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Chapitre 3 : Annotations et collaboration

3.3. L’utilisation de l’annotation

A BANDA MUSICAL DA CASA DE CULTURA

POPULAR DE OUTEIRO SECO

6.1–NOTA INTRODUTÓRIA

Numa colectividade como a Banda Musical da C. C. P. O. S. são vitais os valores da responsabilidade, da entrega e doação e do espírito de sacrifício. Nada na vida se faz sem sacrifício. Não se faz música sem sacrifício, sem insistência e perseverança.

Se observarmos a importância de um simples ensaio tem, veremos como aí se apreendem tantas coisas para o quotidiano de cada um: ser assíduo e pontual, estar atento, aceitar os alertas e correcções do maestro, a repetição sistemática de uma parte do trecho musical, o aperfeiçoamento de uns simples “quatro” compassos, a unidade que circunda uma simples batuta, entre outras. Tudo isto é importante para a vida!

O facto de em Outeiro Seco existir uma Banda, ajuda ao clima familiar. Vivemos um momento na sociedade que é o de ocupar os tempos livres dos filhos. Contudo, pensamos que, com tanta oferta, alguns pais desequilibraram-se, inscrevendo os seus filhos em tudo o que aparece, esquecendo até, os valores fundamentais. Assim, aquilo que aparece como meio de serenar e de aproveitar as energias juvenis transforma-se em activismo. Os pais deveriam seleccionar e optar por melhores meios de ocupação dos tempos livres dos seus filhos. Colocar um filho numa Banda Filarmónica é ter a consciência que está a colocá-lo num ambiente saudável, porque é didáctico, fomentador da responsabilidade, da disciplina e da exigência.

A Banda Musical da C. C. P. O. S. tem contribuído para uma projecção do nome da aldeia e da cultura própria do seu povo. É necessário que os habitantes e membros da Banda sejam educados com amor à terra, aos valores da sua localidade porque expressam o sentimento do seu povo. O sentido de pertença a uma comunidade, instituição ou colectividade, sem cair no bairrismo débil, é muito sadio.

elogios possam haver. É aqui que as Direcções das Associações/Colectividades têm um papel fulcral e importantíssimo. Pena é que poucos se dediquem a tão nobre causa e que, quando saem dessa instituição tanto contribuam para que se desmorone ou caia no marasmo da inércia inerente às contrariedades e vontades daqueles que tanto poderiam fazer por eles mesmos.

Também aqui as entidades da autarquia e diferentes instituições de apoio não sensibilizadas para a importância que uma Filarmónica tem nem tão pouco tem conhecimento das dificuldades e contrariedades porque passa.

O mais importante num director de uma instituição como esta é que dê um testemunho de uma vida digna, responsável, disciplinada exigente, alegre, solidária e se deixe de retóricas, pois o inimigo do aperfeiçoamento, da estabilidade, do sucesso, do nome da terra e das suas gentes é o comodismo e o marasmo.

Se pudermos considerar a Direcção, o Maestro e o Projecto da Banda como uma trilogia, facilmente concluímos que, caso não haja articulação entre os três intervenientes, nada poderá funcionar.

Fomentar um estudo reflexivo sobre esta colectividade, a Banda Musical da C. C. P. O. S., provoca que coexistam um conjunto de variáveis que devem contemplar as novas consistências sociais, culturais e sobretudo económicas afectadas pela natureza volátil e em constante transformação dos nossos dias.

Nesta perspectiva, o Maestro assume um papel fundamental, uma vez que é ele que, musicalmente e não só, conduz o grupo para o sucesso ou mesmo para o fracasso. Assim, segundo o nosso ponto de vista, o Maestro terá que reunir determinadas competências conducentes ao bom funcionamento do grupo, como: ter carácter e estatuto moral, ter a capacidade de resolver conflitos dentro do grupo, dialogar de forma diferente com cada elemento do grupo, não ser dissimulado e apresentar uma linguagem adequada à faixa etária a que se está a dirigir. Deverá apresentar ainda grande sensibilidade e perspicácia, ter uma sólida formação musical, dominar as características dos instrumentos, saber exprimir-se e comunicar musicalmente, gerir e resolver os problemas musicais, escolher e adequar as obras musicais ao grupo, associar o reportório ao local onde vai actuar e estar aberto à mudança.

