eles t êm o t empo de aul as m as eu acho que os trab alhos de casa servem para eles consolidarem os conheci ment os que vão adqui rindo e ao mesm o tempo para os pai s t ambém em casa, poderem
ver onde é que el es est ão a t er dificuldades e poderem t ambém passar essa m ensagem ao professor”.
3 - Pergunta A.1:
O que julga que leva às pessoas a pensar que o tempode aul a não é o único tempo necessário para as aprendizage ns escol ares das crianças e que as ativi dades escolares fora de aul as são conveni ent es ou necessárias? (Assinal ar um a ou mai s opções).
3.A – Resposta
Entrevistado Resposta
DP d) Por contribui r para ocupar o excessi vo tempo li vre da cri ança no final do dia?
3.B - Pergunta Plus:
DP – Afi rm a que “no final do di a os pais não sabem o que faz er com as crianças”. R efere ainda que “as pessoas pensam nos tr abal hos para casa como uma tradi ção que j á vem de m uito t arde e as pessoas não conseguem desapegar -se delas”.
4 - Pergunta A.2:
Quais são os motivos pelos quais importa que o tempode aula seja o úni co tempo necessário para as aprendizagens escolares das cri anças e que as ativi dades escol ares fora de aulas sejam desnecessári as?
4.A - Respostas:
Assi nal ar em cada al ínea a respost a que corresponda m elhor à sua opini ão
N ã o c re io U m p o u c o s im S im S o b re t u d o p o r is s o
Será pel a preocupação por não prejudi car o tempo de l az er das crianças?
DP
Será por não querer prejudicar o t empo de lazer dos pais com as cri anças?
DP
Será por jul gar que apenas o t empo de aul a oferece o ambi ent e onde as cri anças est ão
mais predispost as a aprender?
Será por jul gar que o horário l eti vo (das 9h00 às 15h15) é j á muit o extenso para a idade das crianças?
DP
4.B - Pergunta plus:
DP – Refere que “o professor do prim ei ro ciclo não pode dividir a sua autoridade com ninguém e por esse motivo só o professor é que pode ensi nar e é que pode saber as necessidades de cada aluno”. “Os t rabalhos para casa só vão prej udi car o que a cri ança pode ganhar fora das aul as”.
5 – Pergunta B.1:
O que jul ga que l eva às pessoas a pensar que o t empode aul a é o único tempo necessário para as aprendizagens escol ares das cri anças e que as ati vidades escol ares fora de aulas são desnecessári as?
5.A - Respostas:
Assi nal ar em cada al ínea a respost a que corresponda m elhor à sua opini ão
N ã o c re io U m p o u c o s im Sim Sob re t u d o p o r is s o
Será pel a p reocupação por não prejudi car o tempo de l az er das crianças?
EE1 PTT EE2 EE3
Será por não querer prejudicar o t empo de lazer dos pais com as cri anças?
EE1 EE3 PTT EE2 Será por jul gar que apenas o t empo de aul a
oferece o ambi ent e onde as cri anças est ão mais predispost as a aprender?
EE1 EE2 EE3
PTT
Será por jul gar que o horário l eti vo (das 9h00 às 15h15) é j á muit o extenso para a idade das crianças?
PTT EE1 EE2 EE3
5.B - Pergunta plus:
PTT – R efere que os trabal hos para casa devem ser m andados segundo um “meio -t erm o”, “mandando trabalhos de casa di ari am ent e, no meu pont o de vist a, é cont raproducente, não mandar trabal hos de casa nunca t ambém é cont raproducent e. Dest e modo, vamos arranj ar um m eio - termo que passa por uma rot ina de fim de sem ana em qu e as crianças
podem geri r o t rabal ho que têm”. Assim, o professor afirm a que no iní cio teve al gum a di fi cul dade em “educar al guns pais nesse sentido porque durant e dois anos os pais estavam habituados a ter o fim de se m ana livre e a fazerem o que quisessem com as cri anças ”. R el ativam ent e ao ambi ent e o professor afirm a que “ ambient e sal a de aula oferece um ambi ent e propício ao estudo , e por vezes em casa há m ais objet os de distração ” e acrescenta que “e m casa eu também acho que é um ambi ente propício, cl aro q ue os pais t ambém t êm um papel imperati vo porque t êm de cri ar esse ambi ente , um ambi ent e de sil êncio, calm a , sem grande movim ent o e dist rações ”. Em rel ação ao t empo l etivo diz que “pode parecer extenso m as acaba por não o sê -lo no sentido que el es t êm muitos t empos pelo meio de descanso e descompressão”. Mas “pode parecer extenso se houver trabal hos durante a semana”.