O projecto deve ser partilhado com a Direcção, com os Músicos e neste caso com os Sócios da C. C. P. O. S. Teoricamente todos trabalhamos com a mesma finalidade, mas na prática, a forma como se concretiza esse mesmo projecto nem sempre é convergente pois existem diferentes formas de ver e olhar a problemática do associativismo.

Temos, ao longo do tempo, procurado conciliar e resolver as questões através da discussão, da partilha de ideias e do consenso, procurando, com pequenos passos, conseguir grandes fins.

Verificamos constantemente que há a necessidade de melhorar e para tal enumeram-se um conjunto de estratégias, actividades ou acções para resolver a problemática detectada, partindo sempre de critérios que tenham em conta o sucesso e o bem-estar da Banda Musical e dos Associados.

Por apresentarmos um estudo de caso com intervenção/acção, verificamos que a gestão de conflitos é o “calcanhar de Aquiles” desta colectividade. Gerir, negociar e colmatar a conflitualidade dos elementos é uma batalha constante em que é necessário uma metodologia e estratégia que nem sempre é bem aceite por todos. Para tal é necessário que o problema que se pretende ultrapassar seja considerado por todos como pertinente e importante para cada um, o que nem sempre se consegue.

6.2–ORIGEM E FUNDAÇÃO

Como já foi referido anteriormente, a fundação da Banda Musical da C. C. P. O. S. teve como principais mentores o então Professor Eliseu André e o Mestrando.

Tudo começou numa brincadeira de escola aquando da saída do mestrando de Maestro da Banda Musical de Vila Verde da Raia. Então o Eliseu André convidou o mestrando a formar uma escola de Música em Outeiro Seco, ao que este se recusou. Estávamos em Abril/Maio de 1998.

Por altura do início do novo ano lectivo (Outubro de 1998), mais uma vez o Eliseu interpolou o mestrando para que este iniciasse a formação musical de elementos da aldeia de Outeiro Seco sem qualquer objecto de formação de grupo. Mais uma vez o mestrando recusou.

No dia 4 de Janeiro de 1999, primeiro dia de aulas do 2º período escolar, o Eliseu convidou o mestrando para uma reunião que teria lugar na Sede da Junta de Freguesia de Outeiro Seco sem referir qual seria o tema da mesma.

Chegado a essa reunião, o mestrando depara com um conjunto de cerca de sessenta pessoas dispostas a aprender música. Vendo aquela moldura humana, numa sala tão pequena, o mestrando não teve coragem de recusar tal pedido.

Nesse mesmo dia foram agendadas aulas de formação musical para desenvolver uma actividade de ocupação sem qualquer interesse financeiro por parte do formador.

Rapidamente o grupo cresceu e se multiplicou.

Conscientes das dificuldades, sabíamos que alguns elementos iriam desistir a acabariam por abandonar, no entanto o saldo sempre foi positivo.

aquisição e compreensão dos conhecimentos musicais que estavam a ser transmitidos.

Como achavam a parte teórica uma “seca” verificou-se a necessidade premente de adquirir instrumentos musicais.

Feitas algumas pesquisas de mercado e solicitados orçamentos a diferentes fornecedores de instrumentos musicais, mais uma vez o Eliseu André, promoveu um peditório na aldeia, tendo recolhido pouco apoio. Como este não chegava, intercedeu junto da Câmara Municipal de Chaves, na pessoa do Sr. Presidente Alexandre Chaves e Sr. Vive Presidente Altamiro Claro, através do “Cantar dos Reis” (Janeiro de 1999), para apoiar a aquisição dos mesmos.

Positivo que foi o apoio financeiro por parte da Câmara e como a paixão do maestro sempre foram as Bandas, foi obvio que a escolha dos instrumentos musicais recaiu sobre o instrumental característico destes agrupamentos.

Adquirido que foi o instrumental, cada elemento constituinte do grupo escolheu o que mais lhe agradara. Como é óbvio e natural, a maioria deles rapidamente trocou de instrumento, adaptando-se com mais ou menos facilidade a este ou aquele instrumento.

O mais difícil da iniciação à prática instrumental foi a postura e a técnica de execução do instrumento, verificando-se a necessidade de dividir o grande grupo em dois. Um para as madeiras, outro para os metais. A percussão teria aulas separadamente.

As aulas aconteciam na Sede da Junta de Freguesia para um grupo e na Casa Paroquial, para outro, distanciadas em cerca de 80 metros.

Mais tarde verificou-se a necessidade de adquirir um fardamento que, mais uma vez, o Eliseu André meteu “mãos à obra” e consegui apoio para a sua aquisição.

Não podemos deixar de referir o empenho e apoio financeiro demonstrado pelo Capitão Cruz e pelo Francisco Pipa, pessoas tão conceituadas na aldeia e que tanto apoiaram este projecto.

6.3–METODOLOGIA DE ENSINO

Ensinar é cinzelar e por a descoberto o que de belo, bom e musical existe no ser humano. Os avanços tecnológicos que se manifestam em todos os quadrantes da nossa sociedade são uma realidade do nosso dia-a-dia profissional. No entanto a formação artística e neste caso, musical, mantém-se alheia a esses progressos, embora possam ajudar.

Quando um indivíduo, independentemente da idade e do seu potencial valor musical procura uma instituição, ou neste caso uma Escola de Música, para aprender música, as expectativas são muitas e é com natural ansiedade que quer, no menor tempo possível, aprender muito, depressa e bem.

Nós, agentes da educação sabemos que isso é difícil, por várias razões, desde a complexidade intrínseca do estudo, passando pela falta de alternativas ao rigor quase hermético da função de aprender e ainda a imensa falta e criatividade e de novas oportunidades musicais. Por estas razões, o aspirante a músico, é muitas vezes confrontado com uma situação de desistência, de desânimo, vendo as suas expectativas completamente defraudadas.

Não é fácil iniciar uma formação musical a um com um grupo tão grande e tão heterogéneo, quer na sua formação intelectual e cultural, quer na idade.

Foi com recurso a diferentes metodologias e apoiado em diferentes Correntes Pedagógicas de Educação Musical que se pode concretizar este ensino aprendizagem ao nível da Educação Não Formal.

Começando com Willems, Orff e Witack, passando por Dalcroze, Kodaley e Pierre Van Hauwe e terminando com Suzuki, Yamaha e Roland é que se formou um grupo musical deste formato.

Desta experiência, podemos concluir que nenhuma metodologia acima referida é estanque ou é o “remédio” para colmatar esta ou aquela dificuldade apresentada por tão

distintos formandos.

O mais fácil foi a formação musical que iria servir de apoio à prática instrumental. Depois veio a distribuição dos instrumentos pelos diferentes músicos.

Todos eles escolheram livremente e experimentaram aquele instrumento que mais lhe agradava. Eles próprios conseguiram o discernimento de saber a qual se adaptavam melhor. Depressa se procedeu a muitas mudanças. No entanto alguns mantiveram a sua escolha até ao momento da sua saída da Banda ou até ao presente.

Confessamos que esta fase de ensinamento da técnica de sopro nos diferentes instrumentos foi a mais difícil e penosa. Formar um grupo tão heterogéneo a nível instrumental e sem o apoio de qualquer elemento que já tivesse formação musical, foi extremamente complexa e arrojada e ao mesmo tempo um desafio das capacidades de prossecução, encaminhamento e realização do formador.

À medida que a prática instrumental ia prosseguindo, também o aperfeiçoamento foi evoluindo, a vontade e empenhamento aumentando, por consequência daquilo que agora eram capazes de fazer, face ao passado.

A par da prática instrumental surge a necessidade de implementar outras actividades inerentes à própria formação do grupo. Falamos da forma de marchar em arruada ou procissão. Esta foi outra tarefa árdua, pois, para aqueles elementos que frequentaram a tropa, foi fácil pois os hábitos nunca se perdem. Para aqueles que nunca o fizeram, marchar era extremamente difícil. Marchar com instrumentos era extremamente complicado. Marchar com instrumentos e a tocar, tornava-se impossível. Esta fase de ensinamento e treino foi outra que nos envolveu com muita paixão e sacrifício. Não podemos esquecer as horas e horas que passamos a aprender a marchar.

Sentimos algumas saudades dos primeiros tempos de formação da Banda, pois os objectivos de então são diferentes daqueles a que agora se propõem. No inicio de qualquer etapa da nossa vida as perspectivas são diferentes daquelas que no final ainda temos.

Uma vez que a vida humana está a ser cada vez mais desvalorizada, quem sabe se este trabalho não irá contribuir, de alguma forma para a alteração desta panorâmica. Esta esperança, só por si, fez-nos sentir que valeu a pena.