EE1 – Afi rma que as pessoas são “pregui çosas em casa e dá trabalho às crianças faz erem os t rabal hos para casa” e afirm a ainda que as pessoas est ão “agarradas à comodidade por isso é que é m ais fácil as cri anças não fazerem os trabal hos para casa”. Em rel ação à extensão do horário l eti vo diz que não pensa que seja muito extenso porque “não são todas as horas a est udar”.
EE2 – Não com entou a pe rgunt a.
EE3 – Não com entou a pergunt a.
6 – Pergunta B.2:
Quais mot ivos fazem pensar que as ati vidadesescol ares real izadas fora do t empo de aul as são enri quecedoras/ conveni ent es/ indi spensáveis?
6.A - Respostas:
Assi nal ar em cada al ínea a respost a que corresponda m elhor à sua opini ão
N ã o c re io U m p o u c o s im Sim Sob re t u d o p o r is s o
Será porque reforçam o que se aprendeu nas aul as?
EE1 EE2 EE3
PTT
Será porque desenvolvem a cri ativi dade e o pensam ento divergente?
PTT EE1
EE2 EE3 Será porque proporci onam um a oport uni dade
de desenvol viment o da aut onomia, de responsabiliz ação e de aut orregul ação do comportam ento? PTT EE1 EE2 EE3
6.B – Pregunta Plus
PTT – refere que os trabalhos para casa “ acaba por ser um reforço, um suplem ento no qual a cri ança es tá a t reinar est á a t er m ais um estím ulo no sentido de acomodar um conhecim ent o que se cal har está um pouco m al est ruturado e em casa com al guma cal ma e com al gum esforço consegue t er outra visão sobre essa m at éria ”. Afi rma que a ““responsabilidade é um el em ento fundamental para quem tem um trabalho para fazer ao fim de semana e eu noto isso nos al unos no sent ido em que m uit os , pelo discurso dos pai s , apercebo -m e que são os própri os alunos a pedir ao pai ou à m ãe para i rem buscar o t rabal ho ao e - mail ”. Quanto à aut onomi a afi rm a os t rabalhos para casa estimul am a aut onomi a “porque a criança t em que est ar sent ada, os pais t êm um papel apenas de m onit ori zar o trabalho dos filhos port anto os grandes responsáveis são el es, el es é que têm de ser aut ónom os ” e os al unos “têm que sozinhos superar as dificuldades”. R elativament e à autorregulação “el es [os alunos] t êm que encontrar a m elhor form a ou pelo m enos t entar descobri r ou pensar nesse assunto e às vez es pensar no assunto já é bom ”. “Cl aro que t em de haver um tra bal ho de sal a de aul a que proporcione isto, não é a cri ança por si só ”. Refere que o “obj et ivo não passa por desenvolver a cri ati vidade”. Por úl timo, afi rm a que “ os benefí cios para mi m são mai s do que m uitos, os aspetos m enos posit ivos prati camente não exi stem
porque sendo t rabalhos só ao fi m de sem ana a cri ança não fi ca carregada” .
EE1 – Não j usti fi ca as suas respost as.
EE2 – Cit a uma frase em latim “R epiti e est mater estudi orum ” que si gni fi ca que as pessoas têm de repeti r muitas vezes os exercí ci os para os aprenderem .