6.4–ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO

A estrutura da Banda Musical da C. C. P. O. S. insere-se na tipologia E da Confederação Musical Portuguesa e apresenta a seguinte constituição.

Quadro 2 – Tipologia de formação da banda

INSTRUMENTOS QUANTIDADE Flautins 1 Flautas 1 Clarinetes 12 Saxofone Soprano 1 Saxofone Alto 4 Saxofone Tenor 2 Saxofone Barítono 1 Trompetes 6 Fliscorneos 2 Trompas de Harmonia 1 Trombones 4 Bombardinos 2 Contrabaixos 2 Tubas 4 Percussão 4

Fonte: Revista “Entre Bandas”

A estrutura da Banda Musical, embora enquadrada no esquema anteriormente apresentado, nunca, como acontece em quase todas as formações, obedece a este esquema. As condicionantes dos instrumentistas relativamente ao gosto por este ou aquele instrumento, não podem, de qualquer forma, ser condição para que não seja aceite numa organização desta tipologia. O que acontece é que por vezes se verifica um desequilíbrio instrumental por força do referido anteriormente.

Nenhuma colectividade deixa de aceitar um músico só porque nesse naipe já tem o número de elementos suficientes. Um a mais é sempre bem-vindo.

naipe pode ficar, como se diz na gíria musical, desfalcado.

O que acontece com a Banda Musical da C. C. P. O. S. é exactamente a migração de músicos desta para outra e vice-versa. No entanto a Banda sempre apresentou, ao longo destes anos uma migração bastante significativa de elementos.

Outro aspecto que nos merece referência é a conflitualidade inerente a um grupo tão heterogéneo a nível cultural e de faixa etária, como já foi referido.

Por vezes torna-se mais difícil gerir os conflitos existentes entre os elementos constituintes da Banda Musical do que todo o processo que envolve uma colectividade como esta.

O conflito geracional, a falta de ética e de respeito pelo semelhante provoca nestes pequenos grupos uma desestabilização quer a nível musical quer a nível da permanência dos músicos. A falta de sensibilidade, a “sede de poder” e a má formação, continua a ser notória, inclusive em elementos que, embora já não fazendo parte desta instituição, têm contribuído para a instabilidade, tendo como finalidade o fim deste projecto.

Por este motivo, não será mencionado neste trabalho qualquer referência a qualquer elemento da Direcção da C. C. P. O. S. desde a fundação da Banda até ao presente.

Conscientes estamos que o papel da Direcção é o de promover o sucesso dos projectos por ela apresentados, dinamizados e realizados, no entanto a Banda Musical está a funcionar quase autonomamente uma vez que dela fazem parte todos os elementos constituintes da Direcção com excepção da Sra. Presidente.

A Banda Musical elaborou e aprovou, em Janeiro de 2003 um Regulamento Interno7 com a finalidade de regular o funcionamento da mesma. Como em todas as instituições ou associações sem fins lucrativos são difíceis de gerir, também aqui se torna problemática a aplicação do referido Regulamento.

Como é costume referir nestas instituições, “ninguém anda cá por dinheiro” mas

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aquando da distribuição dos resultados adquiridos ao longo da época, verifica-se sempre uma fricção entre os elementos, levando mesmo à desistência e abandono de alguns.

Este é o único ponto do regulamento que é contestado pela maioria dos elementos constituintes da Banda. No entanto nunca se chegou a um consenso relativamente à forma de distribuição das receitas auferidas e consequente distribuição. Porquê? Porque o ser humano é naturalmente egoísta e julga-se o melhor.

É com imensa tristeza que chegamos ao final de uma época e tudo vai “por água

abaixo” por este ou aquele músico receber mais uns cêntimos que o outro.

O desânimo e a frustração que sentimos nesta altura é tão grande que acaba por desanimar ainda mais que os próprios elementos que saíram. Isto porque, como já foi referido, iniciou este projecto sem qualquer interesse financeiro nem remuneração e vê o trabalho de anos, na formação de um músico, terminar desta forma.

O investimento que é feito na formação de um músico não tem preço nem deverá ser classificado pela atribuição de uma quantia monetária.

Bom seria se todos enveredássemos pelo mesmo caminho e pela construção de uma associação progressista e sem problemas de índole financeira no que refere à distribuição dos “lucros”.