EE3 – Afirm a que os t rabalhos para casa “aj udou a cri ar aut onomi a, no caso do F. Aj udou -os a fi car um bocadinho m ai s independent es, pensarem por el es e não recorrerem ao professor”.
7 - Pergunta B.3:
Para garantir o carácter enriquecedor/ conveniente/indispensável das at i vidades escol ares fora do tempo de aul as, qual das
seguint es opções lhe parece mais acert ada?
7.A – Resposta
Entrevistado Resposta
PTT, EE1, EE2, EE3
a) Devem ser prescritos uni cam ent e pel o professor
titular d e turma .
PTT b) Podem ser prescritos pelo professor titul ar de turm a ou por ou tro p rofessor d e apoio .
Ninguém e) Podem ser prescrit os pel o prof essor titul ar de turm a ou pelo p rofessor de apoio ou por um adulto da família .
7.B - Pergunta plus:
PTT - afi rm a que “o pr ofessor titul ar da turm a é o elem ento chave porque é aquele que conhece os al unos, é aquel e que sabe onde é est ão as difi cul dades, onde est ão os aspet os a mel horar ”. No ent ant o, num a situação do professor t itul ar não estar é fundam ental que sej a out ro
professor que est ej a dent ro do cont exto que domine e que conheça a turm a a soli cit ar esses m esmos trabalhos .
EE1 – Afirm a que “o professor é que sabe qual é a m at éri a que est á a dar nas aulas. Por essa razão só el e é eu deve prescrever os trabalhos para casa” .
EE2 – Não com entou a pergunt a.
EE3 – Afi rm a que “o professor tit ular da turma é quem est á com el es o t empo todo”.
8- Pergunta B.4:
Para garantir o carácter enriquecedor/ conveniente/indispensável das ativi dades escolares fora do t empo de aulas é impo rtant e que as crianças realizem as ativi dades de form a aut ónom a. Nesse senti do, qual das seguint es opções lhe parece mais acertada?
8.A - Resposta:
Entrevistado Resposta
e) Podem ser prescritos pelo professor titular de turma ou pel o p rofessor d e ap oio ou por um adul to da famíli a . EE1 f) A criança precisa da proximidade do professor titular para
escl arecer dúvi das e corri gi r os t rabal hos.
g) A criança precisa da proximidade de um professor de apoio (não necessari ament e o professor ti tul ar) para escl arecer dúvidas e corri gir os trabalhos.
PTT, EE2, EE3
h) A criança precisa da proximidade de um adulto (podendo ser um adult o de famí lia e não necessari am ent e um professor de apoi o).
6.B - Pergunta Plus:
PTT – Afi rm a que os trabalhos de casa são “t arefas para que o s alunos consi gam realizar autonomamente”. Mas afirma que “um adulto
para diz er o que est á bem ou o que está mal feito isso é fundam ent al e qualquer um pode faze -l o”.
EE1 – Afi rma que “o al uno t em de reali zar t rabalhos sozi nho para perceber se ent endeu a m at éria dada pelo professor e para perceber se tem dúvidas para serem esclareci das pelo professor”. Al ém disso, “o professor t ambém tem de saber se o aluno ent endeu a m at éria que foi dada na aul a”.
EE2 – Não com entou a pergunt a.
EE3 – Afirm a que “o pro fessor t itul ar de turm a é a pessoa mais compet ente para corrigir os trabalhos”.
9– Pergunta 5
: Quando é que faria os trabalhos de casa? Tempo de laz er.EE1 – Afi rm a que “não se deve subcarregar os al unos com trabalhos de casa mas t ambém não se deve não ma ndar, tem -se de encontrar um m eio -t erm o”. Afirm a ai nda que os t rabalhos para casa “não devem ser m andados todos os dias mas sim em vário mom ent os como para revisões de um test e ou para completar conhecim ent os”.
EE2 – Afirm a que “não, de m aneira nenhuma. H á que saber organiz ar o t empo com proveito, e é import ante que desde pequenos as cri anças saibam pri orizar as tarefas/brincadei ras”.
EE3 – Afi rm a que “se o t empo for bem gerido, se as coisas forem bem divi didas (…) el es t êm tempo para brincar”.
10.A - Pergunta inicial:
As respost as à pergunta i ni cial permitiram deferenciar com absolut a cl areza a opini ão da Diretora P edagógi ca e dos rest antes ent revist ados.
- A Di retora P edagógi ca é, assumidament e, cont ra os trabalhos de casa r eferindo que o t empo de aul as (as 25 horas sem anais) é sufi ci ent es para as crianças e que as cri anças não devem sai r da escola e continuar a fazer ativi dades escol ares.
- Os rest ant es quatro ent revi stados (o professor tit ul ar de turm a e os encarregados d e educação) são a favor dos trabalhos para casa : três del es dizem que esse t rabal ho é indispensável e um afi rma q ue é conveni ent e. Est es concordam que os trabal hos de casa servem para as cri anças consol idarem conhecimentos que aprenderam nas aul as e para que, aut onom am ent e, consi gam avali ar se perceberam os cont eúdos abordados nas aulas.
10.B - Perguntas A.1 e B.2:
Est as pergunt as A.1 e B.2 podem ser anal isadas em conjunto porque o seu cont eúdo é i gual e tem como obj eti vo perceber a finalidade, o para que é que os t rabalhos para casa são import antes.
Para m elhor interpretar os dados podem os junt ar as respostas das duas pergunt as num a só t abel a:
- A Diret ora P edagógi ca crit ica que os t rabalhos para casa a que só reconhece a finalidade de que devem ocupar o tempo li vre das cri anças no fim do di a, porque muitos pais não sabem o que fazer com as cri anças nessas horas . Ali ás, jul ga que os t rabalhos para casa existem mais pelo peso de um a t radi ção a que as pessoas estão habi tuadas a el es.
- Os out ros entrevi st ado s concordam em que o papel m ais important e dos t rabalhos para casa é o desenvolvimento da aut onomi a, da responsabilização e da autorregul ação dos comportam entos. Mas, t ambém concordam na import ânci a dos t rabal hos para casa com o reforço das aprendiz agens das aul as. Exist e uma pequena divergênci a no que diz respeito ao desenvolvimento da cri ati vidade. O encarregado de educação 1 e o professor titul ar de t urma referem que é pouco import ant e enquant o que o encarregado de educação 2 e o encarregado de educação 3 referem que é i mport ant e.
10.C - Perguntas A.2 e B.1:
Est as pergunt as t ambém podem ser anal isadas em conj unto. Para isso j unt amos as respostas num a só t abel a:
Assi nal ar em cada al ínea a respost a que corresponda m elhor à sua opini ão
N ã o c re io U m p o u c o s im S im S o b re t u d o p o r is s o
Será pel a preocupação por não prejudi car o tempo de l az er das crianças?
EE1 PTT EE2 DP EE3 Será por não querer prejudicar o t empo de
lazer dos pais com as cri anças?
EE1 EE3 PTT EE2
DP
Será por jul gar que apenas o t empo de aul a oferece o ambi ent e onde as cri anças est ão mais predispost as a aprender?
EE1 EE2 EE3
PTT DP
Será por jul gar que o horário l eti vo (das 9h00 às 15h15) é j á muit o extenso para a idade das crianças?
DP PTT EE1 EE2 EE3
Nestas pergunt as existe uma concordânc i a ent re todos os ent revist ados no que diz respeit o ao horário l etivo m uito extenso para a idade das cri anças. Os ent revi stados não creem que esta sej a um a raz ão para as pessoas não concordarem com trabal hos para casa.
No que diz respeito ao ambi ent e apropri ado para a realiz ação dos trabalhos para casa a Diret ora P edagógi ca afi rm a que é sobret udo por
esse facto que as crianças não devem levar trabal hos para casa porque ,