6.5–DESENVOLVIMENTO

Neste ponto, pretendemos dar a conhecer a evolução da Banda Musical ao nível da constituição desde a primeira actuação em público, até à finalização deste trabalho.

Partindo então do início da criação da Banda Musical e após a aquisição do instrumental, passamos à prática propriamente dita, que se iniciou com peque trechos simples, de execução fácil e ao mesmo tempo conhecidos. Isto levaria a que os músicos se interessassem e empenhassem mais, pois conseguiam por em prática algo que até ali eram incapazes. Esta animosidade foi fundamental para a permanência de alguns elementos bem como para cativar outros.

Não foi uma tarefa fácil, pois a diversidade de instrumentos fez com que o maestro se desdobrasse de forma a dar apoio a todos, de acordo com a família dos instrumentos musicais.

Apesar de tudo, rapidamente conseguiram iniciar e desenvolver técnicas capazes de levar à primeira experiência fora da sala de ensaio, como aconteceu no “Cantar dos

Reis”, no final de 1999, como se pode constatar através das seguintes fotografias: Fotografia 3 - Banda Musical da C. C. P. O. S. no”Cantar dos Reis” em finais de 1999

Fotografia 4 – Banda Musical da C. C. P. O. S. no”Cantar dos Reis” em finais de 1999

Como o grupo ainda se encontrava em fase embrionária, mas sempre com vontade de fazer mais e melhor, sentiram a necessidade de adquirir um fardamento, com o objectivo de formalizar a existência de uma Banda Musical.

Mais uma vez e com o apoio imprescindível do Eliseu André, a Banda Musical adquiriu o seu fardamento que, numa cerimónia simples mas com grande sentimento, benzeu na Igreja Paroquial da aldeia.

Fotografia 5 - Banda Musical da C. C. P. O. S. na”Bênção dos instrumentos e fardamento” em Março de 2000

Fotografia 6 – Banda Musical da C. C. P. O. S. na”Bênção dos instrumentos e fardamento” em Março de 200

Terminada esta fase de apresentação da Banda Musical ao povo de Outeiro Seco que terminou com a realização do primeiro concerto de Páscoa na aldeia, rapidamente foram convocados para actuar em diferentes locais.

O primeiro convite aconteceu também por altura da Páscoa de 2000 com o propósito de realizar um concerto na abertura da Feira do Folar, levada a cabo pela Câmara Municipal de Chaves e que teve lugar na Praça de Camões.

Fotografia 8 – Banda Musical da C. C. P. O. S. na”Feira do Folar” em Abril de 2000

Foi então que se tirou a primeira fotografia oficial da Banda Musical nas escadas da Torre de Menagem do Castelo de Chaves.

Fotografia 9 – Banda Musical da C. C. P. O. S. na”Torre de Menagem” em Abril de 2000

Nas páginas seguintes são apresentados os quadros referentes à constituição da Banda Musical ao desde o início. De referir que para os anos de 2001 e 2002 não será apresentado quadro referência dos elementos da Banda Musical por não haver registo fotográfico.

Todos os quadros apresentados são justificados com a respectiva fotografia oficial da Banda, nesse ano.

Poderão fazer parte da listagem/quadro elementos que não constam das respectivas fotografias. Esta falta de confirmação visual deve-se ao facto de alguns elementos apenas ingressarem na Banda depois de ser feita a respectiva fotografia que, como é habitual se faz no dia de Páscoa.

Também fazem parte das fotografias dois elementos que não constam da respectiva listagem, o maestro e o Sr. Francisco Pipa, homem imprescindível à Banda e que tanto ajuda e contribui para o bom funcionamento desta.

Nas fotografias de 2008, 2009 e 2010, está presente a Sr.ª Presidente da C. C. P. O. S., Antonieta Melo.

Para além dos elementos acima referidos, são omissos todos os elementos que fazem parte da Escola de Música, a que habitualmente se apelidam de aprendizes, por só entram para Banda quando conseguirem acompanhar o grupo, quer a nível instrumental, quer físico. Nessa altura recebem o respectivo fardamento.

Quadro 3 – Elementos constituintes da banda no ano de 2000 NOMES

Adérito Chaves Eliseu André Alcino Dias Francisco Afonso

Ana Filipa Francisco Costa

Ana Filipa Tenreiro Henrique Rio